Minha mulher me fudeu pat.2

?Na semana seguinte ao último relato, tive que fazer uma viagem de trabalho e precisei ficar uma semana fora. Ela não gostou muito da ideia, mas eu não tinha outra opção. Então eu fui, mesmo com ela contrariada.
?No primeiro dia, ela não me mandou mensagem. Ao final do dia, enviei uma mensagem de boa-noite, que só foi respondida no dia seguinte. Imaginei que ainda estivesse chateada com a viagem. Enfim, as coisas estavam bem corridas e eu não conseguia falar com ela durante o dia. No segundo dia, novamente enviei uma mensagem de boa-noite e ela respondeu. Perguntei como ela estava, e ela disse que estava bem. Mandei um beijo e disse que iria dormir porque estava exausto.
?No terceiro dia, saí um pouco mais cedo e fui direto para o hotel onde estava hospedado. Chegando ao quarto, fui tirando a roupa e, ao abaixar a cueca, percebi que meu pau estava meia-bomba. Fui para o banho e bastaram algumas alisadas para que ficasse completamente duro. Já estava há alguns dias sem me aliviar, então o tesão estava acumulado. Comecei uma punheta, mas, um pouco antes de gozar, decidi tirar uma foto e mandar para a minha esposa. Sem dizer nada, mandei a foto do meu pau duro com a legenda: “Olha como ele fica de saudade de você!”.
?Ela visualizou e mandou um emoji de coração. Em seguida, disse: “Espero que esteja assim pensando em mim mesmo, e não duro para outra”.
?Saí do banho, fui para a cama e iniciamos uma conversa bem safada:
?— Você não tem ideia da vontade que estou de te foder de quatro até encher essa sua buceta de porra.
— Queria estar aí para chupar esse seu pau duro bem gostoso.
— Ia adorar foder essa sua boquinha antes de arrombar a sua bucetinha.
?O clima estava quente. Se eu estava com aquele tesão todo, aposto que ela também estava. Decidi provocá-la ainda mais:
?— Quando eu voltar, quero que me surpreenda!
— Como assim?
— Não sei. Do seu jeito! Quero que invente uma putaria bem gostosa para fazermos juntos!
— Safado!
— Sou, e você é minha putinha! Seu macho está precisando gozar. Você me deixa jogar sua porra fora?
— Só se você gravar para eu ver.
?Ela mandou uma foto da sua buceta com a legenda: “Se estiver precisando de inspiração”.
?Gravei o vídeo me masturbando e gozando, com a porra escorrendo pela minha pica e pela mão que a segurava, e enviei para ela.
?— O estoque estava cheio, hein? Pena que não estou aí para limpar tudinho!
— Você é uma safada. E não se esqueça: quando eu voltar, terá que me fazer uma surpresa.
— Pode deixar.
?Enfim, chegou o dia do meu retorno. Cheguei a casa e ela estava no trabalho — oportunidade perfeita para me preparar. Depilei meu pau e meu cuzinho, deixando tudo lisinho para ela usar. Fui buscá-la no trabalho e, após nos arrumarmos, saímos para jantar. Em seguida, fomos para um motel.
?No percurso, o clima já pegava fogo. Enquanto eu dirigia, nos alisávamos; eu tocava a buceta dela e podia sentir o quanto já estava molhada. A safada tinha saído de vestido e sem calcinha, o que facilitou o meu acesso. Ela desabotoou minha calça, sacou meu pau e caiu de boca: chupava e babava no meu cassete enquanto eu dirigia.
?Quando chegamos ao motel, havia uma fila de espera de uns 15 minutos para entrar, pois era final de semana e o fluxo estava alto. O clima no carro era de puro tesão: eu de pau duro e ela com a buceta ensopada. Continuamos a nos pegar ali mesmo enquanto aguardávamos a nossa vez. Ela desceu o resto da minha calça e voltou a me chupar. Engolia meu pau todo, passava a língua sobre a cabeça e descia engolindo novamente. Eu já estava prestes a encher aquela boca de porra.
