A ideia era a pureza da exposição absoluta. Eu queria entrar naquele baile de fantasia, onde todos estariam escondidos atrás de máscaras elaboradas e camadas de seda e veludo, sendo a única pelada do lugar. A contradição me excitava: o meu corpo, sem qualquer filtro, contra a formalidade deles. Cheguei ao saguão imponente do hotel, descalça, sentindo a textura áspera e gelada do mármore polido sob a planta dos meus pés. A brisa do corredor de entrada, condicionada pelo ar artificial, batia sem piedade na minha bunda e na minha buceta, áreas que normalmente estariam protegidas. Eu estava completamente nua, exceto pelos meus óculos de grau, que deslizavam um pouco para a ponta do nariz devido ao suor frio da ansiedade. Quando cheguei à recepção, o segurança, um homem alto e ombros largos, me olhou de cima a baixo. Não houve choque, nem espanto, apenas uma indiferença profissional que me fez sentir uma vergonha aguda, como se eu estivesse sendo safada em um lugar inapropriado, uma criança fazendo birra. Seus olhos passaram pelas minhas tetas, que balançavam livres, e desceram até o meu púbis depilado. — Não pode entrar assim, moça — ele disse, sem alterar o tom de voz. — O regulamento é claro: traje social e o mínimo de três peças de roupa. Senti um choque elétrico de vergonha percorrer minha espinha. O impulso instintivo de cruzar os braços sobre o peito e cobrir as tetas com as mãos foi imediato, quase incontrolável. Meus joelhos tremeram levemente. Mas eu lutei contra isso. Eu forcei meus braços a permanecerem soltos ao lado do corpo. Eu sustentei o olhar dele, sentindo o rosto pegar fogo, mas deixando a cara de tarada aflorar por trás das lentes dos óculos. Sorri, um sorriso torto. O arrependimento de ter sido barrada foi substituído por um desafio perverso. Voltei para casa. Se ele queria três peças, eu daria três peças. Mas eu não daria um centímetro a mais de tecido do que o estritamente necessário para passar pela regra. No meu quarto, vesti minhas meias comuns de algodão branco, calcei meus tênis velhos e ajeitei meus óculos de grau no rosto. Três peças. Tecnicamente, eu estava vestida. Voltei ao baile com o coração disparado no peito, sentindo o balanço pesado das minhas tetas a cada passo, agora ritmadas pelo impacto dos tênis de borracha no chão da calçada. Eu me sentia imoral, caminhando para o evento social mais chique da cidade com a bunda e a buceta completamente expostas ao vento da noite, confiando na brecha literal da regra. Ao chegar novamente na porta, o segurança me encarou. Ele parou de verificar a lista de convidados e desviou o olhar para mim. Olhou para as meias brancas, para os tênis sujos de rua e para os óculos. Um silêncio cínico se instalou entre nós. — Você está brincando comigo? — ele perguntou, soltando um riso curto e disfarçado. — Três peças, sim. Mas o traje tem que ser social. Isso aqui é ginásio, não baile. Volte quando estiver vestida adequadamente. A humilhação de ser barrada duas vezes quase me fez desistir. Senti aquela onda de culpa subindo, a sensação nítida de que eu estava sendo ridícula, patética, uma vadia sem noção. Mas a resistência ao impulso de desistir é o que alimenta meu tesão. O calor na minha barriga aumentou. Se era "social" que eles queriam, eu entregaria a versão mais perversa do conceito. De volta ao meu quarto, chutei os tênis e arranquei as meias comuns. Escolhi minhas meias 7/8 pretas de nylon, que subiam provocantemente até o meio das minhas coxas, apertando a carne macia e deixando apenas um espaço generoso de coxa nua antes da entrada da minha buceta. Calcei meus saltos altos de ponta fina, que forçavam meus pés a um arco doloroso e arqueavam minhas costas, empurrando minha bunda para fora, deixando-a ainda mais vulnerável e exposta ao olhar alheio. E, claro, meus óculos de grau. Três peças sociais. Quando retornei ao baile pela terceira vez, a sensação era diferente. O salto mudava meu centro de gravidade, e eu sentia minhas tetas balançarem com muito mais amplitude e peso a cada passo que eu dava em direção à porta. Eu era uma visão de contradição absurda: a elegância do salto fino e das meias 7/8 contrastando com a vulgaridade total de estar com