Os casais estavam se abraçando e até Larissa e Dudu estavam bem apegados, andavam de mãos dadas e se abraçavam a toda hora. Ele a beijava e dizia o quanto a amava e ela dizia que ele era tudo em sua vida, e que foi muita sorte tê-lo encontrado.
"Safada", pensei. "Justo depois de eu ter gozado na boca dela, é o dia que ela mais beijou o namorado".
O horário voou, e quando percebemos já era quase 0:00. O relógio marcava 23:45. Eu vi que as nossas garrafas de champanhe estavam acabando, falei que ia buscar mais e fui correndo para a casa. Quando estava quase chegando na escada que subia para nossa casa, eu ouvi um grito vindo lá de trás:
_ Eu te ajudo a trazer mais taças!
Era Larissa, correndo junto de mim e subindo as escadas do meu lado. Olhei para trás e Dudu já estava distraído com a brincadeira de outros amigos nosso de chutar a água do mar uns nos outros. Subi as escadas correndo.
Cheguei na cozinha, peguei duas garrafas e quando ia voltando ela parou na minha frente.
_ Ei, não temos tempo para isso...
_ Temos sim, temos 13 minutos - ela disse, provocante.
Larissa estava usando um vestido sem alças, branco e que ia até as coxas. Suas pernas à mostra eram uma delicia. Ela se aproximou de mim, e foi me abraçando e me dando um beijo. Na sua aproximação, senti que seus mamilos estavam duros. Ela estava sem sutiã. Olhou para mim enquanto agarrava minha nuca:
_ Eu também estou sem calcinha. Quer ver?
Era demais para eu conseguir segurar. Deixei as garrafas no balcão e retribui o beijo quente. Larissa me deixava duro com facilidade. Do tipo explosivo - meu pau pulsava de tesão por ela.
Segurei sua cintura e virei ela de costas para mim. Levantei seu vestido até às suas ancas e vi a sua bundinha desnuda. Enfiei um dedo na boceta dela por trás, ela estava ensopada.
_ Gostosa. Sem calcinha e melada desse jeito - falei em seu ouvido, arrepiei o corpo dela todo.
Agarrei o pescoço dela e fui beijando seu rosto, seu pescoço, enquanto eu tirava meu cinto e deixava meu shorts cair no chão. Minha rola estava enorme e quente, minha cabeça estava inchada e vermelha. Fiquei ali esfregando meu pau no meio de sua bunda. Ela se virou e me deu um beijo de língua. Eu inclinei o seu corpo para frente e continue metendo meus dedos dentro de sua boceta molhada. Com a outra mão, eu fiquei forçando seu corpo a ficar colado na bancada da cozinha, forçando ela a ficar com a bunda bem empinada para mim.
_ Uau, quanta força - me fode assim, vai. Me fode com força!
Tínhamos 10 minutos.
De onde estavamos encostados na bancada da cozinha, tínhamos visão do quintal e da escada que levava até a praia, então se alguém estivesse subindo, nós íamos ver e podíamos disfarçar.
Deu um tapa forte em sua bunda, e ela sorria, pedia por mais. Enchi ela de tapas, agora não precisavamos fazer silêncio.
_ Isso, bate. Bate na sua putinha!
Continuei estocando meus dedos, aumentei para três e continuava esfregando meu pau entre as suas nádegas, ela foi rebolando, empinando a bunda e jogando seu corpo contra o meu cacete quente e babando. Tirei os dedos e mirei meu cabeçote em sua bocetinha faminta. Fui deslizando para dentro.
Tirei a mão de suas costas e abaixei o seu vestido. Deixei seus peitinhos empinados nus, e agarrei eles com força, e depois segurei seu mamilo com os dedos e apertei-os. Sua boceta fisgou, como acontecia sempre que ela sentia uma dorzinha. Puxei seus mamilos para frente, esticando seu seio e ela gemeu alto, quase gritando. Continuou esfregando seu corpo contra o meu, rebolando e movendo meu cacete dentro dela para cima e para baixo sem parar.
