Olha, vou te contar do jeito que aconteceu, sem cortar nada.
Eu me chamo Ricardo. Quarenta e um anos, , corpo ainda firme de academia três vezes por semana. Camila, minha esposa, trinta e seis. Cabelo castanho-claro na altura dos ombros, olhos verdes, corpo de mulher que teve dois filhos e ainda chama atenção: seios fartos, cintura marcada, bunda redonda e coxas grossas. Casados há nove anos. Dois filhos: Pedro, sete, e Helena, quatro.
Tudo desmoronou quando eu descobri a traição e nos separamos. Três semanas depois da separação ela apareceu na porta do apartamento onde eu estava. Pediu para entrar. Disse que ia contar tudo sem mentira.
Sentei na poltrona. Ela no sofá em frente.
— O cara se chama Diego. Era colega de trabalho, do mesmo prédio. Alto, pele morena clara, cabelo raspado nas laterais, corpo malhado. As mulheres do escritório tinham um apelido pra ele: Nego Doce. Não era à toa. Paquerador nato, sorriso sedutor, conversa mansa que entrava fácil na cabeça de qualquer uma, aquele jeito cafajeste de olhar e falar baixo perto do ouvido. Educado, sempre cheiroso, educado no ponto certo… e a fama do pau era pior ainda. Diziam que era grosso pra caralho, longo, pesado, daqueles que deixavam as mulheres comentando no banheiro depois. Tudo isso junto virava o apelido.
No começo ele só cumprimentava. Depois começou a segurar o elevador só pra mim, sorrindo daquele jeito que demorava um segundo a mais. Comentava a roupa com calma, a voz baixa:
“Esse vestido te abraça de um jeito… perigoso.”
Ela só ria, desviava o olhar, fingia que não era comigo. Mas ele não desistia.
Um dia ele me esperou na saída do prédio.
— Você tem um marido, eu sei. Mas eu também sei o que você precisa e ele não te dá.
Eu fiquei irritada, quase respondi seco. Ele só sorriu, aquele sorriso cafajeste de sempre.
— Quando você cansar de fingir que está satisfeita, me procura.
Eu não procurei. Ele continuou. Começou coma me mandar mensagens curtas, insistentes, sem ser grosseiro:
“Pensei em você hoje.” “Aquela saia preta… eu fiquei duro só de imaginar.”
Eu não respondia, mas no fundo eu gostava de ser desejada e paquerada por um homem que era muito desejado por outras mulheres mais novas e mais bonitas que eu.
Camila respirou fundo e continuou.
— A primeira vez que ele me tocou de verdade foi num dia de jogo da Copa. A empresa não liberou. Colocaram um telão numa sala pequena, trouxeram salgadinhos, petiscos e refrigerantes. Gente demais, não cabia todo mundo. Não tinha cadeira pra todo mundo. Eu fiquei em pé com as minhas amigas, perto da parede. Ele ficou atrás de mim, como se não quisesse nada.
Quando o jogo começou, ele se aproximou. Eu estava de saia, como quase sempre. No começo foi só o corpo dele encostando nas minhas costas. Depois ele começou a roçar. Devagar. O pau dele, ainda mole, pressionando minha bunda pela calça. Ninguém olhou. Todo mundo gritando com o jogo, olhando pro telão. A sala estava escura, só a luz da tela.
Eu senti o pau dele crescer. Rápido. O volume grosso e quente se formando atrás de mim, empurrando a saia contra a minha calcinha. Ele não falou nada. Só continuou roçando, agora com o pau já duro, subindo e descendo devagar no meio da minha bunda. Eu deveria ter saído. Mas não saí. Porque eu estava gostando.
Camila engoliu em seco.
— Ele colocou a mão na minha cintura, por baixo da blusa, e puxou meu corpo contra ele. O pau grosso ficou encaixado bem no meio. Cada vez que a torcida gritava, ele empurrava um pouco mais forte. Eu sentia o formato inteiro: a cabeça larga, o comprimento, a grossura. Minha calcinha já estava molhada. Ele percebeu. Apertou mais a mão na minha cintura e falou baixo no meu ouvido, quase sem mover a boca: “Tá molhada, né… só de sentir.”
Ela levantou os olhos para mim pela primeira vez.
