Com três no mesmo dia



Depois que a foda com o Roberto acabou de um jeito ruim por conta das fotos de família e ele ser casado, voltei pra casa com o corpo ainda latejando, tomei banho, mas o tesão não foi embora.

Fiquei deitado olhando o teto, pau duro batendo na barriga, pensando em qualquer merda. Não dava pra dormir.

Abri o Grindr de novo, eram 4 horas da madrugada.

Scrollando sem pressa até aparecer um perfil simples: boy de 18 anos, magro, baixo, foto de rosto meio tímido e outra de torso sem camisa. Mandei um “e aí”. Ele respondeu rápido.

Felipe: Tá a fim de transar agora?
Boy: Sim… posso ir aí?

Mandei a localização e ele disse que estava a caminho.

Ele chegou em menos de meia hora. Desci até a portaria pra abrir e o vi um garoto miúdo, uns 1,70, pele clara, cabelo bagunçado, olhando pro chão.

Entrou sem falar quase nada, no elevador tentei puxar um assunto porque ele parecia nervoso.

Entramos no meu apartamento, sentei no sofá e ele ficou em pé, desajeitado.

O convidei pra sentar, ele sentou encolhido no canto.

Perguntei se ele queria uma água, tentando puxar assunto, faculdade, trabalho, música nada batia. Ele respondia com monossílabos e olhava pra parede. O silêncio ficou pesado.

Coloquei um filme pra ter um som de fundo e esse garoto nada e mostrar uma reação.

Estava ficando puto ja e ainda estava com muito tesão querendo foder.

Puxei ele pela nuca e beijei, ele retribuiu o beijo.

Juntei ele pra mais perto, ele tem um corpo leve então foi fácil.

Ele começou a passar a mão no meu corpo e foi descendo, quando chegou no meu pau ele alisou e apertou e logo tirou a mão.

Felipe: Tudo bem?
Boy: Tudo é que eu nunca vi um tão grande...só transei uma vez

Entendi o porque desse garoto estar nervoso...

Felipe: Fica tranquilo, se tu quiser ficar de boa por mim beleza
Boy: Não, eu quero isso...só vai devagar comigo por favor

Sorri e puxei ele para o beijo de novo

Alisei o corpo dele e enfiei a mão por dentro de sua cueca e grudei sua bunda, ele deu um gemido abafado pelo beijo.

Disse para irmos para o quarto, ele ficou vermelho mas levantou para irmos.

No quarto, tiramos a roupa um do outro entre os beijos.

Ele tinha um corpo magro mas uma bunda redondinha o pau dele devia ter uns 16 cm.

O deitei na cama e fui por cima para beija-lo, por conta da nossa diferença de altura, eu sentia o pau dele dura na minha barriga.

Fui descendo o beijo, dando leves mordidas no pescoço, chupei o mamilo dele que tirou uns gemidos gostosos dele.

Cheguei até seu pau estava duro e babando e comecei a chupar.

Comecei a chupar o pau dele, lambendo da cabeça até a base, bem devagar, sentindo o gosto salgado do pré-gozo escorrendo na língua.

Ele tremeu inteiro, um gemido abafado saindo da garganta. Envolvi a cabeça do pau dele com a boca e chupei com calma, só a ponta no começo, pressionando a língua e fazendo voltas.

O corpo magro dele se contorceu na cama, as mãos apertando os lençóis.
Desci mais, engolindo centímetro por centímetro, sentindo a espessura preencher a boca.

A saliva escorria pelos meus lábios e pingava na base dele. Subia e descia em ritmos lentos e profundos.

Quando a cabeça batia no fundo, eu engolia ao redor e ele soltava gemidos mais altos, quase desesperados, o quadril se mexendo sem controle.

Era a primeira vez que alguém chupava ele de verdade, e dava pra ver. As coxas tremeram, o abdômen se contraiu, a respiração ficou irregular.

Continuei, agora mais firme. Uma mão segurava a base, apertando e torcendo levemente enquanto a chupava o pau dele e batendo uma.

Com a outra mão acariciava as bolas, massageando com cuidado. Ele se arqueava, gemendo sem parar, a cabeça jogada pra trás.

Depois de um tempo chupando assim, bem, molhado e barulhento, passei o dedo pela fenda da bunda dele. Ele deu um solavanco e soltou um gemido mais alto. Continuei chupando enquanto circulava o dedo em volta do cu apertado, só pressionando de leve no começo.

