Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 3

No outro dia, me levantei cedo e fui para minha casa. Confesso que ainda estava com tesão, por isso resolvi ir embora sem ninguém ter acordado.


Cheguei na minha casa, tomei um bom banho, coloquei uma roupa confortável, fiz um café e fiquei pensando em tudo o que aconteceu na madrugada anterior. Se Thaís descobrisse, nossa amizade acabaria e o casamento deles também. Então, decidi que não tocaria mais nesse assunto com Marcelo, e a vida seguiria normal.


Resolvi então ligar para Thaís e chamá-la para vir à minha casa almoçar comigo e batermos papo. Ela respondeu que não poderia ir, pois iria ao salão arrumar o cabelo. Então, combinamos outra hora.


Eu fui fazer o almoço. Já estava quase terminando quando escutei a campainha tocando e fui atender. Era Marcelo. Ele disse que queria conversar comigo e me pedir desculpas. Deixei ele entrar e perguntei pela Thaís. Ele disse que a havia deixado no salão e veio direto para minha casa, que precisava muito falar comigo. Ele começou me pedindo desculpas pelo que fez, dizendo que não era certo, pois Thaís e eu éramos muito amigas. Eu apenas disse a ele que aquilo não se repetiria, que tinha sido um grande erro.


Ele disse que só queria me fazer uma pergunta. Falei que ele podia perguntar.


Ele me perguntou se eu tinha gostado de chupar o pau dele. Eu respondi que não. Ele então, com cara de safado, falou:

— Tem certeza? Pra quem caiu sentada gozando, chupando meu pau, e ainda limpou meu pau todo com a boca, acho que você gostou. E gostou bastante.


Ele foi ainda mais ousado quando disse que queria me retribuir o favor: ele queria chupar minha buceta e me fazer gozar. Recusei e disse para ele ir embora. Me levantei e ele me puxou, e eu caí sentada no colo dele. O filho da puta estava sem cueca e de pau duro. Senti o volume na minha bundona. Ele me apertou e falou:

— Deixa eu chupar essa buceta gostosa.


Ele apertava os meus peitões. Eu tentava sair de cima do colo dele e ele me segurava, não me deixando escapar. O pau dele estava ficando ainda mais duro. Ele colocou um peito meu para fora e começou a apertar o bico. Eu já estava muito excitada. Ele me tirou de cima dele, se levantou e colocou aquele pauzão para fora, bem pertinho da minha boca. Aí não teve jeito: caí de boca naquele pauzão. Comecei a mamar o pau do Marcelo. Eu engolia aquele pau quase todo, deixando ele todo babado, chupando como uma puta que eu havia me tornado. O safado me xingava, batia com o pau na minha cara, fodia minha boca e falava que hoje eu não escapava, que ele ia foder minha buceta. Eu, com cara de safada, falava que não, que ele não ia ter minha bucetinha babada. Ele então tirou o pau da minha boca, me levantou e tentou tirar meu short. Eu disse que não, que se ele quisesse um boquete, ele teria. Ele então me pegou no colo e me levou até meu quarto. Ele tirou a roupa toda e ficou peladinho, com aquele corpo safado gostoso todo para mim. Ele se deitou na minha cama e disse:


— Vem chupar meu pau, sua cadela!


Fiquei de quatro na frente dele e voltei a chupar o pauzão do Marcelo. O safado pediu com jeitinho: eu tirei minha blusinha, deixando meus peitões todos à mostra para ele. O safado ficou maluco. Eu chupava o pau dele com mais força, até estalava. Ele pediu para fazermos um 69. Continuei chupando o pau dele sem responder. Eu chupava, chupava, e o tesão só aumentava. Então, me levantei e falei com ele:

— Chega!


Ele fez cara de desentendido. Então, eu tirei meu shortinho e minha calcinha minúscula e falei com ele:

— Chupa minha buceta e me faz gozar, seu puto!


Coloquei minha buceta na cara dele. Ele chupou com maestria: a melhor chupada que eu já recebi até hoje. O safado sabe chupar uma buceta. Eu já estava ficando maluca, continuava chupando o pau dele. Ele já dava sinais de que ia gozar na minha boca. Então, aumentei a chupada e senti o primeiro jato na minha boca. Gozei na mesma hora na boca do Marcelo. Ele encheu minha boca de porra. Eu engoli a porra dele todinha. Quando me dei conta, ele já estava com dois dedos enterrados no meu cuzinho apertado e continuava chupando minha buceta. Não resisti e gozei de novo. Saí de cima e ele estava com a cara toda gozada. Minha buceta estava inchada de dar duas gozadas seguidas. Olhei para o pau do safado: estava duro igual pedra ainda. Ele pediu para meter na minha buceta.