— Eu não respondi. Só fiquei parada, deixando. Quando o primeiro tempo acabou, ele se afastou como se nada tivesse acontecido. Mas eu já sabia que ia acontecer de novo
No segundo tempo ele ficou mais ousado. Assim que o juiz apitou, ele se posicionou bem atrás de mim de novo. Agora não era só roçar. Ele encaixou o pau duro bem no meio da minha bunda e começou a empurrar de verdade, como se estivesse me fodendo por cima da roupa. A mão dele desceu da cintura, passou por cima da saia e apertou minha coxa por baixo, bem perto da calcinha. Eu senti os dedos dele subindo devagar, roçando a parte de dentro da coxa. Aí ele falou no meu ouvido, a voz baixa e grossa:
“Você não saiu… então tá gostando, né? Pode admitir. O pau tá duro pra caralho só de sentir essa bunda.”
Ele puxou minha saia um pouco para cima na parte de trás, só o suficiente para a mão entrar por baixo. Os dedos dele passaram por cima da calcinha molhada, apertaram o clitóris por cima do tecido e depois puxaram a calcinha para o lado. Dois dedos deslizaram entre meus lábios. Eu estava encharcada. Ninguém viu. Todo mundo gritando com o jogo. A sala pequena, escura, gente demais. Ele meteu os dois dedos dentro de mim ali mesmo, devagar, enquanto continuava empurrando o pau grosso na minha bunda. Ficou me dedando em pé, no meio da galera, falando baixo no meu ouvido:
“Que buceta molhada… Imagina esse pau grosso entrando agora. Você ia gozar rápido, né?”
Eu não respondi. Só abri um pouco mais as pernas e deixei. Quando o segundo tempo acabou, ele tirou os dedos, ajeitou minha saia e se afastou de novo como se nada tivesse acontecido. Eu saí dali tremendo e com a calcinha encharcada.
Depois daquele dia começou o jogo de verdade. Toda vez que eu ia na sala do café, ele aparecia atrás de mim. Não falava quase nada. Só encostava, pressionava o pau já duro na minha bunda e ficava ali alguns segundos, o suficiente pra eu sentir o tamanho e a grossura. Às vezes a mão dele apertava minha cintura por baixo da blusa. Às vezes só o pau roçando. Eu nunca recuava. Eu adorava, esse jogo.
Um dia eu cansei de só deixar, estava com muito tesão e queria provocar mesmo. Eu sabia que ele ia me seguir. Levantei da minha mesa, peguei a xícara e fui em direção à sala do café. No corredor, antes de chegar, entrei no banheiro feminino. Tirei a calcinha, dobrei e coloquei na bolsa. Fiquei só de saia. Saí e continuei andando. Ele veio atrás, como sempre. Quando chegamos na sala do café — que estava vazia naquele horário — ele já estava colado em mim. O pau duro pressionando minha bunda. Eu me virei de frente pra ele, olhei nos olhos e levantei a saia devagar até a cintura. Mostrei tudo. A buceta lisinha, já úmida, bem na frente dele. Ele ficou parado dois segundos, só olhando. Depois passou a mão por cima, dois dedos abrindo meus lábios, sentindo o quanto eu já estava molhada. Falou baixo, a voz rouca:
“Porra, assim que eu gosto, bem putinha e bem safada… você tá pedindo pra levar.”
Eu não respondi. Só segurei a saia levantada e deixei ele mexer. Ele enfiou dois dedos fundo, curvou, me dedou ali mesmo, enquanto a porta da sala do café ficava entreaberta. Quando tirou os dedos, estavam brilhando. Ele levou à boca, chupou, degustando com muito tesão, a cara de safado que ele fez me deixou com mais tesão ainda, pois ele fazia aquilo com muito prazer e falou:
“Amanhã você vem sem calcinha de novo. E dessa vez eu quero mais do que dedo.”
Eu abaixei a saia, peguei o café e voltei pra minha mesa com as pernas tremendo, sentindo o que parecia um jato saindo de dentro de mim.
