A Carência de Helena Parte 2 - O Cine Dom José


A Carência de Helena
Parte 2 - O Cine Dom José
Eu pensei que a ida ao Cinema Marabá tinha saciado minha fome. Foi um engano.
Acordei no dia seguinte com o corpo ainda marcado. A buceta latejava lembrando o pau grosso que me enchera na noite anterior. A boca ainda carregava o gosto distante de porra. Cada vez que fechava os olhos via o homem da fileira da frente se masturbando enquanto eu era comida de pernas abertas. O risco, o olhar, a sensação de ser usada e observada… tudo isso me deixara num estado de excitação constante.
Levantei da cama já molhada. O lençol estava úmido entre as coxas. Fui até o banheiro e tomei um banho demorado. O sabonete escorreu devagar pelo peito, pela barriga, entre as nádegas. Quando os dedos passaram pelo cuzinho, uma lembrança veio forte: as fitas que eu tinha assistido dias antes, aquelas cenas longas de mulheres sendo abertas por trás. Fiquei parada sob a água quente, o dedo pressionando de leve o buraco, só imaginando. A vontade nasceu ali, baixa e insistente. Saí do chuveiro, me sequei sem pressa e preparei um café que mal consegui beber. O corpo pedia mais. Mas não era só mais do mesmo. Era outra coisa.
Não resisti. Peguei uma das fitas VHS que tinha alugado e coloquei no aparelho. Escolhi de propósito uma que eu já sabia ser pesada. O filme era bem mais explícito que Monella. Quase só sexo anal. Mulheres de quatro, de lado, sentadas no pau, sempre com o volume fundo no cu, gemendo alto, o líquido escorrendo enquanto eram fodidas sem pressa e sem piedade. Eu me sentei no sofá, abri as pernas e comecei a me tocar. Primeiro só a mão na buceta. Depois o vibrador. Mas meu olhar não saía das imagens da tela, o dia não passou rápido , estava ansiosa queria ir de novo ao cinema, mas dessa vez não seria num cinema que passava filmes comuns , estava disposta a ir em cinema que exibia filmes pornográficos.
No final da tarde me vesti de novo com o vestido vermelho. Sem sutiã e calcinha, para ficar mais fácil as coisas. O mesmo perfume adocicado nas coxas e entre os seios. Saí de casa com o coração batendo forte. No centro havia vários cinemas pornô. Escolhi o Cine Dom José, na Rua Dom José de Barros.
Entrei por volta das seis da tarde. Já estava escurecendo. Paguei a entrada e entrei rápido nem olhei para trás para ver se alguém tinha me visto, lá dentro após a cortina havia alguns homens em pé, parecendo que estavam me esperando ou já sabiam que iria, mas só foi essa sensação, na verdade eles ficavam lá mesmo, achei estranho esse comportamento.

Dentro do cinema, o cheiro bateu imediatamente: mofo antigo, cigarro velho, suor masculino acumulado de anos, esperma seco e um desinfetante barato que tentava, sem sucesso, cobrir tudo. A decadência era quase física. Poltronas gastas e rasgadas, carpete manchado de manchas escuras, paredes descascando, a tela grande e um pouco suja de poeira. A sala era enorme e estava quase vazia. Poucos homens espalhados. Alguns se masturbavam sem nenhum disfarce, a mão sobe e desce no escuro, os olhos pregados na tela ou nas sombras. Eu pensei, com um tesão sujo subindo pela barriga: que desperdício. Aquela porra toda poderia estar dentro de mim.
Quando caminhei pelo corredor lateral, alguém me apalpou por trás. A mão foi firme, apertou minha bunda com força por cima do vestido e desapareceu. Eu não olhei para trás, claro que gostei. Continuei andando, o coração acelerado, a buceta já úmida. Na tela rodava um filme bem mais explicito que o do dia anterior. Tinha uma loira sendo fudida por 3 homens bem dotados, penetrações longas, close-ups, gemidos altos, eu pensei comigo com sorte eu também hoje os caras do cinema vão fazer o mesmo comigo. O clima dentro da sala era pesado, animal.
Fiquei em pé por alguns minutos perto de uma fileira vazia no meio da plateia. Queria ser vista. Queria que alguém se aproximasse. Vi, vários homens se masturbando com a cena do filme, eu pensei comigo que desperdício, bem que eles poderiam deixar eu fazer o serviço para eles, seria um prazer fazê-los todo gozarem, seja usando minha mão, boca ou meu sexo, também vi no canto mais escuro, um homem ajoelhado entre as pernas de outro, chupando com vontade. O barulho molhado da boca dele chegava até mim, e o gemido cara que estava recebendo, me demonstrou que estava muita gostosa a mamada que ele estava recebendo. Meu corpo reagiu imediatamente, fiquei fascinada vendo a cena e até me esqueci por um momento aonde eu estava e o que queria fazer naquele lugar
De repente eu sinto atrás de mim, o primeiro homem. Não me tocou. Só parou bem perto, quase encostando o peito nas minhas costas, senti a respiração quente e ofegante no meu pescoço. Ouvi o zíper descer. Depois o som rápido da mão dele se masturbando com urgência. Os gemidos eram curtos, contidos, quase desesperados. O cheiro de porra se formando no ar ficou forte. Não durou nem um minuto. Ele gozou com um gemido abafado. Senti vários pingos quentes do esperma escorrer pela minha panturrilha e parar perto do tornozelo. Eu não olhei para trás. Continuei parada, sentindo os pingos esfriarem na pele. Ele foi embora. O cheiro ficou pairando, que babaca eu pensei, porque ele não levantou minha saia e me comeu ali mesmo, eu não rejeitar nem oferecer resistência, era o que esperava e queria.

