O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

E aí meus putos safados, como cês estão? Mais uma vez, obrigado pelos comentários e mensagens, curto muito saber que vocês gostam dos contos e principalmente, que gozam bastante lendo eles, isso me dá um tesão do caralho!
Preparem as picas de vocês, que elas vão gostar.
Vamos ao que interessa…

Após uma boa noite de sono após a visita de Roberto, acordei mais cedo do que o normal na manhã seguinte. O motivo? Eu tinha tido um sonho erótico. Era engraçado como eles haviam parado com sua frequência desde todo o meu lance com Javier começar, mas então eu tive aquele, não era nada extraordinário, mas um em que Javier e eu trepavamos gostoso às escondidas no meu quarto enquanto tinha gente em casa, a adrenalina e o tesão era garantida nestes meu sonhos e sempre me faziam acordar todo gozado. Mas eu não tinha gozado dormindo daquela vez, porém meu pau estava duro feito pedra, minha cabeça indo entre o sonho erótico e a noite maravilhosa que haviamos tido com nosso vizinho Beto. Javier dormia tranquilamente ao meu lado, de bruços na cama com seu rabão gostoso exposto para quem quisesse ver. Era lindo vê-lo dormir, tão à vontade ao meu lado. Toquei suas costas, descendo lentamente até a subida de sua bunda, meus dedos sentidos os pelos por todo o caminho, então voltando a subir. Ele logo despertou, virou a cabeça para o meu lado.
— Já é de manhã?
— Já sim — falei continuando minha carícia, indo cada vez mais longe ao chegar em sua bunda, deixando claro minha intenção.
Javier sorriu ao perceber.
— Puto de noite, puto de manhã, aí aí Romeu…
— Quer que eu pare?
— Não, não, vai em frente, aproveita teu machão.
Meu dedo penetrou entre suas bandas e o tocou em sua entrada, Javier soltou um gemido gostoso que me fez chegar mais próximo, minha boca quase tocando na dele.
— O que o meu macho quer?
— Eu? Ah, meu puto, teu macho que uma surra de pica bem gostosa pra acordar bem, que tal?
— É isso que você quer? — perguntei então roçando minha pica dura na perna dele.
— Ah, isso mesmo, mete no teu macho, mete?
Logo eu estava de boca no cuzão dele. Minha cara enterrada naquela bunda peluda e gostosa de Javier, que gemia contra o travesseiro.
— Caralho… ah… que delícia da porra isso….
Deu um tapa gostoso na bunda dele.
— Gosta de uma boca nesse cuzão, né safado do caralho?
Deixei ele bem babado para mim, metendo dois dedos antes de enfim pegar o lubrificante e passar na minha pica. Normalmente eu deixaria ele me chupar primeiro, mas ele logo teria que ir para o trabalho, então encostei minha cabeça em sua entrada, me deliciando com o calor e a sensação dele piscando para mim.
— Safado…
— Mete, Romeu, soca esse pica no teu macho, me come gostoso
Então deu uma estocada forte, penetrando até o talo.
Ele gemeu alto, sem se preocupar de alguém ouvir. Se Roberto estivesse ouvindo, ele que bastasse uma gostosa escutando a gente.
Comecei a bombar naquele rabo guloso, me deliciando com aquele machão do Javier ali, todo entregue a mim. Eu metia como ele gostava, com força e rapidez, meu corpo se colidindo com o dele.
— Isso, caralho… aí… isso mesmo, puto… assim mesmo…
— Toma seu safado do caralho, toma essa pica que tu gosta, toma…
