Meu nome é Larissa, Ruivinha de 22 anos, corpo bem torneado, peitos firmes que chamam atenção e uma bunda redonda que sempre fez os homens virarem a cabeça. Faz cinco meses que terminei aquele relacionamento de merda. No começo eu tava com raiva pra caralho de todos os homens. “Nunca mais vou dar pra nenhum filho da puta”, eu pensava. Mas o corpo não obedece à raiva, né?
Depois de cinco meses sem uma rola de verdade, eu tava enlouquecendo. Me masturbava todo dia, às vezes duas ou três vezes. Usava meu vibrador, plug anal, dildo grosso… gozava pra caralho, mas não era suficiente. Faltava aquela coisa quente, grossa, latejando, enchendo bem fundo. Meu corpo tava suplicando.
Pior era na rua. Qualquer coisa me deixava molhada. Um olhar mais demorado no supermercado, um cara roçando no braço, até o perfume forte de um homem passando perto já fazia minha calcinha ficar encharcada. Eu trocava calcinha duas ou três vezes por dia. Às vezes ia pro banheiro do escritório, passava a mão por baixo do vestido e sentia o mel escorrendo pela coxa.
Foi aí que comecei a pesquisar desesperadamente sobre sexo, fetiches e tudo que pudesse aliviar aquele fogo que não apagava. Entrei em fóruns bem safados na internet, daqueles cheios de relatos reais e sem filtro. Lia histórias de mulheres que, assim como eu, ficaram loucas de tesão depois de um tempo sem rola e resolveram extravasar de formas bem safadas. Quanto mais eu lia, mais molhada ficava. Aqueles relatos me deixavam com a buceta latejando, imaginando eu no lugar delas.
E num desses fóruns que descobri o dogging. Fiquei horas vidrada na tela, lendo tudo: como funcionava, os lugares, os riscos, os relatos de mulheres que iam sozinhas e acabavam sendo usadas por vários homens no escuro. Meu coração acelerava, minha calcinha ficava encharcada só de ler. Depois de tanto tesão acumulado, não resisti: abri o xvideos e busquei “dogging”.
Nossa… que coisa mais deliciosa e pervertida. Vídeos de mulheres sendo fodidas por estranhos em estacionamentos, mirantes e praças escuras, gemendo alto enquanto vários paus esperavam a vez. Fiquei hipnotizada, passando os dedos na minha buceta enquanto assistia. “Pra que eu fui descobrir isso?”, pensei, gemendo baixinho. A partir dali, eu sabia que era questão de tempo até eu mesma virar uma dessas putinhas de dogging.
A gota d’água foi numa sexta-feira. Tentei amenizar o fogo indo pra academia, afinal, fazer exercício ajuda a descarregar, né? Que ilusão… Cheguei lá e o lugar tava cheio de homens malhados, suados, sem camisa, aqueles corpos definidos brilhando. O cheiro forte de suor masculino misturado com perfume invadiu meu nariz e minha buceta respondeu na hora, latejando forte. Fiquei na esteira olhando disfarçadamente pra eles, imaginando aqueles caras me pegando ali mesmo, no meio da sala. Meu short de lycra ficou molhado entre as pernas. O tesão estava acima do normal, quase insuportável.
O pior é que a grande maioria da academia era gay ou casado. Eu olhava pra aqueles paus marcando nas bermudas e quase babava. Num ato de sandice total, cheguei a pensar seriamente em entrar no vestiário masculino, tirar a roupa e deixar que fizessem o que quisessem comigo. Imaginar vários deles me rodeando, me usando, gozando em mim… quase gozei só de fantasiar. Mas recobrei o juízo no último segundo, peguei minhas coisas e saí da academia vermelha de vergonha e tesão.
Cheguei em casa doida, muito pior do que quando saí. Precisava de homem de verdade. Abri o xvideos e busquei dessa vez “dogging Brasil”. Passei mais de uma hora assistindo vídeos: mulheres sendo fodidas por vários caras em estacionamentos, dentro de carros, nas praças e parques… Eu tava encharcada, passando a mão na buceta enquanto via. Foi então que comecei a ver vários comentários e vídeos mencionando o Mirante da Lapa e descobri que era perto de casa. Diziam que na praça ali em cima, depois das 23h, rolava dogging quase toda noite.
Coloquei no GPS… só 5 km da minha casa. Meu coração disparou, cinco minutos de carro. Era perto demais.
Não pensei duas vezes. Tomei um banho rápido, coloquei um vestidinho preto curtíssimo, sem sutiã, bicos dos peitos marcando o tecido, e uma calcinha fio-dental branca que eu já sabia que não ia aguentar. Entrei no carro, coloquei o endereço no GPS e dirigi tremendo de tesão e nervosismo.
