Plena Maturidade em Portugal - Início das Férias de Fim de Verão - Primeira Parte

O fim do verão e da época balnear em Portugal traz aquela calma abençoada. Para quem não tem o compromisso de gerir crianças pequenas, as últimas semanas de agosto e o início de setembro são a época dourada: o calor continua no ponto, o turismo de massa começa a desvanecer e os preços tornam-se muito mais justos. Na restauração, é o momento perfeito. Com o fecho temporário dos restaurantes do Francisco a partir de quarta-feira para férias da equipa e as habituais remodelações de preparação para o novo ciclo, o momento para a nossa escapadela não podia ser melhor.

O plano estava traçado: uma viagem de carro sem horários nem destinos rígidos, subindo pelas praias do Norte de Portugal até cruzar a fronteira para uns dias em Vigo. Ontem, quinta-feira, 27 de agosto de 2026, metemo-nos à estrada. Mas o verdadeiro início desta viagem aconteceu na noite anterior, na nossa vivenda, onde o Francisco veio pernoitar para sairmos antes de o sol nascer.

A chuva forte que caindo lá fora na quarta-feira pedia apenas um banho quente e uma noite tranquila de descanso. No entanto, a rotina sufocante dos últimos tempos tinha-nos mantido afastados. Eu, Paulo, ainda me cruzara com ele no restaurante para uns almoços de negócios, mas a Anna já não o via há dias. A saudade dela não era apenas da amizade ou das conversas leves; era a fome acumulada daquela intimidade a três que vinha a ficar mais profunda, visceral e viciante a cada encontro.

Quando a porta se abriu e o Francisco entrou com a sua mala de viagem, trazia aquele porte cuidado de sempre, mas o olhar denunciava o desejo urgente. Ele deu-me o nosso habitual e firme abraço de irmãos, mas a Anna, incapaz de conter a ansiedade, atirou-se aos braços dele e cravou-lhe um beijo de pêras na boca — daqueles húmidos, profundos e sem qualquer pudor.

Foi o suficiente. O ar da casa incendiou-se num segundo.

A Anna usava um daqueles vestidos leves de verão que tanto gosta de vestir em casa — e, como era seu hábito na nossa intimidade, não levava rigorosamente nada por baixo. Ao sentir a aproximação dela, o volume nas calças do Francisco reagiu de imediato. O rapaz é dotado de uma protuberância brutal, uma barra pesada e rija que não pede licença para se fazer notar.

Pela primeira vez em muito tempo, decidi não intervir de imediato. Ajeitei-me na poltrona e assumi o papel de espectador. Só quem já viveu uma dinâmica destas compreende o tesão avassalador que é ver as duas pessoas que mais amamos no mundo a entregarem-se à luxúria pura bem à nossa frente.

sem perder um segundo, o Francisco agarrou o tecido fino do vestido de Anna e puxou-o para cima, desnudando o corpo pequeno e perfeito dela de uma só vez. A visão da nudez total da Anna, contrastando com o Francisco ainda completamente vestido, era de uma erotização crua. Ele prendeu-lhe a nuca, devorando-lhe os lábios, enquanto descia as mãos pesadas pelas costas dela, apertando-lhe a bunda com força, moldando a carne macia contra a sua virilha endurecida.

— Caralho, Anna... que saudade deste corpo... — rosnou o Francisco contra o pescoço dela, a voz rouca e vibrante de tesão.

Ele deitou-a no sofá da sala. Anna abriu as pernas sem hesitar, oferecendo-se por completo. O Francisco ajoelhou-se entre as coxas dela e caiu de boca diretamente na cona, que já transbordava de humidade. A língua dele, experiente e faminta, começou a trabalhar o clitóris dela em círculos firmes, sugando a pele sensível enquanto espalhava os sucos naturais por toda a vulva.

A Anna arqueou as costas contra os estofos do sofá, soltando aquele gemido abafado, rouco e profundamente real que eu tão bem conhecia. Não era um escândalo para o exterior, mas sim a vibração pura de quem está a ser levada ao limite.

O Francisco acelerou o ritmo da língua, concentrando-se no ponto mais sensível de Anna, e simultaneamente empurrou um dedo longo e grosso para dentro da vagina dela. A cona apertadinha de Anna agarrou-se ao dedo dele num espasmo violento, a carne a contrair-se em ondas enquanto o primeiro orgasmo da noite a atingia em cheio.

O Francisco parou por um segundo, a boca toda molhada pelo gozo de Anna, e ergueu os olhos para me encarar. Havia ali uma emoção crua, misturada com aquela cumplicidade inabalável de velhos amigos que partilham o mesmo tesouro.

