Plena Maturidade em Portugal - Início das Férias de Fim de Verão - Segunda Parte



A nossa semana de férias pelo Norte tem sido uma experiência avassaladora. Temos percorrido lugares incríveis e acabamos de desembarcar em Vigo, onde alugámos um apartamento soberbo de frente para a marina. Serão os últimos dias deste descanso bem merecido antes do regresso à rotina e às nossas vidas na Praia de Mira.

A noite passada, ainda em solo português, em Viana do Castelo, foi o pico absoluto desta viagem até agora. Ficámos instalados numa Quinta Medieval, num chalé isolado com pé-direito duplo e em regime de open space, cercado apenas por um mar de vinhedos. Um refúgio perfeito, completamente blindado ao resto do mundo.

Depois de um dia inteiro a passear pela cidade e pelas praias da região, decidimos jantar no próprio chalé. O Chico fez questão de assumir o comando da cozinha, comprar uns bons vinhos e preparar tudo. Ele e a Anna foram ao mercado local no final da tarde. A minha mulher trazia um daqueles vestidos leves de verão, confortáveis e sem nada por baixo, enquanto o Chico mantinha o seu estilo jovem habitual — calções soltos, t-shirt e sapatilhas. Voltaram super animados, a rir e a partilhar uma cumplicidade cada vez mais fluida.

Assim que entraram, a temperatura da casa começou a subir. O Chico despachou a t-shirt, ficando em tronco nu, e atou apenas um avental à cintura para manter o ambiente descontraído. A Anna e eu assumimos o papel de ajudantes de cozinha, taça de vinho tinto na mão, enquanto o aroma da comida se misturava com o vapor do fogão a pleno vapor.

A evolução da nossa dinâmica a três é evidente: já não existe ponta de hesitação, desconforto ou ansiedade. A intimidade entre nós tornou-se tão natural quanto respirar. Entre um gole de tinto e o picar dos ingredientes, os olhares cúmplices transformaram-se em toques deliberados. A Anna, completamente solta, alternava beijos quentes na minha boca e na do Chico, recebendo em troca as nossas mãos a mapearem-lhe o corpo, apertando-lhe a cintura e desnudando a pele sob o tecido fino do vestido.

O jantar foi memorável, mas a sobremesa verdadeira começou logo a seguir. Ajeitámo-nos no sofá para ver um filme à meia-luz, com a Anna instalada no centro, entre mim e o Chico. As carícias tornaram-se mais pesadas e explícitas. As nossas mãos desceram em simultâneo para o regaço dela; por mais de uma vez, os meus dedos e os do Chico cruzaram-se à entrada da cona da Anna, sentindo a pele viva, quente e encharcada. Ela gemia baixinho, contorcendo-se nos estofos enquanto virava a cabeça para devorar a minha boca e, no segundo seguinte, a do amigo.

O Chico, movido por uma fome carnal incontrolável, puxou o vestido da Anna para cima, deixando-a apenas de calcinha e soutien. Sem hesitar, desceu pelo sofá e colocou-se de joelhos entre as pernas dela. Puxou o tecido fino da calcinha para o lado e afundou a cara diretamente na buceta molhada da minha esposa.

Esta prática já se tornou um ritual sagrado entre nós. O Chico trabalha o clitóris dela com a língua, sugando e pressionando com a precisão de um homem que conhece cada fibra daquele corpo, até a Anna entrar num espasmo violento e gozar ruidosamente na boca dele.

Quando terminou, o Chico limpou os lábios com as costas da mão, olhou para mim e para a Anna com aquele olhar cúmplice e atirou, sem rodeios:

— Podem passar-me os melhores pratos do mundo pelo restaurante... mas este mel aqui é disparado o melhor que já provei em toda a minha vida.

A Anna adora sexo oral e não fica atrás na devassidão. Com a maturidade a libertá-la de qualquer pudor moral, a minha senhora tornou-se incrivelmente marota. Ajoelhada à nossa frente, a sua grande missão da noite foi tentar enfiar os dois caralhos rijos na sua boca pequena ao mesmo tempo. Ver a minha mulher de cabeça baixa, a esforçar-se para abocanhar a minha haste e a pissa grossa do Chico em simultâneo, com a saliva a escorrer-lhe pelo queixo enquanto olhava para nós de baixo para cima, foi o ponto de ebulição do meu próprio tesão.

Subimos para o quarto principal do chalé. O instinto animal tomou conta das rédeas. A Anna sentia-se no auge absoluto do seu poder feminino, plenamente realizada entre o marido e o namorado, num triângulo perfeito onde o respeito e a tesão caminham lado a lado.

Posicionámos a Anna de quatro na cama, com as nalgas empinadas para nós. Ela desejava aquilo há dias: a tão sonhada dupla penetração vaginal. O Chico, com a sua largura brutal, colocou-se por trás, enquanto eu me ajustei na mesma entrada. Com paciência e muita lubrificação do próprio gozo dela, fomos empurrando os dois caralhos juntos para dentro do mesmo buraco.

A cona da Anna esticou-se até ao limite absoluto, moldando-se à grossura dupla dos nossos paus. O som do quarto foi tomado por um estalo contínuo de pele contra pele e pelos grunhidos graves de nós três. A sensação de sentir o pau do meu melhor amigo a roçar e a pressionar contra o meu próprio caralho, dentro do corpo quente da minha mulher, levou-nos a um transe indescritível.

A foda foi ritmada, violenta e profunda. A Anna contorcia-se nos lençóis, levada a um estado de êxtase que nunca imaginou alcançar aos 50 anos. Quando o clímax nos atingiu, o Chico e eu não recuámos: estocámos até ao fundo e descarregámos os nossos leites em simultâneo, inundando as profundezas da cona apertada dela num gozo duplo, quente e transbordante.

É extraordinário perceber que, passou dos 50, estamos a viver a fase mais intensa, livre e tesuda das nossas vidas. Agora, em terras espanholas, vamos aproveitar cada segundo até domingo antes de voltarmos à nossa rotina em Mira.

Foi, porém fiel ao que está a acontecer, na parte final prometemos detalhar tudo.

Continua....


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Ficha do conto

Foto Perfil casalmvpt
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Nome do conto:
Plena Maturidade em Portugal - Início das Férias de Fim de Verão - Segunda Parte

Codigo do conto:
271338

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
03/09/2026

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