A Carência de Helena Parte 3 - Renata

A Carência de Helena
Parte 3 - Renata
Acordei no terceiro dia com o corpo ainda marcado. A buceta e o cu latejavam. A boca ainda carregava memórias. Eu tinha descoberto algo naqueles cinemas: cada pau tinha um cheiro e um sabor diferente. Cada porra também. Uns mais amargos, outros mais doces, alguns com gosto forte de homem. Fiquei com uma interrogação batendo na cabeça… será que as vaginas também eram assim? Será que cada mulher tinha um gosto e um cheiro próprios?
A fome agora era outra. Queria uma mulher. Queria o número que ainda queimava no fundo da bolsa.
Fiquei olhando o papel por longos minutos antes de ligar. O coração batia forte. Disquei.
A voz de Renata atendeu rouca, segura, como se já esperasse:
— Pronto?
— É a Helena… da sex shop. A do vestido vermelho.
Houve um silêncio curto. Depois um riso baixo, satisfeito.
— Eu sabia que você ia ligar. Demorou três dias.
— Eu… precisei de um tempo
— Um tempo para quê? Para gozar sozinha pensando em mim ou para ter coragem?
Eu apertei o telefone com mais força.
— As duas coisas.
— Sim…
A voz dela era calma, mas cada palavra caía com peso. Eu senti a calcinha ficar úmida só de ouvir.
— Então me escuta com atenção, Helena. Eu não faço nada pela metade. Se você vier, você vem sob as minhas regras. Eu mando. Você obedece. Eu posso ser bem gentil quando você se comporta… e bem firme quando não se comporta. Entendeu?
— Entendi…
— Não é “entendi”. É “sim, Renata”.
— Sim, Renata.
— Melhor. Agora me responde: o que você quer de mim?
Hesitei.
— Eu quero… saber como é. Com uma mulher. Com você.
— Seja específica. Você quer minha boca? Meus dedos? Meu cintaralho? Quer que eu te faça de quatro? Quer que eu te chupe até você pedir arrego? Fala.
Eu fechei os olhos, a respiração já alterada.
— Eu quero tudo isso… eu quero que você me use.
— “Me use” é vago. Você quer que eu te domine?
— Sim.
— Então diga direito.
— Eu quero que você me domine, Renata.
Ela soltou um som baixo, quase um riso de aprovação.
— Boa menina. Agora escuta o que vai acontecer. Você vai se arrumar. Quero você de vestido preto. Apertado. Lingerie de renda preta por baixo. Sem meia. Cabelo solto. Perfume no pescoço e entre as coxas. Você vai encontrar comigo no Ferro’s Bar, Rua Martinho Prado, às três horas. Não se atrase. Quando chegar, vai me beijar na boca na frente de quem estiver olhando. Depois a gente conversa. E depois eu levo você para o meu apartamento. Lá você não decide mais nada. Eu decido. Ficou claro?
— Sim, Renata.
— Repete o que eu pedi de roupa.
— Vestido preto apertado. Lingerie de renda preta. Cabelo solto. Perfume no pescoço e entre as coxas.
— Perfeito. Não se toque até me ver. O próximo orgasmo seu vai ser meu. Até já, Helena.
Ela desligou. Eu fiquei segurando o telefone, molhada, o coração disparado. Pela primeira vez alguém tinha falado comigo daquele jeito e eu tinha obedecido sem hesitar.
Me preparei exatamente como ela mandou. Vestido preto justo, que marcava o corpo. Conjunto de renda preta: sutiã e calcinha finos. Cabelo solto. Passei o perfume adocicado no pescoço, entre os seios e por dentro das coxas. Saí de casa já sentindo a calcinha úmida.
O Ferro’s Bar era pequeno, meio escuro, cheiro de cigarro e café. Cheguei dois minutos antes. Quando Renata entrou, o corpo inteiro reagiu. Ela vestia uma camisa preta aberta no colarinho e calça social escura. Parou na minha frente, olhou de cima a baixo com calma e falou baixo:
— Veio como eu pedi. Boa.
Antes que eu respondesse, ela segurou meu queixo e me beijou na boca, ali mesmo, no meio do bar. O beijo foi lento, profundo, possessivo. Quando se afastou, passou o polegar pelo meu lábio inferior.