Quando ele relaxou um pouco, enfiei a ponta do dedo, bem devagar. O pau dele latejou forte dentro da minha boca e ele se contorceu de novo, as unhas arranhando o lençol.

Fui enfiando o dedo aos poucos, sentindo o calor apertado, enquanto subia e descia chupando ele sem parar. Ele gemia alto agora, misturando “porra” e “vai devagar”, o corpo inteiro suado e trêmulo.

Continuei assim, chupando fundo e dedilhando com calma, sentindo ele se entregar cada vez mais, delirando com a sensação.

Ele começou a tremer mais forte, o pau latejando sem parar na minha boca.

Boy: Vou gozar…Porra que delicia

A voz dele saiu entre gemidos

Tirei o pau da boca, a saliva escorrendo grossa pelo queixo e pingando na barriga dele.

Segurei o pau molhado com a mão e comecei a bater uma bem rápido, o punho subindo e descendo molhado, fazendo aquele barulho indecente de pele e saliva.

A cabeça inchada batia na minha mão a cada movimento, o pré-gozo e a baba se misturando e escorrendo pelos dedos.

Ele se contorcia todo, gemendo alto, as pernas abertas, o corpo magro se arrepiando.

Continuei batendo com força, a mão escorregadia, o barulho molhado enchendo o quarto.

Ele gozou jorrando forte, os jatos quentes caindo na barriga e no peito.

Continuei apertando e espremendo até o último espasmo, sentindo o pau latejar na minha mão.

Eu ainda estava duro pra caralho, o pau batendo na coxa. Subi por cima dele, beijei a boca aberta, sentindo o gosto do pau misturado com a saliva. Ele retribuía fraco, ainda ofegante.

Virei ele de bruços sem muita cerimônia.

O corpo leve dele virou fácil. A bunda redondinha ficou erguida, o cu apertado e rosado ainda um pouco úmido do dedo.

Segurei as nádegas, abri e enfiei a cara no meio. Comecei a chupar o cu dele direto, a língua passando forte na entrada, lambendo e empurrando pra dentro.

Ele soltou um gemido longo e abafado no travesseiro, o corpo inteiro se contorcendo de novo. Continuei chupando com vontade, molhando tudo, a língua entrando e saindo, bem indecente, enquanto ele gemia e se mexia debaixo de mim.

Cuspi grosso no cu dele, vendo a saliva escorrer e brilhar na entrada do cuzinho dele.

Enfiei um dedo devagar, sentindo o aperto quente, e ele gemeu baixinho, quase sem voz, o corpo se contraindo. Mexi o dedo por dentro, abrindo um pouco, depois enfiei o segundo.

Os dois dedos entraram com dificuldade no começo, mas fui abrindo, torcendo, sentindo as paredes quentes apertarem. Ele se contorcia, o rosto enterrado no travesseiro, soltando gemidos abafados.

Quando tirei os dedos, o cu ficou um pouco aberto e molhado. Posicionei a cabeça do meu pau ali, pressionando. Empurrei devagar no começo, sentindo a resistência.

Ele segurou o travesseiro com força e soltou um “ai” abafado, o corpo inteiro tensionado. Apertei a cintura dele com as duas mãos e fui fundo de uma vez.

Enfiei meu pau até o talo o corpo miúdo dele tremeu inteiro debaixo de mim.

Felipe: Relaxa, porra. Respira e aguenta.

Esperei uns segundos sentindo ele se ajustar, o cuzinho latejando ao redor do meu pau.

Depois comecei a meter com vontade, sem muita firula. Saía quase todo e enfiava de novo até o fundo, o barulho molhado da pele batendo enchendo o quarto junto com a respiração dele, pesada e irregular.

Cada estocada fazia a bunda redondinha tremer. Segurei mais firme na cintura e acelerei, metendo fundo, sentindo o aperto delicioso.

Em poucos minutos ele gozou no lençol sem nem tocar no pau.

O corpo se arqueou, o cuzinho apertou forte ao redor do meu pau, pulsando, e ele soltou um gemido longo e rouco.

O aperto foi demais. Descarreguei tudo dento do cuzinho dele, varios jatos de porta, fundo, gemendo baixo, sentindo os jatos quentes encherem ele enquanto eu ainda metia devagar, espremendo tudo.

