A mulher invisível



Tudo começou quando encontrei uma série chamada "a mulher invisível". Nessa série, a personagem principal ficava invisível, mas suas roupas não — então ela precisava ficar completamente pelada para desaparecer. Eu assisti os episódios tarde da noite, sozinha na sala, com a mão dentro da calcinha antes mesmo de perceber o que estava fazendo. A imagem daquela mulher andando nua entre pessoas que não podiam vê-la me preencheu de um tesão que eu não sabia que existia. Passei a me masturbar imaginando a mesma cena: eu, invisível e pelada, caminhando no meio de homens vestidos, observada por ninguém, mas sentida por todos. Bati várias siriricas com essa fantasia, gozando forte cada vez.

Um dia desses, eu nem estava pensando no assunto. Aconteceu algo que me deu uma ideia pervertida. Eu tinha ido com uma amiga visitar alguns cegos que moravam sozinhos em uma residência simples na periferia. Eram cinco homens, todos adultos, todos cegos, mas totalmente autossuficientes. Eles se viravam sozinhos: cozinhavam, limpavam a casa, até faziam reparos simples. Já estavam habituados à escuridão. Sentei na sala com eles, conversamos sobre coisas banais, e em determinado momento, o pensamento me atingiu como um raio: se eu ficasse pelada na frente deles, seria como ser uma mulher invisível.

Fiz um plano na mesma hora. Quando chegou a hora de ir embora, disse para minha amiga que eu ia ficar mais um pouco, que já iria também. Ela desconfiou de nada, me abraçou e partiu. Assim que ouvi o carro dela se afastando, o jogo começou. Saí da casa com o coração na garganta, despi-me com pressa lá fora, sentindo o ar frio chicotear minha pele nua. O vento passou entre minhas pernas, gelou meu bico das tetas, que endureceram imediatamente. Escondi cada peça de roupa dentro de um saco de lixo preto que encontrei na calçada e depositei-o discretamente no chão, ao lado do portão.

Entrei novamente na casa completamente pelada. A primeira onda de euforia me subiu pela espinha. Eu era um fantasma de carne. Podia andar, me aproximar, observá-los sem que ninguém soubesse da minha existência. No início, a tranquilidade era absoluta. Eu me sentia poderosa na minha invisibilidade. Caminhei devagar entre eles, que estavam sentados no sofá e em cadeiras, conversando normalmente. Meus pés descalços tocavam o piso frio da sala. Eu passava a centímetros deles, sentindo o calor dos corpos masculinos ao meu redor. A proximidade disparou meu tesão.

Mas a realidade começou a me cobrar o preço. Descobri, da maneira mais cruel e excitante, que a invisibilidade visual é uma mentira quando o ambiente está em silêncio. O mundo, para quem não vê, é feito de sons e cheiros amplificados. Percebi que o simples deslizar da minha mão contra a própria coxa produzia um ruído que parecia um trovão naquela sala silenciosa. Minha respiração, que eu tentava controlar, tornou-se pesada, ritmada, denunciando a excitação que subia pelo meu ventre. E havia o cheiro.

Sentei-me perto deles, sentindo o calor dos corpos masculinos ao redor. Comecei a tocar minha buceta, sentindo-a latejar e se inundar de lubrificação. Os dedos escorregaram entre os lábios carnudos, úmidos, quentes. Foi então que o choque de realidade me atingiu.

— Engraçado — disse um deles, a voz calma, mas penetrante. — Somos em cinco, mas tenho a impressão de que tem seis pessoas aqui.

Meu coração disparou. O pânico e o tesão se fundiram em um único sentimento elétrico. Todos concordaram. A tensão na sala tornou-se quase sólida.

— E essa sexta pessoa é uma mulher — continuou ele, farejando o ar com uma precisão cirúrgica. — Consigo saber pelo cheiro.

Aquilo me incendiou. O único aroma presente naquele recinto era o cheiro visceral e doce da minha buceta molhada, que emanava de mim como um convite obsceno. Eu não era invisível; eu era um farol de luxúria. A percepção de que eles podiam "sentir" minha nudez através do olfato me transformou em uma verdadeira tarada.

Não aguentei. Esqueci a discrição. Comecei a acelerar minha siririca, os dedos mergulhando fundo na lubrificação. O som — aquele ruído úmido, encharcado, o estalido rítmico da carne contra a carne — ecoou por toda a sala. Era impossível ignorar. Eu estava ali, peladona, masturbando-me descaradamente a centímetros deles, e o fato de eles saberem, mas não poderem "ver", elevava minha excitação ao ápice.