No dia seguinte eu fiz de novamente, provoquei de novo. Fui no banheiro, tirei a calcinha… só que dessa vez, quando ele apareceu atrás de mim no corredor, eu não mostrei a buceta. Eu entreguei a calcinha na mão dele. Ele olhou pra peça vermelha amassada na palma da mão, depois olhou pra mim. Largou o café na mesa mais próxima e foi direto pro banheiro masculino. Eu voltei pra minha mesa com as pernas tremendo. Fiquei ansiosa pra caralho. Imaginando o que ele estava fazendo com a minha calcinha. Será que estava cheirando? Será que estava lambendo o fundo? Será que tinha tirado o pau pra fora e estava passando a cabeça grossa bem no meio, onde ainda estava o cheiro e o gosto da minha buceta? Não deu dez minutos. O celular vibrou. Mensagem dele no Zap: “Vem no cantinho do café.” Eu levantei e fui. Ele estava lá, o rosto ainda um pouco vermelho. Sem falar nada, estendeu a mão e devolveu a calcinha. Estava quente. Úmida. Pesada. Eu peguei, voltei pro banheiro feminino, tranquei a porta e abri a peça. No fundo da calcinha tinha porra. Muita porra. Grossa, branca, ainda quente, escorrendo no tecido. Eu não aguentei. Levei a calcinha na boca e dei uma lambida longa bem no meio, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte da porra dele. Depois enfiei a calcinha de volta, ajeitei a saia e voltei pra mesa. A tarde inteira eu fiquei sentada com aquela calcinha enfiada na buceta, a porra dele esquentando e molhando tudo. Na minha cabeça eu tinha sentado no pau dele. Na minha cabeça ele tinha gozado dentro de mim. Toda vez que eu me mexia, sentia o tecido úmido esfregar no clitóris e o cheiro da porra subia. Eu fiquei molhada a tarde toda só com aquilo. Quando o expediente acabou, ele me mandou outra mensagem: “Motel. Hoje. 19h.” Eu não respondi , só mandei um emojis com risinho safado
Depois daquele dia a safadeza só aumentou. As mensagens ficaram cada vez mais ousadas. Ele mandava foto do volume na calça, a marca grossa aparecendo clara. Mandava áudio baixo, a voz rouca: “Tô no banheiro te imaginando de 4.” Um dia mandou um vídeo curto: a mão dele descendo o zíper, o pau ainda mole, mas já pesado, caindo pra fora. Depois outro vídeo, já duro, a mão subindo e descendo devagar naquele pau grosso e escuro. Eu mandava de volta. Foto da minha buceta molhada no banheiro do trabalho. Vídeo meu com dois dedos entrando e saindo, a calcinha puxada pro lado. Áudio meu gemendo baixinho e falando: “Quero esse pau na minha boca.”
Ele começou a me dar carona. Sempre com uma amiga de trabalho no banco de trás, pra ninguém desconfiar. Eu no banco do carona, ele dirigindo. A amiga conversando de besteira, sem fazer ideia de que, embaixo do volante, a mão dele às vezes apertava minha coxa, ou que eu abria um pouco as pernas pra ele roçar os dedos na calcinha. Até que um dia a amiga não foi. Só eu e ele no carro. Já estava escurecendo quando ele saiu da avenida principal e entrou numa rua sem movimento, longe dos postes. Desligou o motor. O silêncio ficou pesado. Ele se virou e me beijou. Boca quente, língua lenta, mão na nuca. O beijo foi fundo, molhado. Eu gemi dentro da boca dele. A mão dele desceu, apertou meu peito por cima da blusa, depois por baixo, puxando o sutiã e pegando o mamilo entre os dedos. Eu já estava molhada. Ele puxou minha mão e colocou em cima da calça. O volume era absurdo. Grosso, longo, quente, latejando. Eu apertei e ele soltou um gemido baixo. “Tira”, ele falou, a voz rouca. Eu abri o botão, puxei o zíper. Ele ergueu um pouco o quadril e eu puxei a cueca pra baixo. O pau dele saltou pra fora. Eu travei. Era maior e mais grosso do que eu tinha imaginado pelos vídeos. Escuro, quase preto, a pele brilhando. Veias grossas saltadas ao longo do tronco inteiro. A cabeça larga, rosada-escura, já úmida. O pau pesado, caindo um pouco pro lado por causa do peso, as bolas grandes e cheias. Eu nunca tinha visto um pau daquele tamanho de perto. “Porra…”, foi tudo que eu consegui falar. Ele segurou na base e balançou de leve na minha direção. “Chupa.” Eu me inclinei sobre o console. Passei