_ Aí caralho, isso - vai até o fundo. Vai fundo!
Ela implorava, gemia, se retorcia para beijar minha boca. Eu olhava para o quintal com medo de que alguém chegasse, mas não parava de meter com força dentro dela.
Tínhamos 7 minutos.
A joguei contra o chão e deu mais alguns tapas em sua bunda. Ela empinou bem ele, ficando de quatro para mim, feito uma cachorra no cio. Olhei seu cuzinho com apetite, salivei com vontade de abocanhar aquele buraquinho tão precioso dela. Rosadinho e com todas as pregas. Cuspi em seu cu e ela olhou para mim indignada:
_ Vai comer o meu cuzinho agora?
_ Vamos fechar o ano com chave de ouro, delicia!
Dei mais um tapa na bunda dela. Sua bunda estava muito vermelha e com marca de meus dedos. Mirei a cabeça em seu cuzinho e comecei a esfregar ele ali. A carne foi se abrindo como uma flro desabrochando. Meu esfrega-esfrega foi ganhando espaço. Fui empurrando mais e mais, até que minha cabeça enorme foi se infiltrando com dificuldades para dentro dela. Apertada!
Puxei seu cabelo para lhe dar um beijo:
_ Você tá traindo meu amigo, sua piranha. É isso que você merece.
Fui empurrando meu pau para dentro, com imensas dificuldades, parecia que eu não saia do lugar e era dificil ganhar pelo menos um centimetro para dentro daquele cu, mas ela estava adorando e pedindo para eu ir mais fundo.
Ela tentou falar, mas gemia de dor e tesão. Puxei seu cabelo com força pra mostrar que eu podia controlar seu corpo. Ela colocou a mão para trás, para controlar as minhas estocadas, mas eu agarrei seu braço, e imobilizei ela.
Enfiei até o fundo e ela contorceu seu corpo todo como se tivesse acabado de ser apunhalada.
_ Aí caralho! Seu pau é grosso, filho da puta!
Continuei metendo, sentia meu pau ser esmagado dentro dela, e a sensação era deliciosa.
_ Eu adorei a sua bocetinha e a sua boca, mas, meter no seu cuzinho está me deixando fora do sério - sussurrei para ela e ela gemeu mais. Olhou nos meus olhos e disse que tinha acabado de gozar de novo.
_ Filho da puta, é a primeria vez que eu gozo dando o cu.
Tínhamos 4 minutos e eu continuava metendo fundo. Não queria gozar, não queria que aquilo tivesse fim. Ela empinava a bunda e rebolava, se acostumando com meu vai e vem. Ela começou a se masturbar com a outra mão, enfiava dois dedos dentro de sua boceta e gritava de desejo:
_ Me arromba vai, me arromba porque eu vou sentir saudades da sua pica!
Me debrucei em cima dela, mordi o seu ombro, chupei seu pescoço e deixei uma marca:
_ Filho da puta, como que eu vou explicar isso?
_ Eu quero ver você explicar para ele o porquê vai estar com o cu arrombado!
Dei mais tapas em sua bunda, mas agora ela não conseguia nem gemer mais, e nem pedir por mais. Ela estava exausta e eu conseguia perceber isso pelos seus movimentos que estavam perdendo a agilidade.
Admirei sua bunda completamente vermelha com os meus tapas. Ela continuava enfiando fundo alguns dedos dentro de sua boceta e eu escorregando meu cacete para dentro de seu cu apertado. Ela estava fora de si, totalmente sem controle.
Estoquei mais uma vez até o fundo, e ela gritou, dessa vez se virando para mim e pedindo para eu gozar!
_ Goza, goza em mim. Eu estou quase desmaiando de tanto que gozei!
Tínhamos 2 minutos. Tirei ele de dentro de seu cu e fiquei admirando aquele buraco aberto. Foi se fechando devagarinho. Estoquei de novo e ela mais uma vez se contorceu de tesão.