Ele estava de bruços, eu deitado sobre suas costas enquanto metia com gosto no meu macho safado, minha boca próximo do seu ouvido.
— É isso que tu gosta, né macho. É de rola nesse teu rabo…
— Sim… é sim…
— Isso me deixa louco, sabia, você aqui comigo, na cama que tu dorme com tua mulher, me dando seu rabo… caralho que tesão da porra isso…
— Tu gosta, né putão… de estar me comendo aqui, enquanto sua mãe e seu padrasto estão longe, hein? Enquanto minha mulher está viajando… ah… isso soca… soca gostoso…
Aquele era o tipo de manhã que morava nas minhas fantasias, eu e um macho gostoso e safado vivendo uma putaria boa daquelas, e eu tive a sorte de poder realiza-lá…
— Cacete… eu tô quase gozando…
— Leita putão, leita o rabo do teu macho…
— Quer leite?
— Quero…
— Quer leite nesse seu rabo guloso?
— Quero… vai, leita… ah… leita teu macho…
Dei uma estocada funda e gemi em seu ouvido enquanto eu sentia meu orgasmo chegando, jorrei gostoso dentro dele, dando ao safado o que ele queria.
Sai de dentro do safado que logo foi se virando e me mostrando sua pica gostosa dura e apontando para cima. Não precisei de nenhuma palavra para cair de boca, e me engasgar nele até ele urrar e jorrar dentro da minha boca. Não engoli e fui até ele e deixei seu próprio leite cair em sua boca aberta e finalizamos com um beijão melado.
— É assim que gosto de começar minhas manhãs.
Ele me levou para tomar banho junto dele, mas não acabou rolando nada devido a hora. Então fomos tomar café juntos.
— Será que o Roberto ouviu tudo?
Javier deu de ombros.
— É cedo, o safado deve dormir até tarde.
— Será que ele vem aqui de novo?
Javier me olhou.
— Tu gostou mesmo do safado, né?
— Que foi, tá com ciúmes?
Ele riu.
— Não, não, só vendo o puto insaciável que eu tenho.
— Você fala como se não fosse igual.
— É por isso que damos certo. — disse ele dando um sorriso safado para mim.
— Vou falar com ele mais tarde, então.
— “Falar” ou fazer outra coisa?
Dei de ombros.
— O que ele tiver afim?
— Guarda um pouco dessa energia pra quando eu chegar.
— Pra você eu sempre tenho energia.
Rimos.
— Acho melhor pararmos com esses papo, que já tô ficando duro aqui e tenho que ir pra academia.
Javier então foi para o trabalho e fiquei apenas na minha companhia, o que significava que eu estava pensando o tempo todo em putaria. Roberto havia me dado seu número na noite anterior, então resolvi mandar uma mensagem para ele.
“Espero que não tenhamos te acordado, mas foi difícil se segurar depois da noite que tivemos”
Não esperava uma resposta imediata, mas logo meu celular vibrou.
“Eu já estava acordado, mas foi muito bom ouvir o que eu ouvi”
“Ouviu tudo então?”
“Cada gemido que Javier soltou”
“E ficou com tesão”
“Demais”
“Gozou junto da gente”
“Ainda não…”
Senti meu corpo se arrepiar.
“Quer ajuda com isso?”
“Adoraria”
“Aqui, ou na sua casa”
“Vem pra cá”
E assim eu fui para a casa do lado. Eu nunca antes havia entrado na casa de Roberto, e mal reparei nas coisas, pois assim que entrei em sua sala, Roberto me puxou para si e me beijou com gosto. Fiquei surpreso com isso, mas muito satisfeito em estar em seus braços. Sua boca tão receptiva a minha. Eu sentia seu pau duro entre nós, o peguei e dei uma leve apertada, o que o fez gemer em minha boca.
— Delícia…
— Gosta?
— Você sabe que sim — falei.
