Raquel tinha agora 49 anos e media 1,57 m. O tempo não a tinha estragado — pelo contrário. Apesar da estatura pequena, o corpo era escultural, maduro e voluptuoso: seios fartos e firmes (ainda copa C generosa), cintura marcada, coxas torneadas e um rabo redondo e alto que contrastava de forma provocante com a sua baixa estatura. A pele mantinha-se macia e luminosa, e o rosto ganhara uma beleza madura, com olhos profundos e lábios carnudos. Continuava a depilar-se por completo e a cuidar do corpo com obsessão. Era a fodilhona que sempre fora, só que agora com mais experiência, mais confiança e um apetite sexual que não diminuíra. Trabalhava como directora numa empresa do ramo financeiro. A sua empresa tinha negócios regulares com a firma do N, o ex-cunhado. O N, agora na casa dos cinquenta, mantinha-se em forma e ainda se lembrava muito bem das noites quentes com a Raquel. O Zé, por sua vez, tinha a sua própria empresa de financiamento e estruturação de crédito, que mantinha relações comerciais com a empresa do N. Foi por isso que, quando o Zé precisou de apoio num negócio importante, o N não hesitou. Lembrou-se da empresa da Raquel e agendou um almoço de trabalho no Porto. Raquel veio de carro com o Dr. Paulo, o seu chefe (um homem de 52 anos, alto, elegante, com olhar intenso). Durante a viagem, a conversa foi exclusivamente profissional. Ela vestia um tailleur preto de corte impecável da Armani: casaco justo que acentuava a cintura e os seios, saia lápis que chegava a meio da coxa e revelava as pernas bem proporcionadas para a sua 1,57 m. Por baixo, um soutien de seda negra e uma tanga mínima. Meias de seda finas e saltos altos Louboutin. O cabelo, com alguns fios prateados estratégicos, estava apanhado num coque elegante. A maquiagem era sofisticada e discreta. O cheiro do seu perfume caro misturava-se com o aroma ligeiro do creme corporal, deixando a pele ligeiramente brilhante. Chegaram ao restaurante elegante no Porto, com vista para o Douro. O N e o Zé já estavam à espera. Quando Raquel e o Dr. Paulo entraram, os dois homens levantaram-se. Raquel fez as apresentações com naturalidade e profissionalismo: — Dr. Paulo, este é o N, administrador da empresa com quem temos vindo a trabalhar em vários projectos de crédito e garantia. E este é o Zé, empresário do sector financeiro, dono da sua própria empresa de financiamento e estruturação, com quem o N tem relações comerciais. N, Zé, o Dr. Paulo, administrador-delegado da nossa empresa. Os cumprimentos foram formais. Apertos de mão, sorrisos educados. Sentaram-se. O almoço começou de forma estritamente profissional. Durante a primeira parte da refeição, falaram do projecto em concreto: um pacote de financiamento estruturado para uma operação de aquisição e reestruturação de activos financeiros no valor de vários milhões. O N explicou a necessidade de uma linha de crédito flexível e de garantias robustas. O Zé apresentou os números e o prazo pretendido. Raquel, como directora, esclareceu a capacidade de análise de risco da sua empresa e os prazos de resposta habituais. O Dr. Paulo ouvia atentamente, fazia perguntas técnicas e tomava notas no telemóvel. À medida que o almoço avançava, foi servido um vinho maduro branco, fresco, bem gelado. A conversa tornou-se mais fluida. Surgiram comentários mais pessoais, mas ainda dentro de limites profissionais. Depois, com a segunda garrafa, as insinuações começaram a surgir, discretas no início e cada vez mais claras. — Às vezes os melhores negócios acontecem quando as pessoas se conhecem melhor fora do ambiente de escritório — observou o Zé. — Concordo — disse o N. — Há conversas que fluem melhor num ambiente mais… informal. — Há