Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Segunda Parte

Segunda Parte

O ar do quarto principal estava denso, aquecido pela expetativa e pelo vapor do desejo que se acumulava desde a terraça. O pretexto de "descansar umas horinhas" antes da viagem até Quiaios caiu por terra no instante em que os três corpos afundaram no colchão largo.

Anna deitou-se de costas no centro da cama de casal, um altar oferecido aos dois homens da sua vida. Paulo ocupou o seu lugar habitual à direita, enquanto Francisco se ajeitou à esquerda. Mesmo que uma ponta da sua antiga timidez ainda tentasse erguer barreiras, o volume brutal que pressionava o tecido dos calções de Francisco falava mais alto do que qualquer inibição.

Com os dedos ligeiramente trêmulos de antecipação, Francisco estendeu a mão e desfez devagar o laço do roupão leve de Anna. O tecido abriu-se como uma promessa, revelando o pijama de verão curto que ela usava para dormir. Do outro lado, Paulo sorriu com a cumplicidade de quem conhece cada centímetro da esposa e começou a puxar a t-shirt do pijama para cima, desnudando a pele quente do ventre dela.

Francisco inclinou-se e tomou os lábios de Anna num beijo profundo, húmido e faminto. A língua dele procurou a dela com uma sede que o trabalho da noite não conseguira apagar. Anna entregou-se a esse beijo com um gemido abafado, para logo em seguida virar a cabeça para o outro lado, colando a sua boca à de Paulo com a mesma voracidade. Esse jogo alternado — devorar a boca de um e, no segundo seguinte, entregar-se à do outro — enlouquecia-a, criando uma dança de saliva e respirações descontroladas no centro da cama.

Enquanto as bocas se alternavam, as mãos dos homens sincronizaram-se. Paulo envolveu o seio direito de Anna na sua palma pesada, apertando a carne macia e moldando-a com firmeza, enquanto o seu polegar roçava o mamilo já ereto. Do outro lado, Francisco fez o mesmo ao seio esquerdo, sentindo o calor e a firmeza da mulher sob os seus dedos calejados. As carícias desceram em simultâneo pelos flancos de Anna, mapeando-lhe a cintura, as coxas e o ventre, num ataque sensorial duplo que a fez arquear as costas sobre os lençóis.

A humidade entre as pernas de Anna transbordava. Ela estendeu as mãos para baixo, buscando as virilhas dos dois homens, e a confirmação foi imediata: ambos estavam com os paus completamente eretos, rochas quentes a pulsar sob o tecido leve das roupas.

Embora o comprimento do caralho de Paulo e de Francisco fosse impressionantemente semelhante — a medida perfeita de dois homens maduros —, a anatomia de Francisco trazia aquele pormenor que deixava Anna à beira da loucura. A grossura do pau de Francisco era algo fora do normal, um tronco denso de carne pesada que preenchia cada milímetro da sua boca e esticava a sua cona apertadinha até ao limite.

— Olhem para isto... — murmurou Paulo, a voz rouca cravada no ouvido de Anna, enquanto baixava os calções de Francisco e libertava aquela barra grossa e latejante para a penumbra do quarto. — Olha a largura deste caralho, Anna. Sabes perfeitamente que esta grossura foi feita para te rasgar toda.

Francisco soltou um suspiro pesado quando a mão de Anna envolveu a sua haste larga, apertando a carne rija e sentindo a cabeça inchada e babada a tocar-lhe na palma.

— Tira isto... tira a parte de baixo do pijama, Paulo... — pediu Anna, a respiração totalmente descompensada, a cabeça a balançar entre travesseiros. — Quero sentir os dois. Quero essa barra do Francisco na minha boca agora... quero sentir como ele é grosso a encher-me toda antes de nos meterem a mim e a ti a gemer alto nesta cama...

Francisco não hesitou mais. Ajeitou-se sobre joelhos ao lado da cabeça de Anna, e quando a ponta da sua haste extremamente larga roçou os lábios húmidos dela, o quarto foi tomado por um gemido gutural. Anna abriu a boca o máximo que podia, recebendo a grossura do amigo de Paulo, enquanto as mãos de Paulo lhe despiam o resto da lingerie, preparando a sua buceta encharcada para a invasão dupla que se avizinhava.

A privacidade do condomínio, com as vivendas afastadas e rodeadas pela vegetação densa de Mira Villas, era o cenário perfeito para a libertação total. Ali dentro, não havia vizinhos, tabus ou limites.