Cheguei no mirante pouco depois das 23h. O lugar era escuro com algumas luzes fracas e vários carros estacionados de forma estratégica. Parei num canto, deixei a luz interna acesa e esperei, o coração batendo forte e a buceta latejando.
Não demorou nem cinco minutos. Vi sombras se aproximando. Logo quatro homens cercaram meu carro, todos com os membros já pra fora, duros, se masturbando devagar enquanto me olhavam como predadores. Meu corpo inteiro reagiu: a buceta latejou forte e senti um fio quente escorrendo pela calcinha.
Eu estava nervosa, mas o tesão era maior. Com as mãos trêmulas, puxei o decote do vestido para baixo, expondo meus seios firmes e arrepiados. Depois abri as pernas no banco do motorista e levantei a barra do vestido, mostrando a calcinha fio-dental branca, já completamente transparente de tão molhada.
— Porra… olha essa Ruivinha safada — murmurou um deles.
Eles se aproximaram mais, batendo punheta mais rápido. Um deles, mais ousado, encostou o pau na janela e gozou forte, jatos grossos e quentes melando o vidro bem na altura do meu rosto. Eu gemi baixinho, fascinada.
Mas foi um deles que realmente me chamou atenção. Uns 40 anos, barba bem aparada, corpo forte e um pau grosso, venoso, com a cabeça inchada e brilhando. Os pelos pubianos estavam bem aparados, deixando tudo ainda mais apetitoso. Ele não se masturbava com pressa. Batia devagar, olhando nos meus olhos como se já soubesse que eu seria dele.
Tomei coragem. Baixei o vidro completamente.
Ele sorriu de lado e aproximou-se. Sua mão calejada, grossa e pesada entrou no carro e agarrou meu seio esquerdo com firmeza, apertando o bico entre os dedos. Soltei um gemido alto.
— Olha só esses peitinhos empinados… Tá bem safadinha hoje, né Ruivinha? — a voz dele era grave, rouca, dominadora.
— Tô… — respondi quase gemendo. — Tô com muita fome.
Ele apertou mais forte, torcendo o bico do meu seio, fazendo eu arquear as costas. A outra mão desceu e segurou meu queixo, obrigando-me a olhar pra ele.
— Fome de rola, é? Veio até aqui pra ser usada como uma putinha no escuro?
Eu assenti, mordendo o lábio. Meu rosto estava vermelho de vergonha e tesão.
— Fala. Quero ouvir — ordenou ele, apertando meu mamilo com mais força.
— Vim pra ser usada… quero rola… quero que me fodam.
Ele sorriu satisfeito e apertou meu seio com aquela mão calejada, pesada, quase machucando de tão forte. O contraste da aspereza da pele dele com a maciez do meu peito me deixou ainda mais molhada.
— Boa menina. Levanta esse vestido mais alto. Quero ver direito essa bucetinha que tá pingando.
Obedeci imediatamente, levantando o vestido até a cintura. A calcinha minúscula mal cobria nada. Ele olhou demoradamente, passando o polegar calejado sobre o tecido encharcado, pressionando meu clitóris por cima da calcinha.
— Tá encharcada, caralho… Isso aqui tá pedindo pra ser destruído.
Os outros homens continuavam em volta, batendo punheta, assistindo ele me dominar. A tesão estava insuportável. Meu corpo todo tremia, esperando o próximo passo dele.
Ele aproximou o rosto da janela e falou baixinho, quase rosnando:
— Vai abrir essa janela toda, Ruivinha. Quero ver se você sabe usar essa boca.
Meu corpo inteiro tremia. Sem dizer nada, baixei o vidro completamente. Ele não esperou. Segurou minha nuca com aquela mão grossa e calejada e puxou minha cabeça para fora da janela, direto pro nível da cintura dele.
— Abre a boca.
Eu obedeci, olhando pra cima com os olhos pidões. O pau dele era ainda mais grosso de perto, veias pulsando, a cabeça rosada e brilhante. Ele esfregou a glande nos meus lábios, espalhando o pré-gozo, depois empurrou devagar pra dentro da minha boca.
O gosto me acertou forte: era uma mistura pesada de esperma fresco com látex de camisinha. Ele claramente já tinha comido outra mulher antes de vir até mim. Isso, ao invés de me afastar, me deixou ainda mais safada. Gemi com o pau na boca, chupando com vontade, sentindo o sabor proibido dele.
— Isso… chupa gostoso — ele grunhiu, segurando minha cabeça com as duas mãos. — Tá sentindo o gosto, né? Acabei de foder uma vadia ali atrás. Agora é a sua vez.
Eu gemia, babando no pau dele, tentando engolir o máximo possível. Ele metia devagar, mas fundo, controlando o ritmo. Os outros homens assistiam de perto, batendo punheta, comentando baixinho o quanto eu era safada.
