Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Tereceira e Última Parte - Final



O mergulho na piscina foi lento, quase solene. A água morna envolveu-lhes os corpos cansados enquanto o céu sobre os pinheiros de Mira Villas se tingia de já escurecidos. Na penumbra que se instalava, as palavras tornaram-se desnecessárias; a cumplicidade que tinham construído ao longo do fim de semana falava por si.

Francisco aproximou-se, movendo-se com a naturalidade de quem já pertencia àquele espaço e àquele ritmo. O contacto inicial da pele molhada desencadeou a faísca que todos antecipavam. Entre suspiros abafados pelo murmúrio da água e o roçar suave dos corpos, a distância entre os três dissolveu-se por completo. Cada toque parecia mais demorado, cada olhar mais profundo, queimando as últimas energias do domingo numa entrega absoluta, fluida e sem pressa.

O silêncio que se seguiu já não carregava expetativa, mas sim uma profunda leveza.

O mergulho na piscina foi lento, quase solene, mas a calma durou pouco. A água morna envolveu os corpos cansados enquanto o céu sobre os pinheiros de Mira Villas se tingia de tons violáceos. Anna, agora num estado de relaxamento absoluto por estar no refúgio da casa, usava apenas o seu biquíni. Francisco e Paulo continuavam com os calções de banho que tinham trazido de Quiaios.

Assim que Anna mergulhou, Francisco cortou a água e emergiu colado a ela. Paulo surgiu logo do outro lado. A tesão acumulada nos dois homens era quase palpável; afinal, apesar de Anna ter gozado várias vezes nessa manhã, eles ainda não se tinham vindo e deviam estar com uma dor suportável nos tomates, carregados de tanto leite acumulado a pedir saída.

Estando mais baixa do que os dois na água, Anna puxou primeiro a cabeça de Paulo para um beijo profundo e babado e, sem dar tréguas, virou-se para Francisco, alternando a boca entre o marido e o namorado. Francisco, o mais novo e imparável, não perdeu tempo: desfez o nó do biquíni de Anna e puxou-lhe as cuequinhas para baixo, deixando-a completamente nua na água morna. Paulo despiria o calção num gesto rápido, seguido por Francisco.

Instantes depois, cada um caiu de boca numa mama de Anna, chupando os mamilos rijos enquanto as mãos de ambos desciam pela água para lhe acariciar a cona, que já transbordava de tesão e suco natural. O caralho de Francisco era descomunalmente grosso — um tronco como ela nunca tinha visto —, enquanto o do Paulo se destacava pelo comprimento imponente.

Famintos por algo mais selvagem, saíram da água e deitaram-se no colchão insuflável junto à varanda. Francisco deitou-se de costas e Anna cavalgou-o de imediato. Alinhou a cona apertada à pissa grossa do mais novo e foi-a engolindo aos poucos, soltando gemidos altos enquanto se espetava nele.

Paulo, a assistir ao espetáculo do rabo da mulher a subir e a descer no pau do amigo, não se aguentou. Ajoelhou-se por trás dela. Para a preparar para a dupla penetração com que ela sempre sonhara, meteu-lhe um dedo lambuzado no rabinho. A abertura era tão justa que Paulo conseguia sentir, através do tecido fino do corpo de Anna, a própria pulsação do caralho de Francisco a bater fundo dentro da cona dela.

Besuntou o cuzinho de Anna e o seu próprio pau com hidratante.

— Francisco, segura-a bem... — pediu Paulo, agarrando-a com firmeza.

Anna já gemia baixinho, numa mistura delirante de medo e tesão desmedido. Paulo foi empurrando a pissa para dentro do cu dela, devagarinho, dando tempo para o tecido ceder. Quando a cabeça passou e a pissa entrou toda, o ritmo de ambos explodiu. Francisco estocava de baixo para cima e Paulo arrombava-a por trás. Dentro de Anna, a separação entre a vagina e o cu parecia uma membrana invisível — os dois caralhos praticamente roçavam um no outro através da carne dela, num movimento sincronizado que os estava a levar à loucura.

— Vou desmaiar... Puta de tesão! — gritava Anna, fora de si.