_ Como é bom sentir seu cacete quente no meu cuzinho.
Ela continuava metendo seus dedos dentro de sua boceta, eu resolvi ajudar voltando a meter em sua boceta vermelha e toda gozada e para não deixar o cuzinho dela se fechar de novo, eu meti dois dedos ali e ia estocando-os bem fundo, junto de minhas investidas contra seu corpo. Meus joelhos estavam doendo por conta da posição em que estávamos no chão da cozinha. Mas o tesão era tanto que perdemos o controle e noção de tudo que sentiamos em nossos corpos. O extâse tomou conta de nós dois.
Ela gritou quando enfiei meu pau e os dedos no seu cu. Deu um pulinho e tremeu as duas pernas inconscientemente, tombando no chão. Ela estava sem forças nos braços e nas pernas para continuar de quatro. Deitei em cima dela, jogando meu peso todo contra seu corpo e esfregando meu corpo contra o dela. Meu pau invadia sua boceta e meus dedos continuavam penetrando seu cuzinho apertado. Nossos corpos estavam tão suados que nós dois pareciamos que tinhamos acabado de sair do banho. Ela não gemia, apenas soltava uns sons de quem já estava no seu limite. Enfiei mais um dedo em seu cuzinho e ela reclamou com a voz sonolenta e sorrindo:
_ Filho da puta, você vai me rasgar!
Tínhamos 1 minuto. Ela gozou de novo, dessa vez de ejacular. Suas perninhas tremeram forte, com violência e eu ali atrás dela fiquei ainda mais ensopado. Parecia que ela tinha acabado de urinar, mas pelo seu gemido demorado, eu sabia que era o limite de seu gozo. O ponto mais alto.
Fiquei em pé, peguei ela pelo cabelo e mandei se ajoelhar. Ela ficou de joelhos e agarrou meu cacete todo sujo de cu e boceta e foi enfiando dentro de sua boca.
Foi me chupando com fome, com força. Ela queria me fazer gozar de qualquer forma. Segurava meu pau com sua mão bem firme e ia me masturbando e sugando ele. Peguei meu pau e bati contra a cara dela. Ela sorria para mim, me olhando nos olhos. Ela estava com olheiras bem fundas, o rosto todo rosado de quem parecia ter saído de uma maratona. Quanto mais eu batia em seu rosto com meu pau, mais ela sorria para mim, com seus olhos quase fechando de cansaço e sono. Gostava de ser tratada como uma vadia, e eu não conseguia parar.
_ Isso, bate mais, bate! - disse ela, fraca, impotente e quase sem voz.
Tínhamos 30 segundos. Agarrei seu cabelo de novo, ela abriu a boca e eu enfiei ele todo dentro.
Ele engasgou, e eu continuava metendo dentro de sua boca. Ela lacrimejou, engasgou, soltou saliva grossa e cheia de muco, molhando toda a sua cara e meu corpo. Estava quase gozando em sua boca.
De onde estavamos eu ouvia o pessoal lá embaixo na beira da praia gritando:
_10... 9...
_ Goza na minha boca, goza - ela implorou, com a maquiagem toda borrada, a cara toda melada e vermelha por conta das pirocadas.
_ 8... 7...
Comecei a bater uma punheta diante da cara dela. Ela foi para baixo e começou a sugar as minhas bolas.
_ 6... 5...
_ Vou gozar, abre a boca!
_ 4... 3...
Ela abriu bem a boca e colocou a língua toda para fora. Batia punheta com rapidez, sentia o meu sêmen vindo com tudo para a cabeça do meu pau. O prazer foi intenso.
_ 2... 1...
Gemi bem alto. Gozei!
Minha porra branca e pegajosa voou para cima do rostinho de Larissa. A gosma caiu em seu queixo, boca, nariz, olho, testa e cabelo. Foi uma verdadeira festa em seu rosto. Um segundo jato de porra voou para bocheca, mais um pouco no olho e mais em sua testa. E um terceiro jato de porra caiu em sua boca, queijo e alguns pingos caíram em seus seios. Sobraram só umas duas gotinhas penduradas na cabeça de meu pau.