Ele empurrou mais fundo, até meu nariz encostar na barriga dele. Foi quando senti o cheiro forte: um aroma de buceta recente, misturado com suor e porra. O cheiro da xota da outra mulher ainda estava impregnado nos pelos aparados dele. Aquilo me deixou completamente louca. Chupei com mais fome, lambendo as bolas, enfiando o nariz entre os pelos enquanto ele gemia rouco.
— Porra, que boca gulosa… Tá sentindo o cheiro dela, Ruivinha? Tá gostando de chupar uma rola que acabou de sair de outra buceta?
Eu só consegui gemer afirmativamente, com a boca cheia. O tesão estava insuportável. Meu corpo todo tremia, a buceta latejando e escorrendo pelo banco do carro. Ele acelerou o ritmo por alguns segundos, respirando pesado, segurando meu cabelo com força, fodendo minha garganta como se fosse me destruir… mas do nada ele parou.
Puxou o pau para fora da minha boca, brilhando de saliva, e olhou pra mim com um sorriso perigoso, o polegar passando pelos meus lábios inchados e babados, e parecia saber o que eu queria, naquele momento, queria que le enchesse minha boca de sêmen, queria que ele gozasse na minha coa e cara,, m
— Ainda não, Ruivinha… — disse com a voz rouca, quase um rosnado. — Essa boca é boa demais pra eu gozar agora. Você é gostosa pra caralho… quero aproveitar você por inteiro. Quero gozar bem fundo nessa buceta.
Ele deu um passo pra trás e ordenou:
— Abre a porta do carro. Agora.
Minhas mãos tremiam quando puxei a maçaneta. A porta abriu e o ar frio da noite tocou minha pele quente. Ele me olhou de cima a baixo, o pau ainda duro e brilhando de saliva.
— Fica de quatro. No banco.
Eu obedeci imediatamente. Me ajoelhei no banco do motorista, virando o corpo, e me inclinei o máximo que consegui, empurrando a bunda para fora do carro, expondo tudo. O vestido curto subiu sozinho. Ele agarrou a barra com a mão calejada e levantou mais alto, até a cintura.
A calcinha fio-dental branca estava completamente encharcada, o tecido fino colado na minha buceta, quase transparente. O fiozinho sumia entre as nádegas, deixando a maior parte da minha bunda nua, exibindo as preguinhas do meu cuzinho e a entrada da vagina claramente marcada pelo pano molhado.
— Porra… olha isso — ele murmurou. —Pingando igual a umaputinha.
Ouvi o barulho do plástico da camisinha sendo aberto. Ele colocou o preservativo com calma, enrolando até a base do pau grosso. Depois puxou minha calcinha para o lado, expondo a buceta brilhante. A cabeça rosada do pau dele roçou nos meus lábios inferiores. Eu soltei um gemido longo.
Ele empurrou devagar.
A cabeça foi a primeira a entrar. Doeu levemente, um ardor gostoso que me fez arquear as costas. Era exatamente aquela sensação que eu lembrava e sentia falta: o roçar da glande nos lábios, abrindo caminho, forçando a entrada. Depois veio o preenchimento. A vagina “chorou” de uma vez, lubrificando tudo, permitindo que ele fosse entrando mais fundo. A pressão era deliciosa. Eu me sentia completada, preenchida. Como se um espaço vazio dentro de mim finalmente tivesse sido ocupado.
Ele avançou devagar, sem pressa, me fazendo sentir cada centímetro. O atrito era o que mais dava prazer. Eu preferia a sensação de quando ele entrava do que quando saía — especialmente por ele ser grosso. Preenchia mais, esticava melhor. Tive que prestar atenção para sentir tudo, porque lá dentro não temos tantas terminações nervosas… mas quando ele entrava lentamente, dava pra sentir perfeitamente. E era excitante demais saber que ele estava querendo me sentir sem pressa.
Quando chegou fundo, a cabeça bateu perto do útero. Gemi alto. O canal estava alargado, completamente preenchido, forçando o clitóris para frente. O corpo dele se pressionava contra a minha bunda, quente e pesado.
Ele começou a meter, com força, não tão depressa nem devagar, eu sentia as bolas batendo no meu grêlo, do jeito que eu gosto de ser comida.
E que sensação gostosa! Era como se ele sacudisse tudo lá dentro, algo entre cócega e massagem profunda. Arrepios subiam pela minha espinha do nada. Em poucos minutos eu já estava no limite.
O primeiro orgasmo veio forte e rápido. Meu corpo inteiro tremeu, a buceta apertou o pau dele com força, ondas quentes se espalhando pela barriga e pelas coxas. Eu gemia sem vergonha, o rosto colado no banco do carro, enquanto ele continuava metendo firme, sem diminuir o ritmo.