Eu, com voz mole, dizendo que não. Ele insistia, pedindo nem que fosse uma sentada. Eu negando, e ele ali, de frente com aquele pauzão todo duro ainda. Então, fiquei em pé na cama. Eu fui me agachando devagarzinho, segurei o pau dele firme e comecei a passar na entrada da minha buceta. E não aguentei e sentei. Sentei com vontade. Eu quicava igual uma puta no pauzão do Marcelo. O safado então começou a socar forte por baixo. Depois, me colocou de ladinho e metia na minha buceta de puta safada, socava forte na minha buceta. Ele meteu em mim um bom tempo assim. Depois, fiquei de quatro. Ele socava mais forte ainda, batia na minha bundona. Gozei mais uma vez, e ele soltou uma leitada dentro da minha buceta. Quase gozei de novo sentindo ele gozar dentro de mim.


Caímos cansados, e falei para ele ir embora, porque queria ficar sozinha. Ele me perguntou se teria de novo. Eu não respondi e falei para ele ir embora. Ele se vestiu e foi embora. Continuei deitada e pensei: vai ter de novo, com certeza. Me levantei, tomei um banho, e mais tarde Thaís me ligou, me chamando para ir na casa deles à noite e dormir lá de novo...


Depois dos acontecimentos com Marcelo, o marido da minha amiga, passei o dia pensando se deveria aceitar o convite de ir na casa deles e dormir lá mais uma vez, mas me fiz uma promessa: que iria na casa deles e voltaria no mesmo dia. Me arrumei, peguei meu carro e fui. Nem levei pijama.


Cheguei na casa deles, e Thaís me recebeu. Entramos, ela já foi logo pegando a bebida para nós, e eu disse que não ia beber, pois teria que ir embora hoje. Thaís insistiu para eu ficar, e mais uma vez disse que não.


— Hoje não vai dar, amiga. A gente marca outro dia. Amanhã tenho que levantar cedo — falei.

— O Marcelo saiu pra comprar cerveja e algumas coisas pra gente comer. Fica, amiga, vai ser legal — disse Thaís.

— Fica pra próxima, Thaís.


Ficamos batendo papo. Thaís estava bebendo vinho, e eu um copo de suco. Logo Marcelo chegou. O filho da puta é gostoso demais. Minha buceta queria ele de novo. Ele me cumprimentou e me disse que tinha comprado o vinho que eu gostava e cerveja. Agradeci a ele, mas disse que hoje eu não ficaria, pois no outro dia ia levantar cedo.


— Que pena, Daiane. Vai ser bem legal. Se quiser ficar, amanhã te chamo cedo — disse Marcelo.

— Não, Marcelo. Prefiro ir pra casa, e nem pijama eu trouxe.

— Isso não é problema. A Thaís te empresta um.

— Tenho que ir embora mesmo.


Respondi isso, mas a vontade de ficar e dar de novo para o Marcelo estava grande, mas me mantive firme na minha decisão. Marcelo então foi tomar banho, e ficamos eu e Thaís na cozinha.


Logo depois chegou Guilherme e deu um beijo em Thaís.


— Oi, mãe. Oi, tia, tudo bem? — disse Gui.

— Que tia o quê, garoto? Sou bem nova pra você me chamar de tia — falei.

— Guilherme, respeita a Daiane — disse Thaís.

— Desculpa, Daiane. Ah, mãe, posso ir numa social hoje?

— Guilherme, vê com o seu pai. Você sabe como foi a última vez.


Guilherme foi para seu quarto, e Thaís então me disse que Guilherme tinha ido em uma festa, bebido demais, e Marcelo disse que se isso acontecesse de novo daria um bom corretivo nele.


Marcelo saiu do banho, e Guilherme foi pedir a ele. Marcelo autorizou e deu aquele sermão: se ele chegasse em casa como da última vez, ele já sabia o que ia acontecer.


Gui foi para seu quarto se arrumar, e nós ficamos na cozinha. Nisso, Thaís disse que também ia tomar banho e já voltaria. Ficamos apenas eu e Marcelo, e ele já veio todo safado para o meu lado.


— Qual é, Daiane? Dorme aqui hoje. Vamos terminar o que começamos aquele dia. Deixa eu comer esse cuzinho delicioso que você tem — disse Marcelo.