— Olha para isto, Paulo... — murmurou o Francisco, arfando, sem tirar o dedo de dentro dela, sentindo as paredes da vagina de Anna a latejar. — Ela estava mesmo morta por nós. E eu não vou sair de cima dela até este sofá ficar ensopado.

Eu sorri da poltrona, sentindo o meu próprio caralho rasgar os calções de linho, pronto para sair do papel de espectador e juntar-me a eles numa noite que estava muito longe de terminar.

Antes mesmo de o Francisco prosseguir com a língua no sofá, a Anna tomou o controlo da situação. Com uma sofreguidão que demonstrava toda a fome acumulada dos últimos dias, ela puxou-o pela cintura, fazendo-o ajoelhar-se à sua frente. As mãos pequenas dela subiram velozes, desfazendo o cinto e desabotoando as calças do Francisco com uma urgência quase selvagem. O amigo já tinha arrancado a t-shirt pelo caminho, expondo o peito largo e suado, mas o verdadeiro espetáculo estava guardado da cintura para baixo.

Anna deslizou as calças dele pelas pernas abaixo, deixando-o apenas em boxers. O tecido elástico estava esticado ao limite, moldado por uma barra de carne pesada, colossal e completamente ereta. A humidade de tesão era tão intensa que a cabeça avantajada do pau do Francisco já tinha empapado a parte da frente da cueca, deixando uma mancha translúcida e viscosa bem na ponta.

A Anna soltou um arquejo de puro deleite ao encarar aquele volume grosso. Sem perder um segundo, colou o rosto à virilha dele, respirando o cheiro quente e viril do Francisco. Ela passou a língua por cima do tecido húmido dos boxers, saboreando o pré-gozo que transbordava da cabeça do caralho, antes de puxar o elástico para baixo e libertar aquela pissa monumental para fora.

O pau do Francisco saltou para o ar, rijo como ferro, pulsando diante do rosto dela. A Anna envolveu a haste absurdamente grossa com as duas mãos, sentindo as veias salientes a latejar contra a sua pele, e caiu de boca. Ela abriu os lábios o máximo que podia, engolindo a cabeça babada do amigo e descendo a garganta até onde a largura brutal dele permitia. Cada sucção era acompanhada por um som húmido e estalado, enquanto a língua dela massageava o freio do caralho com uma técnica avassaladora.

O Francisco agarrou-se aos ombros da Anna, soltando um rosnado grave de quem estava prestes a perder o juízo ali mesmo no chão da sala. Da minha poltrona, a ver a minha esposa devorar com tanta sede a grossura do meu melhor amigo, senti a cabeça do meu próprio pau latejar com uma violência indescritível.

— Chega de preliminares na sala... — ordenei eu, levantando-me da poltrona com a voz grossa e rasgada de tesão, puxando a Anna pela cintura enquanto o Francisco se erguia, arfando. — Vamos para o quarto. Esta noite não vai haver sono para ninguém antes de nos metermos à estrada.

Enlaçados num abraço triplo, com as coxas a roçarem-se e os corpos despidos a transpirar desejo, rumamos ao santuário do nosso quarto para dar início à primeira grande maratona desta viagem.

Continua...em breve


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario casualsomente

casualsomente Comentou em 28/08/2026

Viagem boa essa com certeza




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


269796 - Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Tereceira e Última Parte - Final - Categoria: Cuckold - Votos: 4
269653 - Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Segunda Parte - Categoria: Cuckold - Votos: 3
269543 - Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Categoria: Cuckold - Votos: 5
269530 - Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana diferente - Primeira Parte - Categoria: Cuckold - Votos: 1
268015 - O Início de Tudo - Plena Maturidade em Portugal - Parte 4 - Final — A primeira vez na cama - Categoria: Fetiches - Votos: 8
267952 - O Início de Tudo - Plena Maturidade em Portugal - Parte 3 — O jantar após um dia de Praia - Categoria: Fetiches - Votos: 8
267855 - O Início de Tudo - Plena Maturidade em Portugal - Parte 2 — O calor de um dia de folga - Categoria: Fantasias - Votos: 9
267755 - O Início de Tudo. Plena Maturidade em Portugal - Parte 1 - Categoria: Fetiches - Votos: 7

Ficha do conto

Foto Perfil casalmvpt
casalmvpt

Nome do conto:
Plena Maturidade em Portugal - Início das Férias de Fim de Verão - Primeira Parte

Codigo do conto:
270892

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/08/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
0