Com o passar dos anos, Samara foi ficando com corpo de mulher e aquela moça de quinze anos foi se transformando numa mulher gostosíssima, chamando atenção onde passava. Ela gostava de provocar, mesmo antes de conversarmos algo exibicionismo ou fetiches do tipo, usava roupas provocantes, dança de forma sensual, rebolava deliciosamente e os garotos olhavam descaradamente — muitos davam em cima dela quando eu não estava por perto, na escola, em festas e nas redes sociais (facebook).
Aqui, quero fazer um aparte sobre como despertou esse meu desejo/fetiches em voyeurismo, cuckold/hotwifing e no exibicionismo.
Começou na minha primeira relação sexual. Eu sempre fui um garoto que preferi conversar e fazer amigos com pessoas mais velhas — acredito que por gostar de histórias, ouvir experiências, ouvir sobre o que havia no bairro/ruas onde moro em outros tempos, trabalhos, etc —, com isso acabei fazendo muitos amigos com 10, 20 e 30 anos mais velhos que eu, até hoje ainda é assim. E um desses amigos, que se chama Alberto, trabalhava como porteiro noturno de um condomínio, de frente a casa onde eu morava. Então, dia sim dia não, sempre às 19h, eu ia para lá e ficávamos conversando de tudo até 21h ou 22h — neste tempo eu tinha de onze anos e meus familiares sempre ficavam sentados na calçada.
Alberto é casado com Aline e tem um casal de filhos, o garoto se chama Luan e a garota Lilian, ambos com a mesma idade que eu.
Os anos se passaram. Quando completei quatorze anos, certo dia, Alberto me convidou para passar um final de semana com eles, pois ele levaria os filhos a um parque e eu poderia mais uns dias brincando com os filhos dele na casa deles. Minha mãe liberou prontamente.
Isso era uma sexta-feira. Fomos ao parque, pizzaria e fomos para casa. Alberto armou duas redes na sala da casa, sendo uma para mim, os filhos dormiram no quarto e sua esposa no quarto do casal. Na madrugada — não sei ao certo o horário —, Alberto me acorda e pede para eu ir no quarto com ele. Quando chego lá, sua esposa está deitada nua de costas para porta. A luz estava apagada, mas luz que vinha das frestas da janela e telhado, não deixava o quarto 100% escuro. Eu me espanto com aquilo e logo ele pede para eu tirar a roupa e deitar na cama com ela. Alberto senta na ponta cama e Aline, ainda deitada, apensa vira para mim e começa a alisar e masturbar meu pau, que fica duro na imediatamente — minha cabeça estava a mil e não entendia nada, mas meu pau, com prováveis 13cm, naquela época, só queria aproveitar.
Alberto pede para eu relaxar e aproveitar. Aline deita toda aberta ao meu lado e pede para eu tocar nela, conhecer o corpo dela, sentir os seios, a boceta molhada... Alberto manda eu chupar os seios dela, vai me orientando a descer aos pouco beijando a barriga dela até chegar na boceta. Alberto e Aline vão falando como eu devo fazer com a língua, onde morder, como morder, a intensidade, como devo usar as mãos nesse momentos. Tive uma aula particular e prática de como fazer tudo naquele momento.
Após um longo tempo nisso, Alberto manda Aline ficar de quarto, eu me posicionar atrás dela, ele pega meu pau e direciona para dentro da boceta dela — estava muito molhada e entrou rapidamente.
Fiquei num vai e vem cadenciado, conforme Alberto me orientava. Aline gemia baixinho e gostoso e falava que estava metendo direitinho. Ele ficou do meu lado, ajoelhado em cima da cama, observando atentamente cada movimento, um olhar que só hoje eu pude entender... Após alguns minutos, ainda ajoelhado, foi até o rosto de Aline e a colocou para chupar seu pau — Alberto era um homem de 1,82 de altura, forte e seu pau era muito grosso. Alberto pede para trocarmos de posição, ele agora metia nela, eu observava aquele pau grosso, entrando até o talo na boceta de Aline. Aline gemia e mordia o travesseiro. Ele socava com força nela e me fala: “É assim que essa puta gosta, Israel. Coloca ela para chupar seu pau… Ela gosta de ser putinha e eu amo ver ela ser puta para outro homem… Tá gostando, Israel?”. Eu respondia com a voz tremula, com um medo misturado com empolgação.
