Vanessa Chupa rola: Ela não sabia que viram ela chupando na viagem, mas viram escondidos



Fazia quase cinco meses desde a viagem. Aquela viagem que Vanessa viu pela primeira vez um pau de verdade.

Onde iniciou seu vício em chupar um cacete duro.

Vanessa tentava seguir a vida normal. Faculdades, amigas, o celular que ela abria e fechava sem coragem de entrar de novo nos aplicativos. A obsessão não tinha sumido. Só estava mais quieta, mais profunda, esperando qualquer descuido para voltar com força.

Foi nesse período que Felipe começou a aparecer com mais frequência.

Ele tinha ido na mesma viagem. Mais novo que ela, 20 anos, um pouco mais baixo, corpo meio cheinho, rosto comum. Nem bonito nem feio. Na viagem quase não trocavam ideia. Agora, de volta à cidade, ele virava em toda festa, toda saída de amigos, sempre perto, sempre mandando mensagem. Grudento. Às vezes irritante.

Vanessa achava que era só uma paixonite chata de moleque.

Até a noite em que ele pediu para conversar a sós.

Encontraram num barzinho discreto. Felipe estava nervoso, mexendo no copo, evitando olhar direto. Depois de vários minutos de enrolação, ele falou, a voz baixa:

— Eu vi você na viagem....de madrugada.

Vanessa sentiu o estômago cair.
— Vi você com o Lucas… no pátio. De madrugada. Vi como fez, do jeito que fez, a sua cara e a dele...

— E depois… no dia da piscina. Vi você entrando no depósito com o funcionário.

— Fui atrás, sem fazer barulho e fiquei escondido. Ouvi. Vi um pouco pela fresta.

O silêncio que se seguiu foi pesado. Vanessa sentiu o rosto pegar fogo. A primeira vontade foi levantar e ir embora. A segunda foi perguntar por que ele não tinha contado para ninguém.

Felipe continuou, ainda olhando para a mesa:
— Eu não contei. Não vou contar. Não precisa ter medo...

— Mas eu não consigo parar de pensar nisso.

— Eu só… queria entender. Por que você fez isso? O que você sentiu?

Vanessa ficou quieta por um longo tempo. Pela primeira vez desde a cachoeira, alguém sabia. Alguém tinha visto. E em vez de usar isso contra ela, estava ali, sem jeito, pedindo para ela explicar.

Não dava para conversar lá. Algum conhecido ou mesmo qualquer um do lugar poderia ouvi-los.

— A gente pode conversar no meu apartamento? — ela perguntou, a voz rouca. — Não quero falar disso aqui.

Ele apenas acenou.

O apartamento dela era pequeno e silencioso. Vanessa acendeu só o abajur da sala. Os dois sentaram no sofá, com uma distância constrangedora entre eles.

No começo ela tentou falar de forma controlada. Contou da cachoeira, do primeiro homem, do gosto, do choque. Depois do Lucas, da vontade que não passava. Depois do funcionário do hotel. A cada história a vergonha apertava o peito, mas ao mesmo tempo algo diferente acontecia: pela primeira vez ela estava colocando tudo em palavras na frente de alguém que já tinha visto.

Felipe escutava calado, as mãos entrelaçadas, o rosto vermelho.

Vanessa sentiu o corpo reagir aos poucos. A calcinha úmida. O calor subindo pela barriga. Quanto mais ela falava, mais intenso ficava.

Em determinado momento ela parou, deu uma risada curta e sem graça, e admitiu, olhando para o chão:

— Isso é ridículo… só de estar te contando, eu já estou ficando excitada. Que merda.

Felipe ergueu os olhos, surpreso e sem jeito.

— Sério?
— Sério. Eu não sei o que tem de errado comigo. Eu sou uma pessoa normal. Estudo, saio com minhas amigas, ajudo minha mãe… e ao mesmo tempo não consigo parar de pensar em chupar pau. Em sentir o gosto. Em ajoelhar. Parece que quanto mais eu faço, mais eu preciso.

— Você não imaginava como estava agoniada sem poder contar nada disso para ninguém.

Ela ficou em silêncio por alguns segundos, o coração batendo forte.

A situação era constrangedora. Mas algo veio na mente. Era desejo.

Então, sem olhar para ele, se levantou.

Não disse nada, apenas puxou a blusa pela cabeça fazendo os seios saltarem.

Depois abriu o short e deixou cair. Por último tirou a calcinha.

Ficou completamente nua na sala, a luz amarela do abajur marcando o corpo.

Felipe arregalou os olhos, a boca entreaberta. Ficou sem reação.

— Vanessa…
— Você já me viu — ela disse, a voz baixa, trêmula.

O movimento que apertava e mordia os lábios mostrava desejo.

— Já viu eu de joelhos. Já viu eu engolindo. Então… não faz diferença.

— Estou alguns dias tentando me conter, sofrendo e agora que te contei tudo, não consigo mais segurar.

Ela se aproximou, ajoelhou na frente dele e pousou as mãos nas coxas grossas dele. Sentiu o volume duro sob o tecido da calça. Felipe estava vermelho até o pescoço, a respiração curta, claramente sem saber o que fazer.

— Eu não pedi isso — ele murmurou. Falei que não vou contar. Não vou te chantagear.
— Eu sei — ela respondeu.

— Eu que quero. Eu simplesmente estou com vontade.

Abriu o zíper com dedos trêmulos, puxou a cueca para baixo e segurou o pau dele. Era médio, grosso o suficiente, a cabeça já brilhando. Diferente de todos os outros. Ela passou a língua devagar, sentindo o gosto, e depois engoliu.
Felipe soltou um gemido baixo e surpreso, as mãos hesitando no ar antes de pousarem de leve no cabelo dela. Vanessa chupava com atenção, os olhos fechados, a vergonha e o alívio se misturando. Pela primeira vez ela não estava escondendo nada. Ele sabia. Tinha visto.

Podia ser ela mesma.

A cada movimento de boca ela sentia o corpo ficar mais molhado. A exposição era completa. Nua, de joelhos, chupando o colega mais novo e grudento que a tinha observado em segredo meses atrás. E, no meio de toda a confusão, existia um alívio estranho: alguém finalmente sabia quem ela era de verdade quando a vontade apertava.

Ela engoliu quando ele gozou, os olhos marejados, a respiração descompassada. Ficou ajoelhada mais alguns segundos, a testa apoiada na coxa dele, sentindo o gosto ainda na boca.

Felipe passou a mão devagar no cabelo dela, sem saber o que dizer.

Vanessa ergueu o rosto, ainda nua, ainda ofegante, e pela primeira vez em muito tempo sentiu algo diferente do vazio de sempre.

Não era paz.

Mas também não era só culpa.
Era a estranha sensação de ter sido vista por completo. E quando falo isso não é o corpo, mas sim a alma e personalidade dela.

Agora ela tinha alguém com quem conversar ou algo mais.

Uma amigo...

Um pau amigo.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Vanessa Chupa rola: Ela não sabia que viram ela chupando na viagem, mas viram escondidos

Codigo do conto:
272725

Categoria:
Confissão

Data da Publicação:
20/09/2026

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