Saí devagar, vendo o cu dele se fechar aos poucos, o gozo branco escorrendo pela fenda e pingando no lençol.

O corpo miúdo ainda dava espasmos leves, a respiração ofegante, as pernas tremendo.

Me levantei ja sentido meu corpo mais relaxado.

O boyzinho estava deitado na cama, respirando fundo, quarto cheirava a sexo.

Fui até a cozinha pegar água e vi o céu clareando pela manhã.

Voltei para o quarto com o água para o boy, que estava sentado na cama ja colocando a roupa.

Ofereci a água e ele tomou rápido.

Boy: ja são quase 6h, preciso ir embora logo porque minha mãe vai acordar e ver que eu saí

Eu ri da situação e ele ficou vermelho.

Ele terminou de se vestir e terminou de tomar a água.

Ele pediu uber e descemos até a portaria.

Nos despedimos e ele entrou no uber correndo.

Subi de volta para o meu apartamento e me joguei na cama e finalmente dormi.

Acordei tarde pra caralho, sol alto batendo na janela.

Fiz um lanche de café da manhã/almoço.

Tomei um banho e voltei para o quarto.

Deitei na cama pelado e comecei a pensar na madrugada e no boyzinho e perceber que eu não lembrava o nome dele, isso me exitou mais.

Meu pau começou a dar sinal de vida, endurecendo até ficar latejando.

Abri o app ainda deitado e o perfil do boyzinho estava offline, mas eu queria fuder mais.

Em poucos minutos achei outro: Ivan, baixo, parrudo, negro, careca, foto de peito largo e outra de pau semi-duro.

Conversamos brevemente, mandei localização. Ele respondeu “to indo”.

Ele chegou em menos de meia hora.

Encontrei com ele na portaria e subimos, no elevador ele me olhava de cima abaixo.

Entramos e fomos para o quarto.

Ele era bem direto e já foi tirando a camisa.

Corpo compacto, ombros largos, peito largo, barriga definida, a pele preta brilhando. O pau grosso de uns 18 cm já semi-duro dentro da calça.

Nem falou quase nada. Me empurrou pra sentar na beira da cama, ajoelhou na hora e engoliu meu pau de uma vez, engasgando ao chegar na base.

A boca quente e molhada desceu até a base, a garganta apertando. Baba escorreu grossa pelo queixo dele e caiu nas minhas bolas.

A mão firme segurava a base enquanto ele chupava fundo, olhando pra cima com os olhos escuros.

Segurei a cabeça careca dele com as duas mãos e meti na garganta. Ele engasgou, puxou ar com esforço e voltou com mais vontade, engolindo tudo de novo, a saliva fazendo barulho molhado a cada movimento.

Felipe: Isso… engole tudo, porra

Ele mamou com vontade, fundo, rápido, a língua pressionando por baixo, a garganta se abrindo. Eu segurei firme e enfiei até o fundo mais algumas vezes.

Quando não aguentei, gozei direto na garganta dele. Ele segurou a cabeça no lugar, engolindo cada jato sem tirar a boca, a garganta trabalhando ao redor do pau.

Depois puxou devagar, limpou a cabeça do meu pau com a língua, recolhendo o que tinha sobrado, e levantou.

Levantei e dei um beijo nele, foi um tesão aquele gosto da minha pica com gozo.

Ivan: Deixou minha boca até mais larga hein negao

Felipe: Você quem ja chegou abocanhando mais do que aguenta.

Ele foi pegando a camisa de novo e disse que ja tinha de ir.

Descemos sem falar quase nada.

Voltei para o meu apartamento e fiquei sentado na beira da cama, ainda ofegante, o gosto do gozo e a imagem da baba escorrendo no canto da boca dele.

O quarto estava abafado e cheirando a porra.

Aproveitei o ânimo para limpar meu quarto e acabei limpando a casa toda, foi muito satisfatório.

Final de tarde. Tomei banho, fiz mais um lanche.

Quando me sentei no sofá e coloquei uma serie pra assistir.

Assistindo Elite e vendo toda aquela pegação gostosa, me deu um tesão de novo.

Abri o Grindr mais uma vez, me sentindo um viciado em sexo.

Achei um perfil, Pietro, negro, alto, uns 1,90, foto de academia mostrando peito largo e braços definidos, outra de rosto sério, barba bem feita.