Aline chupava gostoso e dizia que meu pau era lindo, que queria sentar nele e sentir eu gozar dentro dela. Alberto parou de meter, mandou deixar de barriga para cima e abrir a perna, mandou eu me posicionar entre as pernas dela e meter com força. E assim eu fiz. Aline me abraçava, mordia a região do meu trapézio, falava que metia gostoso para um novinho, dizia que na próxima vez eu comeria um cuzinho dela. Quando disse isso, eu não aguentei, inclinei meu tronco (posição como se tivesse fazendo flexão) e soquei com mais rápido e falando que iria gozar. Alberto e Aline falaram ao mesmo tempo: “isso meu garoto… Enche essa boceta que leite quente… Goza gostoso, Israel”. Aline ainda completou com: “Goza pro meu maridinho corno ver o leitinho escorrendo da bocetinha que era só dele.”. Alberto olhava com admiração, orgulho, satisfação, um sorriso de aprovação enquanto acenava “sim” com a cabeça. Eu gozei muito, muito mesmo, dentro dela. Terminamos, me vesti e voltei para sala. Aline ficou deitada gozada. Alberto ficou um tempo no quarto e depois veio para sala se juntando a mim. Alberto nunca confirmou, mas tenho certeza chupou a boceta dela minha gala antes de voltar para sala, pois eu vi ele limpando a barba. No sábado e domingo ocorreu tudo normal, sem estranhamento, citação sobre o ocorrido. Apenas domingo a noite, dentro do carro, quando Alberto estava indo ao trabalho que conversamos sobre o ocorrido, me explicou o porque de ter sido eu “o escolhido”, e claro, me pediu para não citar isso para outras pessoa. Sigilo total.
Bom, acho que ficou explicado essa parte da minha vida. Tudo que será relatado, ocorreu comigo e Samara. Tudo é real, apenas alterei alguns nomes. Queremos trazer episódios sobre nossas experiências vivenciando os fetiches, nossa história começou como muitas outras, mas os caminhos que escolhemos, nos transformaram de maneiras profundas. São treze anos juntos, de intimidade, confiança e descobertas ousadas. Um jovem casal apaixonado por explorar o prazer de forma autêntica, sem máscaras e com muita cumplicidade.
Quando Samara entrou na minha vida, percebi que ela era a parceira ideal: aberta, curiosa e tão tarada quanto eu. Juntos, transformamos fantasias em realidade, sempre fortalecendo nosso laço a cada aventura.
Começamos a namorar em 2014, no último ano do ensino médio. Após alguns meses de namoro, tivemos nossa primeira relação sexual onde tirei a virgindade dela. A partir daqui, nossa vida sexual foi bastante ativa e cheias de aventuras (transamos na rua, escondidos pelos cantos escuros de uma oficina perto da casa dela, dentro da Universidade Federal e tantos outros).
Durante nossas transas falamos muitas sacanagens, aos pouco isso foi abrindo caminho para produtos/acessórios eróticos, sexo anal ficou frequente — muitas vezes a pedido dela —, começamos a fantasiar uma terceira pessoa em nossas transas, tanto mulher quanto homem, e nosso tesão era enorme sobre ménage, voyeurismo, exibicionismo. Com isso, achei o momento perfeito e resolvi mostrar alguns sites de contos eróticos para ela, era esses sites onde eu buscava cada vez mais sobre os temas. Aqui não foi fácil, pensei muito como seria a reação dela, poderia ela considerar traição ou achar que só sinto tesão ao imaginar isso e não com ela em si, foi um bom tempo para eu decidir falar sobre isso. Mas a reação foi a melhor possível.
