O Vestido que Não Me Vestia

Era domingo à noite. Estava arrumando meu armário quando encontrei um vestido que ganhei há muito tempo atrás, o vestido era de quando eu ainda estava em fase de crescimento. Era bem menor do que o tamanho que uso atualmente, excessivamente curto e com um decote tão profundo e aberto nas laterais que era quase a mesma coisa que estar sem nada. O design era cruel: se eu o ajustasse para cobrir os bicos das minhas tetas, a bainha subia instantaneamente, revelando cada centímetro da minha buceta. Se eu puxasse o vestido para baixo para cobrir minha buceta, o decote caía, e meus bicos saltavam para fora, expostos e endurecidos.
A luta começou diante do espelho. Eu vesti a peça e, no momento em que vi o resultado, fui atingida por uma onda de vergonha paralisante. Olhei para mim mesma e vi a fragilidade absurda daquela situação: eu não estava vestida, eu estava apenas "embrulhada" em um tecido que me traía a cada movimento. Meu coração disparou, a respiração tornou-se curta e, por um momento, senti vontade de arrancar a roupa e me esconder sob os lençóis. A ideia de que qualquer pessoa, em qualquer segundo, poderia ver minha buceta ou meus bicos me causou um tremor visceral.
Mas, simultaneamente, esse pânico disparou um gatilho de tesão violento. Quanto mais eu sentia que "não deveria" sair assim, mais minha buceta pulsava. Era uma guerra enorme dentro de mim: a vergonha gritando para eu desistir e o tesão gritando para que eu me expor ao ridículo. A vergonha me deixava tonta, mas o tesão me dava a coragem suicida de abrir a porta de casa.
Sair de casa foi um suplício físico. Eu estava tremendo tanto que meus músculos pareciam ter perdido a sustentação. Minhas pernas estavam moles, vacilantes, como se eu estivesse caminhando sobre gelo. Cada passo até o carro era uma batalha; eu sentia o vento bater nas minhas coxas e nos meus bicos, e a noção de estar pelada era tão intensa que eu quase caí duas vezes. Ao chegar ao carro, minhas mãos tremiam violentamente. Tentei colocar a chave no contato, mas meus dedos não obedeciam; o metal batia na borda da ignição repetidamente, enquanto eu soltava suspiros pesados e arquejos de pura ansiedade. Quando finalmente consegui ligar o motor, encostei a cabeça no banco e fechei os olhos, sentindo minha buceta inundar diante da loucura que eu acabara de assumir.
Ao estacionar no shopping, surgiu um problema que quase me fez desistir: onde colocar a chave? Eu estava sem bolsa, e o vestido, tão depravado, não possuía bolsos. Olhei para a chave na minha mão e me senti totalmente pelada. Não havia onde escondê-la.
Fiquei minutos ali, parada, em um impasse mental. Colocar a chave na mão enquanto caminhava seria óbvio demais; colocá-la entre as pernas era impossível sem que ela caísse ou machucasse minha buceta. A luta entre a razão e a safadeza atingiu o ápice. A razão fazia com que eu pensasse: "Tenho que voltar, isso é loucura". O tesão, porém, fez com que eu sussurrasse: "Eu quero mais é que me vejam".
Vencida pelo tesão absurdo, tomei a decisão mais arriscada de todas. Saí do carro, caminhei até a roda dianteira e deixei a chave no chão, cuidadosamente escondida atrás do pneu, onde ninguém que passasse casualmente veria. Naquele momento, a irreversibilidade tornou-se total. Eu não tinha mais como fugir rapidamente. Eu estava presa naquele shopping, vestida com aquele vestido indecente, sem chaves e sem defesas. Eu era agora uma prisioneira do meu próprio jogo.

