A Mentira Continua

Na volta para o carro, eu sentia o ar frio da noite batendo na minha pele nua, disfarçada apenas por traços de caneta hidrográfica. A tinta azul da "bermuda" estava cada vez mais desbotada, misturando-se com o resto da minha própria da lubrificação que escorria pelo corpo. Eu ainda tremia, meus joelhos fracos da siririca que o homem na loja de cosméticos me deu, mas a vergonha não me deixava parar. Eu tinha que ir até o carro. Era o único objetivo.

O estacionamento estava relativamente cheio, com as luzes iluminando tudo de amarelo. Eu sentia o peso dos olhares, mesmo que fossem rápidos, de pessoas distantes correndo para seus carros. Minhas tetas, desenhadas com a blusa vermelha e desbotada, balançavam soltas, os bicos duros roçando contra o nada, apenas expostos ao ar. A cada passo, a sensação de estar completamente nua, mas fingindo estar vestida, fazia meu estômago dar um nó e minha buceta pulsar de novo.

Quando cheguei perto da minha vaga, vi que não estava sozinha. Um grupo de quatro homens, talvez na casa dos trinta anos, estava parado ao redor de uma picape. Eles pararam de falar assim que me viram. O silêncio foi repentino, e eu senti o sangue subir para o rosto, sabendo que minha "roupa estava sendo analisada.

Eu tentei manter o olhar firme, caminhando em direção à porta do meu carro, mas eles se espalharam, bloqueando meu caminho sem cerimônia. Não foi um cerco agressivo, mas cínico, como se eu fosse uma peça de exposição que eles tinham o direito de examinar.

— Ei, olha só essa roupa nova — disse o mais alto, caminhando até mim. Ele não olhou nos meus olhos, fixou o olhar diretamente nas minhas tetas, onde a tinta vermelha mal cobria a minha pele. — Tecido diferente. Parece... natural.

Outro deles riu, um som seco e sarcástico.
— Nunca vi esse tecido, cara. Deixa eu ver a qualidade desse material.

Antes que eu pudesse reagir, ele estendeu a mão e tocou meu ombro. Seus dedos eram quentes. Ele deslizou a mão para baixo, passando sobre minha "blusa" desenhada, mas sentindo diretamente a minha pele. Ele pegou uma das minhas tetas, pesando-a na palma da mão como se estivesse avaliando uma fruta ou testando a elasticidade de um tecido.
— O corte é muito ousado — ele comentou, alisando delicadamente o bico da minha teta, circulando suavemente fazendo uma pinça com o indicador e o polegar. — Essa parte do tecido é diferente, está enrugado.

Eu engoli em seco, meu corpo congelando, mas ao mesmo tempo uma onda de calor explodiu na minha barriga. A vergonha de ser tocada assim, em público, tratada como um objeto, era eletrizante. Eu não me afastei. Fiquei parada, sentindo a mão dele moldar minha teta, enquanto os outros observavam com sorrisos de canto de boca.

— Essa bermuda é jeans? — o terceiro homem perguntou, vindo por trás de mim. — Vamos testar o tecido dessa bermuda.

Senti as mãos dele nos meus quadris, descendo para trás. Ele agarrou minha bunda com as duas mãos, como se estivesse ajustando. A tinta azul estava desenhada de forma tosca e desbotada, deixando minha bunda totalmente aparente, e ele não teve piedade. Abriu minha bunda com cuidado, expondo meu buraco ainda mais.

— O tecido é muito fino — ele zombou, percebendo que não havia nenhuma tinta no meu cu. — Acho que vai rasgar fácil.

O primeiro homem, o alto, ainda estava na minha frente. Ele olhou para baixo, para minha buceta. A tinta azul estava bem clara, e estava bem aparente a umidade que vazava de mim. Ele sorriu, um sorriso malicioso e sujo.
— Olha isso... parece que a bermuda está molhada.

Ele deslizou a mão da minha teta para baixo, indo direto para a minha buceta. Não houve preliminar, não houve carinho. Ele passou o polegar duro sobre a minha fenda, sentindo o calor e a umidade que escorria para fora da "bermuda" pintada.
— Cadê a parte metálica desse zíper? — ele perguntou, e antes que eu pudesse responder, ele enfiou delicadamente um dedo em minha buceta.

Não aguentei e soltei um gemido extremamente erótico, que parecia vindo de um filme pornô, e meus joelhos amoleceram. A penetração rápida e decidida, mas eu estava tão molhada que o dedo entrou sem esforço. Ele me fodeu com o dedo ali mesmo, no meio do estacionamento, com os amigos dele rindo e comentando sobre a "sensualidade" da minha roupa.

— Puta merda, ela tá toda escorregadia por dentro — ele disse, olhando para os dedos dele enquanto bombeava dentro da minha buceta. — Você deve estar adorando usar essa roupa, hein?

O homem de trás continuava alisando minha bunda, e agora um quarto homem se aproximou, e lambeu os bicos das minhas tetas, que já estavam quase sem tinta.
— Vamos sentir melhor o tecido dessa roupa, cada um passa a mão em um lugar.

Eu não aguentava mais. A vergonha de ser usada daquela forma, de ser tratada como se eu estivesse vestida, enquanto meu corpo nu respondia avidamente, empurrou-me para o abismo. O homem da frente curvou os dedos para cima, acertando meu ponto G, e gozei intensamente.
Meu corpo estremeceu todo, minhas pernas tremeram tanto que eu tive que me apoiar no ombro dele para não cair. O gozo veio em ondas violentas, apertando os dedos dele dentro de mim, meus músculos contraindo descontroladamente. Eu gemi alto, sem vergonha, sentindo o prazer me destruir enquanto minha buceta fazia aquels barulhos enxarcados do dedo dele fazendo movimentos de vai e vem.

— Olha só, ela tá gozando! — afirmou o de trás , alisando meu corpo todo enquanto eu gozava. — Ela gosta que alisem a roupa dela.

Mas eles não pararam. O homem da frente tirou o dedo melados da minha buceta e os passou na "blusa" vermelha, melando meu corpo com meu próprio fluido, e então substituiu os dedos pelo polegar, esfregando meu clitóris com pressão delicada e rápida.
— Vamos fazer ela adorar estar vestida desse jeito.

Eu arquei as costas, a respiração presa na garganta. A sensação era demais. O ar frio, a tinta desbotando cada vez mais, as mãos me alisando em todo lugar, as vozes cínicas me envergonhando. Outro orgasmo se formou, rápido e devastador. Gozei de novo, meus pés se contorcendo nas sandálias, minha visão embaralhando. Eu me senti completamente exposta, completamente safada, e amei cada segundo disso.

— Mais — eu sussurrei, sem querer, a voz trêmula. — Por favor, continuem.

Eles ouviram. Um deles pegou em minha mão e caminhou comigo para um lugar mais público ainda, os outros foram acomanhando. Quando tinha bastante gente olhando, começaram a me tocar novamente. Fui tomada por um terceiro clímax que foi devastador, meus olhos rolando para trás, a baba escorrendo pelo canto da boca. Eu era apenas uma mulher "vestida", com uma roupa diferente, para ser testada e explorada, e naquele estacionamento iluminado, desejei que a tinta desbotasse totalmente até não sobrar mais nada que parecesse uma roupa.

Foto 1 do Conto erotico: A Mentira Continua


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Ficha do conto

Foto Perfil saiopeladanarua
saiopeladanarua

Nome do conto:
A Mentira Continua

Codigo do conto:
269267

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
07/08/2026

Quant.de Votos:
3

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1