— Ohh, ela está gozando! — exclamaram juntos, em um coro de surpresa e fascínio.

Eu gozei com uma intensidade devastadora, aproveitando o anonimato parcial, sentindo-me a criatura mais vulgar daquele lugar. Mas no momento seguinte, o som do caminhão de lixo passando na rua me trouxe de volta à terra. Abri a cortina e vi, com horror, o saco preto com minhas roupas sendo recolhido e levado embora.

O desespero me atingiu instantaneamente. Eu estava pelada, longe de casa e agora sem roupas. O pânico começou a subir, mas foi interrompido pela voz doce e acolhedora de um dos homens.

— Olha, moça... não se preocupe. Nós admiramos muito o que você acabou de fazer. Achamos lindo uma mulher que não tem medo de gozar.

Ele então me revelou o segredo: eles não viam o mundo em preto absoluto. Para eles, tudo era um vulto embaçado, cores distorcidas e formas imprecisas. Sabiam que eu estava ali desde o começo; tinham visto o vulto "colorido" da minha pele assumindo o espaço assim que eu fingi ir embora. Eles sabiam que eu estava pelada. Tinham visto a silhueta da minha nudez se movendo pela sala.

Aquela confissão, longe de me deixar acuada, me excitou novamente. A ideia de que eu tinha sido observada em toda a minha imoralidade, mesmo que de forma borrada, era deliciosa. Aproveitei que eles já sabiam de minha presença, pedi um celular emprestado e liguei para meu marido. Quando expliquei a situação, ele apenas riu — aquele riso de quem conhece bem as profundezas da minha perversão — e disse que viria me buscar e traria roupas.

Enquanto esperava por ele, decidi que não haveria mais segredos. Não havia mais "mulher invisível". Havia apenas eu e minha fome de exposição. Fiquei em pé diante deles, descaradamente, e comecei a me masturbar outra vez. Desta vez, sem a máscara do silêncio. Eu gemia alto, descrevendo cada sensação, deixando que eles ouvissem cada detalhe da minha entrega.

— Ohhh... estou gozando! — gritei, enquanto meu corpo estremecia em um espasmo de prazer absoluto.

A atmosfera na sala mudou completamente. A revelação de que eles não eram totalmente cegos e que tinham visto cada movimento do meu vulto nu transformou a casa em um teatro de exposição absoluta. Eu não estava mais "escondida"; eu era o centro das atenções de cinco homens que, embora não vissem os detalhes nítidos, sentiam cada vibração, cada aroma e cada som da minha luxúria.

— Você é realmente muito corajosa, ou... tarada — disse um deles, com um tom de voz que misturava admiração e um cinismo devastador. — Consigo imaginar a cor da sua pele agora... deve estar toda ruborizada, não é? Vermelha de vergonha enquanto nos oferece esse espetáculo.

Aquele comentário me atingiu como um choque. A imagem de mim mesma, vermelha de vergonha e completamente nua, me fez soltar um gemido involuntário. Eu me senti envergonhada, exposta e vulgar.

— Olhem só como ela reage — disse outro, rindo baixo. — Ela não consegue nem disfarçar. Consigo ouvir o coração dela batendo daqui... e esse som úmido... ela começou a se tocar de novo. Ela é viciada na própria vergonha.

Eu estava, sim, com os dedos mergulhados novamente na minha lubrificação. O fato de eles estarem narrando a minha perversão, transformando meus instintos em palavras, me deixava em um estado de agonia prazerosa. Eu queria sumir, queria que a terra me engolisse por estar naquela situação tão vergonhosa, mas ao mesmo tempo, cada palavra deles empurrava meu clitóris para um novo pico de excitação.

— Imagine se estivéssemos vendo tudo — sussurrou o terceiro, aproximando-se lentamente, embora não me tocasse. — Imagino que você esteja com as pernas bem abertas, não está? Oferecendo sua buceta para quem quiser sentir o cheiro. Você é como um animal no cio, não é, moça? Uma putinha que precisou de cegos para se sentir segura em ser imoral.