— Isso… goza pra mim, Ruivinha — ele falava baixinho, quase no meu ouvido. — Aperta essa rola.
Outros homens se aproximaram. Vi várias mãos batendo punheta ao redor, paus duros apontados pra mim, alguns se aproximando mais pra ver de perto minha buceta sendo arrombada. O som de pele batendo em pele, meus gemidos e o barulho molhado da foda ecoavam no mirante.
Ele continuou. Meteu mais forte, mais fundo, segurando meus quadris com as mãos calejadas. Eu gozei de novo. E de novo. Cada orgasmo vinha mais fácil que o anterior. Meu corpo estava tão carente depois de cinco meses que qualquer estocada profunda me fazia tremer.
O último orgasmo foi o mais intenso. Ele me segurou com força, quase me levantando do banco, e meteu fundo, batendo no útero com cada pancada. A pressão, o preenchimento total, o atrito, o cheiro de sexo, os homens assistindo… tudo explodiu ao mesmo tempo. Minha buceta contraiu violentamente ao redor do pau dele, jatos de lubrificação escorrendo pelas minhas coxas e pingando no asfalto. Eu gritei, o corpo inteiro se contorcendo, a visão embaçando por alguns segundos.
Ele só riu baixo, ainda duro dentro de mim, e passou a mão calejada pela minha bunda suada e passou o dedo no meu cuzinho e disse:
— Ainda não acabei com você, Ruivinha…
Ele ainda estava duro dentro de mim, respirando pesado, a mão calejada apertando minha bunda. Meu corpo inteiro continuava quente, tremente, a buceta latejando e escorrendo. Os outros homens ao redor continuavam se masturbando, olhando pra mim como se eu fosse um banquete.
Ele tirou o pau devagar. Ouvi o barulho da camisinha sendo retirada e outra sendo aberta.
— Agora eu quero esse cuzinho, Ruivinha — ele disse com a voz grave, quase um comando. — Tá quente demais pra eu não aproveitar tudo. Meu coração acelerou.
Eu nem hesitei. Estava com tesão demais. Depois de cinco meses sem ser comida de verdade e depois de vários orgasmos seguidos, meu corpo estava completamente entregue.
Ele me puxou para fora do carro pela cintura. Me virou e me levou até a frente do veículo. Empurrou meu tronco para baixo, fazendo eu me apoiar com as mãos e os antebraços no capô frio do carro. O metal gelado contrastava com a minha pele quente. Ele levantou meu vestido até a cintura, deixando minha bunda completamente exposta sob a luz fraca do mirante. A calcinha fio-dental branca ainda estava puxada para o lado.
— Costas retas — ordenou. — Empina bem.
Eu obedeci, arqueando a lombar e empurrando a bunda para trás, mantendo as costas o mais retas possível. Essa posição deixava meu cu totalmente acessível e vulnerável.
Ele esfregou a cabeça do pau no meu ânus, espalhando a lubrificação que ainda escorria da minha buceta, e empurrou devagar.
Foi o maior prazer anal da minha vida aconteceu ali, apoiada no capô do carro, no meio do mirante. O corpo ainda quente do sexo, eu excitadíssima. A excitação fez toda a diferença. Em outras situações, quando eu não estava com tanto tesão, anal nunca tinha sido tão legal… às vezes doía, era desconfortável. Mas naquele momento foi completamente diferente.
A cabeça entrou primeiro, abrindo caminho. Houve uma pressão intensa, uma queimação gostosa que me fez morder o lábio e gemer alto contra o metal do capô. Ele avançou centímetro por centímetro, sem pressa. O atrito era diferente do vaginal — mais apertado, mais quente, mais proibido. Eu sentia o pau dele esticando o canal, preenchendo um lugar que quase nunca era usado.
Quando ele chegou fundo, eu soltei um gemido longo e rouco. A sensação de estar completamente preenchida ali atrás era intensa. Meu corpo tremeu. Ele ficou parado por alguns segundos e depois começou a meter.
Cada estocada era uma mistura de pressão e prazer profundo. O pau grosso abria caminho, esfregava nas paredes internas e, quando entrava até o fundo, eu sentia uma pressão gostosa que me fazia tremer as pernas. A excitação alta fazia meu corpo aceitar tudo. Eu gemia sem controle, empurrando a bunda contra ele, pedindo mais.
Os homens ao redor se aproximaram ainda mais. Vi várias mãos batendo punheta bem perto. Eles se aproximaram em círculo, formando uma espécie de arena ao redor de nós. O ar ficou carregado de respiração pesada, de mãos batendo em paus, de comentários baixos e sujos. Eu sentia os olhares em todas as partes do meu corpo: na bunda sendo arrombada, no rosto colado no metal frio do capô, na saliva escorrendo pelo queixo.
