Sempre gostei de futebol, desde muito pequeno e na época, sempre reuníamos uma galera pra jogar bola.
Certa vez, marcaram um torneio e os times seriam escolhidos e um amigo, bem sacana por sinal, se aproximou de mim e propôs uma aposta:
- "Se você for escolhido primeiro eu faço o que você quiser; mas, se eu for escolhido primeiro você faz algo que eu pedir".
Achei a ideia boa e aceitei, ainda zoei ele dizendo que escolheria um castigo muito bom para ele. Rimos um pouco e no dia seguinte, após o capitão do time ir falando os nomes, me dei conta que o goleiro era o primeiro a ser escolhido. E na hora pensei:
- Filho da puta, nem me liguei, me ferrei, eu perdi a aposta.
Logo depois da escalação do time ele se aproximou, sentou-se ao meu lado rindo e falou que eu perdi e teria que pagar a aposta.
Na hora, passou mil coisas na minha cabeça... Limpar seu quarto, cheirar suas meias suja, sei lá, conhecendo o Edu, poderia vir qualquer coisa, o cara era bem sacana. Apesar de ser um ano mais velho que eu parecia que já tinha vivido muito tempo no quesito sacanagem.
Ele pediu para eu o esperasse e que a aposta deveria ser paga naquele dia. Na hora meu coração já acelerou, pois não sabia o que esperar do Edu.
Caminhamos juntos e ele falou para ir com ele até a sua casa, perguntei o que iria querer e ele rindo falou que eu ia gostar. Na hora falei que não ia fazer nada bizarro.
Chegamos a sua casa e por se cedo, seus pais ainda não haviam chegado do trabalho. Subimos para seu quarto e, ainda desconfiado exclamei:
- Cara, falo logo o que você quer que eu faça.
Sem muito rodeio ele falou: -: "O que eu quero que você faça é chupar o meu pau".
Eu ri na hora e perguntei se ele estava louco. Mas não; ele tirou o pau para fora — devia ter uns 16 ou 17 cm e era meio grosso, cheio de veias e semi duro.
Ele me segurou pelo pescoço, me fez ajoelhar e colocou o pau na minha cara. Não consegui resistir e comecei a chupar.
Como eu nunca tinha feito aquilo antes, fui meio desajeitado, mas ele me guiava com a mão, enfiando e tirando da minha boca com naturalidade, como um professor ensinando ao aluno, enquanto me elogiava dizendo que eu tinha jeito para aquilo.
Em certo momento, comecei a engasgar e o empurrei; respirei fundo e disse que já bastava. Mas ele, com uma atitude dominante, disse que ainda estava duro, me agarrou de novo e colocou o pau na minha boca.
Ficamos assim por um bom tempo até que sem avisar, gozou na minha boca me fez engolir o sêmen, não me deixando cuspir. Em seguida, ele me deu um beijo, e um tapinha no rosto e falou com um sorrisinho safado.
- Não disse que iria gostar, agora só falta eu sentir o gosto da sua porra na minha boca.
Eu adorei a ideia, mas essa história ficará para uma próxima vez.


