Marido de Aluguel, Puta de Aluguel


Vou contar o que me aconteceu com uma vizinha
Meu nome é Lucas. Moro na casa mais simples de um bairro cheio de sobrados de gente rica. A casa era dos meus pais, herdei quando eles faleceram. Nunca gostei de estudar, mas sempre fui bom com as mãos: conserto vazamento, instalo ar-condicionado, troco fiação, monto móveis. Por causa disso virei o “marido de aluguel” da rua. Meu número de celular fica pintado com tinta branca no muro da frente — todo mundo tem. Os maridos daqui são advogados, médicos, gerentes de empresa… vivem viajando ou trabalhando até tarde. Quando precisam alguma coisa de alguma manutenção sempre me chamam, é assim eu tiro minha grana para as contas e para minha cervejinha
De manhã eu acordei com a bexiga prestes a explodir e o pau duro como pedra, daqueles tesões matinais que deixam a gente quase tonto. O chuveiro estava ligado. Juliana, minha esposa, estava lá dentro. Bati na porta uma vez, duas… nada. Não aguentava mais.
— Amor, tô apertado pra burro…
— Daqui a pouco, Lucas! Tô super atrasada hoje! — ela gritou de dentro.
Não dava pra esperar. Saí pelos fundos só de cueca, abri a porta de serviço e fui pro canto do quintal, onde fica o ralo. Baixei a cueca até os joelhos, segurei meu pau grosso e comecei a mijar com força.
Foi quando senti um olhar me queimando. Do alto da lavanderia da casa ao lado — que era bem mais elevada que a minha — Camila — a vizinha casada, corpo bem feito, uns 32 anos me observava. Ela estava de robe, café na mão, olhando diretamente pra mim Seus olhos estavam cravados no meu pau. Para o jato forte saindo dele. Eu não consegui parar.
Ela ficou vermelha, virou o rosto rápido e desapareceu pra dentro de casa, terminei devagar, dei aquela sacudida para a última gota sair e coloquei a cueca de volta e entrei em casa, sentindo
Dois minutos depois meu celular vibrou.
Era a Camila dizendo:
- Seu animal! Tá mijando no quintal onde todo mundo pode ver? Vou contar pro meu marido agora mesmo.
Respondi sem pensar:
- Pode contar. E digo mais, amanhã eu vou estar aqui no mesmo horário. Se não quiser ver, não olha e que ele venha ver meu pau, pois não sou homem de arregar pra ninguém
No dia seguinte, 6:47 da manhã, eu estava lá de novo. Pau duro, cueca abaixada, mijando devagar e simulando me masturbar. Ela apareceu. Não se escondeu, mordendo o lábio, os olhos fixos no meu pau. Quando sacudi as últimas gotas, ela ainda estava olhando.
Ela me mandou outra mensagem: Você é um sem-vergonha mesmo, Você é impossível., Você é muito safado… Mas… não mija tão rápido amanhã.
Meu coração acelerou.
A partir daí virou um jogo perigoso e delicioso.
No terceiro dia, Camila apareceu de robe curto, sem sutiã, os bicos duros marcando o tecido fino. A gente se olhou sem falar nada. O ar parecia elétrico, eu demorei de propósito. Fiquei de lado, deixando ela ver bem o comprimento e a grossura. Meu pau estava latejando, quase babando.
Ela me escreve a mensagem: Você é muito safado… Meu marido tá dormindo. Se ele acordar e te vir…
Eu respondi: Ele não vai acordar. E você não tá saindo da janela.
E mandei esse aviso: Amanhã eu tenho uma surpresa pra você. Prepara o coração.
- Que surpresa, Lucas?
- Você vai ver. Só não vai embora antes de eu terminar.
No outro dia eu preparei tudo. Levei espuma de barbear, pincel e gilete nova. Cheguei no quintal, baixei a cueca e comecei a mijar primeiro, bem devagar. Camila já estava na janela, olhando de cima.
Quando terminei de mijar, molhei o pincel na água do balde, passei espuma generosa na virilha e comecei a raspar devagar os pelos pubianos. O pau estava completamente duro, latejando enquanto eu esticava a pele com uma mão e passava a gilete com a outra. Cada movimento era lento, exibido.