Ela ficou empolgada e falou que já tinha lido alguns contos eróticos que amigas mostravam e era aqueles de revistas/livros, então já tinha boa noção. Com isso, começamos a ler juntos e no ato do sexo falamos sobre as situações do conto e nos colocávamos no lugar.
Não estamos atrás de “comedores” fixos ou casais. Deixamos a química decidir. O que realmente importa é a conexão, a tensão sexual e a intensidade do momento. Cada encontro é único e conta uma nova página da nossa história. Mas claro que durante nossas leituras e transas sempre tínhamos curiosidade em homens bem-dotados, negros pauzudo, uma boceta e cuzinho para Samara chupar e dedar enquanto eu assisto, e o que sempre foi mais gostoso de ler era ter um primo/prima, amigo/amiga para fazer parte de nossas trepadas e tudo isso nos conseguimos fazer no decorrer dos anos.
No ensino médio fiz muitos amigos e até tive interesse em chamar alguns, mas pela desconfiança neles, naquele momento, não convidei nenhum. Mas havia um que se chama Daniel onde tive a maior vontade em chamar, por ter visto seu pau no banheiro da escola quando tomávamos banho após as aulas de Ed. Física. Naquela época, seu pau devia ter as medidas do meu, porem era bem mais grosso que meu. Apesar dele ser um cara muito legal, engraçado, sempre estava sorridente, o defeito era ser falastrão, contava certas intimidades da namorada e muitos a conhecia, pois estudávamos na mesma escola, isso foi um banho de água fria. Para fazer parte disso tem que haver muito discrição. Durante, e após, o sexo com Samara, citei para ela sobre essa Daniel, sobre o tamanho do pau dele, até mostrei uma foto que bati discretamente, falei sobre ele dizer que demorava muito para gozar, que fodia com força, gostava de dar tapas e outra coisa mais e Samara até brincou dizendo que queria “gostaria conhecer ele melhor”. Ela o conheceu, anos depois.
O desejo por realizar nossa primeira aventura crescia. Iniciamos conversas sobre tentativas, os riscos, regras e “limites”, pois em muitos contos vimos situações que saíram do controle, até mesmo situações de chantagem e etc. Então, era tudo com cautela.
A primeira vez que concordamos em levar o exibicionismo para fora do nosso quarto de forma tão deliberada foi em uma no carnaval no mercado municipal com alguns amigos. Samara escolheu ir vestida de aeromoça. Era um vestido preto curtinho e, por baixo, optou por biquíni fio-dental preto no lugar da calcinha, daqueles que desapareciam entre as nádegas redondas dela.
— Amor, tem certeza? — ela me perguntou baixinho antes de começar a dançar, os olhos brilhando.
— Tenho. Rebola gostoso — respondi, apertando de leve a bunda dela por cima da saia.
Assim que ela começou, os olhares começaram a devorá-la. Homens de todas as idades viravam o pescoço. Mulheres também, algumas com sorrisos cúmplices, outras com inveja pura. Samara começou a dançar devagar, rebolando aquela bunda magnífica no ritmo das músicas. O vestido subia a cada movimento, revelando o começo do fio-dental enterrado na sua raba. Eu observava com meu copo na mão, o pau já meio duro só de vê-la.
Lugar estava bem cheio, mas conseguimos ficar num local e fazer quase uma roda para que nosso grupo pudesse dançar sem ficar esbarrando em ninguém.
Perto de nós havia um grupo de rapazes. Eles brincavam entre si, jogando aquelas spray de espumas. Ao verem Samara, não disfarçavam os olhares. Logo eles se ofereceram para se ajuntar a nos e rachar bebidas. Assim foi feito, compramos mais gelo para cooler e mais cervejas.