?Ela, vendo que meu pau pulsava de tesão em sua boca, levantou-se e, sem soltar meu pau, passou para o meu banco, ajeitando-se em cima de mim. Pincelou meu pau duas vezes na entrada da buceta e sentou sobre ele. Eu chupava seus peitos enquanto ela quicava no meu pau. O barulho que aquela buceta fazia engolindo minha rola e os peitos dela balançando me deixavam maluco. Era nítido que não éramos os únicos transando enquanto aguardávamos a vez: dava para ver outros carros balançando assim como o nosso. Mas nem nos importamos se alguém estava vendo; só queríamos matar a saudade um do outro. Não demorou para que ela me fizesse gozar dentro daquela xota. Travei a cintura dela limitando seus movimentos, empurrei o mais fundo que pude e, com o peito dela na minha boca, senti meu pau jorrar porra em jatos dentro dela.
?Chegou a nossa vez e escolhemos um quarto com hidro. Estacionei o carro e, quando ela desceu, vi que o banco estava sujo da porra que havia escorrido por sua buceta. Aquilo já começou a me deixar excitado novamente. Entramos e, sem muita enrolação, começamos a nos pegar de novo.
?Joguei-a sobre a cama de pernas abertas, subi seu vestido e caí de boca em sua buceta. Enquanto chupava, não podia deixar de sentir o gosto da minha porra, que recém havia depositado ali, misturado ao mel daquela xota. Sentindo aqueles sabores, meu pau ficou explodindo de tesão. Depois de limpar toda aquela xota com a minha língua, tirei a roupa e fiquei sentado na beirada da cama para que ela se ajoelhasse e me fizesse um boquete.
?Ela se posicionou em pé, na beirada da cama, entre minhas pernas, e foi descendo o vestido lentamente. Quando deixou os seios à mostra, eu os abocanhei, tirando um gemido dela, até que o vestido caiu ao chão, deixando aquele corpo todo nu na minha frente. Com ela ainda em pé, eu chupava seus peitos e brincava com sua buceta usando os dedos. Ela começou a gemer forte e, de olhos fechados, senti que gozou no meu dedo, o que deixou seu corpo bem relaxado.
?Ela abriu os olhos enquanto eu tirava os dedos da xota dela e os levei até sua boca para que sentisse o próprio gosto. Em seguida, puxei-a e beijei sua boca, já a fazendo se ajoelhar, e pedi:
?— Chupa meu pau, sua safada.
?Enquanto me chupava, perguntei:
?— Cadê minha surpresa?
— Pega a minha bolsa — ela pediu.
?Entreguei a bolsa, que estava jogada na cama. Ansioso pelo que me aguardava, vi-a tirar um anel peniano. Ela pediu para que eu colocasse aquilo no meu pau. Eu nunca tinha usado aquilo, mas é meio instintivo e não tive dificuldade para pôr. Com o anel em volta da minha pica, passando pelo meu saco, senti a sensibilidade aumentar e meu pau ficar muito mais rígido, fazendo-o ganhar até alguns centímetros.
?Ela continuava a me chupar e, dessa vez, via que ela tinha certa dificuldade para colocá-lo na boca, pois estava bem mais grosso. Após fazê-la engasgar algumas vezes forçando o meu pau na garganta dela, deitei e deixei que fizesse o serviço. Levantei as pernas, dando sinal de que queria que chupasse meu cu, e assim ela fez: tirou minha rola da boca e foi descendo, passando a língua pelo corpo do meu pau, pelas bolas, chupando a costura — ou "caminho da felicidade", como gosto de chamar — até chegar ao meu cu.
?Quando senti a língua dela tocando minhas pregas, achei que meu pau fosse explodir. Aquele anel restringindo a circulação, a língua dela molhando meu cu, ela alternando entre chupadas no meu cu e colocando minhas bolas na boca... tudo aquilo estava me enlouquecendo, até que a ouvi dizer:
?— Está preparado para a sua surpresa?
— Outra?!
?Foi quando a vi sacando um pequeno chicote de dentro da bolsa, seguido de um consolo. Não era muito grande, mas já era um pouco maior do que o meu pau — entre 16 e 17 cm. Eu disse:
?— Está louca para foder esse cu, né, safada?! Mas vai devagar.
?Senti-a encostar a cabeça daquela pica no meu cu, e meu pau pulsava, fazendo meu cuzinho piscar de tesão. Então ela começou a empurrar aquele consolo contra o meu cu. Na hora, soltei um gemido de dor: parecia que aquele cacete tinha me rasgado. Ela recuou e tentou novamente; minhas pregas resistiam a deixar aquela rola entrar. Percebendo que eu estava sentindo dor, ela perguntou se eu queria parar. Sugeri trocarmos de posição.