Olhei pra cima. Camila tinha uma mão dentro do robe, entre as pernas. Ela estava se tocando. Os dedos deslizavam devagar por cima da calcinha no começo, depois ela puxou o tecido pro lado e enfiou dois dedos na buceta molhada. O robe aberto revelava os seios com os, bicos duros. Ela mordia o lábio inferior com força, os olhos vidrados no meu pau e na gilete raspando minha pele.
Eu passei mais espuma, estiquei o saco e raspei com cuidado, mostrando cada detalhe. Meu pau balançava pesado, brilhando de excitação. Camila acelerou os movimentos, os dedos entrando e saindo, o polegar circulando o clitóris inchado. A respiração dela estava rápida que eu conseguia ouvir mesmo de baixo. Os seios balançavam enquanto ela se tocava sem vergonha, olhando fixamente pra mim.
- Porra, Camila… você tá se tocando pra mim?
Ela não respondeu com palavras. Só gemeu baixinho, enfiando os dedos mais fundo, o corpo tremendo. Eu continuei me depilando, bem devagar, puxando o prepúcio pra trás e limpando tudo até ficar lisinho, o meu pau estava inchado e vermelho de tesão.
Quando terminei, segurei o pau com a mão e dei umas punhetadas lentas, mostrando como estava lisinho agora.
No quinto dia eu decidi não aparecer de propósito. Fiquei dentro de casa, tomando café, esperando. O celular vibrou logo depois das sete.
- Por que você não foi hoje? Aconteceu alguma coisa?
- Eu já mostrei bastante pra você. Agora quero ver você inteira. É justo.
- Safado filho da puta… Você tá me provocando de propósito.
- Exatamente. Quero ver tudo. Sem robe, sem esconder nada.
Ela ficou uns vinte segundos sem responder. Depois veio a mensagem:
- Espera só um minuto e sumiu.
O celular começou a tocar. Era chamada de vídeo. Atendi.
Camila apareceu na tela, dentro do banheiro da suíte dela. Cabelos negros lisos e brilhantes caindo até o meio das costas, pele morena dourada, corpo de brasileira bem feita, rosto bonito com lábios carnudos pintados de um tom forte, olhos escuros cheios de desejo. Os seios eram médios-grandes, firmes, com auréolas marrons claras. A cintura era marcada, a barriga lisinha, os quadris largos e a bunda empinada, redonda, daquelas que balançam gostoso quando anda. As pernas eram grossas e bem torneadas.
- Você quer ver? Então olha direito.
Ela posicionou o celular num lugar alto e tirou o robe devagar. Ficou completamente nua. Pegou a espuma de barbear, o pincel e a gilete e começou a se depilar na minha frente. Primeiro molhou a virilha, passou espuma generosa e começou a raspar com movimentos lentos e cuidadosos. Abria bem as pernas, esticava a pele com os dedos e passava a lâmina, deixando a buceta lisinha aos poucos. Os lábios inchados apareciam molhados, brilhando. Ela raspou tudo: a virilha, ao redor do clitóris, até o períneo e o anelzinho de trás. De vez em quando olhava pra câmera com cara de safada.
Quando terminou, limpou tudo com uma toalha úmida e foi para a cama do quarto. Deitou de costas, abriu bem as pernas na direção da câmera e começou a se masturbar.
Os dedos deslizavam devagar pela buceta lisinha, abrindo os lábios grossos. O clitóris estava inchado, brilhando de tesão. Ela enfiou dois dedos fundo, gemendo baixinho, enquanto a outra mão apertava um seio, beliscando o bico duro. O corpo dela era perfeito: pele morena brilhando, cabelos negros espalhados no travesseiro, quadris mexendo devagar contra a própria mão.
Eu não aguentei. Baixei a cueca, segurei meu pau grosso e comecei a me masturbar gostoso na frente da câmera. Punhetava devagar, mostrando o pau lisinho da depilação do dia anterior, a cabeça inchada brilhando.
- Olha o que você faz comigo… — eu disse rouco.