— Então o que está esperando?
Sorrindo eu fui me ajoelhando, ainda olhando para cima, vendo seus olhos brilhando enquanto me via ficar frente a frente com seu volume. Esfreguei minha cara nele, sentindo a dureza de seu pau com meu rosto.
Puxei sua bermuda junto da cueca e assim sua pica grossa e cheia de veias se viu livre. Linda, com a cabeça rosada brilhando de babá e latejando de tesão. Dei um beijo na ponta e olhei para cima, vendo sua expressão de safado. Então dei uma chupada apenas ao redor da cabeça, segurando seu saco com uma das mãos.
— Que delícia, Betão…
Então fui lambendo cada centímetro até ter ele inteiro dentro da minha boca.
— Cacete…
Ele segurou minha cabeça e começou a mover o quadril, fazendo um vai e vem enquanto fodia minha boca.
— Caralho… ah… toma…
Eu me engasgava com ele, deixando o safado fazer o que queria.
— Me deixa te comer?
Fiz que sim e ele me levou para o sofá, onde ele arrancou minha roupa e me colocou de quatro.
— Sempre quis fuder nessa sala.
— Nunca trepou no sofá, Betão?
— Não, sempre foi uma tara minha, mas nunca rolou — falou ele acariciando minha bunda. — Caralho, que delícia de rabo, Romeu…
— Toda sua.
Ele me chupou como na noite anterior, sua boca safada me explorando enquanto ele gemia pedindo mais e mais. A poucos meses eu jamais havia trepado com caras além da minha idade, e agora estava ali, de quatro no sofá de Roberto, meu vizinho que por anos havia sido uma obsessão minha, com a cara enfiada no meu rabo, beijando com gosto meu cu.
A vida era cheia de surpresas.
— Quer pica, puto?
— Quero… mete com gosto, Betão, fode esse cu…
Ele me penetrou e logo seu corpo se colidia com o meu com força e rapidez. Roberto me comia com certo desespero, como se tivesse medo que o nosso tempo estivesse acabando. Eu mesmo estava tão cheio de tesão que sentia meu limite chegando rápido, e nem me tocando eu estava.
— Cacete, que cu é esse?
— Gosta do rabo do puto aqui?
— Demais… ah… para caralho… — Ele gemia. — Entendo porque seu tio ficou tão viciado…
Ali estava ele de novo com aquela história de Javier ser meu tio. Foi então que percebi que devia ser uma tara dele, que isso devia deixar ele com mais tesão.
— Você gosta de saber que ele me fode sempre, né. Meu tio safado?
Senti suas estocadas ficarem mais rápidas.
— Você ficava lá no seu escritório ouvindo tudo… de pica dura, enquanto ele mandava ver no meu rabo, aquele machão tesudo do meu tio, socando no puto dele aqui. E você ouvindo tudo…
Ele deu um gemido que mais pareceu um grunhido, acompanhado de uma estocada funda, seu pau inchando e logo jorrando seu leite dentro de mim.
Ele então se sentou no sofá e eu fui para cima de seu colo, colando minha boca na dele. Eu ainda não havia gozado, e não iria embora sem deixar meu leite naquele safado do Roberto. Me masturbei em cima dele, olhando em seus olhos enevoados pelo clímax.
Jorrei sobre seu peito, minha porra pelos pelos escuros dele.
— Caralho…
— Gostou, safado?
— Tu que é muito safado. — falou ele sorrindo. — Quer tomar uma ducha.
E lá fui eu para o segundo banho na companheira de outro homem e menos de duas horas naquela manhã.
— Vai querer mais hoje a noite? — perguntei antes de voltar para minha casa.
— Eu seria louco de negar.
— Vamos estar esperando.