Um deles, mais ousado, se aproximou pela frente do carro e segurou meu queixo, obrigando-me a levantar o rosto. Seu pau estava duro e veioso, a cabeça brilhando. Ele esfregou a glande nos meus lábios sem pedir permissão.
— Abre — ordenou, a voz grossa.
Eu abri. Ele enfiou o pau na minha boca enquanto eu continuava a ser fodida por trás. A sensação de ser usada pelos dois lados ao mesmo tempo me deixou ainda mais molhada. Eu gemia com a boca cheia, o som abafado, enquanto o homem do cu apertava meus quadris com força e o da frente segurava meu cabelo.
Os outros não ficaram parados. Dois se posicionaram nas laterais do carro, batendo punheta bem perto do meu rosto, quase competindo para ver quem gozava primeiro em mim. Um deles passou a mão pela minha costa nua, descendo até apertar minha bunda enquanto ela era penetrada. Outro segurou um dos meus seios e apertou o mamilo com força, torcendo.
A dinâmica era clara: o homem que estava me comendo no cu tinha uma espécie de prioridade. Ele era o que tinha me “escolhido” primeiro, o que tinha dominado desde o começo. Os outros respeitavam isso… até certo ponto. Eles tocavam, me usavam a boca, esfregavam os paus no meu rosto e no meu corpo, mas ninguém tentava tirar o lugar dele atrás de mim. Havia uma hierarquia silenciosa, quase animal.
— Olha essa putinha… — murmurou um deles, batendo punheta mais rápido. — Tá aqui, no capô, levando no cu e na boca ao mesmo tempo.
Outro riu baixo:
— E ainda tá pedindo mais. Olha como ela empurra a bunda pra trás.
Eu realmente empurrava. O tesão era tão grande que meu corpo reagia sozinho. Cada comentário sujo, cada mão tocando, cada pau sendo esfregado em mim aumentava a sensação de ser completamente usada. Eu não era mais “Larissa”. Naquele momento eu era só a Ruivinha do mirante, a putinha que tinha aparecido sozinha e agora pertencia a todos eles.
O homem que estava na minha boca gozou primeiro. Segurou minha cabeça e jorrou fundo, obrigando-me a engolir. O gosto forte encheu minha boca. Assim que ele saiu, outro já tomou o lugar, enfiando o pau entre meus lábios sem nem esperar eu engolir tudo.
Enquanto isso, o homem do meu cu acelerou. As estocadas ficaram mais violentas, o som de pele batendo em pele mais alto. Eu sentia os olhos de todos em mim, a excitação coletiva alimentando a dele e a minha. Era como se o grupo inteiro estivesse fodendo junto, mesmo que só dois estivessem dentro de mim.
Ele se curvou sobre minhas costas e falou perto do meu ouvido, a voz rouca e ofegante:
— Tá vendo, Ruivinha? Agora você é a putinha do mirante. Todo mundo aqui quer te usar… e eu vou deixar.
Ao ouvir isso, o orgasmo anal veio forte e profundo.
Primeiro foi uma pressão quente e crescente, como se algo estivesse se acumulando lá dentro. Meu cu começou a pulsar sozinho, apertando e relaxando ao redor do pau dele em espasmos involuntários. A sensação se espalhou: subiu pela coluna como uma onda elétrica quente e desceu pelas coxas, fazendo os músculos tremerem de forma descontrolada. Minha buceta, mesmo vazia, contraiu com força, escorrendo ainda mais.
Quando o orgasmo explodiu, meu ânus apertou o pau dele com uma força brutal, contrações ritmadas e intensas. Cada uma puxava ele mais para dentro. Ondas de prazer quente se espalhavam pela pélvis, subindo pela barriga, fazendo meu estômago contrair. Eu gritei contra o capô, o corpo inteiro se contorcendo, as pernas tremendo tanto que quase escorreguei. A visão embaçou. O prazer foi mais longo e visceral que qualquer orgasmo vaginal que eu tinha tido naquela noite.
Ele continuou metendo firme enquanto eu ainda tremia, as contrações diminuindo aos poucos, o cu latejando ao redor do pau dele.
— Olha só… gozou no cu igual uma putinha, no capô do carro, com todo mundo olhando — ele falou, a voz rouca de prazer.
Ele meteu fundo no meu cu mais algumas vezes, o ritmo ficando irregular, a respiração dele cada vez mais pesada e rápida. Eu sentia o pau latejando lá dentro, as veias batendo contra as paredes apertadas. De repente ele puxou para fora de uma vez.
O vazio me fez gemer alto. Ouvi o barulho rápido da camisinha sendo arrancada. Ele me virou pelo cabelo, me puxando para fora do capô, e me ajoelhou na frente dele, no asfalto frio. O pau estava vermelho, brilhando de lubrificação e saliva, a cabeça inchada e latejando.