Entrei no shopping sentindo a descarga imediata de adrenalina. O ar gelado bateu nos meus bicos, que reagiram como molas, saltando para fora do decote. Conforme eu andava, sentia o balanço das minhas tetas e a brisa lambendo minha buceta.
Não demorou muito. Um homem que vinha na direção oposta parou bruscamente, os olhos fixos nas minhas tetas que balançavam debochadamente. Ele parecia atordoado.
— Com licença... seus bicos... eles estão totalmente de fora — ele gaguejou, apontando discretamente.
Senti um calafrio de tesão percorrer minha espinha. Fingindo indiferença, mas morrendo de vontade de gemer, segurei a barra do vestido e a puxei para cima, ajustando o decote para cobrir meus mamilos. No exato momento em que os bicos desapareceram sob o tecido, a bainha subiu, expondo minha buceta completamente. Meus lábios estavam ali, abertos e vulneráveis, a poucos centímetros do olhar dele.
Olhei para ele com a expressão mais inocente e neutra possível e perguntei:
— Ainda estão de fora?
O homem congelou. O cérebro dele entrou em curto-circuito. Ele tinha acabado de me avisar sobre minhas tetas, e agora, enquanto processava a resposta, seus olhos desceram e encontraram minha buceta depilada totalmente de fora. Ele ficou mudo, a boca entreaberta, em choque absoluto. Antes que ele recuperasse a fala, eu dei um sorriso cínico e saí andando calmamente, sentindo a brisa do shopping lamber minha buceta.
Continuei caminhando, agora com a buceta totalmente de fora. Logo, um rapaz que vinha atrás de mim sussurrou:
— Moça! Sua buceta está totalmente de fora!
Parei, virei-me para ele e, fingindo estar calma, puxei o vestido para baixo com força. A bainha cobriu minha buceta perfeitamente, mas o efeito foi imediato: o decote desceu e meus bicos saltaram para fora, endurecidos e escandalosos.
— E agora? Ainda está de fora? — perguntei, mantendo a voz neutra mas morrendo de vontade de gemer.
O rapaz piscou várias vezes, confuso. Ele respondeu mecanicamente:
— Não... não está mais.
— Ah, que bom. Obrigada! — respondi e voltei a andar, deixando-o congelado enquanto meus bicos, causavam o novo espetáculo.
Repeti esse ciclo mais três vezes. Eu me tornara um interruptor humano de nudez. A cada troca, meu corpo reagia com mais violência; meus bicos ficavam mais rígidos, minha buceta mais inundada.
No entanto, comecei a notar olhares diferentes. Dois seguranças do shopping estavam me observando de longe. Eles tinham visto o padrão. Perceberam que eu não estava "acidentalmente" expondo partes do corpo, mas que havia um jogo deliberado acontecendo. Vi um deles tocar o rádio, falando algo enquanto me olhava com uma expressão de suspeita.
Minha brincadeira já tinha atingido o limite. Acelerei o passo, sentindo o vestido balançar perigosamente. Saí do shopping com o coração quase saindo pela boca e as pernas tremendo. Corri até o carro, mergulhei a mão atrás da roda para recuperar a chave — sentindo o frio do asfalto e o calor da minha própria urgência — e liguei o motor em um segundo.
Quando finalmente cheguei em casa e fechei a porta, o silêncio do apartamento amplificou a minha excitação. Eu estava em frangalhos. Meus bicos estavam latejando e minha buceta estava tão molhada que eu sentia o vento mais intensamente.
Tirei os saltos e os óculos. Subi o vestido com força e o arranquei do corpo em um único movimento. Calcei novamente os saltos e coloque meus óculos, só para manter minha indecência. Fiquei ali, peladona no meio da sala, sentindo o ar fresco lamber cada centímetro do meu corpo que havia sido o centro das atenções.
Deitei-me na cama, ainda lembrando dos olhares chocados. Com os dedos trêmulos e a mente cheia de imagens daquelas pessoas congeladas diante da minha nudez, comecei a me masturbar. A siririca foi violenta, rápida e profunda; eu gozei pensando nos momentos em que minha buceta aparecia enquanto eu perguntava pelos bicos, e enquanto meus bicos apareciam enquanto eu perguntava pela buceta. Não foi apenas intenso, foi pânico, vergonha, culpa e arrependimento. Mas esses sentimentos me excitam tanto, que após gozar, peguei a tesoura e reduzi ainda mais o comprimento do vestido. Se eu sair com ele de novo, não vou escolher apenas entre bicos e buceta, vou ter que escolher entre tetas completas e buceta e bunda. Mas será que terei coragem?


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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Vestido que Não Me Vestia

Codigo do conto:
268488

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
28/07/2026

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2

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