Já de noite com Javier em casa, esperamos Roberto dar as caras.
Mandei uma mensagem chamando ele, e o safado logo apareceu no portão. O levei para a casa dos fundos onde Javier já estava todo pelado deitado em sua cama.
— Caralho.
— Visão linda, né?
— E aí, Betão, tá pronta pra mais uma, fiquei sabendo que andou metendo a pica no meu puto hoje de manhã.
Beto começou a tirar a roupa.
— O safado veio todo se exibindo para cima de mim, que não resisti.
Nós três rimos.
— Por causa disso ele vai ficar de castigo então.
Beto franziu o cenho.
— Como assim.
— Ele vai só assistir hoje.
Roberto olhou para mim sentado na poltrona.
— E eu e você?
— Você vai me comer, Betão.
Roberto não esperava por aquilo. Na noite anterior eu havia comido Javier na frente dele, mas ele claramente não esperava que fosse ter a mesma oportunidade.
Assim eu me deliciei com Javier puxando Roberto para si, lascando um beijão gostoso. Ali estavam meus dois machões, pelados e se pegando na minha frente. Era lindo e tesudo pra caralho. Eles foram para cama, e lentamente Javier foi descendo seus beijos para o pescoço de Roberto, então para os mamilos, que fez o safado arfar de prazer, passando pela barriga até enfim chegar no pau grosso de Beto. Javier caiu de boca, engolindo a pica de Roberto de uma vez. Ele sempre teve fome por pica, e ali eu estava vendo aquilo. Ele lambia, beijava e chupava com gosto, dando total atenção às bolas para então voltar a engolir a pica inteira.
— Tá gostando, Betão? Tá vendo como é safada a boca de macho? Olha como ele te engole com gosto… E você, em safado? Tá adorando cair de boca nessa pica grossa do Betão, né? Isso mesmo, engasga nessa rola, que sei que você gosta… Engole tudo seu safado do caralho…
Eu me masturbava, minha mão toda lambuzada de pré-gozo e cuspe, minhas pernas abertas enquanto eu assistia aquela lindeza que era vez aqueles dois machos fudendo.
— Chupa meu cu, Beto.
Javier então ficou de quatro, e Roberto não pensou duas vezes e enfiou o rosto no rabo guloso do meu macho. Javier gemeu descaradamente, roubando na rosto do nosso vizinho.
— Caralho… que delicia Betão… isso chupa esse cu que ele gosta… lambe gostoso ah… assim mesmo… me língua…
Roberto apenas grunhiu enquanto se esbaldava naquele rabo peludo. Eu mesmo me tocava, enquanto uma mão seguia firme no pau, com a outra eu me dedeva gostoso, envolvido por aqueles dois.
— Que pica, Javier?
— Quero cacete, mete nesse cu.
Roberto então olhou para mim.
— Quer ver seu tio dando rabo para mim?
— Quero — falei. — Fode o cuzão do meu tio que ele gosta, fode com força.
Javier não questionou aquela história de “tio” e apenas continuou a implorar por pica.
Lubrificado, Roberto se posicionou atrás de Javier e penetrou. Tive que parar de me tocar, senão iria gozar de tanto tesão que eu estava sentindo ao ver aquilo.
O putão do Javier recebendo pica do Roberto.
— Puta que pariu…
— Soca…
Roberto começou a meter, no início indo lento, mas logo suas estocadas foram ficando rápidas, acompanhadas de tapas que ele dava na bunda de Javier.
— Toma seu safado do caralho… toma pica seu filho da puta…
— Mete… mete esse pau… soca no meu cu Betão, soca…
Eu estava hipnotizado por eles, meu pau babava feito louco sobre minha barriga, latejando de tesão mesmo eu sem me tocar.
— Vamos deixar teu puto participar também? — Roberto então perguntou, olhando para mim.
Javier me olhou, com seu sorriso safado.
— Vem pra cá, puto, vem pro seus machos.
Assim, Javier ficou de frango na cama, eu sobre ele, e Roberto atrás de mim. Penetrei Javier, me delicado com seu calor, e Roberto veio logo metendo em mim. Pareciamos entender muito bem o que queriamos, e logo estávamos em perfeita harmonia, comigo metendo em Javier, enquanto sentia a pica de Roberto entrar e sair de mim.
— Isso puto… isso mesmo… ah… que tesão da porra…
Então foi a minha vez de ficar deitado na cama, Javier socando no meu rabo enquanto levava de Roberto.
Javier me beijava loucamente, gemia e me lambia.
— Tá gostando disse, né macho, tá adorando me comer enquanto tem um pica dentro do teu rabo.
Ele sorria.
— Caralho isso é bom demais.
— Tesão da porra… — gemia Roberto.
Javier então veio sentar na minha cara enquanto Roberto me comia. Eu sentia as estocadas fundas dele enquanto eu me deliciava lambendo o cuzão guloso do meu macho. Estavamos prolongando o máximo que conseguíamos, mas estava claro que nenhum dos três estava se segurando mais.