O segundo se aproximou com mais calma, eu senti a chegada dele, Cheiro de desodorante barato e bala. Ficou atrás de mim sem fazer nada, por alguns minutos ficou ali parado, depois ele vendo que eu não sai do lugar e nenhuma reação minha, muito timidamente deu uma apalpada leve na lateral da minha coxa, testando se eu ia me afastar. Eu não me afastei.
Ele percebeu que era como um sinal verde, ele resolver se mais ousado, se encostou por completo, começou a me encoxar, uma mão foi na minha cintura e puxou contra ele, o pau já estava duro, pressionando minha bunda por cima do vestido. A mão subiu devagar, segurou um seio com força, apertou o mamilo até eu soltar um suspiro. Depois desceu pela barriga e chegou na virilha. Quando os dedos encontraram a a minha racha e o relevo dos lábios inchados, ele murmurou baixo, quase no meu ouvido, com um tom de surpresa e alívio:
— Você é mulher mesmo… não é travesti.
Eu sorri e balancei com a cabeça confirmando a descoberta dele
A voz era rouca. Ele levantou a minha sai, expondo um pouco minha coxa e virilha e enfiou dois dedos grossos de uma vez. Eu estava tão molhada que o som foi alto. Eu gemi. Ele abriu o zíper da calça, eu sem duvidar coloquei minha mão por dentro da cueca, e peguei numa rola muito dura, ele gemeu. Ficou me dedando por um tempo, explorando, sentindo o quanto eu estava pronta. Alguns homens próximos pararam de se masturbar e começaram a prestar atenção. O olhar deles me deixava ainda mais molhada, o cheiro pau que já tinha gozado chegou ao meu nariz, o pau dele era mais fino em comparação aos homens do Cinema Marabá, eu achei perfeito afinal não queria um pau muito grosso machucando o meus anus, pois mais que dar a buceta para um estranho eu queria fazer anal. E comecei a masturba-lo enquanto ele fazia o mesmo em mim.
Nas cadeiras ao lado começou a se forma uma pequena plateia para nos assistir, eles esqueceram por completo do filem pornô que estava passando, já colocando o pau para fora e sem pudor nenhum estavam se masturbando vendo tudo que ia acontecer, isso me deixou ainda mais doida por sexo, ouvi o plástico da camisinha sendo rasgado, ele colocou o pau no meio das minhas pernas, ele ficou roçando a minha bunda.
Eu estava morrendo de vontade de fazer anal. A fita da manhã ainda queimava na cabeça. Segurei o pau dele — fino, quente, latejando dentro da camisinha — eu direcionei a cabeça exatamente para o meu cuzinho. Ele hesitou só um segundo. Depois pressionou. A ponta abriu devagar. O ardor foi vivo, misturado com um prazer fundo que subiu pela coluna. Eu forcei o corpo para trás, respirando pela boca. Ele entrou mais. Depois mais. Até ficar fundo, as bolas encostando nas minhas nádegas.
Ele segurou minha cintura com as duas mãos e começou a me foder o cu. No começo os movimentos eram longos, controlados, quase saboreando a entrada. Eu sentia cada centímetro entrando e saindo, o esticamento intenso, o calor. O vestido estava erguido até a cintura, as pernas abertas. Alguns homens da sala tinham parado de se masturbar e olhavam. O olhar deles era combustível. Eu gemia baixo, ele falou no meu ouvido fica de 4, eu obedeci, oferecendo a visão para todos, do pau desaparecendo no meu cu.
Ele acelerou. Segurou meu cabelo com uma mão, puxou a cabeça para trás e começou a me foder com mais força. As estocadas batiam fundo. O barulho molhado do cu sendo aberto ecoava baixo. Eu gozei com o pau dentro, as pernas tremendas, a buceta escorrendo enquanto o cu se contraía em espasmos fortes em volta dele.
Foi exatamente nesse momento que o segundo homem apareceu pela frente.
Ele se aproximou sem dizer nada, já com o zíper aberto e o pau duro na mão. Grosso, a cabeça brilhando. Parou bem na minha frente, segurou meu queixo e enfiou o pau na minha boca de uma vez. Eu abri automaticamente, engasgando um pouco com o tamanho. O gosto era salgado e quente. Enquanto o homem de trás continuava me fodendo o cu com força, o da frente começou a meter na minha boca, segurando meu cabelo com as duas mãos.
