Peladona nos jogos da copa (CMNF)

O silêncio da rua era quase ensurdecedor. Era dia de Copa, o Brasil inteiro estava trancado em casa, hipnotizado pelas telas, e a cidade, que normalmente fervilhava, parecia ter sido abandonada. Mas para mim, aquele silêncio não era paz; era um convite erótico.

Eu senti a brisa fresca da tarde tocar cada centímetro da minha pele, desde os bicos das minhas tetas, já durinhos e enrugados, até a curva interna das minhas coxas. Eu estava completamente pelada. A única coisa que me separava do asfalto eram minhas meias, meus tênis e meus óculos de grau, que me davam aquele ar de "mulher séria" enquanto meu corpo gritava "putinha exibicionista".

E ao meu lado, o contraste cruel e excitante: meu marido. Ele estava inteiramente vestido, protegido por camadas de jeans, a camiseta da seleção apertada no corpo, cueca, meias e tênis. Ele era a imagem da normalidade; eu era a imagem da transgressão.

Seguramos as mãos. O toque da palma dele na minha era o meu único vínculo com a realidade. Enquanto caminhávamos, eu sentia minhas tetas balançarem livres, o ar entrando sem dó na minha buceta, e a consciência absurda de que, se alguém abrisse uma janela ou saísse para comprar um cigarro, me veria exatamente assim: peladona, exposta, desprotegida, com os bicos duros e buceta molhada.

Eu olhava para ele, vestido e seguro, e isso me dava um tesão absurdo. Eu me sentia como a mulher mais safada do mundo, a tarada que ele ousava levar para passear no meio da rua. A cada passo, a sensação de vergonha deliciosa crescia. Eu não era apenas uma mulher caminhando; eu era uma peladona excitada, em um lugar público, em plena luz do dia.

"Olha para mim", eu sussurrei, parando no meio da calçada deserta.

Eu me afastei dele por um momento e abri as pernas, expondo minha buceta depilada para o vazio da rua. O vento bateu direto no meu clitóris e entrou lá dento do buraco aberto da minha buceta. Um gemido de tesão saiu da minha boca antes mesmo de eu pensar no que estava acontecendo. A ideia de que eu poderia ser flagrada naquele estado — pelada, de óculos, com a cara de quem não deveria estar ali — fez meu sangue ferver.

Comecei a bater siririca na maior cara de pau, bem ali, em pé, no meio da via pública, enquanto ele me observava com aquele olhar de quem sabe exatamente o poder que a vergonha tem sobre mim. Eu não queria roupas; eu queria estar pelada, o risco e a sensação de ser a única pessoa pelada, "viva" e excitada naquela cidade fantasma.

Naquele momento, entre o silêncio da Copa e a imensidão da rua, percebi que não havia situação no mundo onde eu me sentisse mais poderosa do que estando pelada no meio da rua, exposta ao olhar do meu marido e ao risco de ser descoberta por qualquer estranho.

O silêncio de São Paulo era surreal. Aquela cidade que nunca dorme, que nunca cala a boca, estava subitamente muda. O asfalto quente da capital paulista parecia vibrar sob os meus tênis, enquanto eu caminhava completamente pelada, sentindo a brisa urbana acariciar cada centímetro do meu corpo. Ao meu lado, meu marido, totalmente vestido, era o contraste que me envergonhava, enquanto eu me entregava ao êxtase de ser uma exibicionista urbana.

No meio do trajeto, ele resolveu me satisfazer. Ele não queria mais apenas me guiar; ele queria me lamber toda ali mesmo, no meio da calçada.

Ele me parou de caminhar e pediu para que eu continuasse em pé, sem me encostar em nada. Essa posição é extremamente vergonhosa, pois fico exposta por todos os lados. Senti as mãos dele subindo pelos meus quadris, e então ele foi direto nas minhas tetas. Começou a lamber os bicos de um jeito tão lascivo, que me fez arquear as costas. Ele sugava meus mamilos com delicadeza, alternando entre lambidas lentas e mordidas leves, enquanto balançava minhas tetas, intensificando minha sensação de estar nua. Eu soltava gemidos pornográficos que ecoavam pelas paredes dos prédios, sentindo a adrenalina de saber que qualquer pessoa em qualquer janela poderia estar me vendo ser devorada por ele.

