Eu estava a ficar fora de mim. Entretanto, L. chegou da cozinha e a temperatura baixou, mas o fogo por dentro continuava a arder.
Chegou a hora de tirar o tabuleiro. A. levantou-se e eu disse logo:
— Espera, vou ajudar, podes queimar-te.
Cheguei à cozinha e ela estava com o cu empinado, fingindo que retirava o tabuleiro. Era a minha primeira oportunidade de fazer o que tantas vezes idealizei e fantasiei: roçar-me no cu dela. Desta vez, sabia que era desejado, ao contrário de outras vezes em que não tinha a certeza. Foram breves segundos, mas senti o calor das nádegas através do tecido. Ela fez força contra mim, com movimentos de cima para baixo, esfregando-se em mim como uma gata no cio.
Não podíamos dar bandeira e lá fomos para a mesa. Estava a ser difícil controlar tanta tesão. As nossas cabeças não pensavam em mais nada. Durante a refeição, as pernas e os braços nunca se tocaram tanto como naquela refeição. Cada roçar era uma faísca.
Terminada a refeição, como habitualmente, sou eu que arrumo a mesa. Estou eu a pôr a loiça na máquina quando entra A. e me mete a mão no caralho, apertando-o com força, e depois aperta-me os colhões, num gesto rápido e arriscado. Olhou-me com um sorriso maroto e saiu.
Fomos todos para a sala ver TV. Estava a dar Joker. Z. adormeceu passados minutos e foi-se deitar. Passados uns trinta minutos, L. diz:
— Estou com dor de cabeça desde a tarde e não passa. Vou ver se durmo.
Eu disse:
— Ainda é cedo, não tenho sono. Vou ficar mais um pouco.
Foi o que nós queríamos. Íamos ficar os 2 sós, mas num ambiente muito perigoso. Eu estava num sofá, A. noutro. Ela entretanto tinha ido vestir o pijama de verão: calções largos e uma camisola solta. Eu, como ando em casa, vestia calções de algodão, daqueles que servem para desporto ou para o dia a dia.
Iniciámos o nosso jogo de sedução. Olhámo-nos com um sorriso penetrante e provocante. Coloquei a mão por dentro dos calções e comecei a acariciar-me lentamente, com o olhar a incentivá-la a fazer o mesmo. Ela estava renitente, com receio de julgamento da minha parte, mas a tesão era tanta que começou por cruzar as pernas e colocar uma mão bem lá no meio, a mexer-se ligeiramente, enquanto me apreciava. Eu já tinha o volume da piça tesa bem marcado dentro dos calções.
Aproximei-me um pouco mais e, com um pé, toquei-lhe numa das pernas, dando indicação para descruzar e abrir-se para se tocar para mim. Muito envergonhada, acedeu. Parecíamos dois adolescentes a masturbar-se e a acariciarem-se um para o outro. A tesão era tanta que eu queria tocar-me mais à vontade. Nessa altura, L. e Z. já deviam estar a dormir profundamente.
Tirei a piça para fora. Estava tão rija que até me doíam as veias de tanta pressão. A. ficou apavorada, com um misto de medo de sermos apanhados e de admiração ao ver a minha verga, com a cabeça da piça toda brilhante, coberta por uma gota de pré-gozo. Comecei a masturbar-me de forma muito lenta, com a mão firme à volta do tronco. Ela meteu a mão dentro dos calções e começou a tocar-se de forma mais explícita, com os dedos a desenharem círculos sobre o grelo. Um num lado, outro no outro, como se estivéssemos a testar quem cedia primeiro e vinha para junto do outro.
Eis que ela se levanta e vem sentar-se ao meu lado, no sofá de três lugares. Os nossos lábios, pela primeira vez, tocaram-se. Que lábios macios, húmidos, sedosos e ligeiramente salgados. Beijámo-nos num linguado demorado, cheio de desejo acumulado durante anos. Peguei-lhe na mão e meti-a sobre o meu caralho, guiando os seus dedos para movimentos suaves e envolventes. A minha mão abraçou-a e foi descendo pelas costas abaixo, descobrindo com facilidade o rego até ao fundo das costas, apalpando e apertando as nádegas. Estávamos loucos de tesão e desejo. Se entrasse alguém, estávamos fodidos.
Meti a mão sobre a cabeça dela e insinuei que me chupasse. Ela olhou-me, sorriu, como quem diz: vou comer-te essa piça toda. Eu fui olhando para a porta que dava acesso aos quartos. Tudo sossegado. Menos na sala, que vivia um ambiente de tesão sufocante.
Ela começou por lamber a cabeça, com a língua a contornar a glande, enquanto uma mão segurava a base e fazia movimentos suaves. Aumentei o ritmo com a anca, enquanto a minha mão alcançava novamente o rego das suas nádegas. Encontrei a humidade que já escorria dela. Passei os dedos de leve e senti um grelo completamente empapado, rodeado de pêlos rijos que indicavam que ela não se depilava há algum tempo. Enfiei um dedo, depois dois, abrindo os lábios carnudos e constatando que ela era apertada, o que me deu ainda mais tesão. Tirei os dedos e lambi o mel que dela escorria. Que sabor a cona de mulher madura, sem foder há tempos. Um sabor intenso, ácido e doce ao mesmo tempo.
