A casa de férias ficava isolada, no meio do pinhal, a poucos minutos da praia. António saíra de manhã cedo. — Tenho de tratar daquela papelada no banco e depois passar no escritório do advogado. Não demoro mais de duas, duas horas e meia — dissera ele, beijando-lhe a testa. — Ficas bem sozinha? Raquel acenara que sim, ainda de robe. Assim que o carro desapareceu no caminho de terra, ela foi ao quarto e vestiu-se. Calções de licra pretos, colados, que subiam alto nas coxas e marcavam tudo. Top de licra preto, sem sutiã por baixo, o tecido a esticar-se sobre os seios generosos e a deixar os mamilos à mostra quando endureciam. O corpo escultural de sempre: um metro e cinquenta e sete, cintura marcada, ancas normais mas arredondadas, cu empinado e alto, coxas firmes. Quarentona tesuda, pele morena do sol das férias. O homem do gás chegou pouco depois das onze. Bateu à porta. Raquel abriu. Era mais novo que ela — uns trinta e poucos. Um metro e oitenta e quatro, porte atlético, ombros largos, peito marcado sob a camisa de trabalho azul-clara, braços musculosos, antebraços veiados. Cabelo escuro, curto, olhos verdes intensos. O nome na crachá dizia “Ricardo”. — Bom dia. Veio pelo fogão? Está a falhar o acendimento desde ontem. — Sim, senhora. Pode mostrar-me? Raquel guiou-o até à cozinha. Os calções de licra colavam-lhe ao cu empinado a cada passo. Ricardo reparou. Ela sentiu o olhar e demorou-se propositalmente a abrir a porta do móvel onde estava a botija. — É aqui em baixo. Tem de se deitar para ver a ligação. Ele ajoelhou-se, depois deitou-se de costas no chão da cozinha, a cabeça virada para a botija. Raquel ficou de pé, bem à frente dele. Abriu ligeiramente as pernas. Os calções de licra pretos marcavam a fenda da cona com perfeição — o tecido fino e elástico entrava entre os lábios, desenhando a cona inteira, a racha, os lábios inchados. Sem cuecas por baixo. A licra molhava-se já no meio. Ricardo olhou para cima. Os olhos verdes fixaram-se exactamente na cona marcada. Ficou imóvel alguns segundos a mais do que o trabalho exigia. — Vê bem? — perguntou ela, a voz baixa, quase doce. — Está tudo visível? A minha cona toda marcada nessa merda de licra… Ele engoliu em seco. — Está… sim. Está bem visível. A cona toda. Raquel não se mexeu. Continuou ali, as pernas abertas o suficiente, o top de licra a marcar os mamilos já duros. — Então resolve. Eu espero. E continua a olhar para a minha cona enquanto trabalhas. Ricardo mexeu nas ligações, mas as mãos tremiam. A cada vez que olhava para cima via a cona desenhada no tecido, o tecido húmido a escurecer no meio, a forma exacta dos lábios. O cheiro a cona molhada começou a notar-se. — Já está? — perguntou ela, depois de uns minutos. — Quase. Só… preciso de confirmar a pressão. Raquel agachou-se devagar, as coxas a abrirem-se mais, os calções a entrarem ainda mais pela fenda da cona. Ficou de cócoras à frente do rosto dele, a cona a poucos centímetros da boca. — Assim consegue ver melhor a minha cona? Queres cheirar? Os olhos verdes dele estavam escuros. A respiração acelerada. — Senhora… — Raquel. Chamo-me Raquel. E tu estás a olhar para a minha cona há dez minutos. Queres meter a língua nela ou só queres continuar a olhar? Ele não respondeu com palavras. Estendeu a mão. Os dedos grossos e calejados tocaram o tecido molhado. Acariciou a fenda da cona por cima da licra, sentindo os lábios inchados e quentes. Raquel soltou um gemido baixo e empurrou a cona contra a mão dele. — Tira-me isto. Quero a tua boca na minha cona agora. Ricardo puxou os calções para baixo. O tecido desceu pelas coxas firmes até aos joelhos. A cona apareceu depilada, só com uma faixa fina de pêlo, os lábios já brilhantes e abertos, o clitóris inchado, o buraco a piscar. Ele puxou-a para a frente e enterrou a cara. A língua larga e quente abriu-lhe a cona de uma só vez, chupando o clitóris com força, lambendo os lábios, enfianando a língua o mais fundo que conseguia. Raquel agarrou-lhe o cabelo escuro e gemeu alto, as pernas a tremerem. — Assim… fode-me a cona com a língua… mais fundo… chupa-me essa merda toda… Ele obedeceu. Chupava, lambia, enfiava a língua e os dedos, abrindo-lhe a cona enquanto os outros dedos apertavam as ancas. Raquel gozou depressa, o corpo a contrair-se, o líquido a escorrer-lhe pela boca dele e pelo queixo, a cona a latejar contra a cara dele. Ainda a tremer, ela puxou-o para cima. Ricardo pôs-se de joelhos. Ela abriu-lhe o cinto, desceu as calças de trabalho e a boxer. O pau saltou grosso, comprido, as veias marcadas, a cabeça já brilhante e a pingar. Mais novo, pujante, duro como pedra. Raquel deitou-se de costas no chão da cozinha, as pernas abertas, os calções ainda presos num tornozelo, o top de licra subido acima dos seios. Ricardo posicionou-se entre as coxas dela e enterrou o pau de uma só vez até ao fundo da cona. Raquel arqueou as costas e soltou um grito. — Porra… és grande… fode-me a cona… enfia tudo… Ele fodia