?Deitei de bruços; ela deixou o consolo de lado e voltou a chupar meu cu. Depois de algumas lambidas, tentou me penetrar novamente: abria minha bunda com uma mão e forçava o pau com a outra para dentro do meu cu. Mas sempre que começava a entrar, doía muito, então eu era obrigado a pedir para parar. Depois de algumas tentativas frustradas, meu pau perdeu a ereção. Vendo que eu não estava aguentando, ela desistiu de foder meu cu e começou a massagear meu pau e a chupá-lo.
?Ele endureceu novamente e ela sentou sobre ele. Meu pau parecia estar mais grosso ainda dentro dela, pressionado pelo anel e, agora, por sua buceta também. Quando ela cansou de cavalgar, pedi para que ficasse de quatro. Comecei a meter forte, abrindo a bunda dela e tendo uma visão completa do seu cu; cuspi sobre ele e meti o dedo no seu rabo. Dizendo para ela:
?— Gosta de foder um cuzinho, né? Só não me deixa foder o seu!
— Sua puta está com o dedo atolado no cu e a pica na buceta!
— Seu pau está estourando minha xota, e você ainda quer socar ele no meu cu?
?Ela gemia e gritava com meu dedo socado no cu. Apertava meu pau com a buceta, o que me fez gozar mais uma vez. Sentindo minha porra, ela começou a gozar também. Sentia a buceta dela contraindo; o corpo dela tremia até que caímos os dois, exaustos, na cama. Quando tirei meu pau de dentro dela, ele ainda mantinha a ereção por causa do anel. Tirei o anel e ele amoleceu completamente. Mas eu não havia desistido de sentir aquele cacete dentro de mim.
?Após nos recuperarmos, fomos aproveitar a hidro. Lá, começamos a trocar beijos. Mas, depois de gozar duas vezes, meu pau estava em marcha lenta. Sentei na borda da hidro e ela começou a fazer um boquete: chupava meu pau ainda mole e ele foi ganhando vida naquela boca. Voltei para dentro da água, ela subiu em cima de mim e começamos a transar ali mesmo. Enquanto ela ficava num vai e vem bem gostoso, nos beijávamos e trocávamos declarações de amor entre gemidos, dizendo que nos amávamos. Até que sugeri:
?— Quer tentar me foder de novo, safada?
— Se você quiser, a gente tenta — ela respondeu.
?Levantei-me e fui buscar o consolo. Voltei e o coloquei ao lado da hidro. Virei-me de costas para ela e disse:
?— Fode esse cu, vadia.
?Posicionei-me quase de quatro dentro da hidro, mantendo a bunda fora da água e me apoiando na borda. Fiquei com a bunda e o cu expostos para ela. Ela chupou meu cu de novo e meteu o dedo nele. Enquanto me fodia com o dedo, eu gemia sem cerimônias:
?— Isso, fode esse cuzinho, sua puta. Vai me arrombar com aquele cassete, né?
?Gemendo, pedi:
?— Soca aquele pau no meu, vai!
?Ela puxou o dedo de dentro de mim e empurrou aquela pica. Agora, com meu cu um pouco laceado, começou a entrar um pouco mais fácil, mas ainda doía bastante. Arqueei as costas e senti a cabeça daquele pau me invadir. Gemia de dor, mas tentava não demonstrar para não fazê-la desistir de me foder. Ela tentava empurrar o resto para dentro de mim, mas, por falta de lubrificação, não deslizava. Tirava e colocava de novo — o que estava até gostoso —, mas sempre que tentava enfiar mais do que a cabeça, doía demais. Levei a mão até a bunda para conferir o quanto já tinha entrado e constatei que só havia passado a cabeça e que faltava todo o corpo: tinha uns 13 ou 14 cm de pica para fora ainda. Pensei, preocupado: "Esse cacete vai me estourar inteiro".
?Na esperança de aguentar aquela pica inteira, mudei de posição: fiquei em pé, coloquei um pé na borda da hidro e usei as mãos para abrir minha bunda para ela. Ela deu uma lambida no meu cuzinho arreganhado e enfiou dois dedos, tirando-me suspiros de tesão. Em seguida, passou a língua — pude sentir sua língua entrando no meu cu e deixando-o babado. Ela pegou o consolo e o apontou de novo na minha entrada, foi empurrando e a cabeça entrou fácil. Meu cu estava laceando, mas não consegui fazer entrar o resto. Agora, já adaptado com a cabeça daquela pica no cu, comecei a sentir prazer e meu pau foi endurecendo. Enquanto ela me fodia com a cabecinha daquela pica, eu gemia e tocava uma punheta. Ela alisava meu saco e dava mordiscadas na minha bunda enquanto mantinha o movimento daquela pica no meu cu.