Um deles, era um moreno, o mais animado e atirado. Começou a dança com Samara e de pouquinho em pouquinho, com os movimentos das danças, encostou-se atrás dela e roçava o volume da bermuda na bunda de Samara enquanto fingia dançar e não perceber.
— Porra, que bundão… — murmurou ele com um amigo, alto o suficiente para eu ouvir.
Samara olhou para mim por um segundo. Eu assenti discretamente, o coração acelerado de tesão e uma pontada firme de ciúmes. Ela continuou rebolando, agora pressionando a bunda de propósito contra o pau dele. O rapaz gemeu baixinho e ousou passar a mão espalmada nas costas dela subindo até o cabelo e puxou. Samara fez uma cara de safada. Nossos amigos olhavam sem julgamentos, pois a situação também acontecia com as outras meninas e gays do grupo.
Samara relatou que rapaz chegou perto de seu ouvido e:
— Você é gostosa pra caralho, aeromoça — disse ele, a voz rouca.
Samara sorriu, maliciosa, e respondeu sem parar de dançar:
— Tá gostando do que vê? Então aproveita a dança… Que daqui a pouco eu volto para meu dono ali.
Quando aquela cena, eu me aproximei um pouco mais, ficando a poucos metros, o suficiente para ver e ouvir tudo. Meu pau latejava dentro da bermuda. Ver minha namorada sendo cobiçada daquele jeito, com mãos aleatórias passando pela bunda dela, paus duros se esfregando enquanto rebolava, era mais forte do que qualquer fantasia que havíamos lido.
O rapaz olhou para mim e esboçou uma reação de se afastar um pouco, mas continuou a dançar com ela. Algumas músicas depois, Samara veio até mim e começou a rebolar mais intensamente. A vestido subiu quase até a cintura, expondo completamente o fio-dental que mal cobria a boceta inchada. Vários homens ao redor olhando atentamente.
— Olha como essa gostosa rebola… — comentou um outro para o amigo, sem tirar os olhos da cena.
Samara olhou para mim por cima do ombro, os olhos enevoados de tesão, e mordeu o lábio.
— Tem um pau bem duro esfregando na minha bunda agora. Tá gostando, amor?
— Tô louco — respondi, puxando pela na cintura para esfregar ainda mais no meu pau — Rebola mais pra eles verem... Mostra pra todo daqui a putinha que eu tenho.
Ela obedeceu. Empinou a bunda ainda mais e rebolava os quadris, sentindo meu pau deslizar entre as nádegas por cima do fio-dental.
A sensação de perigo, de estar em público, de tantos olhares familiares e outros famintos — alguns discretos, outros descarados — deixava o ar elétrico. Samara suava, o corpo molhado colado nos seios, os bicos marcando o tecido. Eu estava no limite.
Depois de quase meia hora naquela dança provocante, puxei ela para ir ao banheiro, encostei-a no poste e perguntei:
— Você deve está com o biquíni todo gozado tá pingando, sua puta — sussurrei enquanto a beijava.
— Foi tanta mão na minha bunda… Tanto pau se esfregando… Eu quase gozei só de rebolar pra eles. Quero gozar muito quando chegar em casa, pensando nisso tudo…
Essa foi a nossa primeira experiência de verdade como exibicionistas. E foi só o começo…
Meses se passaram, nossa vida cotidiana seguia normalmente e sempre lendo contos eróticos, buscando ideias, coragem e pessoas certas para novas aventuras para vivenciar nossos fetiches.
Continua...
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Sussurro Proibido
Feat. Samara & Israel??
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NOTA DO AUTOR
Samara & Israel, eles entraram em contato comigo e pediram para eu postar seus relatos, depois de anos consumindo contos eróticos e vivendo as próprias experiências eróticas, decidiram compartilhar seus prazeres. Os relatos são reais e crus — exatamente como vividos.
Também vou criar um álbum com algumas fotos, peço que vote e comente tanto nos textos quando nos álbuns. As fotos são misturadas entre reais e ilustrativas.