Bio simples: “na cidade a trabalho, só hoje”. Mandei um “e aí”. Em menos de dois minutos ele respondeu. Em dez minutos já tava no caminho de Uber.

Ele chegou de camisa social arregaçonada nos braços, mala de mão na mão. Entrou no apartamento, me cumprimentou com um aperto firme, a mão grande e quente.

Olhou pra mim, eu estava sem camisa e uma bermuda leve e sem cueca.

Fomos para o quarto e nos beijamos, ele tinha pegada.

Ele foi abrindo os botões da camisa e aquele corpo alto se revelou: peito largo, peitorais pesados, barriga marcada.

Ele tirou a calça e a cueca de uma vez. O pau grosso e veioso balançou pra fora, já semi-duro, a cabeça rosada.

A gente nem chegou na cama direito e ele puxou pelo pescoço e beijou bruto, a língua grossa entrando na minha boca, a barba raspando no meu queixo.

As mãos grandes desceram e apertaram minha bunda com força, os dedos se afundando na carne.

Empurrei ele de quatro no colchão. A bunda alta, redonda, o cu escuro e apertado. Cuspi na mão, passei no pau e posicionei a cabeça na entrada, peguei o lubrificante na gaveta da escrivaninha ao lado da cama.

Passei bastante na entrada do cuzinho dele e no meu pau enquanto ia batendo uma pra ficar todo lubrificado.

Fui metendo devagar e ouvi ele gemendo, ele é todo machão mas aquele cuzinho ja tinha levado muita pica.

Meti fundo nele, de uma vez. Ele soltou um gemido baixo e xingou entre os dentes.

Meu pau sumiu inteiro naquele cuzinho.

Segurei a cintura larga e comecei a meter com força. A cama batia na parede a cada estocada, o barulho seco da pele batendo misturado com os gemidos dele.

Ele rebolava pra trás, pedindo mais, o cu apertando a cada vez que eu enfiava até o fundo.

Pietro: Mais fundo, porra… assim…

Acelerei, metendo sem dó, as bolas batendo na pele dele. O suor escorria pelas costas largas. Quando senti que ia gozar, puxei o pau pra fora de uma vez. Segurei firme e jatei grosso nas costas dele, os fios brancos caindo na pele preta, escorrendo pela coluna e pela fenda da bunda. Ele gemeu alto sentindo o calor.

Ele pegou o próprio pau grosso e bateu uma rápido, a mão subindo e descendo com força.

Em poucos segundos ele gozou caindo direto no lençol que eu tinha acabado de trocar, espalhando branco pelo tecido.

Ficou ofegante, o peito subindo e descendo, o pau ainda latejando na mão.

Felipe: Puta que pariu, man. Acabei de trocar essa porra.

Ele riu, limpou de qualquer jeito com a mão e já foi se vestindo.

Pietro: Foi bom hein seu puto, tenho voo daqui algumas horas e ja preciso ir para aeroporto...Quando estiver na cidade de novo vamos reptir a dose.

Descemos e fui com ele até a portaria, ele deu um beijo e um tapa de leve no meu rosto.

Essa provocação me fez querer levar ele de volta e fuder ele até ele pedir arrego.

Subi para o meu apartamento e fui no quarto e fiquei olhando o lençol manchado, o cheiro de sexo impregnado no quarto.

Sentei na beira da cama e fiquei pensativo.
Tinha trazido gente demais pra dentro de casa. Comecei a sentir um peso estranho no ar, como se cada um tivesse deixado um pedaço de energia pra trás.

Peguei o celular e pesquisei “limpeza de energia depois de muita gente em casa”. Li sobre banhos de erva, arruda, alecrim, sal grosso, defumação.

Anotei mentalmente o que ia fazer no dia seguinte: banho demorado, erva pra queimar, janela aberta, lençol no sol.

Mas o corpo ainda não tinha desligado, aquele cheiro de sexo estava me dando mais tesão.

Deitei no lençol sujo mesmo, peguei o pau na mão e bati devagar, lembrando da boca do Ivan, do cuzinho apertado do boyzinho, do gemido do Pietro.

Gozei pela quarta vez no dia, no mesmo lençol, ofegante, olhando o teto.

Só então o cansaço veio de verdade, virei de lado e dormi.

Foto 1 do Conto erotico: Com três no mesmo dia

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Ficha do conto

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philipau

Nome do conto:
Com três no mesmo dia

Codigo do conto:
269790

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
13/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
5