— Agora senta, você está com um olhar diferente, você andou fazendo algumas coisa n-e?!. E me conta o que você andou fazendo esses dias. Quero ouvir.
Eu bebi um gole da cerveja, a voz um pouco baixa no começo.
— Eu fui em dois cinemas… no centro.
Renata apoiou o cotovelo na mesa e chegou mais perto, os olhos escuros fixos nos meus.
— Quais?
— O Marabá… e no dia seguinte o Dom José.
— Conta. Com detalhes.
Eu contei. Falei do Marabá: de como me toquei sem pudor, do homem que sentou na frente e ficou olhando, de como ele veio para o meu lado e me comeu enquanto eu abria as pernas para o segundo homem ver e se masturbar. Falei que depois chupei o que estava olhando. Renata ouvia em silêncio, a respiração um pouco mais pesada.
— E no Dom José? — perguntou, a voz mais rouca.
— Eu acordei querendo algo mais sujo. Assisti uma fita só de sexo anal e a vontade ficou insuportável. Lá um homem gozou na minha perna sem nem me tocar. Depois veio outro… me fodeu o cu. Eu mesma direcionei o pau dele. Fiquei de quatro. Enquanto ele me comia por trás, um terceiro apareceu na frente e enfiou na minha boca. Depois ainda teve mais. Eu saí de lá com o corpo inteiro usado.
Renata ficou quieta por alguns segundos, só me olhando. Depois passou a língua no lábio inferior e falou, baixa e firme:
— Você gosta de ser observada. Gosta de ser usada por estranhos. E veio até mim porque quer alguém que faça isso com intenção. Não por acaso. Por domínio.
— Sim.
— Então vamos. Meu apartamento fica na Brigadeiro. A partir de agora você só fala quando eu perguntar ou quando eu permitir. Ande na minha frente quando formos saindo.
O apartamento era simples e limpo. A porta mal fechou e Renata falou, a voz suave mas inegociável:
— De joelhos, ela mandou.
Eu Obedeci e fiquei e ajoelhei. Ela andou em volta de mim, os dedos passando pelo meu cabelo.
— Tira o vestido. Devagar. Sem tirar os olhos de mim.
Eu tirei. Fiquei só de lingerie preta. Ela se abaixou, segurou meu queixo e me beijou de novo. Dessa vez o beijo foi mais fundo. A boca dela era macia, a língua lenta e úmida. Diferente de qualquer homem. Eu respondi com vontade.
— Levanta. E vem de 4 , para meu quarto
Na cama ela me deitou e ficou por cima. Beijou meu pescoço, a clavícula, e desceu até o seio. Quando a boca quente envolveu meu mamilo por cima da renda, a sensação foi outra. Os homens chupavam com fome. Renata chupava com delicadeza e domínio ao mesmo tempo, a língua girando, os dentes roçando de leve. Eu arquejei. Depois ela tirou meu sutiã e guiou minha cabeça até o peito dela.
— Chupa. Devagar. Sente a diferença.
Beijar o seio de uma mulher pela primeira vez foi estranho e excitante. A pele macia, o mamilo se endurecendo na minha língua, o gosto de pele limpa e perfume. Eu chupei com curiosidade, ouvindo ela soltar um suspiro baixo.
Renata desceu pelo meu corpo, tirou a calcinha de renda com calma e abriu minhas pernas. A primeira lambida foi lenta. A língua dela era mais larga, mais úmida, mais precisa. Ela não atacou o clitóris logo. Beijou os lábios, chupou de leve, respirava quente contra mim. Ser chupada por uma mulher era diferente: mais íntimo, mais demorado, mais atento. Quando a língua finalmente encontrou o clitóris e começou a trabalhar de verdade, eu já gemia sem conseguir parar.
Ela parou só para mandar, a voz rouca:
— Agora você me chupa também.
Virou o corpo e se posicionou em 69. Pela primeira vez tive uma buceta na minha boca. O cheiro era mais suave que o de qualquer homem, o gosto levemente ácido e adocicado. Eu lambi com curiosidade, depois com fome. A língua dela não parava em mim enquanto eu explorava. Nós duas gemíamos uma contra a outra. Eu gozei primeiro, com a boca dela sugando meu clitóris. Pouco depois ela gozou na minha língua, rebolando contra meu rosto.