Mas ele não parou por aí. Ele me fez abrir as pernas, expondo minha intimidade para a rua deserta de São Paulo. Ele se ajoelhou no chão, ignorando completamente a poeira da metrópole, e mergulhou o rosto na minha buceta. A sensação da língua dele, quente e úmida, passeando por toda minha buceta depilada, enquanto eu em pé, sem nada próximo para me amparar, usava meus óculos de grau, meu par de meias e meus tênis, criou um contraste insuportável. Eu pelada e excitada, ele indiferente e curioso. Eu me sentia como a putinha mais vulnerável do mundo, sendo masturbada e lambida no coração da maior cidade da América Latina.

Com essa excitação pulsando, nós nos aventuramos por lugares que, em dias normais, seriam impossíveis.

Fomos a pontos de ônibus desertos, onde eu abria as pernas para ele, sentindo o vento bater na minha buceta, em minha bunda, em minhas tetas e em minhas pernas, enquanto ele me estimulava. Fomos até a entrada do metrô, onde o eco dos meus gemidos e o som da língua dele, contra a minha buceta enxarcada, reverberavam no concreto. Caminhamos por avenidas largas, sentindo a imensidão do espaço, onde eu era apenas uma peladona em meio a quilômetros de asfalto e prédios.

A euforia era tanta que perdemos a noção de onde estávamos. Quando finalmente olhei ao redor e percebi que tínhamos nos afastado demais do nosso destino, o pânico me atingiu. Estávamos tão longe que o caminho de volta demoraria horas. Meu coração disparado com o risco, a vergonha enorme que eu passei a sentir após ter acabado de gozar, e a culpa de ter sido tão safada, começou a me excitar novamente, mesmo estando satisfeita.

O jogo da Copa estava chegando ao fim. O relógio era meu maior inimigo. Eu me senti aterrorizada, mas ao mesmo tempo excitada, de me imaginar nas ruas de São Paulo subitamente lotadas de torcedores, enquanto eu estaria ali, no meio do fluxo, peladona, apenas de meias, tênis e óculos.

O retorno foi uma corrida frenética contra o tempo. Cada passo era carregado de tensão, cada esquina era um risco. Conseguimos chegar em casa segundos antes da cidade despertar, mas a lembrança de mim mesma — pelada, exposta e masturbada nos pontos mais emblemáticos de São Paulo — ficou marcada na minha pele como a vitória definitiva do meu exibicionismo.

Eu já tinha gozado várias vezes, mas a vergonha, culpa e arrependimento estavam me acendendo novamente.

A porta do apartamento se fechou atrás de nós com um clique metálico, um som que soou como o fim do mundo. O silêncio que se seguiu era pesado, preenchido apenas pelo som ofegante da minha própria respiração. Eu estava encostada na parede, ainda usando meus tênis e meias, fora isso eu estava completamente pelada. A adrenalina da corrida de volta ainda corria nas minhas veias, uma corrente quente e agitada. Minha buceta pulsava suavemente, a memória do último orgasmo público ainda uma sensação vívida e molhada. Mas por baixo da satisfação física, uma onda gelada começou a subir. Culpa. Vergonha. Arrependimento. Pensei nos rostos que talvez nos tivessem visto, nos sussurros, no escândalo que seria se alguém soubesse. Meus ombros caíram, e por um momento, eu só quis desaparecer, me vestir, sumir.

Mas então, a sensação mudou. A vergonha não me paralisou; ela começou a deixar meu rosto vermelho, a queimar de uma nova forma. Meus bicos, que já estavam duros, ficaram ainda mais rígidos, enrugados e sensíveis. O ar condicionado do apartamento bateu neles, e eu estremeci, uma onda de cócegas percorrendo meu peito e descendo direto para a minha buceta, que já não estava mais satisfeita. Ela começou a latejar de novo, um desejo profundo e faminto nascendo das cinzas do meu arrependimento. Eu estava enlouquecida. Os prazeres que eu tinha sentido, o risco, a vergonha, a euforia de ser vista... eram como uma droga, e eu já estava sentindo falta. A culpa não era um freio; era combustível.