pessoas com quem se trabalha bem em qualquer circunstância — acrescentou o Zé, olhando para a Raquel. — Pessoas que sabem ler o ambiente e adaptar-se. — E que não têm medo de arriscar quando o negócio o justifica — completou o N. Raquel pousou o copo e respondeu com calma: — O risco, quando bem calculado, costuma valer a pena. Mas depende sempre das condições… e das pessoas envolvidas. O Dr. Paulo sorriu pela primeira vez de forma mais aberta. — Parece que esta mesa tem história. Ninguém negou. Foi então que o Zé propôs: — Tenho um apartamento aqui no Porto. É discreto, confortável e com boa vista. Podemos continuar a discutir os detalhes do contrato com mais calma. E há uma garrafa de champanhe francês, bem fresco, à espera. Aceitaram. No apartamento do Zé, no Porto, o ambiente era sofisticado: sala ampla, sofás de couro, luz baixa e vista sobre a cidade. O Zé abriu uma garrafa de champanhe francês, bem fresco, e serviu quatro flutes. Durante os primeiros vinte minutos, a conversa continuou a ser de negócios. Analisaram cláusulas, prazos, taxas e garantias. Só depois de mais uma taça de champanhe a conversa se soltou de verdade. O Zé foi o primeiro a mudar de tom: — Raquel… além do negócio formal, há outra parceria que gostava de discutir. Uma mais… pessoal. O N apoiou, a voz mais baixa: — Depois de tantos anos, ainda me lembro de como trabalhávamos bem juntos. Em todos os sentidos. Raquel pousou a taça, olhou para os três homens e sorriu com lentidão. — Então digam-me o que querem… com clareza. O Zé aproximou-se, ajoelhou-se à frente dela e deslizou as mãos pelas coxas cobertas de meias de seda. — Eu nunca deixei de te querer. E hoje quero partilhar-te… com o N e com o teu chefe. Se estiveres disposta. O Dr. Paulo falou finalmente: — Se a Raquel aceitar… eu também estou interessado. Raquel bebeu o resto do champanhe de um só gole, levantou-se e despiu o casaco. Depois desceu o fecho da saia e deixou-a cair. Ficou apenas de soutien, tanga, meias e saltos. O corpo pequeno e escultural, com 1,57 m, brilhava ligeiramente sob a luz suave do apartamento. — Então venham — disse ela, com a voz rouca e confiante. — Mas quero que me usem bem. Sou mais mulher agora… e mais exigente. Os três homens guiaram-na até ao quarto. Deitaram-na de costas na cama grande, ainda apenas de lingerie. O Zé pegou na garrafa de champanhe francês, ainda bem fresco, e inclinou-a lentamente por cima do corpo dela. O líquido gelado jorrou primeiro sobre o peito, escorrendo entre os seios, molhando o soutien de seda. Depois desceu pelo ventre, acumulando-se na tanga e escorrendo pelas coxas. Raquel arqueou as costas, soltando um gemido baixo: — Ahhh… está tão fresco… molha-me toda. O Zé despejou mais um pouco sobre o ventre e as coxas, enquanto o N e o Dr. Paulo observavam, já com os olhos escuros de tesão. O champanhe brilhava sobre a pele macia e a lingerie molhada colava-se ao corpo dela. O Zé foi o primeiro a beijá-la profundamente, enquanto o N se colocava ao lado e lhe desapertava o soutien encharcado. Os seios pesados e ainda firmes saltaram livres, brilhantes de champanhe. O Dr. Paulo aproximou-se e começou a chupar um mamilo, lambendo o líquido doce e gelado, enquanto o Zé lhe tirava a tanga molhada. — Que seios… — murmurou o Dr. Paulo, mordendo levemente. — Ainda firmes depois de tantos anos. — Chupa mais forte — ordenou a Raquel, a voz já carregada de tesão. — Quero sentir os dentes. O Zé abriu-lhe as pernas e enterrou a língua na cona, lambendo-a com fome, misturando o sabor dela com o do champanhe. A língua trabalhava o clitóris com precisão, enquanto dois dedos a penetravam devagar. — Ahhh… Zé… a tua boca… continua… lambe-me assim — gemeu ela, arqueando as costas. O N enfiou-lhe o pau na boca, fodendo-lhe a garganta com movimentos lentos e profundos. — Chupa bem, Raquel — disse ele, segurando-lhe o cabelo. — Quero ver-te a engolir o meu pau como fazias antes. Ela obedeceu, babando-se, os olhos semi-cerrados de prazer enquanto o Zé a comia e o Dr. Paulo continuava a chupar e a apertar os seios. Depois de a fazerem gozar com a boca, o corpo a tremer e a cona a contrair-se fortemente, o Zé meteu-lhe o pau na cona de uma vez, esticando-a. — Porra… como estás apertada — rosnou ele, começando a fodê-la com estocadas profundas. — Vinte e cinco anos e esta cona continua a apertar como se fosse a primeira vez. — Fode-me mais forte, Zé — pediu ela, as unhas cravadas nas costas dele. — Quero sentir-te todo dentro. O N trocou de lugar e fodeu-lhe a boca, enquanto o Dr. Paulo esperava a sua vez, acariciando o próprio pau e observando. — Olha para mim enquanto chupas — ordenou o N. — Quero ver esses olhos enquanto engoles o meu pau. Mudaram de posições várias vezes. A Raquel foi virada de quatro na cama. O Zé fodeu-lhe a cona com estocadas fortes e ritmadas, as mãos a apertarem as ancas, enquanto o N lhe entrava no cu, devagar primeiro e depois com mais intensidade. — Ahhhhh! Os dois… ao mesmo tempo… — gritava ela, a voz rouca. — Estão a abrir-me toda… não parem… — Diz que és a nossa puta — exigiu o Zé, dando-lhe uma palmada sonora no rabo. — Sou a vossa puta… a directora da empresa… a fodilhona de vocês três — gemeu ela, o corpo a tremer. — Usem-me… encham-me… O Dr. Paulo colocou-se à frente dela e enfiou-lhe o pau na boca, segurando-lhe o cabelo. — Chupa, Raquel. Quero sentir essa boca gulosa a trabalhar. Ela chupava com fome, babando-se, enquanto os outros dois a fodiam nos dois buracos. O quarto enchia-se dos sons molhados das estocadas, dos gemidos dela e das respirações ofegantes dos homens. — Depois de vinte e cinco anos… ainda és a melhor — dizia o N, acelerando no cu dela. — E desta vez não te deixo só para o Zé. — Ela tem espaço para todos nós — ria o Zé, dando-lhe outra palmada. — Não é, Raquel? Diz que gostas de ser usada assim. — Sim… adoro… fodem-me mais… quero sentir-me cheia até não aguentar — ofegava ela. A sessão durou quase duas horas. Alternaram sem parar. O Zé fodeu-lhe a cona e depois o cu. O N fez o mesmo. O Dr. Paulo, mais contido no início, acabou por se entregar completamente, fodendo-a com força enquanto os outros dois a beijavam, acariciavam e lhe falavam ao ouvido. — Olha para o teu chefe a foder-te — sussurrava o Zé. — A directora da empresa de joelhos, a levar pau de três homens. — Diz-me que gostas — exigia o N. — Diz-me que esta cona e este cu são nossos. — Gosto… são vossos… usem-me como quiserem — respondia ela, a voz quebrada de prazer. No final, o Zé gozou dentro da cona dela, enchendo-a de esporra quente. O N descarregou no cu, jorrando fundo. O Dr. Paulo gozou na boca dela, obrigando-a a engolir tudo. A Raquel engoliu, engoliu e ainda pediu mais, deitada no meio da cama, coberta de esporra e restos de champanhe, o corpo pequeno e brilhante, o coque desfeito e o sorriso satisfeito no rosto. Olhou para os três homens e disse, ainda ofegante: — Negócio fechado… pelo menos a parte mais importante. E se precisarem de mais reuniões… já sabem o meu número. O Zé beijou-lhe a testa, o N acariciou-lhe a coxa e o Dr. Paulo, ainda a recuperar, murmurou: — Acho que esta parceria vai ser… muito produtiva. Raquel riu-se baixinho, satisfeita. — Contem comigo. A foda está agora bem mais longa, com pormenores excitantes e diálogos quentes e extensos. Queres ainda mais alguma coisa?
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