as tetas e a bunda totalmente peladas. Não levei nem mesmo uma pequena bolsa para me cobrir. O segurança me viu chegar. Ele parou, cruzou os braços e olhou para os saltos, para as meias e para os óculos. O cinismo dele agora era quase admirável. Ele sabia exatamente o que eu estava fazendo. Ele sabia que eu estava pelada, que aquilo era uma farsa, mas a regra havia sido tecnicamente cumprida. — Agora sim — ele sussurrou, abrindo a porta com um sorriso malicioso no canto da boca. — Aproveite a festa, moça. Mas não venha me reclamar se alguém tocar na sua “roupa”. Eu entrei. O salão estava lotado. Homens de smoking impecável, mulheres em vestidos de luxo que custavam mais que meu aluguel, todos usando máscaras venezianas. Eu era a única pessoa de toda a festa que estava pelada. Enquanto caminhava, sentia o peso do olhar de todos nas minhas costas, na curva da minha bunda que balançava livremente entre as meias 7/8 e o salto alto. O som da música clássica parecia afastar-se, substituído pelo zumbido do sangue nos meus ouvidos. Senti meus bicos das tetas endurecerem instantaneamente, ficando duros e sensíveis, denunciando meu tesão para qualquer um que olhasse para o meu peito nu. O conflito interno era devastador: eu queria sumir, queria me esconder atrás de uma cortina pesada, mas eu forcei minha postura, mantendo o peito erguido. Eu queria que eles vissem a contradição. Eu queria que eles vissem o quanto eu era uma putinha exposta. Parei no meio do salão, perto da pista de dança, sentindo o ar gelado do ambiente tocar minha buceta, que já começava a pulsar e liberar uma lubrificação abundante, escorrendo lentamente para a parte interna das coxas. Eu não era apenas uma convidada; eu era um desejo exposto, brincando de estar vestida enquanto entregava meu corpo ao escrutínio de todos, esperando ansiosamente pelo primeiro toque cínico que me faria gozar ali mesmo, entre os trajes sociais e as máscaras. Eu estava parada no centro do salão, as meias 7/8 apertando minhas coxas e os saltos elevando minha bunda para que todos pudessem admirar a curva nua e vulnerável. Meus bicos das tetas eram como faróis de luxúria sob as luzes do lustre de cristal. Um homem, usando uma máscara de ouro maciço e um smoking impecável, aproximou-se por trás. Ele não disse nada a princípio; apenas deslizou a palma da mão com força contra a minha nádega direita, sentindo a pele quente e nua, apertando a carne. — Esse tecido "cor da pele" que você está usando... é surpreendentemente macio — ele sussurrou com um cinismo gélido no ouvido. Eu senti um arrepio violento percorrer meu corpo. É claro que ele sabia que não havia tecido nenhum. Ele estava tocando minha bunda pelada enquanto fingia que eu estava vestida, mantendo a farsa social. Eu sustentei a mentira, com a cara de tarada assumindo o controle do meu rosto: — É um tecido especial... importado — respondi, sentindo minha buceta pulsar e inundar ainda mais, respondendo à degradação. Com um movimento inesperado, ele me puxou pelo quadril, colando a frente do seu smoking na minha bunda nua. Com a outra mão, ele alcançou a frente e circulou os meus bicos das tetas com a ponta dos dedos, girando-os entre os dedos como se estivesse testando a qualidade de botões de casaco. O contraste áspero do tecido do smoking contra a minha pele nua me fez arquear as costas, empurrando minha bunda contra a p dele. Ele desceu a mão rapidamente, enfiando um dedo na minha buceta encharcada e manteve lá dentro fazendo um movimento de vai e vem profundo. O som foi imediato e escandaloso no meio da música: tchec, tchec, tchec. O ritmo era frenético, e eu podia sentir as pessoas ao redor desviando o olhar ou observando com curiosidade mórbida, parando de conversar para ouvir o som da minha punheta. Eu estava aqui. Estava pelada diante de todos. Este homem estava me usando como um brinquedo enquanto fingíamos que eu estava vestida. A divagação sobre a minha própria vulgaridade disparou o gatilho. Meus músculos internos se contraíram violentamente ao redor dos dedos dele. Eu gozei em ondas profundas, sentindo cada espasmo ecoar pelo meu ventre, enquanto meus olhos reviravam por trás dos óculos. A lubrificação escorreu