_ FELIZ ANO NOVOOO!!!
Ouvimos nossos amigos lá na praia gritando e comemorando, e os primeiros fogos de artifício explodindo na orla iluminaram toda a cozinha onde estávamos com cores coloridas e festivas.
Limpei a cabeça do meu pau em seu rosto e ele foi pegando a porra estacionada em seu rosto e levando para boca.
_ Eu estou tonta… Você acabou comigo…
Ela tentava falar, enquanto se limpava e lutava para se manter acordada.
Eu subi meu short, peguei as duas garrafas de champanhe que eu tinha prometido para o pessoal lá embaixo e fui saindo da cozinha.
Deixei ela ajoelhada na cozinha, toda lambuzada, desgrenhada, acabada, e fui para a praia, descendo correndo para comemorar com meus amigos.
Dudu chegou até mim e me perguntou de Larissa:
_ Ela ainda está lá encima, deve estar procurando taças limpas...
Ele se virou para ir até a casa, mas eu segurei o seu ombro. Ele se virou e eu o abracei:
_ Feliz ano novo meu camarada!!!
Ele sorriu para mim e me abraçou bem forte:
_ Feliz ano novo meu irmão! Você é incrível meu parceiro, saiba disso.
Peguei ele pelo ombro e voltei ele para a beira da praia, como se fizesse grande questão de ter ele em minha presença - e para dar mais tempo para Larissa se limpar e se arrumar lá na cozinha.
O meu amigo corno continuou ali conosco, festejando e tomando champanhe, sem nem imaginar que sua namorada estava toda esporrada lá em cima, com a bunda roxa de tanto levar tapas e o cu arrombado.
Depois de uns 5 minutos Larissa desceu, estava com um sorriso enorme no rosto mas uma olheira imensa de cansaço. Abraçou todo mundo ali na praia, e quando me abraçou, pude sentir o cheiro de porra impregnado nela, talvez no cabelo ou no seu hálito.
_ Feliz Ano Novo, vadia - desejei a ela
_ Feliz Ano Novo, filho da puta - ela retribuiu, dando me um sorriso sincero e me abraçando bem apertado com seus braços moles e cansados.
Para encerrar:
No dia 02, estávamos fazendo as malas para ir embora. Aos poucos, meus amigos iam vindo para se despedir. Fechei minha mala e fui levando até o carro. Dudu disse que ele e Larissa iam embora no carro de outro amigo, me agradeceu a carona e me abraçou:
_ Cara, eu quero te agradecer por tudo.
Meu coração acelerou, será que ele sabia de algo?
_ O que? Do que você está falando?
E ele com um sorrisão no rosto me respondeu com a maior inocência do mundo:
_ Larissa disse que você conversou com ela naquela hora que vocês subiram para buscar o champanhe.
_ E o que ela falou?
_ Ela me disse que você aconselhou ela a nunca me largar, e que nós formamos um casal perfeito juntos. Você não tem noção o como o comportamento dela mudou comigo. Ela parece bem mais feliz desde a virada do ano!
"Eu nunca disse nada disso", pensei. "Mentirosa do caralho!".
Larissa estava saindo da casa e indo até o carro com nossos outros amigos. Ela me abraçou para se despedir:
_ Vou sentir a sua falta - ela me disse.
_ Também vou - respondi com sinceridade.
Ela se virou para o Dudu e perguntou:
_ Amor, porque não vamos visitar mais ele? Deviamos jantar juntos algum dia desses, que tal?
Dudu abriu um sorrisão:
_ Perfeito! Eu topo! Quem sabe a gente não marca outra viagem? A casa de campo dos meus pais, que tal?
Eu sorri para ele e para Larissa. Ela me sorriu de volta com um jeitinho manhoso, um sorriso malicioso e um olhar de quem queria fogo.
_ Eu mal vejo a hora! - respondi com o sorriso de orelha a orelha.

