Plena Maturidade em Portugal -Fim das Férias de Fim de Verão - Parte Final

As pequenas férias de verão dissiparam-se como o calor na pele, deixando-nos às portas de um setembro de 2026 que já reclama o seu espaço.

Em poucos dias, a época balnear encerra as suas despedidas líquidas, trazendo a promessa da chuva e do frio que nos hão de enredar até meados de fevereiro de 2027. Resta-nos o desejo latente de que este outono e inverno nos curvem com mais suavidade do que os do ano passado. No entanto, para selar com um fecho de ouro o relato da nossa primeira viagem a três, o capítulo final escreveu-se em Vigo. É uma cidade por quem nutrimos uma afeição antiga, um porto seguro ao qual adoramos regressar, mas desta vez o sabor foi completamente novo, denso e inebriante.

Ficámos suspensos num pequeno estúdio cuja maior joia era a vista panorâmica e despida sobre o Porto de Vigo. Com o crepúsculo a deitar-se tardio, por volta das 22 horas, sugámos cada instante dos passeios, o toque da areia e a descoberta de novos recantos. Mas o verdadeiro luxo, o privilégio mais puro, foi a liberdade de nos despirmos de todas as máscaras: sem pressões exteriores, existindo apenas na mais perfeita, absoluta e contagiante sintonia a três.Na penumbra cúmplice daquele apartamento, o sexo elevou-se ao seu zénite, desdobrando-se em formas ricas e diversas. Cedemos a todos os impulsos: houve noites em que a Anna e o Chico se entregavam num turbilhão enquanto eu me alimentava do voyeurismo daquela dança; momentos em que a Anna e eu nos consumíamos sob o olhar atento e febril do Chico; e, acima de tudo, a entrega total e simultânea dos três. Uma fusão de corpos que ocupou a cama, transbordou para o calor do banho e dominou a sala de estar, onde a varanda aberta nos oferecia o mar imenso, sem que nenhum olhar do mundo exterior pudesse violar o nosso santuário secreto.Muitas vezes, ao regressarmos do exterior, a máscara pública de bons amigos desfazia-se no segundo exato em que a fechadura do estúdio estalava. O Chico, rendido a uma urgência carnal, não concedia um único compasso de espera: envolvia a Anna em beijos famintos, profundos e sem reservas, correspondidos de imediato por ela, que já não guardava qualquer réstia de inibição.

Era uma visão magnífica, quase sagrada: aquele homem mais jovem, alto e vigoroso, a ajoelhar-se em devoção diante da silhueta sublime da Anna. Com gestos firmes, deliberados e lentos, despia-lhe o biquíni ainda salgado, entregando-se a um sexo oral profundo, vagaroso e incrivelmente húmido. A língua dele trabalhava a carne mais sensível com tamanha mestria que a Anna ficava à beira do delírio, arqueando as costas e contorcendo-se num espasmo de puro prazer. Em simultâneo, o Chico erguia os olhos ardentes para mim, procurando a minha aprovação silenciosa naquele enlace. Essa cumplicidade visceral e o respeito absoluto que ele mantém por nós são a verdadeira chama que alimenta a nossa engrenagem.A Anna, numa entrega total e faminta, retribuía com igual ferocidade. Deslizando os calções de banho dele, prendia entre os dedos aquela haste impressionantemente grossa — uma barra de carne rija, latejante e quente — dedicando-se a uma fellatio profunda e compassada. Acolhia-o até ao limite da garganta enquanto as suas mãos acariciavam os testículos tensos. A voltagem foi tão alta que o Chico, rendido pela primeira vez apenas ao poder daquele estímulo oral, soltou um gemido cavernoso que ecoou pelas paredes e descarregou o seu leite espesso e quente diretamente no fundo da boca da Anna. Ela não hesitou: saboreou, acolheu e engoliu todo o néctar daquela virilidade. Deslumbrado com tamanha entrega, o Chico puxou-a para cima de si num beijo sedento, misturando e partilhando nas suas bocas os próprios sabores afrodisíacos que tinham acabado de criar.Eu assisti a cada detalhe do sofá, hipnotizado pela estética carnal do momento, permitindo que a química perfeita entre os dois fluísse sem interrupções. Logo a seguir, a Anna rastejou até mim, encaixando-se entre as minhas pernas. Libertou o meu caralho ereto dos calções e envolveu-me numa boca húmida, quente e cheia de carinho, celebrando a luxúria daquele encontro e elevando a minha própria tensão ao limite.Seguiu-se um banho a três, longo, vaporoso e revigorante.

Sem qualquer espaço para tabus ou falsas modéstias, as nossas peles deslizaram umas nas outras sob o fluxo da água quente, lavando-nos e entrelaçando-nos num abraço coletivo que celebrava a nossa cumplicidade. Como a noite ainda era jovem, o cenário mudou para a cama grande, transformada num verdadeiro templo de erotismo puro.A foda que se desenrolou a seguir ficou gravada na memória. A Anna realizou uma das suas maiores e mais intensas fantasias sensoriais: sentir os lábios e a língua de um de nós a explorar e acariciar o seu cuzinho, enquanto o outro concentrava toda a humidade e pressão no seu clitóris intumescido e na cona molhada.

Esta sobrecarga elétrica de estímulos foi tão avassaladora que ela atingiu um orgasmo profundo, violento e continuado, ensopando os lençóis num jorro marinho e abundante, uma maré de prazer da qual todos nos alimentámos com enorme tesão e volúpia.Para coroar a madrugada, entregámo-nos à nossa habitual e cobiçada dupla penetração vaginal. Para a Anna, a sensação desse preenchimento total e duplo é algo indescritível, um limite onde a dor e o prazer se fundem na perfeição; para mim e para o Chico, além do vislumbre das nossas hastes a roçarem e a esmagarem-se mutuamente dentro daquela cona apertada e lubrificada, o verdadeiro clímax era testemunhar o desfalecimento dela. Ver o seu corpo tremer, os olhos revirarem e sentir a forma absoluta como ela se entregava e desabava no ápice do gozo.

Para encerrar este diário da nossa primeira odisseia a três, não há lugar para julgamentos morais ou puritanismos. Fica apenas a partilha crua da nossa felicidade. A vida é demasiado breve e valiosa para ser desperdiçada a vigiar as escolhas alheias em vez de consumirmos as nossas próprias verdades.

Celebrar o amor, a família, os cúmplices de vida e a realização das fantasias mais profundas, sem amarras, é o que realmente dá cor e calor à nossa existência.A idade é apenas um detalhe que não ousa limitar a juventude do nosso espírito.

Regressamos agora à rotina e ao pulsar habitual da Praia de Mira, com as energias sexuais e vitais renovadas e o coração pleno. Esperamos que tenham vibrado connosco neste novo capítulo.

Que o desejo e o amor sejam sempre a nossa maior força motriz. Até ao próximo vislumbre!


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Plena Maturidade em Portugal -Fim das Férias de Fim de Verão - Parte Final

Codigo do conto:
271873

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
10/09/2026

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