— Abre a boca, princesinha — ordenou, a voz rouca de prazer.
Eu abri imediatamente, olhando para cima. Ele empurrou o pau fundo na minha garganta e começou a gozar.
Foi um gozo intenso, longo e pesado. O primeiro jato veio forte, quente, batendo no fundo da minha garganta. Eu engoli por reflexo, mas ele continuou jorrando, onda após onda. O gosto era forte, salgado, quase amargo, misturado com o cheiro forte de sexo que vinha do próprio corpo dele. Eu chupava com vontade, a língua trabalhando embaixo da glande, a mão na base do pau, massageando enquanto ele esvaziava tudo dentro da minha boca.
Ele gemia baixo, a mão firme no meu cabelo, o corpo tremente. Eu sentia o muito orgulho de mim. Eram cinco meses sem ser comida, depois de ter sido usada, arrombada e gozada várias vezes, eu estava ali de joelhos dando o melhor oral da minha vida para o homem que me dominava. Cada gemido dele, cada contração do pau na minha boca, cada jato que eu engolia me dava uma sensação profunda de poder e entrega ao mesmo tempo. Eu estava sendo a putinha perfeita… e gostava disso.
Quando o último fio de porra escorreu pela minha língua, ele tirou o pau devagar. Eu limpei a cabeça com a língua, sugando até a última gota, e engoli tudo o que ainda tinha na boca. Meus lábios estavam inchados e brilhantes.
Ele segurou meu queixo, me fazendo olhar para os outros homens que cercavam a gente, todos ainda duros, alguns batendo punheta mais rápido depois de terem visto o gozo dele.
Então ele falou alto, a voz clara e autoritária, para que todos ouvissem:
— Escutem bem. Essa Ruivinha aqui é a nossa princesinha. Vocês são os súditos. Eu sou quem a protege.
O silêncio ficou carregado. Ninguém contestou.
— Então prestem atenção nas regras se quiserem comer ela — continuou, ainda segurando meu queixo. — Não pode segurar a boca dela na hora de gozar. Se ela quiser, ela mesma escolhe quem vai encher a boca de porra. Se for comer a buceta ou o cu, só de camisinha. Sem discussão.
Ele passou o polegar pelos meus lábios ainda sujos de porra e sorriu de lado.
— Agora… esporrar no corpo dela é livre. Cara, peito, bunda, barriga, cabelo… onde quiserem. Ela é a princesinha, mas o corpo dela está à disposição de vocês.
Os homens ao redor se entreolharam. Alguns sorriram. Outros já se aproximavam, paus duros na mão, prontos para seguir as regras… ou pelo menos as que lhes interessavam.
Ele me olhou de novo, a voz mais baixa, só para mim:
— Levanta, princesinha. A noite ainda está só começando.
Ele me puxou pelo cabelo e me levantou do chão. Ainda ofegante, o gosto da porra dele na boca, eu fiquei de pé na frente de todos. O círculo de homens se fechou ainda mais. O ar estava carregado de tesão, suor e o cheiro forte de sexo.
— A princesinha está liberada — ele anunciou alto. — Mas lembrem das regras.
Meu coração batia forte, tirei meu vestido e calcinha, expondo meu corpo nu para todos. Eu olhei ao redor, avaliando os rostos e os corpos. Depois de tudo que já tinha acontecido, eu queria escolher. Queria sentir homens específicos dentro de mim.
Apontei primeiro para dois deles.
O primeiro era alto, por volta dos 35 anos, pele morena, peito largo e um pau grosso e ligeiramente curvado para cima. Tinha olhar calmo, quase sério, e mãos grandes. Escolhi ele porque, desde o começo, ele tinha me observado com uma intensidade silenciosa, sem se masturbar de forma desesperada como os outros. Parecia o tipo que fodia com controle.
O segundo era mais novo, uns 28 anos, corpo definido de academia, barba por fazer e um pau longo e veioso. Escolhi ele porque tinha um sorriso safado e porque, enquanto eu era fodida no capô, ele tinha se aproximado e passado a mão na minha coxa com uma possessividade que me deu arrepios.
— Vocês dois — falei, a voz ainda rouca. — Quero os dois ao mesmo tempo. Um na buceta, outro no cu. E quero chupar enquanto isso.
Os dois se entreolharam e sorriram. O mais velho colocou camisinha primeiro. Deitou no banco traseiro do carro com as pernas para fora e me puxou para cima dele. Eu sentei de costas, sentindo a cabeça do pau dele pressionar minha entrada. Desci devagar. Depois de tantas estocadas, minha buceta ainda estava sensível e inchada, mas a pressão de ser preenchida de novo me fez gemer alto.