— Marcelo, para de falar essas coisas. Já te disse que isso não vai rolar mais.

— Esse bundão de quatro dando o cuzinho deve ser uma delícia. Fica, sua mulata gostosa. Vou te foder bem gostoso.

— Marcelo, para, seu safado! Respeita sua mulher. Você nunca mais vai me comer, seu filho da puta!


Ele veio por trás de mim. Eu estava sentada nesses banquinhos altos, e ele deu um tapa na minha bundona e deu uma sarrada com aquele pauzão duro na minha bunda. Que delícia sentir aquele pau na minha bunda. Falei com ele com a voz toda mole:

— Aiiin, cachorro! Para de me sarrar, seu filho da puta safado. Sua mulher tá no banho e já vai sair.

— Você é um tesão, Daiane. Essa sua bunda me deixa louco de tesão. Sou doido pra foder seu cuzinho.


Eu estava com uma saia branca colada no corpo. Eu dei uma empinada na minha bunda, e o safado do Marcelo levantou minha saia. Minha bunda ficou toda exposta para o Marcelo, que deu mais um tapa na minha bunda, apertou minha bunda. Eu já estava doida de tesão. Logo escutamos o chuveiro desligar. Ajeitei minha saia, e ele arrumou aquele pauzão na cueca, e voltou para o outro lado. Minha buceta já estava muito molhada.


Thaís saiu do banho, e eu na mesma hora disse que ia embora.


— Thaís, já vou, amiga. Amanhã levanto cedo — falei.

— Mas já, amiga? Fica mais — disse Thaís.

— Não, amiga. Preciso de um banho também, rsrs. Tchau, Marcelo. Tchau, Thaís. Boa noite pra vocês.


Fui saindo e escutei Gui me chamar, perguntando se eu dava uma carona pra ele.


— Tia, me dá uma carona? — disse Gui.

— Para de me chamar de tia, rsrs. Dou sim, mas até minha casa.


Moro próximo ao centro da cidade. Entramos no carro e fomos. Brinquei com ele, dizendo para ele parar de me chamar de tia, e terminei dizendo que dou banho em muita garotinha da idade dele. Ele apenas concordou com a cabeça.


Parei em frente à minha casa e falei com ele:

— É aqui que eu moro, Gui. Quando precisar de alguma coisa, é só chamar aqui.


Ele agradeceu a carona e, antes de sair do carro, deu uma olhada para minhas coxas, passou a língua nos lábios e sorriu pra mim e disse:

— Obrigado, Dai.


Pensei: que garoto ousado. Guardei meu carro e entrei. Fui no meu quarto, peguei um babydoll curtinho que eu tenho e fui tomar banho. Tomei aquele banho, depilei minha buceta, deixei só um filetinho de pelinhos, lavei meu cabelo. Terminei, passei hidratante no corpo todo, vesti meu babydoll. O shortinho estava separando minha xana de tão apertado, e cravado na minha bunda. Os bicos dos meus peitos quase rasgavam a blusinha, e minha barriguinha ficava de fora, na altura do umbigo, com meu piercing aparecendo.


Sequei meu cabelo e fui me deitar. Peguei no sono rapidinho. Quando eram umas 3 da manhã, acordei com a campainha tocando. Fiquei apreensiva. Ela tocou de novo, e fui até a porta com medo e perguntei quem era. Era Gui, com uma voz arrastada me chamando.

— Daiane, deixa eu entrar rapidinho. Preciso da sua ajuda — disse Gui.


Abri a porta e me deparei com Guilherme completamente bêbado. Ajudei ele a entrar na minha casa e coloquei ele no sofá. Ele deu uma olhada em mim de cima a baixo.


— Nossa, Daiane, você é muito gostosa, rsrs — disse Gui.

— Me respeita, Guilherme. Sou muito amiga da sua mãe. Vou te colocar pra tomar um banho gelado.


Ajudei ele a levantar e levei ele para o banheiro. Sentei ele no vaso, tirei a camisa dele, levantei ele, encostei ele na parede, abri o cinto e a calça dele, e abaixei. Ele estava sem cueca e com um pau enorme mole.


— Caralho, Gui! Acho melhor você tomar banho sozinho — falei.

— Me ajuda, Daiane. Se eu ficar sozinho, eu vou cair.

— Vou te colocar embaixo do chuveiro e você toma seu banho. Depois te ajudo.