Camila acelerou os movimentos, enfiando os dedos mais fundo, o polegar girando no clitóris. Os seios balançavam a cada estocada dos dedos, a bunda empinada pressionando o colchão. Ela gemia mais alto, olhos grudados no meu pau.
- Goza pra mim, Lucas… quero ver você gozando.
Eu aumentei o ritmo, punhetando forte, sentindo as bolas pesadas subindo. Gozei forte, jatos grossos subindo e caindo na minha barriga enquanto gemia o nome dela. Camila gozou logo depois, o corpo arqueando na cama, pernas tremendo, buceta apertando os próprios dedos enquanto soltava um gemido longo e abafado.
Depois de recuperar o fôlego, ela olhou pra câmera com um sorriso safado.
Naquela mesma noite, por volta das nove horas, meu celular tocou. Era o Roberto, marido da Camila.
— Lucas, boa noite, sou o Roberto seu vizinho do lado! Olha, a Camila, minha esposa, tá me enchendo o saco pra consertar umas coisas aqui em casa. Você pode dar uma passada amanhã cedo?
— Claro, Roberto. Posso ir umas sete e meia.
Fui dormir com o pau ainda meio duro só de imaginar o que poderia acontecer.
No dia seguinte, às sete e meia em ponto, cheguei com minha caixa de ferramentas: Roberto me recebeu na porta, já de camisa social.
— Entra, Lucas! A gente tá tomando café. Senta com a gente.
Camila estava na cozinha, linda pra caralho. Cabelos negros lisos soltos, saia bem comportada e uma blusinha fina. Ela me cumprimentou normalmente, como se nada tivesse acontecido.
— Bom dia, Seu Lucas.
— Bom dia.
Sentamos os três à mesa e com a filhinha deles. Roberto falava sem parar:
— Preciso que você instale um chuveiro novo no banheiro da suíte, dê uma olhada no ar-condicionado que tá fazendo barulho, veja aquele vazamento na parede e tem mais uns reparinhos pequenos que eu venho adiando. A esposa exigiu que resolvesse tudo isso logo.
— Entendi. Amanhã eu faço um orçamento direitinho do que precisa.
— Não, começa hoje mesmo. Eu confio em você.
Terminamos o café. Roberto pegou a mochila da filhinha e se levantou.
— Vamos, filha. Papai vai te levar na escola.
Camila foi até a porta com eles. Deu um beijinho na bochecha da menina e outro na boca do marido.
— Boa aula, meu amor. Bom trabalho, Roberto. Te amo.
Assim que o carro saiu da garagem e o portão automático fechou com um barulho seco, tudo mudou.
Camila se virou, veio andando rápido na minha direção e se atirou em mim. O beijo foi longo, quente, guloso. Senti o gosto de café fresco na língua dela misturado com o desejo acumulado. As mãos dela agarraram minha nuca enquanto minha mão descia direto pra bunda empinada, apertando forte por cima da saia.
— Porra, Lucas… eu quase gozei de novo ontem à noite só de lembrar do seu pau — ela gemeu contra minha boca.
— Então para de falar e me mostra essa buceta que eu vi na câmera.
Ela veio correndo, se jogou nos meus braços e me deu um beijo longo, molhado, desesperado. Senti o gosto de café na língua dela. Nossas mãos voavam. Tirei a blusinha dela, abri o sutiã e liberei aqueles seios perfeitos, firmes, bicos durinhos. Beijei, chupei e mordi os mamilos com vontade, fazendo ela arquear as costas e gemer alto.
Camila tirou minha camisa, mordeu meu ombro com força e abriu minha calça. Passou a mão por cima da cueca, apertando o pau duro, depois enfiou por dentro e começou a me masturbar devagar. Eu desci a saia dela até o chão. A calcinha fio dental transparente na frente na cor verde-água apareceu, marcando a buceta lisinha. Passei a mão por cima do tecido molhado, depois por baixo, sentindo os lábios inchados e escorregadios.
Virei ela de costas. A calcinha estava toda socada na bunda empinada, o desenho da borboleta na cintura me deixando louco. Segurei os cabelos lisos, dei um tapa leve no rosto. Ela sorriu safada e mordeu o lábio — adorou.
— De joelhos.