Enquanto isso, o mais novo se posicionou atrás de mim. Ouvi o plástico da camisinha e depois senti a cabeça do pau dele no meu cu, ainda aberto e latejando do homem anterior. Ele empurrou com força controlada. A dupla penetração me arrancou um grito.
A sensação foi brutal e deliciosa. Eu estava completamente preenchida. O pau de baixo subia e descia na buceta, o de trás abria meu cu com estocadas firmes. Os dois ritmos diferentes me faziam tremer. Eu mal conseguia pensar. Minha cabeça caiu para frente e o terceiro homem — um de uns 42 anos, calvo, corpo forte e pau médio mas muito grosso — se aproximou e enfiou o membro na minha boca.
Agora eu estava sendo usada pelos três lados. Buceta, cu e boca. O prazer era tão intenso que meus olhos lacrimejavam. Cada estocada dos dois homens atrás e embaixo me empurrava contra o pau da minha boca. Eu gemia, babava, engolia saliva e pré-gozo. A tensão sexual no ar era quase palpável. Os outros homens cercavam o carro, batendo punheta, comentando, alguns tocando meus seios e minhas coxas.
Gozei de novo. O orgasmo veio em ondas fortes, a buceta e o cu apertando os dois paus ao mesmo tempo. Meu corpo inteiro se contorceu.
Quando os dois homens da penetração se afastaram, eu ainda estava tremendo. Então escolhi outros dois para a próxima rodada.
Dessa vez foram dois caras diferentes. Um loiro de uns 30 anos, alto, magro e com um pau longo e fino, e um moreno forte de uns 38, peito peludo e pau grosso e curto. Escolhi o loiro porque ele tinha ficado o tempo todo olhando nos meus olhos, quase reverente. Escolhi o moreno porque, enquanto eu era fodida, ele tinha se aproximado e sussurrado no meu ouvido: “Quero te destruir”.
Eles me colocaram de quatro no capô de novo. O loiro deitou embaixo de mim e eu desci na buceta dele. O moreno se posicionou atrás e, com outra camisinha, forçou a entrada na mesma buceta, ao lado do pau do loiro.
A dupla penetração vaginal foi ainda mais intensa. Eu sentia os dois paus se esfregando um no outro dentro de mim, esticando as paredes, batendo fundo. A pressão era quase dolorosa, mas o prazer dominava. Eu gritei, as unhas arranhando o metal do capô. Um terceiro homem — um de uns 45 anos, barba grisalha, olhar severo e pau bem grosso — se aproximou pela frente e enfiou o membro na minha boca.
Agora era dupla na buceta + oral. Eu estava completamente tomada. Os dois paus dentro de mim se moviam em ritmos diferentes, um mais rápido, outro mais fundo. O da minha boca fodendo minha garganta. O prazer era tão excessivo que eu mal conseguia respirar.
Depois que essa rodada terminou, a sequência de gozos começou.
O primeiro a gozar no meu corpo foi o loiro. Ele tirou a camisinha e jorrou quente nas minhas costas, os jatos escorrendo pela coluna até a fenda da minha bunda.
O segundo foi o moreno forte. Ele me virou e gozou nos meus seios, espalhando a porra com a mão, esfregando nos mamilos.
Depois veio um homem mais velho, de uns 50 anos, barriga proeminente e pau grosso. Ele gozou na minha barriga e nas coxas, os jatos quentes escorrendo pela pele suada.
Em seguida, um jovem de uns 25 anos, magro e ansioso, gozou no meu cabelo e no meu rosto, alguns fios escorrendo pela testa.
Mas os especiais, os que eu escolhi para gozar na boca, foram três.
O primeiro foi o homem de 42 anos, calvo e forte, que eu já tinha chupado antes. Ele tinha um olhar dominante e um pau grosso que me enchia a boca de um jeito delicioso. Eu me ajoelhei, abri a boca e ele gozou fundo, segurando meu queixo sem forçar, respeitando a regra. Eu engoli tudo, olhando nos olhos dele.
O segundo especial foi o de 45 anos, barba grisalha. Escolhi ele porque, durante toda a noite, ele tinha me observado com uma intensidade quieta, quase protetora. O pau dele era grosso e a porra veio em jatos densos e quentes. Eu chupei até a última gota, sentindo o orgulho de dar prazer a um homem que claramente gostava de me ver submissa.
O terceiro e último especial foi um homem de uns 33 anos, alto, cabelo curto, corpo atlético e um pau longo e elegante. Escolhi ele por último porque ele tinha sido o mais paciente, esperando sua vez sem se intrometer. Quando gozou na minha boca, foi com um gemido baixo e longo. Eu engoli devagar, limpei a cabeça com a língua e ainda chupei um pouco depois, só para sentir ele tremer.