a língua na cabeça primeiro, sentindo o gosto salgado e o cheiro forte de homem. Depois abri a boca e tentei engolir. A cabeça larga já esticava meus lábios. Eu desci o máximo que consegui — nem metade — e ele soltou um gemido rouco, a mão indo pro meu cabelo. Eu chupei com vontade. Língua rodando na cabeça, saliva escorrendo pelo tronco escuro, mão subindo e descendo no que não cabia na boca. O pau era tão grosso que minhas bochechas doíam. Cada vez que eu descia, sentia a cabeça batendo no fundo da garganta. Ele gemia baixo, a voz controlada: “Isso… chupa esse pau preto… Olha o tamanho que você tá engolindo…” Eu estava encharcada. Uma mão minha desceu entre as pernas e comecei a me tocar por cima da calcinha enquanto chupava. O barulho molhado da minha boca no pau dele enchia o carro. Saliva escorria até as bolas. Ele puxava meu cabelo, guiando o ritmo, empurrando um pouco mais fundo a cada vez. Eu chupava como se estivesse faminta. Gostava do peso dele na língua, do gosto, do jeito que as veias roçavam no céu da boca. De vez em quando eu parava só pra olhar: aquele pau preto, grosso, brilhando de saliva, latejando na minha mão. “Eu vou gozar”, ele avisou, a voz já quebrada. Eu não tirei a boca. Apertei mais os lábios, chupei mais fundo, mais rápido. Ele gozou com força. Jatos quentes e grossos batendo no fundo da minha garganta. Eu engoli o que consegui, o resto escorreu pelo canto da boca e desceu pelo queixo. Ele continuou pulsando, soltando mais porra enquanto eu chupava devagar, limpando tudo. Quando ele terminou, eu ainda lambi a cabeça uma última vez e me sentei de volta no banco, a boca esporrada, o queixo sujo, a calcinha encharcada. Ele olhou pra mim, ainda ofegante, e falou: “Amanhã a gente vai pro motel. Eu quero enfiar esse pau inteiro dentro de você.” Eu só consegui acenar com a cabeça.
No dia seguinte eu acordei molhada. Passei o dia inteiro ansiosa pra caralho. Não conseguia trabalhar direito. Toda vez que sentava sentia a buceta latejando. Ficava imaginando o pau dele, o gosto, o tamanho. Respondia e-mail errado, digitei o nome dele no meio de uma planilha… quase fui pega. Pra ninguém desconfiar a gente se encontrou no metrô. Estação lotada, ninguém prestava atenção. Ele chegou atrás de mim na plataforma, passou a mão rápida na minha bunda e falou baixo: “Vamos.” Saímos juntos, pegamos um Uber e fomos direto pro motel na Ricardo Jafet, o Colonial Palace.
A suíte era bonitas, cheiro de limpeza e ar-condicionado gelado. Mal a porta fechou e ele me empurrou contra ela. O beijo foi violento. Boca aberta, língua fundo, mão no cabelo puxando. Eu gemia dentro da boca dele enquanto ele abria meu vestido. O tecido caiu no chão. Sutiã e calcinha logo em seguida. Ele tirou a própria camisa e a calça. O pau já estava duro, pesado, batendo contra a barriga. Ele me carregou até a cama e me deitou. Abriu minhas pernas e desceu. Foi a primeira vez que ele me chupou. A língua dele era larga e quente. Passou devagar pelos lábios, chupou o clitóris com pressão, meteu a língua dentro. Eu já estava encharcada. Aí ele desceu mais. A língua escorregou pro meu cu. Ele chupou o cuzinho com a mesma vontade, a ponta da língua entrando um pouco, molhando, chupando. Eu nunca tinha sentido aquilo. A sensação era suja e boa pra caralho. Meu corpo inteiro tremeu. Eu segurei a cabeça dele e empurrei contra mim, gemendo alto. Quando ele subiu de novo, o rosto estava brilhando de saliva e do meu gosto. Ele se deitou de costas. Eu subi em cima. Antes de enfiar, ele segurou o pau grosso e começou a esfregar. A cabeça larga passando devagar entre meus lábios, subindo até o clitóris, descendo de novo, abrindo um pouco e saindo. Fingia que ia penetrar. Empurrava só a cabeça e tirava. De novo. De novo. Eu estava louca. “Enfia…”, eu implorava. Ele só sorria e continuava esfregando, o pau preto brilhando de porra prévia e da minha buceta. Me judiando demais tanto que eu não aguentei que gozei antes de ser penetrada. Gemi forte, o corpo tremendo, a buceta latejando em cima da cabeça dele. Enquanto eu