O corpo de Anna vibrava numa frequência de pura eletricidade, fazendo cada músculo dos dois homens contorcer-se de tesão. Enquanto a boca de Anna se moldava com sofreguidão à volta da pissa grossa e pesada de Francisco, acolhendo aquela largura que a deixava sem fôlego, Paulo afundava-se entre as coxas da esposa. Com a língua hábil e faminta, o marido lambia-lhe a cona encharcada, sugando-lhe o clitóris com a precisão de quem conhece cada milímetro do seu prazer. A combinação da boca cheia com a língua de Paulo foi avassaladora: Anna tremeu inteira, o peito a subir e a descer e os pés a cravarem-se no colchão num gozo longo e gostoso que a deixou quase sem forças.

Mas o ritmo daquela cama não dava margem para descanso.

Sem dar trégua, Francisco aproveitou a inundação de lubrificação natural que o gozo de Anna deixara para deslizar o corpo para baixo. Posicionou a cabeça larga do seu pau na entrada quente e apertadinha da cona dela. Com uma pressão firme e contínua, começou a empurrar a sua grossura para dentro.

A cona de Anna, esticada ao limite pela largura impressionante de Francisco, cedeu centímetro a centímetro, ajustando-se àquela barra de carne. Da garganta de Anna já não saíam gemidos articulados, mas sim grunhidos graves e primitivos de puro êxtase — sons que foram imediatamente abafados quando Paulo, ajoelhado junto ao rosto da esposa, lhe guiou o próprio pau ereto para dentro da boca dela.

Com a boca preenchida pelo caralho rígido do marido e a vagina completamente entupida pela pissa grossa do amigo, a sobrecarga sensorial de Anna foi devastadora. Bastaram mais algumas estocadas profundas e ritmadas de Francisco para que as paredes vaginais dela se contraíssem com violência à volta do pau dele. Pela segunda vez em minutos, Anna explodiu num novo orgasmo, banhando o caralho de Francisco em puro leite de prazer.

Francisco, sentindo a cona de Anna a estrangular-lhe a haste num aperto viciante, soltou um suspiro pesado. Qualquer réstia da sua antiga timidez desfez-se ali mesmo, esmagada pela crua realidade daquele momento.

Ele ergueu os olhos na penumbra do quarto e encarou Paulo. O olhar entre os dois homens carregava a mesma camaradagem, o mesmo respeito e a irmandade de décadas, mas agora temperados por uma depravação madura e partilhada. Francisco sorriu, a respiração entrecortada enquanto mantinha o pau enterrado até ao fundo no corpo de Anna.

— Caralho, amigo... — disse Francisco, a voz rouca e sem qualquer filtro, olhando fixamente para Paulo. — A Anna está a cada dia mais safada para nós... e ui, como é que isso nos deixa ainda mais tesudos, foda-se!

Paulo riu-se, uma gargalhada grave e cheia de orgulho, enquanto segurava a cabeça de Anna e sentia a pele dos três a fundir-se no mesmo suor, prontos para levar aquela manhã até ao limite antes de qualquer viagem para Quiaios.

O Intervalo em Quiaios (Coimbra) e o Regresso para a vivenda.

Anna estava completamente esgotada, o corpo mole e a pele em brasa pelo duplo orgasmo e pela intensidade daquela manhã. Com a generosidade de quem cuida do prazer comum, Paulo e Francisco deram-lhe tréguas. Mesmo com os paus rijos e famintos por um desfecho, os dois homens priorizaram o descanso da mulher que os unia, sabendo que o dia ainda era uma criança e que o domingo reservava muito mais.

Rumo à praia de Quiaios, a mudança de cenário trouxe de volta a cumplicidade pública. No areal, a dinâmica voltava ao tom leve e fraternal de sempre. Entre conversas sobre o mar, petiscos e imperiais bem frescas, ninguém no exterior imaginava a voltagem do que acontecera horas antes naquele quarto. Pelo contrário: ao encontrarem alguns conhecidos de Paulo na praia, a proximidade e a familiaridade entre os dois homens eram tantas que uns quantos amigos de longa data continuavam a confundir Francisco com o cunhado de Paulo. Era a camuflagem perfeita para o segredo que os três guardavam sob a pele.

O sol de fim de tarde começou a baixar no horizonte, pintando o céu de tons diferenciados, quando decidiram regressar à vivenda. O corpo pedia água doce para tirar a salmoura do mar, mas ninguém tinha intenção de encerrar o fim de semana ali.

Assim que a porta da casa se fechou e o isolamento arborizado do condomínio em Mira Villas os voltou a abraçar, o cansaço do dia deu lugar a uma nova onda de antecipação. Francisco continuava com eles, perfeitamente integrado na rotina da casa.

Antes que o domingo chegasse ao fim, havia um último ritual a cumprir: a água morna da piscina privada da casa, a luz suave do fim de tarde e a certeza de que, fora dos olhares do mundo, a pele dos três voltaria a encontrar o seu ponto de ebulição.

Em breve, a Terceira e última parte do Fim de Semana Especial.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Segunda Parte

Codigo do conto:
269653

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
11/08/2026

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