Eu e Meg estávamos habituados a todas as tardes fazermos uma caminhada de no mínimo uma hora, havíamos iniciado esse habito a mais de três meses, período esse que também iniciamos um namoro. Ela sempre me elogiava que minha maior qualidade e muito rara entre os homens de hoje era que eu tinha o dom da audição, ouvir e só falava mais alto e forte em resposta ao que ela me perguntasse. Respondia e orientava ela do que era do meu conhecimento. Ela que era uma viúva que havia herdado posses de sua família e de seu marido. Eu era aposentado, recebedor de um ótimo salário, proprietário de um sitio plantado em café orgânico, também com minha vida estabilizada. Mas morávamos separados e ela me dizia que eu era elogiado até pelas suas amigas. E ela brincava com suas amigas que não poderia nunca contar porquê do rosário elas não iria conhecer um terço. Isso se referindo a nossa atual vida conjugal. Dizia me que eu era assaz carinhoso, e que nunca imaginaria que na sua idade iria ter tantos momentos de prazer com ela estava vivendo agora. Que nunca pensava que iria aderir gratificantemente no sexo vivido na era moderna. Havia sido casada por trinta anos e tido duas filhas, hoje casadas, antes de se enviuvar. Eu sou um companheiro, que sempre coloco minha parceira em primeiro lugar. Nos nossos encontros não temos nadas de pressa. Quantas vezes já aconteceu de termos feito uma preliminar tão satisfatória que adormecemos abraçadinhos. Mas quando, não tem outra maneira diferente de falar do que quando estamos no cio, ambos com libido em alta a nossa pegada é forte. Eu a acostumei com uma manobra em que ela fica deitada de peito e eu deito sobre ela e coloco o meu peito cabeludo em cima se sua bunda e o arrasto flexionando as sobre a pele de sua costa até a nunca ela arrepia todinha e ela geme e fala que me adora e eu repito o ato por mais vezes. A posição preferida dela em seguida é vir por cima porque ela ajeita a penetração conforme ela quer e eu me sinto mais poderoso ver aquele monumento de mulher agasalhando o meu cassete por inteiro e gozando bem gostoso. A minha é pega lá por traz, na vagina, porque como a cama dela é alta e minha altura idem, eu fico em pé no assoalho nos pés da cama e a penetração acaba entrando num ângulo diferente e eu com as mãos seguras na sua cintura manobro a indo à uma profundidade total e ela goza aos gemidos e soluços. E assim estamos nessa nossa convivência a mais de seis meses e posso dizer sem medo de errar que a gente se gosta e muito.