Era sexta-feira à noite. O churrasco estava marcado para as oito, mas António e a L tinham saído por volta das seis e meia para fazer umas compras de última hora — carvão extra, mais cerveja, o pão que tinham esquecido. — Não demoramos meia hora — dissera António, as chaves na mão. — Acende já a churrasqueira, Álvaro. E tu, Raquel, prepara as carnes. A porta bateu. O carro afastou-se. Raquel ficou na cozinha a temperar as carnes, vestida com calções curtos de ganga clara que subiam alto nas coxas e um polo justo azul-marinho que marcava os seios sem sutiã. O tecido esticava sobre os mamilos. Um metro e cinquenta e sete, corpo escultural, cintura marcada, ancas normais mas arredondadas, cu empinado e alto, coxas firmes. Quarentona tesuda, a pele ainda quente do dia. Álvaro estava lá fora, no terraço, a acender a churrasqueira. Quase cinquenta, mais alto que ela, porte atlético, ombros largos, peito largo sob a camisa de linho aberta no peito. Tinha aberto duas cervejas. Raquel saiu com o prato de carnes e parou ao lado dele. O terraço dava directamente para a entrada da garagem e para a rua. Qualquer carro que viesse seria visto com vários segundos de antecedência. — Já acendeu? — perguntou ela, pousando o prato. — Quase. — Álvaro olhou-a de cima a baixo. Os calções curtos marcavam o cu empinado. O polo justo deixava os mamilos à vista. — Esses calções são uma provocação, Raquel. Ela sorriu, bebeu um gole da cerveja dele e pousou a garrafa. — E se forem? O António e a L demoram. Temos tempo. Álvaro limpou as mãos no pano e aproximou-se. As mãos grandes desceram pelas ancas dela, apertaram a carne macia por baixo dos calções e subiram até ao cu. — Estás sem cuecas. — Estou. — Raquel empurrou o cu contra as mãos dele. — Pensei que podias aproveitar enquanto acendíamos isto. Ele desceu o fecho dos calções dela ali mesmo, ao lado da churrasqueira. O tecido caiu pelas coxas. A cona apareceu depilada, só com uma faixa fina, já brilhante. Álvaro passou dois dedos pela fenda, abriu os lábios e enfio-os dentro. — Estás encharcada só de estarmos sozinhos. — Só de saber que podemos ser apanhados. — Raquel gemeu baixo, as mãos a abrirem o cinto dele. — Tira o pau. Quero chupar-te aqui fora. Álvaro abriu as calças. O pau saltou duro. Raquel ajoelhou-se no chão do terraço, o cu empinado para a rua, e engoliu-o até à base. A boca quente e húmida subia e descia, a língua a girar na cabeça, a mão a apertar as bolas. Álvaro gemeu, uma mão no cabelo dela, a outra ainda a segurar a cerveja. — Assim… chupa fundo… a L e o António podem chegar a qualquer momento… Raquel tirou a boca só o suficiente para falar, a saliva a escorrer pelo pau. — Então fode-me depressa. Quero sentir-te dentro da cona antes que eles voltem. Ele puxou-a para cima, virou-a de frente para a churrasqueira e empinou-lhe o cu. Os calções curtos ficaram presos a meio das coxas. O polo justo subiu acima dos seios. Álvaro abriu-lhe a cona com os dedos e enterrou o pau de uma só vez até ao fundo. Raquel soltou um gemido alto, as mãos a agarrarem a pedra da churrasqueira. — Porra… assim… fundo… Ele fodia com estocadas fortes e ritmadas, o pau a entrar e sair molhado, o som húmido a misturar-se com o crepitar do carvão que começava a pegar. A cada embate o cu empinado dela batia contra a barriga dele. Do terraço viam claramente a rua e a entrada da garagem. — Olha para a rua — ordenou Álvaro, a voz rouca, enquanto a fodia. — Se aparecer o carro, paramos. Mas até lá… vou encher-te esta cona. — Enche — gemeu ela. — Esporra-te dentro. Quero o leite a escorrer-me enquanto eles chegam e comemos o churrasco. Álvaro acelerou. Uma mão desceu pela frente dela, encontrou o clitóris e esfregou em círculos rápidos enquanto o pau martelava a cona. Raquel gozou primeiro, o corpo a tremer, as pernas a fraquejarem, a cona a apertar o pau em espasmos fortes. Álvaro segurou-a pela cintura e veio logo a seguir, enterrando-se até ao fundo e esporrando-se dentro dela com gemidos baixos, jactos quentes de leite a encherem-na. Ainda ofegantes, ele puxou o pau. A esporra escorreu-lhe imediatamente pela coxa, descendo até ao joelho. Raquel puxou os calções para cima, o tecido a ficar manchado por dentro. Ajeitou o polo. Álvaro fechou as calças. Beberam o resto das cervejas em silêncio, o coração ainda acelerado, os olhos fixos na rua. Dez minutos depois o carro apareceu. António e a L entraram na garagem com os sacos. — Já está o carvão? — perguntou António, a voz animada. — A pegar — respondeu Álvaro, normal. — As carnes já estão temperadas. Raquel sorriu, as coxas ainda a tremerem por dentro, a esporra do Álvaro a escorrer-lhe devagar dentro dos calções curtos. O churrasco correu como planeado. Carnes, cervejas, depois vinho tinto. Conversa alta, risos, o cheiro a fumo e a carne. Ninguém notou o olhar cúmplice entre Raquel e Álvaro, nem a forma como ela se mexia de vez em quando na cadeira, sentindo o leite ainda lá dentro. Quando a comida acabou e a música subiu no volume do telemóvel, António puxou a L para dançar no terraço. Raquel e Álvaro juntaram-se. Dançaram os quatro, perto uns dos outros, o vinho a soltar os corpos. A meio de uma música mais lenta, António soltou a L e estendeu a mão a Raquel. — Troca? Álvaro, sem hesitar, puxou a L pela cintura. Os casais trocaram. Raquel dançou colada ao marido, o cheiro a sexo ainda no corpo, enquanto via Álvaro com a mão na cintura da L, os corpos a moverem-se juntos. A L ria, a cabeça deitada no peito dele. António apertava a mulher contra si, alheio ao que se passara horas antes ao lado da churrasqueira. Raquel olhou por cima do ombro do marido e encontrou o olhar de Álvaro. Ele sorriu de lado, a mão a descer um pouco mais nas costas da L. O perigo tinha passado. O churrasco continuava. E a noite de sexta ainda ia a meio.
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