Com o cara casado do Grindr



Me chamo Felipe, sou negro, 2,06, corpo atlético e um pau de 23 cm.

Essa história aconteceu quando eu tenha uns 23 anos e fazia semanas que estava sem transar direito. Trabalho, faculdade, conta pra pagar… o tesão tava subindo pelas paredes.

Numa sexta à noite, depois de jantar qualquer coisa, baixei o Grindr de novo.

Fiquei scrollando. Vários caras. Foto de pau, “ativo discreto”, “procuro passivo agora”. Mandei uns “e aí”, troquei umas mensagens, mas nada que fosse pra frente. Um queria só videochamada, outro morava longe pra caralho, outro só queria mamar e sumir. Eu precisava meter ou ser metido, tanto faz, só precisava gozar de verdade.

Aí apareceu o perfil do Roberto. Uns 45 anos, branco, alto, parrudo, foto de peito peludo e suado na academia e outra de rosto sério, barba bem feita. Na bio dele estava: “Discreto, curto semelhantes”, achei meio merda mas o tesão falou mais alto.

Mandei um “salve”. Ele respondeu rápido.

Roberto: E aí. Tá procurando o quê?
Felipe: Transar sem enrolação.
Roberto: Bom. Eu também. Manda foto do corpo.

Mandei. Ele mandou um vídeo curto se tocando por cima da cueca. Pau grosso, veia marcada. A conversa foi direta.

Em menos de vinte minutos ele já tava dizendo que vinha me buscar. Morava num prédio simples, longe do centro. Ele chegou num carro preto, sem firula. Abri a porta e entrei.

Roberto: Felipe, né?
Felipe: Isso, tranquilo?
Roberto: Gostei do que vi, vamos pra minha casa.

O caminho foi silencioso, só o rádio baixo. Ele dirigia calmo, mas o olhar de canto já era de quem queria me foder logo.

Chegamos num condomínio médio, bonito mas sem absurdos. Subimos de elevador.

Dentro do apartamento ele nem me deu tempo de olhar em volta. Me empurrou contra a parede do corredor e beijou forte, língua grossa, mão no meu pau por cima da calça.

Felipe: Caralho, calma
Roberto: Calma o caralho. Tô com tesão pra caralho desde que vi sua foto.

Tirei a camisa dele, peito peludo e peitoral firme. Passei a mão, apertei. Ele desceu minha calça e a cueca num movimento só. Meu pau bateu na barriga dele, já duro pra porra. Ele segurou e deu uma risada baixa.

Roberto: 23 cm é verdade mesmo me acabar nele.

Me puxou pro quarto, mal conseguia entender nada, mas a cama era grande e o lençol escuro.

Em dois minutos a gente tava pelado. Ele me deitou e chupou meu pau com vontade, babando tudo, engasgando de propósito e me olhando com cara de puto.

Eu segurei o cabelo dele e meti na boca. Ele gemia com o meu pau na garganta.

Felipe: Isso… engole tudo, porra!

Me sentei na cama e bati com o meu pau na cara dele

Felipe: Ta curtindo seu puto
Roberto: Você é um tesão

Puxei ele para um beijo e senti o gosto do meu pau na boca dele, fui indo ao delírio.

Virei ele de quatro na cama bunda dele era firme, cuspi no cuzinho e fui enfiando a lingua e depois dois dedos. Ele rebolava pedindo pedindo mais.

Quando meti o pau, ele soltou um gemido alto e agarrou o lençol.

Roberto: Porra… que pau grosso… mete.

Meti até o talo. Comecei devagar e fui aumentando.

O barulho da pele batendo encheu o quarto. Ele xingava, pedia mais forte, afundando o rosto no travesseiro.

Segurei a cintura dele e socava sem dó. A cama rangia alto.

Em determinado momento só ouvi um estalo e a madeira cedeu de um lado.

A gente parou por um segundo mas o Roberto disse: Foda-se depois eu arrumo essa merda.

Continuei metendo enquanto a cama afundava torta.
Roberto começou a se movimentar fazendo um de vai-e-vem para frente e para trás, ele gemendo baixo e com a bunda empinada.

Ele gozou no lençol sem nem tocar no pau, cuzinho apertando tanto que eu não aguentei. Gozei dentro, fundo, gemendo alto.

Ficamos ali uns segundos, suados, ofegantes, a cama destruída debaixo da gente.

Felipe: Caralho… quebramos a porra da cama
Roberto: Valia a pena.

Eu estava todo suado e com valor, perguntei a Roberto onde era a cozinha e ele disse na segunda porta a esquerda.

Levantei pra pegar água. A cozinha era limpa, geladeira cheia. Voltei pelo corredor e parei na frente de um quadro de fotos. Roberto, uma mulher loira, dois meninos sorrindo. Foto de família. Outra foto deles na praia, os quatro juntos.

Voltei pro quarto com o copo na mão.

Felipe: Essas foto ali no corredor…
Roberto: O quê?
Felipe: Tu é casado?
Roberto: Acabou faz anos. A gente só continua junto por causa dos meninos. Separação formal daria merda na guarda e no dinheiro. É só papel.

Ele falou calmo, como se fosse a coisa mais normal do mundo. Eu fiquei olhando o copo. O tesão tinha ido embora rapidinho.

Felipe: Não rola essas coisas comigo não man
Roberto: Como assim?
Felipe: Não quero me meter em rolo de família, depois aparece gente atrás de mim falando que eu sou o amante, prefiro não

Ele ficou quieto uns segundos. Eu já tava vestindo a roupa. Chamei o Uber ali mesmo. Ele ficou na porta do quarto, ainda pelado, a cama quebrada atrás.

Roberto: Pode ficar. Não vai dar problema.
Felipe: Prefiro não arriscar, porque quem pode acabar careca depois sou eu

Desci sozinho. O Uber chegou em cinco minutos.

No caminho pra casa fiquei olhando a cidade passar.

O cheiro dele ainda tava na minha pele, o cuzinho dele apertando meu pau foi um delírio, a cama quebrando… mas ele ter família pesou demais.

Abri o Grindr de novo no banco de trás. Deletei o perfil do Roberto. Scrollando de novo.

O Tesão ainda tava lá.

Foto 1 do Conto erotico: Com o cara casado do Grindr

Foto 2 do Conto erotico: Com o cara casado do Grindr


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Comentários


foto perfil usuario adriano1951

adriano1951 Comentou em 12/08/2026

Queria um pirocão desses no meu cuzinho.

foto perfil usuario ancarlos

ancarlos Comentou em 12/08/2026

O melhor ficou no final com essas fotos maravilhosas do seu paizão, amei




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Ficha do conto

Foto Perfil philipau
philipau

Nome do conto:
Com o cara casado do Grindr

Codigo do conto:
269714

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/08/2026

Quant.de Votos:
6

Quant.de Fotos:
2