Ajudei ele a entrar embaixo do chuveiro e dei uma olhada naquele pauzão de novo. Eu estava impressionada: era do tamanho do pau do pai dele, um pouco mais grosso. Imaginei que ele devia fazer muito sucesso com aquele monstro no meio das pernas.


— Toma seu banho, Gui. Daqui a pouco eu volto — falei.

— Tá bom, Daiane.


Me virei e saí rebolando minha bunda, e escutei um “puta que pariu, que preta” baixinho. Fechei a porta e fui buscar uma toalha.


Fiquei uns 15 minutos fora do banheiro, peguei a toalha e voltei para o banheiro. Na hora que eu abri a porta, vi o Gui tocando uma punheta, e o pau dele estava muito duro, com a água caindo no pauzão.


— Nossa, Guilherme, o que você tá fazendo? Depois eu volto — falei.

— Daiane, me perdoa. Nem sei o que dizer.

— Pode acabar, Guilherme. Eu volto depois.


Saí e fechei a porta, mas, ao invés de ir para meu quarto, me encostei na parede ao lado da porta e fiquei ouvindo ele tocar punheta naquele pauzão delicioso. Não resisti e comecei a tocar minha buceta. Já estava muito molhada; minha buceta estava ensopada com vontade de dar. E escutando o Gui gemendo estava uma delícia. Ele gemia muito gostoso. Escutei quando ele gemeu alto: Gui estava gozando no meu banheiro. Eu quase gozei de tanto tesão. Fui correndo pra sala e fiquei sentada no sofá. Logo depois, ele chegou com cara de safado e tímido ao mesmo tempo. Ele estava enrolado numa toalha.


— Nossa, Daiane, nem sei o que dizer. Me desculpa mesmo — disse Gui.

— Te entendo, Gui. Você tá novo, hormônios aflorados, mas é melhor você colocar uma roupa.

— Claro, Daiane. Você se importa se eu dormir aqui hoje?

— Você pode ficar aqui no sofá. Vou ligar pra sua mãe avisando.


Liguei para Thaís, que demorou a atender. Expliquei a situação para ela e, como tinha ouvido o Marcelo falando com ele, achei melhor ele ficar aqui essa noite. Thaís me agradeceu e disse que buscaria ele cedo no outro dia.


— Já liguei, Guilherme. Vou buscar um travesseiro e um cobertor pra você — falei.

— Obrigado, Daiane. Te devo essa. Vai ser difícil eu dormir. Eu só durmo pelado. Dormir de calça vai ser complicado, rsrs.

— Não tem outro jeito, Gui. Vai ter que se vestir.


Fui até meu quarto e peguei as coisas pra ele dormir. Na hora que volto, vejo Gui completamente pelado, com o pau meia-bomba, vestindo a calça. O safado do Gui era muito gostoso, aquele garoto. Fiquei espiando ele se vestir. Na hora que ele terminou de colocar a calça, fingi que estava chegando na hora e entreguei pra ele o cobertor e o travesseiro. Notei o volume na calça dele. Dei boa noite e fui para meu quarto. Fui me deitar. Eu tentava dormir e não conseguia. Eu estava com muito tesão. Tirei meu shortinho e comecei a tocar minha buceta gulosa por pica. Eu castigava meu grelinho, enfiava os dedos dentro da minha buceta, do meu cuzinho. Eu não conseguia controlar meus gemidos. Fiquei de quatro me tocando, aumentei a pressão no meu grelinho, que já estava todo inchado com vontade de gozar. Eu gemia alto, gozei forte imaginando Gui me fodendo. Gemi mais alto ainda e deitei com a buceta ensopada de tesão. Nisso, escuto batidas na porta. Era Guilherme.


— Daiane, tá tudo bem? Escutei o seu... O seu... Escutei seus gritos — disse Gui.


Respondi ofegante:

— Não é nada, Gui. Pode ir dormir. Tá tudo bem.

— Se precisar de alguma coisa, vou tá deitado na sala. Qualquer coisa pode me chamar.

— Tá bom, Gui. Obrigada. Já vou dormir.


Tentei dormir, mas não conseguia. Eu estava com muito tesão e só de imaginar que tinha um pauzão na minha sala, minha buceta babava só de pensar. Depois de mais ou menos uma hora, resolvi ir na sala ver se estava tudo bem com Gui. Coloquei meu short e fui até a sala. Vi que Gui estava dormindo, coberto até a barriga. Ele estava sem camisa, e vi que a calça dele estava no chão. Ou seja, o safado estava pelado. Voltei para meu quarto e consegui dormir...