Eu queria agora saboreá-la. Dei-lhe sinal para se levantar. Comecei por lhe baixar os calções. Ela hesitou, eu disse:
— Daqui vejo se eles acendem a luz.
Eu sentado, ela em pé à minha frente. Embora as luzes estivessem apagadas e só a luz da TV iluminasse o ambiente, vi aquela visão que todo o homem aprecia: os calções pelos joelhos, e a pintelheira aparada e tratada, com os pêlos crespos e húmidos. Abri-lhe os lábios e beijei o grelo e o clitóris enquanto nos beijávamos ao mesmo tempo. Mas a minha boca precisava de provar e lamber os seus sucos. Ela virou-se de costas para mim, debruçando-se sobre a mesa de centro. Que visão: a minha cunhada entregue a mim, com o cu empinado e a cona exposta.
Abri as nádegas e entrei para umas lambidelas naquele grelo. Que visão eu tinha sobre a minha cunhada, semelhante ao que idealizava, mas agora com cheiro, sabor e toque. Ela contorcia-se toda, já pedia para levar com ele. Eu disse-lhe:
— Vais ser minha.
Abri-lhe mais as pernas e puxei-a em direção ao meu colo para se sentar. Ela esfregou-se, sentada sobre a minha piça, com movimentos para cima e para baixo, deslizando os lábios húmidos ao longo de todo o comprimento. A. é que agora comandava. Levantou-se ligeiramente, com uma mão apontou a cabeça da minha piça para as beiças da sua cona, como se fosse o seu novo brinquedo. Só queria ser possuída.
Senti a cabeça da minha piça a tocar-lhe nos lábios carnudos e húmidos. A entrada estava escaldante e escorregadia. Dei um pequeno movimento para cima para a possuir, mas foi ela quem deixou cair o corpo sobre mim, num movimento lento e deliberado. Senti a minha cabeça a abrir caminho através da sua carne quente e apertada. As suas paredes vaginais agarraram-me, contraindo-se à volta da minha glande, enquanto eu avançava centímetro a centímetro, sentindo cada prega, cada rugosidade húmida a envolver-me. A sensação era avassaladora: uma mistura de pressão, calor e uma suavidade sedosa que me fazia perder o fôlego. Os seus pêlos rijos roçavam-me na base da piça, criando uma fricção deliciosa.
Ela começou a cavalgar, recostando-se sobre mim. Com uma mão, apertei-lhe as mamas, sentindo os bicos rijos e duros contra a minha palma. Com a outra mão, esfreguei-lhe o grelo e a pintelheira, fazendo círculos no clitóris enquanto ela montava. Cada vez que ela descia, eu sentia o fundo quente da sua cona a tocar-me na ponta; cada vez que subia, a sua humidade escorria-me pelas bolas. Ela sentia-me a mim, e eu sentia-a a ela, num vaivém cada vez mais rápido. Os nossos corpos colavam-se, suando, e o som molhado da penetração fazia eco na sala silenciosa.
— Fode-me como eu gosto, com carinho — disse ela, ofegante.
Os movimentos foram aumentando de intensidade. Ela já estava completamente alagada, e eu sentia-a a apertar-me cada vez mais. A sua respiração tornou-se irregular, os olhos reviraram-se.
— Mexe-te um pouco, vou-me vir — disse eu.
— Sim, vem-te, minha querida — respondeu ela, num sussurro quente.
Senti o seu corpo a começar a tremer, o clitóris a pulsar contra a minha base enquanto ela se contraía toda à minha volta. Foi nesse instante que perdi o controlo.
— Vou-te esporrar dentro de ti — gritei baixinho.
— Sim, sim… dá-me leite. Vem-te comigo — pediu ela, enquanto as suas paredes me espremiam, sugando-me por dentro.
Dei três ou quatro estocadas finais, profundas e lentas, e senti o orgasmo a subir das bolas até à cabeça da piça. O meu leite jorrou, quente e abundante, enchendo-a por dentro, enquanto ela gemia o meu nome abafado, com o corpo a contorcer-se em espasmos sobre o meu colo. Ficámos ali, colados, sentindo as pulsações finais um do outro, com os nossos sexos ainda ligados, numa cumplicidade que nenhum de nós alguma vez imaginara.
Passados longos minutos, ela levantou-se lentamente, sentindo o meu esperma a escorrer-lhe pelas coxas. Olhou para mim, com um sorriso cúmplice, e limpou-se discretamente com um lenço. Eu guardei a piça ainda latejante nos calções. Olhámos para a porta dos quartos. Tudo continuava escuro e silencioso. O nosso segredo estava a salvo.
Mas sabíamos que aquela noite era apenas o começo.