ainda tremia, ele me entregou a camisinha. Minhas mãos tremiam. Demorei pra abrir o pacote. Desenrolei com dificuldade naquele pau grosso e escuro. A borracha esticava, mal cabia. Quando finalmente ficou no lugar, eu me posicionei. Sentei devagar. A cabeça larga abriu meus lábios com força. Eu desci só até a metade e parei, não aguentei. A sensação de estar sendo rasgada era enorme… e era um prazer absurdo. Parecia que ia partir ao meio, mas ao mesmo tempo eu queria mais. Subi. Na segunda descida eu forcei até o fim. As bolas dele bateram na minha bunda. A cabeça foi até o fim, o pau tocou fundo, bem no útero. Uma onda de prazer subiu pela espinha como se fosse droga. Eu soltei um gemido longo, quase um choro. Cada vez que eu subia e descia parecia que ia rasgar… mas era bom demais. O pau grosso esticava tudo, preenchia, batia fundo. Eu comecei a sentar com mais força. Ele segurava minha cintura e empurrava pra cima, encontrando cada estocada. O barulho molhado enchia o quarto. Mudamos de posição. Ele me virou de 4. Segurou minha bunda com as duas mãos e enfiou de uma vez. Fodeu forte, as bolas batendo, a mão batendo na minha bunda. Eu gozei de novo, apertando nele. Depois me deitou de lado, uma perna levantada, e fodeu fundo nessa posição, beijando meu pescoço. Em seguida me colocou de costas, pernas no ombro dele, e meteu até o fundo, olhando nos meus olhos enquanto eu gemia. Foi aí que aconteceu o anal. Não pedi. Ele não perguntou. Só aconteceu. Ele tirou o pau da minha buceta, ainda duro e molhado, e encostou a cabeça no meu cu. Passou a cabeça bem devagar, molhando com a própria saliva e com o mel que escorria de mim. Empurrou. A cabeça larga abriu o cuzinho sem dificuldade, eu estava com muito tesão e bem relaxada ao mesmo tempo. Eu soltei um gemido agudo, as unhas cravadas no lençol. Ele foi entrando devagar, centímetro por centímetro. A sensação era diferente: mais apertado, mais intenso, quase queimando… mas o prazer era profundo, sujo, viciante. Quando ele enterrou até as bolas, eu estava ofegante, o corpo inteiro tenso e entregue. Ele começou a foder meu cu devagar. Cada estocada eu sentia o pau grosso abrindo, o calor, a pressão. Depois acelerou. A mão dele foi pro meu clitóris e esfregou enquanto me comia por trás. Eu estava babando no travesseiro, gemendo sem parar. “Porra… que cu apertado…”, ele gemia. Ele fodeu meu cu até não aguentar mais. Tirou o pau de repente, arrancou a camisinha e se ajoelhou na minha frente. Segurou o pau preto, grosso e brilhando, e gozou na minha cara e na minha boca. Jatos quentes e grossos batendo nos lábios, no queixo, na língua. Eu abri a boca e tomei o que deu, engolindo enquanto ele ainda pulsava. Ver o rosto dele se contorcendo de prazer, o pau latejando e descarregando tudo em mim, me fez gozar de novo. Um orgasmo forte, longo, que veio do fundo da barriga. Eu tremi inteira, a buceta e o cu contraídos, gemendo com a boca ainda cheia da porra dele. Quando acabou, ele caiu ao meu lado, ofegante. Eu ainda lambi o que tinha escorrido no canto da boca. Dez minutos depois ele já queria outra rodada. O pau estava duro de novo. Colocou outra camisinha, se deitou por cima de mim e meteu de uma vez. Fodeu forte, sem delicadeza. Me virou de quatro e continuou. Depois me colocou de lado e meteu fundo. Eu gozei duas vezes seguidas, apertando nele, gemendo alto. Ele gozou de novo, dessa vez dentro da camisinha, bem fundo, gemendo no meu ouvido enquanto eu ainda tremia.
Aquela foi a primeira vez. Depois a gente se encontrou mais vezes. Sempre no mesmo motel, sempre com o mesmo tesão. Cada encontro parecia melhor que o anterior. O corpo respondia mais rápido, o prazer vinha mais forte. Eu gostava. Gostava pra caralho. Mas eu me arrependi. Quando a gente terminou, eu nunca mais o procurei. Nunca mais respondi mensagem. Nunca mais o vi. Acabou. Eu voltei porque te amo. Porque amo nossos filhos. Porque a família que a gente construiu é maior do que qualquer tesão que eu senti com ele. Eu errei. Errei feio. Mas eu quero ficar. Se você ainda quiser.