?Convidei-a para continuarmos na cama, e ela topou. Chegando lá, vi o anel jogado na cama e o coloquei de novo no pau. Subi na cama, ficando de quatro e com a bunda completamente aberta para ela, e disse:
?— Vem colocar esse pau inteiro no meu cu!
?Ela se ajoelhou atrás de mim, abriu mais ainda minha bunda com as mãos e meteu a língua. Aquela mulher sugava meu cu de um jeito que não sei explicar; babava tanto que sua saliva escorria até o meu saco. Voltou a me foder com os dedos tentando lacear meu cu para aquele pau: colocou um, dois, três e ia e voltava com os dedos para dentro de mim. Eu dizia:
?— Está me arrombando, tá?
?Após sentir que eu estava bem laceado, pegou o consolo e o introduziu novamente. Dessa vez, quase em um único movimento, ele entrou inteiro. Abaixei a cabeça na cama, empinei a bunda o máximo que pude e mandei ela meter. Ela começou um vai e vem dentro de mim que me consumia. Meu pau roçava na cama com os movimentos dela... Eu estava ali de quatro, sendo enrabado e, como se isso já não fosse suficiente, senti a primeira chicotada na minha bunda. Agora, além de dar o cu, estava apanhando.
?Usando o kit surpresa completo que havia preparado (anel peniano prendendo a circulação do meu pau e deixando-o completamente rígido, o consolo enterrado no cu e sendo chicoteado), eu estava em transe. Sentindo aquele prazer de ser completamente dominado, pedi que tirasse o pau de dentro de mim e olhasse para o cuzinho do macho dela arrombado:
?— Tira esse pau do meu cu.
?Ela obedeceu. Foi puxando e fui sentindo cada centímetro daquela pica saindo de dentro de mim. Quando saiu tudo, senti o vácuo do meu cu aberto e perguntei:
?— Está muito arrombado?
— Um pouco!
— Quantos dedos cabem?
— Não sei... uns 3 ou 4!
— Coloca seus dedos e me diz quantos couberam.
?Ela foi enfiando e perguntei:
?— Quantos dedinhos tem no meu cuzinho?
— Quatro.
?Puta que pariu, aquela puta estava com quatro dedos socados no meu rabo, e com folga! Virei de frente para ela, meti o pau em sua boca e, enquanto fodia sua boquinha, disse:
?— Me faz gozar com aquela pica?
?Deitei na cama e fiquei de frango assado. Ela colocou o pau no meu rabo sem dificuldade nenhuma. Foi metendo e eu pedi:
?— Me chupa fodendo meu cu.
?Ela se abaixou e colocou o máximo que podia na boca. Com tudo aquilo acontecendo, não aguentei e anunciei que ia gozar. Ela aumentou o ritmo da chupada e enfiou o pau completamente dentro do meu cu; senti bater lá no fundo, o que fez meu pau explodir dentro da boca dela. Ela foi tirando o pau da boca e a porra que ela não conseguiu absorver foi caindo sobre mim.
?Ela foi para o banheiro. Esperei que saísse e fui para o chuveiro para tirar aquele cacete de dentro de mim. Confesso que fiquei com medo de tirar em cima da cama e sujar. Fui andando até o banheiro com certa dificuldade para aquela pica não cair pelo caminho; meu cu estava laceado e bem molhado por algum tipo de lubrificação natural. Liguei o chuveiro e fui puxando aquele pau de dentro de mim. Ele foi saindo limpinho, exceto pela cabeça, que estava com uma pequena mancha de sangue — deve ter sido da última estocada que ela me deu.
?Não contive a curiosidade e investiguei com meus dedos o estado do meu cu e, satisfatoriamente, o senti arrombado. Meu dedo entrava com facilidade; sentia minhas pregas flácidas. Terminei meu banho, arrumamos as coisas e fomos embora. Mas, depois desse dia, nossa vida sexual se transformou.
Foto 1 do Conto erotico: Minha mulher me fudeu pat.2

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico zucjhony

Nome do conto:
Minha mulher me fudeu pat.2

Codigo do conto:
272021

Categoria:
Fetiches

Data da Publicação:
11/09/2026

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