Aquilo foi o golpe final na minha dignidade. Ser chamada de "putinha" e "animal no cio" por homens que mal podiam me ver, mas que me "liam" perfeitamente através dos sentidos, me fez perder completamente o controle. A vergonha era tão densa que eu sentia que poderia tocá-la, e essa densidade se transformou em um tesão animal. Abri as pernas o máximo que podia, expondo tudo, sem qualquer pudor. Comecei a me masturbar com uma violência desesperada, os dedos fazendo aquele barulho encharcado e alto, preenchendo o silêncio da sala.

— Ohhh, olhem para ela! — exclamou o quarto homem, rindo. — Ela está se entregando totalmente agora que sabe que somos cúmplices da sua depravação. Ela quer que saibamos o quanto ela é vulgar. Ela quer que a gente sinta o cheiro da buceta dela!

— Goza para nós, sua safada! — comandou o quinto. — Goza sabendo que somos cinco homens sentindo o cheiro da sua buceta molhada enquanto você se acaba na siririca!

Eu não conseguia mais respirar. As palavras deles eram como mãos invisíveis pegando em minhas tetas e masturbando meu clitóris. Eu estava em um loop infinito: a vergonha de ser chamada de vulgar me dava tesão; o tesão me fazia gozar; e o gozo me deixava ainda mais vulnerável e envergonhada.

— Eu... eu sou... — tentei falar, mas minha voz saiu como um sussurro quebrado.

— Você é o quê? — instigou o primeiro. — Diga para nós. Diga o que você é enquanto se masturba na nossa frente!

— Eu sou... uma putinha... — confessei, a voz embargada pela vergonha e pelo prazer. — Eu sou uma putinha exibicionista!

No instante em que as palavras saíram da minha boca, meu corpo entrou em colapso. Foi um orgasmo violento, longo, que me fez arquear as costas e gritar para todos ouvirem. Eu gozei em espasmos que sacudiram todo o meu corpo, sentindo que, naquele momento, eu não tinha mais nada além daquela nudez e daquela confissão imoral.

— Ohhh, olha só... ela gozou de novo! — eles riram, divertidos com a minha entrega total. — E olha como ela treme. Tão safada, tão pelada, e tão completamente entregue ao próprio pecado.

O tremor no meu corpo ainda não tinha passado quando ouvi a voz grave do mais velho deles, o que sentava na poltrona ao canto.

— Posso tocar?

A pergunta veio sem pressa, sem urgência, como se estivesse pedindo um copo d'água. Meu coração disparou. O silêncio que se seguiu durou talvez três segundos, mas pareceu um minuto inteiro. Meus dedos ainda estavam molhados, escorrendo entre as pernas. A buceta latejava. Pensei em dizer não. Pensei em me levantar, me cobrir com as mãos, esperar o marido. Em vez disso, ouvi minha própria voz, baixa e rouca:

— Pode.

Ele se levantou. — sabia que ele enxergava apenas um vulto, uma forma clara e envergonhada de mulher nua em pé na frente dele. Mas as mãos dele sabiam exatamente onde estavam indo. A primeira palma pousou no meu joelho esquerdo. Quente. Seca. Mãos macias e hidratadas. Os dedos se abriram devagar, como se estivesse mapeando a superfície de uma escultura que só existia para ele.

— O joelho é pequeno — ele disse para os outros. — Os ossos são finos. A pele é macia aqui, diferente do resto.

Os outros ficaram em silêncio. Eu ouvi respirações. A mão subiu pela minha coxa. Devagar. Cada centímetro era anunciado por uma pressão nova, um ajuste dos dedos, como se ele estivesse lendo em braile o contorno do meu corpo. Quando chegou na dobra da virilha, eu prendi a respiração. Ele parou.

— Aqui é quente — ele anunciou. — Muito quente. E úmido. A pele está escorregadia.

Meu rosto inteiro ardia. Eu sentia o sangue subindo pelo pescoço, pelas bochechas, até as orelhas. As tetas estavam duras, os bicos pontudos e sensíveis, e eu sabia que eles viam — os vultos, as formas, o que quer que enxergassem daquela distância. A mão dele continuou subindo. Passou pelo quadril, apertou de leve, e ele soltou um som baixo, quase um suspiro.

— O quadril é largo. Tem carne aqui. Ela é mulher de verdade, não é esse negócio de revista.

Os outros riram. Uma risada curta, seca. Eu não ri. Afastei as pernas um pouco mais, sem pensar. A mão dele subiu pela cintura, contornou as costelas, e quando os dedos encontraram a parte de baixo da minha teta esquerda, eu gemi. Não foi intencional. O som saiu antes que eu pudesse engolir. Os dedos dele pararam. Depois continuaram. Subiram pela curva, pesaram a teta na palma da mão, e o polegar encontrou o bico duro.