Eu fiquei em silêncio por um tempo longo. Depois me levantei, fui até ela e a puxei pelo cabelo. — Então me conta de novo. Do começo. — E ela contou. E eu a fodi ali mesmo, no sofá, ouvindo cada detalhe.
Nós nos reconciliamos. Voltei pra casa. Voltamos a dormir na mesma cama. Os meninos ficaram felizes. A rotina voltou. Mas alguma coisa tinha mudado em mim. Eu sentia ciúme. Um ciúme constante, surdo, que apertava o peito toda vez que lembrava do pau grosso do Nego Doce abrindo ela, do gemido que ela soltava, da porra na cara dela. Ao mesmo tempo, esse mesmo ciúme me dava um tesão absurdo. Eu pedia pra ela contar. Sempre. À noite, quando os meninos já estavam dormindo, eu a puxava pra cama e falava baixo: — Conta de novo. Do dia do jogo. Do dia da calcinha. Do boquete no carro. Do motel. — Enquanto ela falava, eu a fodia. Devagar no começo, depois forte. Ela ia contando e eu ia metendo mais fundo. Com o tempo ela começou a falar de outros encontros. De um dia em que ele a comeu no banheiro do motel com a porta entreaberta. De outra vez em que ela chupou ele no carro de novo, no estacionamento, e engoliu tudo. Cada detalhe novo me deixava mais duro. Mais ciumento. Mais excitado. O sexo entre a gente nunca tinha sido tão bom. Eu a comia com uma fome diferente. Ela gozava mais fácil, mais forte, como se o ato de contar também a excitasse. Às vezes, no meio da estocada, eu parava fundo dentro dela e perguntava: — E aí? Ele metia mais forte que eu? O pau dele era mais grosso? Você gozava mais com ele? — Ela respondia ofegante, a boca aberta, os olhos vidrados: — Era diferente… Mais grosso… Me enchia mais… Mas eu gozo com você agora… Gozo lembrando… — E eu voltava a foder, mais fundo, mais bruto, até a gente gozar junto. O ciúme nunca passou. O tesão também não. E toda noite, de um jeito ou de outro, eu pedia de novo: — Conta. Conta tudo outra vez. — E ela contava. Enquanto eu a fodia.
Até que um dia, num sábado à noite, depois de mais uma foda em que ela me contava detalhes, eu estava tão cheio de tesão e ciúme misturado que falei sem pensar: — Marca com ele de novo. — Camila parou, ainda ofegante debaixo de mim. — O quê? — Marca. Liga pra ele. Agora. Na minha frente. — Ela ficou olhando pra mim alguns segundos. Depois pegou o celular. Discou o número que ela ainda tinha salvo. Ele atendeu rápido. — Nego estou com saudade de você… — ela falou, a voz um pouco trêmula. — Sou eu. Camila. — Do outro lado o silêncio durou um segundo. — Porra… sumiu, hein. — Eles começaram a conversar. Eu fiquei ao lado dela na cama, o pau ainda mole, mas já voltando a endurecer só de ouvir a voz dele. Em minutos a conversa foi pro WhatsApp. Ela colocou o celular na minha frente, a tela iluminando o quarto escuro. As mensagens subiam rápido. Ele mandou foto primeiro: o pau dele semi-duro, escuro, pesado, descansando na coxa. Depois outra, já completamente ereto, a mão segurando a base, a cabeça brilhando. Camila respondeu com uma foto da própria buceta, os dedos abrindo os lábios, ainda molhada da nossa foda de minutos atrás. Ele mandou um vídeo curto. Na tela dava pra ver claramente: era o quarto do motel. Camila de 4 na cama, a bunda erguida. O pau grosso e preto dele entrando e saindo devagar, a mão segurando a cintura dela. O áudio captava os gemidos dela e o barulho molhado da penetração. Eu senti o pau endurecer de uma vez. Outro vídeo logo em seguida. Dessa vez ela sentada em cima dele, de costas pra câmera. O pau sumindo inteiro dentro dela a cada descida. As bolas batendo. Ela gemendo: “Mais fundo… assim…” Camila ao meu lado respirava ofegante. Uma das mãos dela já tinha descido entre as pernas e ela se tocava devagar enquanto assistia. Ele mandou mais um. Ela de joelhos, chupando. A boca aberta o máximo possível, saliva escorrendo, o pau preto quase inteiro desaparecendo na garganta dela. A câmera balançava um pouco, como se ele estivesse filmando com uma mão só. Eu estava duro pra caralho. Os dois olhando a tela, o quarto cheirando a sexo de novo. Ela digitou, a mão tremendo um pouco: “Domingo?” A resposta veio rápido: “Domingo. 15h. E dessa vez vem quero uma calcinha especial.” Camila olhou pra mim. Eu acenei com a cabeça. Ela respondeu: “Ok. Estarei lá.” Desligamos a tela. O silêncio durou só alguns segundos. Eu a empurrei de costas na cama, abri as pernas dela e enfiei de uma vez. Ela estava encharcada. Enquanto eu a fodia forte, ela ainda gemia baixinho: — Domingo… Ele vai me foder de novo… — Eu meti mais fundo. — E eu quero que você me conte tudo depois, só que desse vez eu quero que vocês transem sem camisinha. Cada detalhe. Enquanto a porra dele ainda estiver escorrendo de você. — Camila gozou apertando em mim, as unhas cravadas nas minhas costas. Eu gozei logo em seguida, fundo, gemendo no ouvido dela. Depois ela me perguntou: ¨Você tem certeza que quer que vá encontrar o Diego, a gente nunca fez sem camisinha, tem certeza disso¨?