Eu estava presa entre os dois, de 4, o vestido levantado até a cintura, o cu sendo aberto sem piedade e a boca completamente preenchida. Cada estocada de trás me empurrava para frente, fazendo o pau da frente entrar mais fundo na minha garganta. Eu babava, os olhos lacrimejando, o corpo inteiro tremente. Os homens da sala olhavam sem disfarce. Alguns se masturbavam mais rápido só de ver a cena.
O homem que me comia o cu gemeu baixo e acelerou ainda mais. Senti ele inchar e gozar fundo, as pulsadas foram fortes e longas. Mesmo com a camisinha eu senti o calor. Ele ficou mais alguns segundos enterrado, respirando pesado contra meu pescoço, depois tirou devagar. A sensação de vazio veio imediatamente. Ele ajeitou a roupa e foi embora sem dizer mais nada. Quase ao mesmo tempo o da frente segurou minha cabeça e gozou na minha boca. Jatos quentes e grossos. Eu engoli o que deu. O resto escorreu pelo queixo e pingou no carpete sujo eu senti também umas mãos diferentes me tocando no seio e na buceta, mas não vi quem foi.
Eles se afastaram quase juntos, ajeitando as roupas, e foram embora sem uma palavra. Eu fiquei de quatro por mais alguns segundos, ofegante, o cu latejando e aberto, a boca cheia de gosto de porra, saliva e esperma escorrendo. O vestido ainda erguido. Alguns olhares ainda estavam sobre mim.
Devagar me levantei, ajeitei a roupa como pude e sentei na poltrona, as pernas fraquíssimas. O cinema continuava quase vazio.
Eu ainda estava ofegante, o cu latejando, o vestido amassado, quando o terceiro homem se aproximou. Era mais baixo, cheiro de cigarro forte. Empurrou-me contra a poltrona, levantou o vestido, abriu minhas pernas, minha buceta ficou totalmente exposta, eu abaixei as alças do meu vestido, queria que todos vissem meus seios, ele apoiou minhas pernas nos seus braços e enfiou o pau de uma vez na minha buceta ainda molhada. Não teve carinho. Fodeu rápido e bruto. Eu gemia com a cara virada para o lado, vendo outros homens se tocando enquanto eu era usada. Ele gozou fundo, os jatos quentes enchendo mais uma vez o que já estava cheio da noite anterior.
Logos dois se colocaram na fileira atrás mim, com suas rolas, e começaram a apalpar meus seios e me ofereçam as suas rolas, uma de cada lado, eu chupava ora um e ora outro, que loucura, eu era uma puta sendo usada por vários machos, que delicia, eu me senti como uma atriz pornô no meu próprio filme, tempo um monte macho a minha disposição, podia usar todos eles para me darem muito prazer, os caras que chupava gozaram primeiro, um ele pediu para eu abrir a boca e se masturbando e ejaculando na minha boca, mas alguns jatos foram na minha cara e cabelo, o mesmo só me mandou vira o rosto, eu virei com a boca aberta recebi outro jato igualmente forte na cara , eles terminaram eu engoli o leite dos dois, juntos. Que loucura!
Enquanto isso, o cara me fodia gostoso com força, eu pedi para ele acelerar pois estava muito bom, ele me comeu muito gostoso, gozamos quase juntos, mal ele saiu, o quarto apareceu. Mais jovem, perfume doce barato. Fez eu ajoelhar no carpete sujo e enfiou o pau na minha boca. Eu chupei o gostoso sentindo minha buceta e o cu ainda abertos. Ele segurou meu cabelo e fodeu minha boca com pressa. Gozei só de sentir o pau latejar na língua. Ele gozou logo depois, enchendo minha boca. Eu engoli o que deu. O resto escorreu pelo queixo e seios.
Fiquei ajoelhada por longos segundos, ofegante, saliva e porra escorrendo, o cu e a buceta latejando. O cinema continuava quase vazio. O cheiro de sexo agora era o meu também.
Levantei, limpei a cara esporrada com a barra do vestido, ajeitei o vestido como pude e saí. A noite já tinha caído. Caminhei de volta para o Copan sentindo o esperma escorrer pelas coxas a cada passo, sentindo um vazio gostoso no cu. O corpo inteiro estava usado, marcado, satisfeito de um jeito sujo e profundo.
A segunda parte da minha fome tinha sido saciada.
Mas eu já sabia dentro de mim que ainda faltava algo, no dia seguinte ainda iria querer experimentar algo diferente, a fome iria voltar com força e ia querer algo bem diferente.
Algo que envolvesse o número que queimava no fundo da minha bolsa.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Carência de Helena Parte 2 - O Cine Dom José

Codigo do conto:
271735

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
08/09/2026

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