Ainda ofegantes, ela entrelaçou as pernas nas minhas. Tesourinha. As duas bucetas se encostaram, quentes e encharcadas. Começamos a nos esfregar. O atrito dos clitóris, a umidade se misturando. Era um prazer diferente de qualquer penetração. Mais espalhado, mais intenso de um jeito lento. Nós duas rebolávamos, nos olhando. Eu senti o orgasmo dela pelo jeito que o corpo tremeu contra o meu. Isso me empurrou também. Gozei esfregando minha xota na dela.
Renata ainda não tinha terminado. Empurrou minhas pernas contra o peito, abriu minha bunda e desceu o rosto. A língua quente encontrou meu cuzinho. Eu soltei um gemido alto. Ela chupou o cuzinho com a mesma atenção: devagar no começo, depois com fome, a língua entrando, girando, molhando. Eu estava sensível demais. O prazer era sujo e profundo. Ela chupava meu cu enquanto esfregava o clitóris com os dedos. Eu gozei de novo, o corpo inteiro contraindo.
Só depois de me fazer gozar tantas vezes ela se levantou, ofegante, e falou com a voz dominante, mas ainda gentil:
— Você está sendo uma boa menina. Por isso eu vou te dar mais.
Pegou o cintaralho.
— Levanta. Nós duas vamos sair por essa porta do jeito que estamos. Sem roupa. Você anda na minha frente pelo corredor. Eu quero ver essa bunda que eu acabei de chupar. Se alguém abrir qualquer porta, você não cobre nada. Entendeu?
— Sim, Renata.
O medo subiu misturado com tesão. Saímos nuas pelo corredor. Cada passo era uma exposição. Chegamos à escadaria de serviço. No meio de um lance ela parou, ajustou o cintaralho e me empurrou de frente para o corrimão.
— Agora eu vou te foder. E você vai gozar quieta, porque qualquer um pode ouvir.
Entrou de uma vez. Me comeu ali, nua, no concreto, com o risco constante. A mão dela tapava minha boca quando os gemidos ficavam altos. O medo só aumentava o prazer. Eu gozei com o dildo fundo, as pernas tremendo. Depois ela se sentou no degrau e puxou minha cabeça para baixo.
— Ajoelha. Chupa. Olha pra mim enquanto faz.
Eu chupei a buceta dela no concreto frio até ela gozar de novo na minha boca.
Ficamos ali ofegantes, nuas. Renata passou o polegar pelos meus lábios e falou, a voz ainda de comando, mas agora com um fio de carinho:
— Você foi muito bem. Da próxima vez eu vou te amarrar. E vou te foder num lugar onde o risco de sermos vistas seja ainda maior. Você vai gostar. Agora sobe. Você só se veste quando eu permitir.
Eu subi na frente dela, ainda nua, o corpo inteiro marcado pelo beijo, pela língua, pelo atrito, pelo cu chupado e pelo pau de silicone.
Em três dias eu tinha sido usada por homens no Marabá e no Dom José… e agora tinha descoberto o gosto de uma mulher, o prazer de ser dominada com gentileza e firmeza ao mesmo tempo, de gozar sob comando, de ter o cu lambido até tremer e de ser fodida na escadaria.
A carência tinha se transformado em entrega, foi um caminho sem volta de prazer e desejo, mas ficou uma dúvida na minha cabeça, eu era casada e como seria meu casamento de agora em diante e como eu ia encarar meu marido?
Se me perguntar quais foi a experiência que mais gostei, sem dúvidas foram todas , cada uma me deu um prazer diferente e a descoberta dessas formas de prazer me mudou para sempre, tenho muitas coisas para contar, espero voltar aqui e contar elas.
Beijos as todos vocês que leram minhas histórias, espero que tenham gozado com elas, quero voltar aqui e contar mis coisas que fiz, até breve, eu espero......

Foto 1 do Conto erotico: A Carência de Helena Parte 3 - Renata


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Nome do conto:
A Carência de Helena Parte 3 - Renata

Codigo do conto:
271736

Categoria:
Lésbicas

Data da Publicação:
08/09/2026

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