Camila, sem dizer nada, desceu devagar, ficou joelhos no tapete da sala, abaixou minha cueca e tudo, meu pau duro deu um salto para dela.
Ela sorriu e disse: É lindo seu caralho. Meu pau latejava bem na frente do rosto dela, grosso, pesado e brilhando de excitação.
Segurei os cabelos negros e lisos dela com firmeza, puxando de leve para trás. Com a outra mão, dei uma tapa leve no rosto dela — só o suficiente para testar se ela gostava de apanhar. Camila ergueu o olhar, um sorriso safado se abrindo nos lábios carnudos, como que pedindo para eu enfiar meu pau na boca dela, aquele olhar confirmou tudo: ela adorava.
— Safada… — rosnei.
Peguei meu pau pela base e comecei a dar caralhadas no rosto dela. A cabeça grossa batia contra a bochecha, o queixo e os lábios, deixando rastros brilhantes de pré-gozo na pele morena. Camila gemia baixinho a cada caralhada, abrindo a boca pedindo mais.
Finalmente, ela abriu os lábios e engoliu meu pau. A sensação foi avassaladora. A boca quente e molhada envolveu a cabeça, a língua macia girando por baixo enquanto ela descia devagar, tentando engolir o máximo possível. O calor úmido, a sucção perfeita e a visão daqueles lábios carnudos esticados ao redor da minha rola me fizeram soltar um gemido gutural.
— Porra, Camila… que boca gostosa…
Ela chupava com fome, subindo e descendo a cabeça, as bochechas afundando. A saliva escorria pelo canto da boca, pingando nos seios. Eu segurava os cabelos dela com mais força, guiando o ritmo, fodendo sua boca fundo.
Tirei o pau de repente e dei mais tapas no rosto dela, a rola molhada batendo contra a pele. Camila sorria, língua para fora, pedindo. Voltava a chupar com ainda mais vontade, engasgando levemente quando eu empurrava até a garganta, os olhos lacrimejando de tesão.
— Isso… chupa gostoso… engole esse pau todo.
Camila de repente me puxou pela mão e me levou direto para o quarto do casal¸
Deitamos na cama king size. Eu a beijei com fome, desci pelo corpo dela: pescoço, seios, barriga. Quando cheguei perto da virilha, arranquei sua calcinha, pulei de propósito a xotinha e desci pelas coxas grossas até os pés, chupando cada dedo. Virei ela de bruços, beijei da nuca até a lombar, pulei a bunda e desci até os pés de novo. Subi beijando e, ao chegar na bunda empinada, abri as nádegas e chupei o cuzinho apertado com vontade.
Camila gemeu alto, tremendo inteira, quase gozando só com a língua ali.
Virei ela de frente, abri bem as pernas e desci a boca na buceta lisinha. Chupei o clitóris enquanto enfiava dois dedos, fazendo o movimento “vem cá” no ponto G. Quando ela estava delirando, enfiei um dedo no cuzinho também. Camila gozou forte, jorrando na minha boca.
Ainda tremendo, eu subi, segurei o pau grosso e comecei a esfregar a cabeça inchada bem devagar na entrada molhada da buceta dela. Ficava passando para cima e para baixo, pressionando o clitóris, roçando a entrada sem entrar.
— Lucas… para de me torturar… — gemeu ela, rebolando contra mim.
Continuei esfregando, cada vez mais rápido, até Camila arquear o corpo e gozar novamente só com a fricção. A buceta dela pulsava, soltando creme branco que lambuzava toda a minha rola.
— Por favor… me fode… eu não aguento mais… enfia logo esse pau grosso em mim!
Com um movimento forte, empurrei fundo de uma vez. Camila soltou um grito de prazer. Comecei a estocar com velocidade crescente, fundo e duro. Ela gozava sem parar, o creme branco dela escorrendo pelo meu pau, cobrindo as bolas, pingando na cama do casal.
A buceta dela apertava meu pau a cada estocada, molhada pra caralho, escorrendo pelas minhas bolas. Eu sentia o orgasmo dela se aproximando: o corpo tremendo, as pernas fraquejando. Meti mais rápido, mais bruto, batendo fundo até ela gozar com força, gemendo alto, a buceta pulsando e espremendo minha rola.