Os gajos não abrandavam; queriam despejar o leite todo dentro dela. A primeira a arrebentar foi Anna, num orgasmo violento que fez a cona e o cu contrairem-se em torno dos dois paus. Logo a seguir, Francisco deu a última estocada funda e encheu-lhe a cona com uma carga enorme de leite quente. Sem pausa, Paulo cravou-se até à raiz no cuzinho da esposa e descarregou também todo o seu leite no fundo do rabo dela.

Ficaram deitados de lado, com os caralhos ainda enfiados e moles dentro dela, a sentir o leite a escorrer e a recuperar o fôlego sob a luz suave do fim de tarde.

— Nunca pensei que esta fantasia que guardo há tanto tempo... se tornasse realidade assim — confessou Anna, num sussurro trémulo.

Desconectaram-se devagar, com a pele melada de suor, água e porra. Arrastaram-se até ao WC da suíte principal, onde tomaram um banho a três, demorado e aconchegante, lavando os corpos antes de irem para a cozinha lanchar algo.

Ainda descansaram um pouco na cama grande, abraçados, com a certeza de terem vivido um fim de semana de verão inesquecível — o selo definitivo e perfeito para este trisal que, a cada dia que passa, fica ainda melhor e mais unido.

O verdadeiro trunfo daquela relação era a ausência total de dramatismos, juras de amor pirosas ou falsas promessas. Não havia espaço para ciúmes, ambiguidades ou desrespeito. A cada dia que passava, os três percebiam, com uma clareza desarmante, que a base de tudo aquilo era uma amizade que só se fortalecia.

Francisco desenvolvera um respeito ainda mais profundo por Paulo. Para o mundo exterior, continuavam a ser os companheiros de sempre — aliás, na pequena cidade onde viviam, não era raro ver as pessoas confundirem-nos com irmãos, primos ou cunhados. Apareciam juntos a ver os jogos de futebol com a restante malta, partilhavam imperiais e petiscos nas tascas habituais, frequentavam os mesmos restaurantes e cruzavam-se nos espaços comuns como dois homens perfeitamente normais e integrados na rotina local. Ninguém, por um segundo que fosse, levantava qualquer suspeita sobre a dinâmica que os unia quando as portas se fechavam.

Anna observava essa cumplicidade com um orgulho imenso. Ver o marido e o namorado a rirem-se numa mesa de café, perfeitamente à vontade, dava-lhe uma tesão silenciosa e constante. Orgulhava-se da maturidade deles e, acima de tudo, do segredo explosivo que partilhavam. Viviam, sem sombra de dúvida, o trisal mais gostoso, insaciável e perfeito de sempre — exatamente como devia ser, coberto pelo véu do absoluto anonimato.

Não precisavam de demonstrações públicas de afeto desnecessárias, de beijinhos discretos na rua ou de roupas extravagantes para provar fosse o que fosse ao mundo. A elegância deles estava na sobriedade e na discreta normalidade com que se apresentavam socialmente. No entanto, por baixo dessa fachada irrepreensível, a cumplicidade fervilhava. Bastava um olhar de esguelha na esplanada, uma roçadela aparentemente acidental por baixo da mesa ou a simples lembrança do cheiro do leite acumulado nos paus dos dois homens para que a pele de Anna arrepiasse de imediato.

Sabiam que o verdadeiro luxo daquela aventura era a transição perfeita entre o dia a dia pacato e a devassidão absoluta entre quatro paredes. Lá fora, eram a imagem viva do respeito e da amizade leal; em casa, transformavam-se em três corpos famintos, onde a cona de Anna continuaria a ser o ponto de encontro perfeito para o caralho grosso de Francisco e para a pissa comprida de Paulo.

E assim se selava esse novo ciclo: com as contas ajustadas, o desejo no ponto máximo e a certeza absoluta de que, entre a amizade genuína e o sexo mais cru, tinham encontrado o equilíbrio perfeito para continuar a desfrutar, em segredo, do melhor fim de semana das suas vidas — todos os dias.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Plena Maturidade em Portugal - Um fim de semana Especial - Tereceira e Última Parte - Final

Codigo do conto:
269796

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
13/08/2026

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