— Cacete, eu preciso muito gozar — Roberto falou.
Javier então voltou a ficar de frango na cama, querendo leito no rabo. Eu fui para trás de Roberto, queria ver o rosto do meu macho enquanto ele levava a leitada. Eu abraçava Roberto, tocando seu corpo, beijando sua nuca e o estimulando com minhas putarias em seu ouvido
— Leita esse macho safado, leita, Beto. Leita meu tio, jorra gostoso dentro dele… leita esse putão safado…
— Quer leite, Javier?
— Quero… cacete, leita esse rabo leita.
— Toma seu filho da putaaaaa
Roberto deu uma estocada funda e senti seu corpo tremer com o orgasmo. Ele leitou o safado como ele queria, então saiu e me deu espaço para fazer o mesmo. Sentir a porra de outro macho dentro do rabo de Javier foi um prazer imenso, o calor e a lubrificação me deu um tesão a mais enquanto eu soquei naquele safado com gosto.
— Isso puto, bate o leite do Betão… ah… isso… me dá seu leite também…
Joguei a cabeça para trás e soltei um urro de prazer ao gozar pra caralho dentro de Javier. Continue a meter um pouco prolongando meu prazer então sai de dentro do safado que estava aberto de tanto levar pica, aquele cu largo piscando pra gente enquanto o leite escorria.
Só faltava Javier gozar agora, seu pica dura durante toda a foda brilhava de tanta baba e lubrificante.
— Quer leite também, Beto?
Ele olhou para mim.
— Nunca provei de outro macho.
— A tua já?
Ele assentiu.
— Vem, vamos ordenhar esse macho safado.
Chupei Javier para mostrar para Roberto como fazer, e me deliciei ao vê-lo tentar. Primeiro ele deu uma chupada na cabeça, provocando o gosto de Javier.
— Bom?
— Acho que sim.
Ele continuou, lambeu, e deu uma engolida boa para alguém que nunca tinha chupado uma rola antes.
— Duas bocas na minha pica, que delícia…
Eu e Roberto ficamos lambendo a rola de Javier até ela jorrar em nossas caras. Achei que ROberto iria se afastar quando visse a porra, mas não, ele continuou a lamber e provar o leite de Javier. Acabamos nos beijando, melados pelo gozo.
— Caralho, que lindo vocês dois assim — Javier disse.
Ele veio e nos beijou também.
Fomos os três para debaixo do chuveiro e depois voltamos para a cama exaustos. Já era quase meia noite.
— Caralho, nem vimos a hora passar.
— Tesão com vocês é loucura.
Nessa noite Roberto não voltou para casa dele, dormimos os três ali, pelados e satisfeitos.
Assim foram aqueles nossos dias, eu, Javier e Roberto. Nossa putaria rolava solta todas as noites, onde terminava com nós três melados, suados e exaustos, mas felizes e realizados. Nunca antes eu havia imaginado que um dia viveria tudo aquilo que vivi, desde o lace com as cuecas de Javier até o menage com Roberto.
Quando minha mãe e meu padrasto voltaram da chácara, eu e Javier tivemos que dar uma pausa em nossas transas, desacostumados a lidar com a presença de mais pessoas ao nosso redor. Fora como enfim voltar a realidade do segredo que tínhamos. Agora mais ainda com Roberto no meio de tudo.
Foi um prazer imenso compartilhar e relembrar isso tudo aqui para vocês meus outos safados, considero esse o capitulo final dessa parte da minha vida com Javier e Roberto, óbvio que ainda conseguimos nos pegar rapidamente, mas nada comparado com a dádiva que foram aquelas duas semanas em que tivemos a casa só para nós. Ainda tenho muito o que contar, coisas que aconteceram depois de tudo isso e que vinheram logo depois da volta da minha mãe e meu padrasto para casa dessa viagem que ele fizeram para a chácara da minha família, mas isso é o início de um outro capítulo, que logo venho compartilhar com vocês cheio de prazer.
No mais, espero que tenho curtido e gozado bastante, eu vou me masturbar agora cheio dessas lembranças enquanto me preparo para o que está por vir, até breve…

Foto 1 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

Foto 2 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

Foto 3 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

Foto 4 do Conto erotico: O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Irmão do Meu Padrasto e o Vizinho Viúvo - 3

Codigo do conto:
269402

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
08/08/2026

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3

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