— Isso… me fode assim… bem forte… — ela pedia, voz rouca de prazer.
Depois eu a coloquei de quatro. Segurei a cintura e meti fundo novamente. Dava tapas fortes na bunda morena enquanto puxava os cabelos lisos com a outra mão. Ela gemia.
O celular dela tocou em cima da mesinha. Era o Roberto. Camila olhou para mim com um sorriso safado e atendeu, ainda de quatro, meu pau enterrado nela até o fundo.
— Alô, amor…
Eu continuei estocando devagar, mais fundo, enquanto ela falava.
— Sim, o Lucas tá aqui… tá trabalhando direitinho — disse ela, voz um pouco trêmula.
Eu aumentei o ritmo, metendo mais forte. Segurei os cabelos dela e dei um tapa na bunda. Camila mordeu o lábio para não gemer.
— Ele é muito caprichoso… tá fazendo tudo com bastante empenho e força — provocou ela, olhando para trás com olhos cheios de tesão.
Eu metia cada vez mais fundo, mas com cuida para não fazer o barulho molhado no quarto. Puxava os cabelos com mais força.
— Tá tudo bem aí? Você tá ofegante… — perguntou o marido.
— Tá tudo ótimo, amor…— respondeu ela, voz rouca, rebolando contra mim. .
Eu não aguentei mais. Meti com força bruta, segurando a cintura dela. Camila apertou o lençol com a mão livre.
— Então tá bom… te amo — disse o marido.
— Eu também te amo… — respondeu ela, gemendo baixinho no final da frase.
Assim que desligou, jogou o celular na cama e empinou a bunda ainda mais.
— Goza dentro de mim, Lucas… enche essa buceta casada!
Estoquei forte mais algumas vezes e gozei violentamente, enchendo ela de porra quente enquanto Camila, meti até o fundo de uma vez. Camila soltou um gemido alto, engolindo minha rola inteira e tremendo, o creme branco dela misturado com o meu escorrendo pelas coxas quentes e apertadas, gozava pela terceira vez,
Caímos na cama ofegantes, Ficamos assim por um tempo, ofegantes, meu pau ainda dentro dela, gozo escorrendo pelas coxas morenas.
— Ai, caralho… você me encheu toda…
Camila ainda estava ofegante, deitada de lado na cama do casal, com meu gozo escorrendo da buceta. Ela virou o rosto para mim, olhos brilhando de desejo e um pouco de vergonha. Passou a mão entre as pernas, sentiu a chaninha molhada e sussurrou com voz rouca:
— Eu quero mais… Quero você no meu cuzinho. Eu adoro dar o cu, Lucas… mas o Roberto nunca quis. Ele acha estranho, diz que é coisa de puta. Faz anos que sinto falta disso… de sentir um pau grosso me abrindo lá atrás. Por favor… me fode no cu.
A confissão dela fez meu pau latejar novamente. Segurei as pernas dela, dobrei-as contra o peito e coloquei na posição de frango assado. A bunda empinada e o cuzinho rosado ficaram completamente expostos. Tudo estava molhado do nosso gozo anterior — buceta pingando, creme branco escorrendo até o anel apertado.
Pressionei a cabeça grossa do meu pau contra o cuzinho. Camila mordeu o lábio inferior com força, respirando rápido.
— Vai devagar no começo… você é bem grosso…
Empurrei devagar. O anel apertado resistiu por um segundo, depois cedeu, engolindo a cabeça do meu pau. Camila soltou um gemido longo e profundo, quase um soluço de prazer misturado com dor gostosa.
— Ai, caralho… tá entrando… me enche devagar…
Centímetro por centímetro, fui entrando. O cuzinho dela era absurdamente quente e apertado, pulsando ao redor do meu pau. Quando enfiei até o fundo, ela arqueou as costas e soltou um gemido rouco:
— Meu Deus… tá tão fundo… eu senti falta disso pra caralho…
Comecei a estocar devagar, sentindo cada centímetro do cu dela me apertando. Aos poucos aumentei o ritmo, metendo mais fundo e com mais força. O barulho molhado das bolas batendo na bunda enchia o quarto. Camila delirava, olhos revirados, boca aberta:
— Mais forte… me arromba o cu… isso… assim… o Roberto nunca me deu isso… me fode como ele não fode…
Ela gozava sem parar. A buceta pulsava, soltando jatos de creme branco que escorriam pela bunda enquanto eu metia no cuzinho com estocadas firmes e profundas. O corpo dela tremia inteiro, as pernas sacudindo no ar.