abundantemente pelas coxas, molhando a borda das meias 7/8. Então, ele retirou o dedo com um estalo úmido e alto, e se afastou, deixando-me sozinha no meio do salão, tremendo nos saltos. Nesse instante, o mundo desabou. O tesão evaporou como fumaça, deixando apenas o frio da realidade. Olhei para baixo e vi a lubrificação brilhante escorrendo quase até meus calcanhares. Senti um arrependimento cru, devastador. O que eu fiz? Eu acabei de bater siririca em público, na frente de estranhos respeitáveis. A culpa me atingiu como um soco no estômago. Eu me senti ridícula, pequena, desprovida de qualquer dignidade. A irreversibilidade da situação me aterrorizou: eu tinha acabado de me tornar "aquela mulher pelada" para todos naquele salão. Eu queria sumir, queria que a terra me engolisse ali mesmo. A vergonha era tão pura e intensa que me fez soltar gargalhadas descontroladas, pois ao mesmo tempo que aquela situação era desesperadora, também era engraçada, de tão absurda. Fiquei ali, trêmula, sentindo o frio do ar-condicionado bater na minha buceta agora exposta e úmida, tentando recuperar o fôlego. Mas foi exatamente esse horror que mudou tudo. Enquanto eu processava a humilhação de ter sido usada e descartada como um objeto descartável, percebi que meus bicos das tetas estavam endurecendo novamente. Não era por toque, mas pela percepção da minha situação absurda. A imagem de mim mesma — peladona, marcada pelo gozo e ridicularizada pelo cinismo do homem — tornou-se o novo combustível. O tesão renasceu das cinzas, mais violento do que antes, alimentado exclusivamente pela minha própria vergonha. Eu não conseguia mais ignorar a pulsação entre as pernas, o pedido do meu corpo por mais degradação. Senti a aproximação de outra pessoa. Ele não disse nada, apenas olhou para a minha bunda exposta e sorriu com um desprezo fascinado. Levou a mão ao meu peito e, com a ponta da língua, lambeu levemente a aréola do meu bico, fazendo-me soltar um gemido baixo que ecoou na minha própria cabeça. — Que fantasia fascinante... "o tecido é doce" — ironizou, repetindo o jogo do homem anterior. Deslizou a mão para baixo, encontrando minha buceta ainda quente e latejante do orgasmo anterior. Ele começou a massagear meu clitóris com um ritmo lento, torturante, enquanto sussurrava no meu ouvido o quanto eu era vulgar por estar ali, descaradamente pelada, suja e excitada. A nova onda de excitação foi devastadora porque não tinha a "proteção" do desejo inicial; era baseada puramente na minha própria vergonha. Eu comecei a divagar sobre como eu era imoral, como eu amava ser vista como uma safada inconveniente naquele baile social. Quando ele acelerou o movimento dos dedos, eu não lutei. Eu me entreguei ao segundo orgasmo, que veio como uma explosão elétrica, fazendo minhas pernas tremerem nos saltos e minha bunda vibrar contra o ar, enquanto eu gozava novamente, sabendo que, a cada segundo, eu me afastava mais da dignidade e mergulhava mais fundo no êxtase da exposição total. Meu corpo ainda tremia, as pernas bambas, a buceta pulsando e escorrendo gozo pelas coxas, misturando-se com o suor gelado da minha pele nua. O homem da máscara dourada tinha se afastado, deixando-me sozinha no centro da pista, exposta como um pedaço de carne no açougue. O ar condicionado batia nos meus bicos duros, lembrando-me de que eu estava sem nada além das meias 7/8 pretas e os saltos altíssimos. A vergonha era um nó na garganta, mas aquele olhar de desprezo dos convidados mascarados... isso me fazia sentir uma puta completa, uma vadia que não merecia nem um pano para cobrir a bunda. Foi então que percebi o movimento ao meu redor. O baile ainda estava rolando, a música alta, mas o clima de desconforto entre as mulheres era visível. Elas cambaleavam, segurando os flancos, fazendo caretas a cada passo. Os saltos tinham se tornado tortura. Uma a uma, começaram a se dirigir para o canto onde ficava a chapelaria, tirando os sapatos e caminhando descalças pelo salão, aliviando a dor nos pés. O som de saltos batendo no piso de mármore foi diminuindo, substituído pelo passo surdo de solas nuas. Um grupo de mulheres se aproximou de onde eu estava, parada, tentando recuperar o