Ele estava me olhando, ainda de pé perto da porta, totalmente vestido. A camisa da seleção, justa em seus ombros e peito, o jeans azul escuro. O contraste entre a roupa dele e a minha nudez era um choque constante. Eu me senti exposta, vulnerável, e ao mesmo tempo, incrivelmente safada. E nesse impulso, um pensamento louco e irrefletido tomou conta de mim. Eu não queria que isso acabasse. Eu queria mais.

"Vamos voltar", eu disse, minha voz rouca, quase um sussurro.

Ele franziu a testa. "Voltar? Para onde?"

"Para o centro", eu respondi, o peito apertado com a audácia da minha própria ideia. "Agora."

Ele me encarou, tentando decifrar se eu estava brincando. "Você sabe que o jogo está acabando, né? As ruas vão estar lotadas. Vão estar transbordando de gente."

Eu apenas balancei a cabeça, um sorriso pequeno e desequilibrado surgindo nos meus lábios. "Eu sei".

O olhar dele se iluminou com uma compreensão imediata e ardente. Ele não fez mais nenhuma pergunta. Apenas assentiu, um movimento curto e firme. "Vamos".

Não houve tempo para hesitar. Ele pegou minha mão e me puxou de volta para a porta. O mundo lá fora era completamente diferente do que tínhamos deixado. O silêncio fantasmagórico havia sido substituído por uma cacofonia de vida. Carros buzinavam, pessoas cantavam, e as calçadas eram um mar de verde e amarelo. Uma onda de torcedores descia a rua, e meu coração disparou no peito, um tambor de pânico e pura excitação. Eu estava pelada. Totalmente, completamente, peladona no meio de milhares de pessoas.

Ele me segurou com firmeza, me guiando através da multidão. Cada olhar que sentia em mim era como um choque. Um homem de camisa do time por nós, senti suas mãos delizarem em minha bunda, seus olhos arregalados fixos nas minhas tetas que balançavam sem parar, conforme eu caminhava. Um grupo de mulheres riu, apontando, seus sussurros cortando o barulho como facas. Eu senti o sangue subir para o meu rosto, meu corpo todo queimando de vergonha. Mas em vez de me fazer querer correr, essa vergonha me ancorou, me fez sentir mais viva do que nunca.

Ele me levou até o ponto de ônibus mais movimentado. Pessoas se espremiam, esperando. Ele me encostou no vidro da parada, de costas para a multidão. Sua mão desceu pela minha barriga até encontrar minha buceta. Eu gemi alto, um som que foi engolido pelo barulho da rua, mas que os mais próximos de nós certamente ouviram. Ele começou a me masturbar descaradamente, o barulhinho enxarcado de minha buceta me envergonhou, e eu não consegui me conter. Minhas pernas tremeram. Um orgasmo explodiu em mim, rápido e intenso, enquanto olhava diretamente para um desconhecido que me encarava com muita curiosidade. Ver sua reação enquanto meu corpo se contorcia de prazer foi a coisa mais eletrizante que eu já senti.

Não paramos por aí. Ele continuou andando de mãos dadas comigo pela avenida, minhas pernas bambas, minhas tetas balançando. Meus bicos doíam de tão enrugados, sensíveis a cada brisa, a cada olhar. Ele me afastar uma das pernas e colocar dois degraus acima, na escada de uma loja, minhas pernas abertas para todos verem, enquanto ele, ajuelhado, lambia uma buceta. Enquanto ele lambia minha buceta, todos olhavam para minhas tetas, minha bunda e minhas pernas, meu instinto gritava para eu desviar o olhar, mas eu mesma me forçava a me manter os olhos abertos, sem desviar o olhar. A vergonha era um oceano, e eu estava me afogando nela, adorando cada segundo. Outro orgasmo me atingiu, desta vez muito profundo, fazendo meu corpo arquear e meus gritos de prazer ecoarem entre os prédios. Cada rosto na multidão era um espelho da minha vergonha, e cada reflexo alimentava meu desejo. Fomos de ponto em ponto, ele sempre vestido, eu sempre pelada, e cada ato, visto por todos, me levava a orgasmos cada vez mais intensos, até que minha mente ficou em branco, existindo apenas a sensação de ser a única a estar peladona, sendo desejada e vista pelo mundo inteiro.

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Ficha do conto

Foto Perfil saiopeladanarua
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Nome do conto:
Peladona nos jogos da copa (CMNF)

Codigo do conto:
272382

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
15/09/2026

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