Segurei os tornozelos dela, abrindo mais as pernas e metendo com vontade. Camila agarrava os lençóis, gemendo alto:
— Não para… me usa… sou sua puta… fode meu cu bem fundo…
O cuzinho apertava meu pau ritmicamente a cada orgasmo dela. A visão era insana: a mulher casada, de pernas para o ar, sendo arrombada no cu na própria cama do marido.
Eu sentia o orgasmo subindo rápido, uma pressão quente e intensa nas bolas, o pau latejando forte dentro do cuzinho apertado dela. As estocadas estavam cada vez mais fundas e brutas, o barulho molhado ecoando no quarto. Camila gemia sem parar, o corpo tremendo, o cuzinho pulsando ao redor da minha rola grossa.
— Camila… tô quase… não aguento mais… — avisei com a voz rouca, apertando as coxas dela com força.
Ela abriu os olhos, ainda em êxtase, e me olhou com um desejo selvagem, quase desesperado. A voz saiu baixa, safada e cheia de urgência:
— Goza na minha boca… por favor… quero sentir seu gosto… quero engolir tudo…
Tirei o pau devagar do cuzinho dela. O anel apertado ficou piscando, vermelho e aberto, com meu pré-gozo misturado ao dela escorrendo. Camila se mexeu rápido, virando de lado e descendo a cabeça até meu pau brilhante. Segurou a base com as duas mãos, olhou pra cima com aqueles olhos escuros cheios de tesão e fome, e enfiou a cabeça grossa na boca quente.
A sensação foi avassaladora. A boca molhada e macia envolveu meu pau, a língua girando com urgência enquanto ela chupava forte. Camila masturbava a base com uma mão, subindo e descendo a cabeça, engolindo o máximo que conseguia. Os olhos lacrimejavam, saliva escorria pelo canto da boca, mas ela não parava — chupava com vontade, gemendo ao redor do meu pau.
— Isso… chupa gostoso… — rosnei, segurando os cabelos lisos dela com firmeza.
Camila acelerou, os seios balançando com o movimento da cabeça, o cuzinho ainda piscando atrás dela. Eu sentia as bolas contraírem, o prazer subindo como uma onda imparável.
— Tô gozando… — avisei, quase rosnando.
Ela gemeu alto ao redor do pau, como se estivesse ansiosa, e chupou ainda mais fundo. O primeiro jato forte explodiu direto na garganta dela. Camila engasgou levemente, mas manteve a boca aberta, olhos fixos em mim. Jato atrás de jato, grossos e quentes, enchendo a boca e a língua dela. Parte escorria pelo canto dos lábios carnudos, pingando nos seios e no queixo, mas ela tentava engolir tudo, sugando com força para tirar até a última gota.
O orgasmo foi longo e intenso. Fiquei pulsando na boca dela por vários segundos, gemendo rouco, enquanto Camila continuava chupando devagar, limpando tudo com a língua, como se não quisesse desperdiçar nada.
Quando finalmente tirei o pau da boca, um fio grosso de porra ligou a cabeça brilhante aos lábios dela. Camila passou a língua nos lábios, limpou o que escorreu no queixo com o dedo e engoliu mais uma vez, olhando pra mim com um sorriso safado e satisfeito.
O quarto estava pesado de tesão, o cheiro de sexo no ar, e ela ainda tremia levemente do prazer proibido.
Camila ainda ofegante, olhou para mim com um sorriso satisfeito e safado:
— Isso foi… exatamente o que eu precisava.
— Agora sim você pode olhar o chuveiro… mas depois quero mais um round.

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Ficha do conto

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markao68

Nome do conto:
Marido de Aluguel, Puta de Aluguel

Codigo do conto:
267673

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
19/07/2026

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