Depois que os especiais gozaram na minha boca e os outros espalharam porra pelo meu corpo, ainda restavam alguns homens que não tinham me penetrado. Eles se aproximaram em silêncio, formando um círculo apertado ao meu redor. Eu ainda estava de joelhos no asfalto, o corpo coberto de esperma, completamente destruída e encharcada.
Eles não pediram para me foder. Respeitaram as regras. Mas queriam se aliviar.
Fiquei cercada de rolas. Algumas grossas, outras longas, todas duras e latejando. Um homem de uns 40 anos, careca e barrigudo, se posicionou na minha frente e começou a bater punheta bem perto do meu rosto. Outro, mais jovem, se ajoelhou ao meu lado e esfregou o pau na minha bochecha suja de porra. Um terceiro passou o membro pelos meus seios, usando a lubrificação que já estava lá para deslizar melhor.
Eu olhava para cima, de boca entreaberta, enquanto eles se masturbavam em ritmo acelerado. O cheiro de sexo estava tão forte que quase me enjoava… e ao mesmo tempo me excitava de novo. Minha buceta ainda latejava, o cu latejava, e mesmo exausta eu sentia o tesão subindo outra vez só de estar ali, no meio daquilo.
O primeiro a gozar dessa rodada final foi o careca. Ele gemeu baixo e jorrou quente no meu peito, os fios espessos escorrendo entre os seios e descendo pela barriga. Logo em seguida veio o jovem: ele segurou meu cabelo e gozou na minha testa e no cabelo, alguns jatos caindo nos meus cílios. Eu pisquei, sentindo a porra quente escorrer pelo rosto.
Outro homem, mais velho e calado, se aproximou pela lateral e gozou nas minhas costas, bem na altura da coluna. O líquido quente desceu devagar até a fenda da minha bunda. Mais um veio pela frente e esporrou nas minhas coxas abertas, os jatos batendo perto da buceta inchada.
Eu permaneci ajoelhada, recebendo tudo. Não precisava fazer quase nada. Só existir ali, de boca aberta, corpo disponível, enquanto eles se aliviavam em mim. A sensação de ser o centro de tanto desejo masculino me dava um orgulho estranho e profundo. Eu era a princesinha do mirante… e naquela noite eu tinha sido usada até o limite.
Quando o último deles gozou — um homem quieto de uns 45 anos que jorrou em silêncio na minha mão aberta — o círculo começou a se desfazer. Alguns acenderam cigarros. Outros já se afastavam em direção aos outros carros. O homem que me protegia se aproximou, ajudou-me a levantar e ajeitou meu vestido o máximo que deu.
— Vai embora agora, princesinha — ele disse, a voz mais baixa. — Antes que apareça mais gente.
Eu balancei a cabeça, ainda tonta. Ele me acompanhou até o carro, abriu a porta e me ajudou a entrar. O banco estava frio e sujo. Eu sentei com as pernas tremendo, o corpo inteiro latejando, a porra escorrendo pela pele, coloquei meu vestido.
Liguei o motor com as mãos trêmulas. Olhei pelo retrovisor e vi alguns deles ainda parados, observando o carro sair. O mirante foi ficando para trás.
No caminho de casa — só cinco quilômetros — eu dirigia em silêncio. O cheiro de sexo dentro do carro era forte. Minha calcinha nem sei aonde ficou, a buceta e o cu latejavam, e a cada movimento do carro eu sentia a porra escorrer pelas coxas. Meu corpo estava marcado, usado, completamente saciado… e ao mesmo tempo eu já sabia que ia voltar.
Cheguei em casa quase duas da manhã. Entrei direto no banheiro, tirei o vestido e me olhei no espelho. O cabelo estava bagunçado e sujo de porra. Os seios, a barriga, as coxas… tudo manchado. A buceta inchada, o cu vermelho e sensível. Eu estava irreconhecível.
E, no fundo, eu gostei do que vi.
Entrei no quarto sem nem acender a luz direito. Tirei o vestido e me joguei na cama nua. O cheiro de sexo estava impregnado em mim — porra, suor, lubrificação, o aroma dos homens. Eu podia sentir tudo na pele, no cabelo, entre as pernas.
Não quis tomar banho. Preferi dormir fedendo a sexo.
Deitei de lado, as coxas grudadas pelo líquido que ainda escorria, o corpo latejando, e fechei os olhos. Em poucos minutos o sono veio pesado. Sonhei com o mirante. Com o capô frio do carro, com as mãos calejadas, com as rolas ao meu redor, com a voz dele me chamando de princesinha. Sonhei com o cheiro, com o gosto, com a sensação de ser usada sem pressa e sem piedade.
E, mesmo dormindo, eu já sabia: em breve eu voltaria. Com certeza.
Amei, delicia de conto.