No domingo ela saiu de casa usando um vestido curto, justo, de tecido leve e elástico que subia fácil até a cintura. A cor era preta, decote em V profundo, sem sutiã por baixo. A calcinha combinava perfeitamente: preta também, de renda fina e quase transparente, o suficiente para cobrir só o essencial, com laterais finas que se desfaziam com um puxão. O tecido era tão delicado que, quando molhada, ficava colada na pele e marcava tudo. Eles se encontraram e foram direto para a Represa do Riacho Grande. Já era noite. Escuro. Poucos carros na estrada. Ele estacionou numa área afastada, longe das luzes, o barulho da água da represa ao fundo. No começo tentaram conversar. Não deu, o tempo afastados só fez o tesão aumentar. Ele se inclinou e a beijou. A língua dele entrou fundo, a mão subindo pela coxa até encontrar a renda da calcinha. Camila já estava úmida. Em minutos o vestido estava erguido até a cintura. Ela abriu o cinto dele, puxou o zíper e tirou o pau pra fora. Ainda grosso, escuro, já duro. Ela desceu a cabeça no banco da frente e chupou. Língua largando, saliva escorrendo, a boca abrindo o máximo pra engolir a cabeça larga. Ele gemia baixo, a mão no cabelo dela. Depois puxou ela pra cima, beijou de novo e desceu a boca até a buceta. Chupou por cima da calcinha primeiro, depois puxou a renda pro lado e meteu a língua. Chupou o clitóris, os lábios, desceu até o cuzinho e voltou. Camila gemia com a cabeça jogada pra trás, uma mão segurando o apoio de cabeça do banco. Não aguentaram ficar só nisso. Ele a acomodou de frente pra ele no banco do carona, as pernas abertas sobre as dele. O pau esfregava na entrada. Ele pegou a camisinha no porta-luvas. — Espera — ela falou, ofegante. — Quero experimentar sem. Só dessa vez. — Ele olhou pra ela. — Eu gozo fora. Não dentro. Combinado? — Ela concordou com a cabeça. Ele enfiou sem camisinha. A cabeça larga abrindo, o pau grosso entrando devagar, a pele quente contra a pele. Camila soltou um gemido longo. A sensação era diferente: mais quente, mais escorregadia, mais intensa. No banco da frente ele a fodeu naquela posição por um tempo, segurando a cintura dela, empurrando pra cima. Depois abriram a porta de trás e foram pro banco de trás. Lá ele a colocou de quatro, o vestido ainda erguido, a calcinha puxada pro lado. Fodeu forte, as mãos apertando a bunda, ela pediu uns tapas, que prontamente foi atendida. Depois deitou e a fez sentar em cima. Camila começou a subir e descer com força. O pau entrava inteiro a cada descida, as bolas batendo. Ela estava molhada pra caralho, o barulho molhado enchendo o carro fechado. Ele segurou a cintura dela e avisou, a voz rouca: — Eu vou gozar… Sai… sai agora… — Mas ela não saiu. Continuou sentando com força, mais rápido, mais fundo. — Eu quero sentir — ela ofegou. — Quero sentir você gozando dentro… Desde o dia da calcinha… eu quero sentir o leite quente… — Ele tentou segurar. Não conseguiu. Gozou fundo. O pau latejando, jorrando quente lá dentro. Camila sentiu cada jato. O calor se espalhando, o volume enchendo, a porra escorrendo um pouco pelas laterais do pau enquanto ela ainda se mexia devagar, prolongando a sensação. Ela gozou junto, apertando forte nele, o corpo tremendo, gemendo alto no banco de trás do carro. Quando pararam, ela ainda estava sentada em cima, o pau dele amolecendo devagar dentro dela, a porra escorrendo pela coxa. Ela olhou pra ele, ofegante, e falou baixo: — Agora sim… Eu senti. — Lá fora a noite continuava escura. O carro cheirava a sexo. E ela ainda tinha o vestido erguido e a calcinha de lado.