— O peito é cheio — ele disse, e a voz dele estava diferente agora, voz de quem está com tesão. — O bico está duro como pedra. Ela está gostando.

Eu estava. Meu corpo estava traindo cada tentativa de compostura. A buceta escorria. Quando ele circulou levemente o bico da teta com as ponta dos dedos, eu gemi de novo, mais alto, e meus quadris se mexeram sozinhos, empurrando para frente, como se procurassem algo.

A mão dele desceu. Passou pelo ventre, pelo umbigo, e eu soube exatamente para onde estava indo. Quando os dedos chegaram no topo da minha buceta, eu abri as pernas o máximo que consegui. Ele não enfiou. Só passou os dedos pelos grandes lábios — eu sempre depilo, e senti cada dedo alisando minha pele nua — e depois abriu delicadamente meus pequenos lábios.

— É lisinha, está toda depilada — ele disse aos outros. — E está aberta. Abri a buceta dela e enfiei um dedo. Ela está molhada aqui também, escorrendo.

Foi quando ouvi a porta da frente se abrir. O som da fechadura, os passos no corredor. Meu marido entrou na sala. Eu não me movi. Não consegui. A mão do cego ainda estava entre as minhas pernas, os dedos repousando sobre a minha buceta molhada. Meu marido parou na porta. Olhou para a cena — eu estava nua em pé, pernas abertas, as mãos de outro homem no meu corpo. Ele sorriu.

— Não vai parar por minha causa — ele disse, com aquela voz calma que eu conhecia. — Continua.

O cego não precisou ser chamado duas vezes. Os dedos escorregaram entre os meus lábios e encontraram o clitóris. Eu arquejei. Meu marido se encostou na parede, cruzou os braços, e ficou assistindo. O cego começou a esfregar em círculos lentos, e eu enlouqueci. Os outros quatro observavam os vultos. Eu gemia alto, sem controle, enquanto os dedos de um estranho me masturbavam e meu marido assistia a três metros de distância.

— Goza pra ele — meu marido disse. — Mostra como você goza.

Eu gozei. Gozei com os dedos dele no meu clitóris, com um dedo circulando o bico da minha teta, com cinco homens cegos me ouvindo e meu marido comandando. Gozei gritando, o corpo todo se arqueando, a buceta espremendo o ar, vazia, pulsando no espaço vazio.

Quando o espasmo passou, o cego retirou a mão devagar. Cheirou os dedos. Sorriu. Meu marido se aproximou, me deu a mão, me chamou para ir embora. Minhas pernas tremiam. Eu estava nua, molhada, marcada pelas mãos de outro homem, e ele me puxou pela mão se fosse a coisa mais natural do mundo, ele totalmente vestido, de mãos dadas para mim, para irmos embora.

— Vamos — ele disse.

— As roupas — eu sussurrei.

Ele me olhou. Sorriu de novo, daquele jeito.

— Não trouxe.

A frase caiu como um soco. Fiquei parada, nua, na sala iluminada, com cinco homens sentados ao redor. A vergonha subiu como uma onda de calor. Eu podia sentir cada olho — cada vulto embaçado — fixo em mim.

— Você... o que? — minha voz saiu fina, quase um fio.

— Não trouxe roupa nenhuma — ele repetiu, calmamente. — Você vai entrar no carro assim. Pelada. E vai voltar pra casa assim.

Olhei para a porta. A rua lá fora estava escura, mas não vazia. Teria que atravessar o quintal, a calçada, o estacionamento. Entrar no carro nua. Sentar no banco nua. Fazer o trajeto inteiro nua. O estômago sumiu. O rosto queimou. A buceta, aquela buceta traidora, apertou de novo.

— Vamos — ele disse de novo, e abriu a porta.

Eu caminhei. Peladona. Dois passos atrás dele, os pés descalços no cimento, o vento na pele, as tetas balançando, a bunda exposta, a buceta ainda molhada escorrendo pela coxa. Saí na noite. Entrei no carro. O couro do banco grudou nas minhas coxas. Ele ligou o motor. Eu quase morri de vergonha. Mas amei cada segundo.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A mulher invisível

Codigo do conto:
271512

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
05/09/2026

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