Certo dia, convidei ela para irmos ao cinema assistir um filme que já está quase saindo de cartaz. Eu nem estava pensando nas minhas loucuras quando de repente ela resolve tocar no assunto; ela perguntou assim:
- É verdade mesmo aquela loucura que você me contou?
Fingi que não tinha entendido e perguntei:
- Que loucura? Do que você está falando?
Ela disse:
- Aquela coisa de você ficar excitada ficando pelada em lugares públicos.
Eu disse que era verdade sim, e ela me falou:
- Se você me chamou aqui para te ajudar nessas suas loucuras, pode esquecer, só vim aqui porque quero assistir o filme e ponto final. Não quero me envolver em suas loucuras e nem ficar mal falada por sua causa.
Na verdade, eu realmente tinha convidado ela só para assistir ao filme; além disso, ela sempre me tratava com tanta indiferença quando eu contava sobre o assunto, que eu não tinha nenhuma esperança de nada relacionado a isso. Acontece que quando entramos no cinema estava tudo bem escuro, e tinha pouca gente, e quando ela falou sobre isso, acabei imaginando umas situações.
Eu disse para ela:
- Eu sei que você está nervosa por causa de minhas loucuras, mas imagina só: se eu tirasse a roupa só da cintura para baixo, eu iria ficar muito excitada de verdade, e ninguém iria perceber, mas mesmo ninguém percebendo eu iria sentir muita vergonha por estar pelada em um lugar tão público. Se você não quiser se envolver, você pode ir embora e voltar só no final do filme antes das luzes acenderem. Eu prometo que se você fizer isso depois eu te pago dois filmes para você assistir outro dia, mas hoje você deixa eu fazer essa loucura, ok?
Ela concordou e eu tirei minha saia e minha calcinha, e ela começou a ir embora. Quando ela já tinha se levantado, pedi para ela levar minha roupa embora com ela e trazer só na hora em que ela fosse voltar.
Ela ficou muito nervosa, mas concordou, e eu fiquei tão excitada que ela estava me ajudando a fazer essa loucura, que antes dela sair, eu tirei rapidamente a blusa e o sutiã, coloquei na mão dela e disse:
- Já que você vai levar a saia e a calcinha, leva a blusa e o sutiã também.
Quando fiz isso ela ficou muito nervosa, me chamou de louca, de puta, de safada, e falou no meu ouvido:
- Já estou cansada dessa sua mania. Já que você está tão louca para ficar pelada em público, não vou voltar com suas roupas, você vai ter que se virar para ir embora. E foi embora antes que eu pudesse falar alguma coisa.
Fui abandonada totalmente pelada, só de meias e tênis e mais nada, em um cinema comum, desses que ficam dentro de um shopping; eu nunca me senti tão pelada na minha vida. A sensação de estar pelada em público é muito mais forte do que eu poderia imaginar. Depois de algum tempo, comecei a me acostumar com a escuridão do cinema, e percebi que estava muito mais claro do que eu imaginava, estava muito difícil de me esconder, os minutos pareciam horas. Vocês não sabem o tamanho da vergonha que senti, por estar peladona, em um lugar inapropriado, sem ter como me vestir.
Levantei a perna direita e coloquei o pé no banco em que estava sentada de um modo que minha perna ocultasse a lateral da minha teta, para quem me visse pelo lado direito, que é onde fica o corredor, achava que no máximo iriam achar que eu estava com as pernas de fora. Acabei de fazer isso e passou um homem no corredor e sentou lá para frente. Eu já estava sentindo uma vergonha absurda e muito excitada, e comecei a me masturbar brincando com os bicos das minhas tetas e com minha buceta.
De repente, com o canto da vista, percebi uma pessoa passando do lado esquerdo e descobri que tinha um outro corredor do lado esquerdo. Rapidamente coloquei o pé esquerdo no banco para ocultar a lateral da minha tetas esquerda, mas imagina só a situação: uma perna cobrindo a lateral da minha teta direita e a outra perna cobrindo a lateral da teta esquerda... Imagina a posição que fiquei para quem estivesse na minha frente e resolvesse olhar para trás. Minhas pernas totalmente abertas, e minha buceta e minhas tetas totalmente expostas... A claridade da tela iluminando tudo, quem olhasse para cima iria ver tudo mesmo. E o vento do ar condicionado entrando fundo na minha buceta...
Fiquei muito excitada; tive um orgasmo tão forte que só não ouviram os meus gemidos porque eles foram disfarçados pelo som do filme. Acabei de gozar e fiquei desesperada pois eu estava peladona e não tinha roupas para ir embora quando o filme fosse terminar, mas esse desespero e vergonha me excitaram novamente e acabei gozando de novo, e assim sucessivamente por várias vezes. Acho que tive uns dez orgasmos naquela noite. Teve uma hora que fiquei tão excitada que resolvi ir embora pelada mesmo. Cheguei a andar até bem próximo a porta de saída, correndo o risco de ser vista por alguém que olhasse para trás ou que estivesse saindo para ir ao banheiro. Mas acabei sendo encontrada por um segurança do cinema que me impediu.
O segurança perguntou o que tinha acontecido e não respondi. Se eu dissesse que tinha sido assaltada aí que a atenção iria ficar voltada para mim. Fiquei calada e ele me deu uma camiseta vermelha dessas que os brigadistas de incêndio usam. A camiseta era comprida e em mim servia como um vestido. E como eu já estava de meias e tênis, já foi o suficiente para ir embora.
Até hoje minha amiga não sabe como fiz para voltar para casa, mas só para deixá-la mais curiosa, eu menti para ela e disse que tinha voltado para casa peladona e que tive muitos orgasmos no meio do caminho.
Se não fosse o segurança, acho que seria isso mesmo que teria acontecido. Ai que gostoso escrever pelada, lembrando desse dia... Até gozei imaginando como eu faria para ir embora pelada...
