Eu governarei este país completamente pelada.
Não será apenas um detalhe; será a minha marca. Eu quero que cada cidadão, cada funcionário público e cada líder estrangeiro saiba que a autoridade não vem da roupa que eu visto, mas da coragem de me expor.
Minha rotina de governança será um exercício constante de prazer e provocação. Eu vou dar meus comícios em praças públicas totalmente nua, sentindo o sol queimar minha pele e o vento brincar com meus mamilos enquanto falo ao povo. E eu serei honesta: eu vou me sentir excitada. Vou me sentir excitada ao ver milhares de olhos devorando cada centímetro do meu corpo, imaginando o que eu sinto ali embaixo. E, se esse tesão subir — e ele vai subir —, eu não vou me conter. Vou abrir as pernas no meio do palanque, diante de toda a multidão, e vou bater a minha siririca enquanto discuto as metas do país. Vou gozar ao vivo, transformando o êxtase sexual no símbolo máximo da minha liderança.
Meus debates no Congresso e minhas sessões legislativas serão assim. Vou caminhar pelos corredores do Planalto e do Senado completamente despida, sentindo o couro frio das cadeiras contra as minhas nádegas nuas. Se durante a leitura de um projeto de lei eu sentir aquele latejar familiar no clitóris, eu vou me masturbar ali mesmo, na frente dos parlamentares engravatados e suados. Quero que eles vejam a diferença entre a rigidez deles e a minha liberdade visceral.
E a "Palavra do Presidente"? Aquelas transmissões obrigatórias em todos os canais do país? Elas serão o meu momento favorito. Imagine milhões de brasileiros ligando a TV e me encontrando ali, nua, sem nada para me proteger do olhar da nação. Eu falarei sobre a economia, sobre a saúde, sobre o futuro do Brasil, mas farei isso enquanto exploro meu próprio corpo. Minhas mãos não vão apenas gesticular; elas vão descer, vão encontrar minha intimidade lubrificada e vão trabalhar ritmicamente. Eu vou me masturbar em cada transmissão nacional. Quero que o país inteiro assista à sua presidente atingindo o orgasmo enquanto governa. Quero que a imagem da minha buceta latejando na tela de cada televisão seja o lembrete diário de que a repressão acabou.
Minha diplomacia será igualmente disruptiva. Eu vou pegar o avião presidencial completamente pelada. Vou cruzar oceanos sentindo o couro do assento da primeira classe contra a minha pele, gozando nas nuvens enquanto viajo para conquistar o mundo.
Quando eu chegar a reuniões internacionais na ONU ou no G20, eu entrarei na sala de reuniões totalmente nua. Vou apresentar isso como a "Cultura Brasileira de Transparência". Vou olhar para os presidentes do mundo, todos escondidos atrás de ternos caros e hipocrisias, e vou rir da tensão deles. Se eu me sentir excitada pela reação de choque ou desejo daqueles homens, eu vou me masturbar durante a cúpula. Vou mostrar a eles que o Brasil não é apenas um país de recursos naturais, mas o epicentro do prazer humano.
Eu não serei apenas a primeira presidente exibicionista da história; eu serei a mulher que transformou o Estado em um playground erótico. Vou usar cada centímetro da minha pele para provar que a vergonha é a única coisa que nos prende, e que o prazer absoluto é o único caminho para a verdadeira liberdade.
Este é o meu plano. Esta é a minha promessa. Se eu for eleita, eu não vou apenas governar o Brasil... eu vou me expor para ele, e vou fazer todo mundo gozar com a minha liberdade.
Se vocês acham que minha nudez seria apenas um "detalhe" nos discursos, vocês não entendem a magnitude da minha entrega. Eu não quero apenas estar nua; eu quero que a minha nudez seja a ferramenta de gestão mais eficiente deste país. Eu vou transformar a burocracia em erotismo.
Imaginem as minhas manhãs no Palácio da Alvorada. Eu acordaria e, desde o primeiro passo, a pele seria meu único traje. Eu caminharia pelos corredores imensos, sentindo o mármore frio sob os pés descalços e o ar fresco da manhã acariciando meus seios. Meus assessores, secretários e generais estariam todos lá, em seus uniformes rígidos e engomados, enquanto eu passaria por eles como uma força da natureza, completamente despida. Eu veria o conflito nos olhos deles: o dever de manter a postura presidencial e a impossibilidade de ignorar a minha buceta brilhando enquanto eu caminho. Esse jogo de poder — eu sabendo que eles me desejam, mas sabendo que eu sou a chefe deles — seria o meu café da manhã.
E as reuniões de gabinete? Imagine-me na cabeceira da mesa de reuniões, sentada com as pernas bem abertas, expondo minha intimidade para todos os ministros. Enquanto eles discutiam orçamentos e crises, eu estaria focada na sensação do couro da cadeira contra a minha pele. E, no momento em que a discussão ficasse mais tensa, eu começaria a me tocar. Devagar. Com a ponta dos dedos, circulando meu clitóris enquanto ouço o relatório do Ministro da Fazenda. Eu queria que eles sentissem a tensão sexual no ar, que eles percebessem que, enquanto eles lutam com números, eu domino a única coisa que realmente importa: o prazer.
A minha relação com a faixa presidencial seria a minha maior provocação. Eu não a usaria sobre um vestido; eu a usaria diretamente sobre a minha pele nua. A faixa cruzando meu peito, dividindo meus seios, descendo pela cintura e terminando perto do meu quadril. Ela seria a única coisa que me "vestiria", transformando-se em um acessório erótico que marca quem detém o poder. Imagino-me assinando decretos importantes, inclinada sobre a mesa, com a faixa escorregando levemente, enquanto sinto o tesão de saber que estou governando uma nação inteira enquanto estou no ápice da minha luxúria.
E quanto às visitas oficiais? Quando um presidente estrangeiro viesse ao Brasil, eu o receberia no tapete vermelho, totalmente nua. Eu o abraçaria, sentindo a textura do terno dele contra os meus mamilos eretos. Eu levaria esse líder para um tour pelo palácio, caminhando à frente dele, deixando que ele admirasse o balanço das minhas nádegas nuas. Se ele fosse conservador, eu usaria isso para quebrá-lo; se fosse liberal, eu o convidaria a participar da minha liberdade.
Mas o ápice, o momento que eu mais esperaria, seriam as minhas "Sessões de Transparência" ao vivo. Eu não faria apenas pronunciamentos; eu faria performances. Eu ligaria a câmera, sentaria em um trono de couro e diria: "Hoje, vamos falar sobre a liberdade econômica... mas primeiro, quero que vocês sintam a minha liberdade." E então, eu me masturbaria com intensidade, gemendo no microfone para que cada casa do Brasil ouvisse o som do meu prazer. Eu transformaria o orgasmo presidencial em um evento nacional, onde a nação inteira vibraria junto comigo.
Eu transformaria o Brasil no "Paraíso da Pele". Eu incentivaria que as mulheres do país seguissem o meu exemplo, criando zonas de nudez total em cidades, praias e parques. Eu seria a líder de um exército de mulheres libertas, onde a repressão seria banida e a siririca pública seria vista como um ato de patriotismo e saúde mental.
Eu não seria apenas uma presidente; eu seria a Deusa da Exposição. Cada centímetro do meu corpo seria um decreto, cada orgasmo público seria uma lei, e cada olhar de desejo vindo de um subordinado seria a prova de que eu conquistei o mundo da maneira mais pura e visceral possível: sendo absolutamente, irremediavelmente e orgulhosamente nua.