Ele a trouxe de volta no carro. Camila sentou no banco de trás, como se fosse só mais uma passageira de Uber. Quando o carro parou em frente de casa, ela desceu sem olhar pra trás. Quando chegou no nosso apartamento, mal fechou a porta e eu a peguei. Não deu tempo de falar. Carreguei ela até a cozinha, coloquei sentada em cima da mesa e abri as pernas com força. O vestido ainda estava amassado. A calcinha preta de renda estava pesada, encharcada, colada na buceta. Quando puxei o tecido pro lado, vi tudo: a xota inchada, vermelha, aberta, ainda latejando de tanto levar aquela rola grossa. Porra escorrendo devagar, misturada com o mel dela, descendo pela entrada e molhando a renda. O cheiro subiu forte. Cheiro de sexo. Cheiro de outro homem. Eu não resisti. Abaixei a cabeça e chupei. No começo foi só a ponta da língua, passando devagar pelos lábios inchados, sentindo o gosto salgado da porra dele misturado com o gosto dela. Eu lambi lento, recolhendo o que escorria, chupando de leve. O coração batia forte. A mulher que eu amava tinha acabado de ser fodida por outro. O pau grosso dele tinha acabado de sair dali. E eu estava lambendo o resto. O tesão cresceu rápido. Eu abri mais as pernas dela e enfiei a língua fundo. Chupei o clitóris inchado, meti a língua dentro, chupei toda porra que ainda saía. Camila gemia, a mão no meu cabelo, empurrando minha cara contra a buceta dela. — Ele gozou dentro… — ela ofegou. — Eu senti cada jato… — Eu gemi contra a xota dela e chupei com mais vontade. O gosto estava por toda parte. Eu lambia, engolia, voltava a chupar. A língua entrava e saía, os lábios sugavam, o nariz roçava no clitóris. Minha calça já estava apertada demais. Tirei o pau e comecei a bater punheta enquanto comia ela. O prazer era sujo. Saber que minutos antes aquele pau preto e grosso tinha rasgado ela, que as bolas dele tinham batido na bunda dela, que ele tinha gozado fundo e deixado o leite escorrendo… tudo isso me deixava louco. Eu chupava como se quisesse tirar até a última gota. Camila tremia, as coxas apertando minha cabeça. — Mais… chupa tudo… — ela pedia. Eu levantei, puxei ela pra beira da mesa e enfiei de uma vez. A buceta estava folgada, quente, escorregadia de porra. Eu meti fundo, sem piedade, sentindo o que sobrou do outro homem lubrificando a entrada. Fodi forte. A mesa batia na parede. Ela gemia alto, as unhas nas minhas costas. — Ele te fodeu melhor? — perguntei, ofegante. — Foi diferente… mais grosso… me encheu mais… — Eu acelerei. Cada estocada eu imaginava o pau dele saindo e o meu entrando no mesmo lugar. O ciúme e o tesão se misturavam até doer. Camila gozou primeiro, apertando forte, o corpo inteiro tremendo, um gemido longo e quebrado. Eu gozei logo em seguida, fundo, jorrando dentro dela, misturando minha porra com a que ainda restava do outro. Ficamos parados, ofegantes, o pau ainda latejando dentro dela.
Cinco anos se passaram. Continuamos assim. Ela continua a encontrar o Nego. Sempre me conta tudo depois. Às vezes eu assisto o vídeo que ela grava. Às vezes chupo ela ainda molhada da porra dele. O cara nunca soube que eu sei de tudo. Nunca soube que o marido está em casa esperando, duro, ansioso pelo relato. Eu sei que ela me ama. Sei que ama nossos filhos. Sei que escolheu ficar. Mas também sei que ele dá a ela um prazer que eu nunca consegui dar. E esse conhecimento, em vez de me destruir, me come por dentro todas as noites… e me faz foder ela com uma fome que nunca mais passou.