fôlego. Eram todas vestidas, seda e cetim, cobertas da cabeça aos pés, enquanto eu ali, pelada, com a pele brilhando de suor e lubrificação. A líder do grupo, uma morena com um sorriso de cobra, olhou para meus pés, depois para o meu rosto, simulando uma preocupação que não chegava aos olhos. — Nossa, você deve estar morrendo de dor nesses saltos — disse ela, com uma voz doce e venenosa. — Olha só, todo mundo já tirou. É por causa daquela regra boba das três peças, né? Mas ninguém vai te julgar por tirar os sapatos, querida. Fica mais confortável. As outras riram, aquele risinho de Coven de bruxas que está sempre prestes a morder. Elas me cercaram, uma muralha de tecidos caros contra minha nudez vulnerável. Eu me senti pequena. A ressaca do orgasmo tinha passado, deixando apenas a frieza da realidade: eu estava nua, suja e humilhada. A sugestão delas não era gentileza; era um teste. Era a degradação em forma de "ajuda". — É... — gaguejei, sentindo o rosto queimar. — Acho que vou sim. Com movimentos trêmulos, me apoiei numa coluna próxima. O chão estava gelado. Curvei-me, sentindo o peso dos meus seios balançando, os bicos roçando no ar, e desatei o fecho do primeiro salto. O alívio foi imediato, mas veio acompanhado de uma nova onda de vergonha. Tirei o outro. Mas elas não pararam por aí. — As meias também — incentivou outra, cinicamente. — Deixa a pele respirar. Você já está tão... à vontade. Eu sabia que era um deboche. Elas queriam me ver reduzida a nada, apenas um corpo nu e descalço no chão. Mas a minha cabeça, aquela mente tarada que se alimentava da própria vergonha, não conseguiu recusar. Enrolei os dedos na barra fina das meias 7/8 e puxei. O náilon deslizou pelas minhas pernas, raspando a pele úmida, até soltar-se dos pés. Fiquei descalça. A sola dos meus pés tocou o mármore frio e sujo do salão. Eu estava completamente nua agora. Sem sapatos, sem meias, sem proteção. A sensação de vulnerabilidade era absurda, como se tivessem desnudado até a minha alma. Fiquei assim até o fim do baile. Andando descalça entre as mulheres que, ironicamente, tinham recuperado seus sapatos para sair, enquanto eu continuava pelada e desprotegida. Cada passo era uma lembrança da minha condição. Eu sentia a textura macia do carpet nos meus pés, o olhar de todos fixado não só na minha buceta ou nas minhas tetas de bicos duros, mas agora nos meus pés expostos, suados e vulneráveis. Quando as luzes se acenderam, sinalizando o fim, o pânico começou a subir. Eu me apressei para a chapelaria, correndo com os pés descalços, sentindo minhas tetas balançarem livres e soltas em cada passo, desesperada para recuperar o pouco que restava da minha dignidade: meus saltos e meias. Cheguei ao balcão, ofegante, com o rosto vermelho de vergonha. — Meus sapatos... minhas meias... — pedi ao atendente, que me olhou com indiferença. Ele apenas balançou a cabeça, apontando para o armário vazio. Não havia nada. O meu coração parou. Virei-me para a saída e vi o grupo de "amigas" saindo pela porta principal, rindo alto, uma delas carregando algo que parecia suspeitosamente com a minha meia fina enfiada no bolso do casaco. Elas tinham levado tudo. Era a vingança final por eu ser a tarada nua, a vadia do baile. Empurrei a porta de vidro e saí para a rua. O sol já estava nascendo, um cinza claro e cruel que iluminava tudo. Não havia mais a proteção da escuridão da noite para me esconder. Eu estava peladona, sob a luz da manhã, na calçada de uma rua movimentada. Olhei para os lados, procurando desesperadamente um ponto de táxi. A rua estava vazia. Nenhum carro à vista. Eu não tinha celular. Não tinha como chamar um carro de aplicativo. Não tinha dinheiro. O frio da manhã me cravou na pele, fazendo meus bicos endurecerem até doer. Eu estava ali, totalmente nua, descalça, suja, sem dinheiro, sem telefone, sem sapatos, sem nada. Apenas uma mulher pelada na cidade que acordava, esperando para ser devorada pelo primeiro olhar que cruzasse com o meu. A vergonha queimava, mas entre minhas pernas, apesar do terror, um calor novo e insuportável começou a se formar. Eu não queria me vestir, queria gozar mais ainda.
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