com força, estocadas profundas e ritmadas, o corpo musculado a cobri-la, os olhos verdes fixos nos dela. O pau entrava e saía molhado, fazendo barulho húmido. As mãos apertavam-lhe as ancas, depois subiam aos seios, apertando os mamilos por cima do top. O som de pele contra pele e de cona a ser fodida ecoava na cozinha. — Mais forte — pediu ela. — Quero essa cona toda arrebentada. Fode-me como se eu fosse puta. Ricardo acelerou. Raquel gozou outra vez, as unhas a cravarem-se nas costas musculosas dele, a cona a apertar o pau em espasmos. Ele seguiu-a segundos depois, enterrando-se até ao fundo e esporrando-se dentro da cona dela com gemidos roucos, jactos quentes e abundantes a encherem-na até transbordar. Ficaram ofegantes no chão. O gérmen já lhe escorria pela racha e pela coxa. — Ainda não acabámos — murmurou ela, a voz rouca. — Quero mais. Quero essa porra toda dentro da minha cona. Levantaram-se. Raquel tirou o top de vez e ficou só com os calções a meio das coxas. Virou-se, apoiou as mãos na bancada da cozinha e empinou o cu. Ricardo agarrou-lhe as ancas e penetrou-a de novo por trás, o pau a entrar de uma vez na cona já cheia. Desta vez foi mais lento no início, fundo, a gozar a visão do cu empinado e da cona a engolir o pau. Depois acelerou. As nádegas dela batiam contra a barriga marcada dele a cada estocada. O gérmen anterior fazia barulho a cada embate. — Enche-me outra vez… esporra-te outra vez dentro da minha cona… quero sentir a porra a sair-me depois… Ele obedeceu. O segundo orgasmo dele veio forte, o corpo a tremer, o gérmen a jorrar novamente fundo, escorrendo-lhe já pelas coxas misturado com o primeiro, a cona a fazer barulho molhado. Ainda não chega. Raquel puxou-o para a sala. Deitou-o no sofá, montou-o de frente, os seios a saltarem à frente da cara dele enquanto ela rebolava o cu e enfiava o pau até ao fundo da cona. Ricardo chupava-lhe os mamilos, as mãos a apertarem as ancas. Ela cavalgava-o com força, o pau a desaparecer até às bolas a cada descida, a cona a engolir tudo. O terceiro orgasmo dela foi longo e molhado, o líquido a escorrer-lhe pelas bolas dele. Ele veio logo a seguir, pela terceira vez, esporrando-se outra vez dentro da cona, o gérmen a sair-lhe pelos lados enquanto ela ainda se mexia. Foi nessa altura que a porta da frente se abriu em silêncio. António tinha resolvido os assuntos mais depressa do que esperava. Entrou sem fazer barulho. Ouviu os gemidos vindos da sala. Avançou devagar. Parou no vão da porta. Viu a mulher montada no homem do gás, o corpo escultural a subir e a descer, o cu empinado a bater, o pau grosso a entrar e sair da cona coberta de porra. Os calções de licra pretos ainda presos num tornozelo. O top no chão. Ricardo, musculado, olhos verdes semicerrados, as mãos grandes a marcar as ancas dela. A cona de Raquel engolia o pau até às bolas, o gérmen a escorrer em fios brancos. António não fez som. Tirou o telemóvel do bolso, activou a câmara e começou a filmar. Aproximou-se mais, ainda sem ser visto. Enquadrava tudo: o pau a desaparecer na cona dela, o gérmen a escorrer pelos lábios, os seios a saltarem, o rosto de prazer da mulher, o corpo atlético do homem mais novo a empurrar para cima. Raquel não deu por nada. Continuava a cavalgar. — Quero mais… fode-me a cona outra vez… enche-me outra vez de porra… Ricardo virou-a de quatro no sofá. Enterrou-se nela pela quarta vez, agora mais urgente, as estocadas secas e profundas. Raquel gemia alto, o rosto enterrado nas almofadas, o cu alto, a cona aberta e a verter. António filmava de lado, apanhando o ângulo perfeito do pau a entrar e sair da cona, as bolas a baterem, o gérmen anterior a fazer barulho húmido a cada embate. Ricardo agarrou-lhe o cabelo, puxou a cabeça para trás e fodeu-lhe a cona com força até gozar de novo. O corpo inteiro contraiu-se. Esporrou-se pela quarta vez dentro dela, gemendo baixo, os jactos quentes a encherem a cona mais uma vez até transbordar e escorrer pela racha e pelo cu. Raquel desabou no sofá, ofegante, as coxas abertas, a cona a latejar e a verter porra em fios espessos. — Ainda tens mais? — perguntou ela, a voz rouca, a olhar para trás por cima do ombro. — Quero essa cona outra vez cheia. Ricardo, ainda a respirar fundo, acenou que sim. O pau continuava semi-duro, pujante, coberto do gérmen dela e dele. António continuava a filmar, imóvel no vão da porta, o telemóvel firme na mão. Nenhum dos dois dava por ele. Raquel virou-se de costas no sofá, abriu as pernas e puxou os lábios da cona com os dedos, mostrando o interior branco de gérmen, o buraco a piscar. — Então mete outra vez. Quero que me enchas a cona até não conseguir mais. Esporra-te outra vez aqui dentro. Ricardo posicionou-se entre as coxas dela e enterrou o pau pela quinta vez na cona já alagada. António carregou no zoom, a filmar de perto o momento exacto em que o pau desaparecia outra vez dentro da mulher.
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