Acordei, eram quase 7 horas. Me levantei e fui em direção ao banheiro fazer xixi. Na hora que eu abro a porta do banheiro, me deparo com Gui mijando, com aquela jeba enorme dura. Com certeza, ele estava com tesão de mijo naquele pauzão.


— Nossa, Gui! De novo? Isso não abaixa não? — falei.

— Desculpa, Daiane, mas eu sempre acordo assim. Achei que você não viria até o banheiro agora — disse Gui.

— Meu Deus, acho melhor eu sair.


Respondi olhando para o pauzão do Gui. O safado acabou de mijar e balançou aquele pauzão, olhando dentro dos meus olhos. Eu não conseguia parar de olhar. Minha buceta já estava mordendo o shortinho que eu estava.


— Daiane, se você ficar aqui, vestida com essa roupinha, ele não vai abaixar mesmo, rsrs — disse Gui.

— Tô saindo, Gui. Eu volto quando você sair.

— Daiane, você se importa de pegar minha calça? Esqueci ela na sala.

— Te falei pra dormir vestido, Gui. Vou buscar e já trago.


Fui na sala, peguei a calça dele e voltei até o banheiro. O safado me esperava em pé, com pau duro.


— Daiane, você se importa se eu tomar um banho rapidinho? — disse Gui.

— Pode tomar, Gui. Só deixa eu fazer xixi. Tô muito apertada, rsrs.

— Huuum, pode fazer, Dai. Não vou deixar você com vontade, rsrs.


O filho da puta disse isso com uma cara de safado, que quem queria me comer. Pegou a calça e saiu. Fechei a porta e falei com ele:

— Gui, melhor você esperar na sala. Eu te chamo assim que eu sair.

— OK, Daiane.


Abaixei meu shortinho e passei o dedo entre os lábios da minha buceta. Minha buceta estava encharcada. Fiz xixi, me limpei, vesti meu shortinho e abri a porta. O safado do Gui estava na porta do banheiro tocando punheta. Ele me olhou com uma cara de comedor e disse pra mim:

— Nossa, Daiane, fez bastante xixi. Geralmente, quando faz muito assim, é porque tá com tesão, haha.

— Para de graça, Gui. E, por favor, guarda esse pau.

— Posso te fazer só uma pergunta, Daiane?

— Fala.

— Você ontem tava gemendo se masturbando, não estava?

— Gui, isso não é da sua conta.

— Só responde, Dai.

— Sim, eu tava me tocando, sim. Também sinto vontade de gozar.

— E tava pensando em mim? Rsrs.

— Claro que não... Você é filho da minha amiga. Jamais faria isso.

— Confessa, Daiane. Eu ontem no seu banheiro gozei pensando em você. Eu gozando nos seus peitões.

— Para, Gui! Garoto, esse pau não abaixa não? Coloca uma calça.

— Só abaixa depois que eu gozo. Você pode me ajudar.

— Não posso. Você se alivia no banho.

— Só um boquete, Dai. Por favor, segredinho nosso.

— Tá maluco, garoto? Dá seu jeito sozinho.

— Uma punheta, então. Gozo rapidinho.

— Já disse que não, Gui.

— Então como vou gozar?

— Não sei. Se vira, menino.


O tesão estava grande. Eu já estava quase cedendo. Tive uma ideia: empurrei ele pra dentro do banheiro e fechei a porta.


— Gui, vou fazer uma coisa pra te ajudar.


Tirei meu shortinho, passei dois dedos na minha buceta encharcada e abri uma frestinha da porta. Coloquei minha mão pra dentro e falei com ele:

— Chupa.


Ele chupou meus dedos e gemia chupando. Passei de novo meus dedos na minha buceta e coloquei na boquinha dele. Escutava ele punhetando aquele pauzão.


— Caralho, Daiane! Deixa eu chupar sua buceta deliciosa, então — disse Gui.

— Não, Gui. Tô tentando te ajudar. Se você vai continuar insistindo, eu vou parar.

— Não para, Dai! Tá uma delícia. Que buceta deliciosa você tem.

— Tá gostando, né, safado? Mas é só dessa vez. Quer um brinde pra você gozar?

— Quero, Dai! Me dá. Dá pra mim gozar gostoso.


Tirei meus dedos da boca do Gui, peguei meu shortinho e, na hora que eu fui entregar pra ele, ele abriu a porta e viu eu me masturbando também.


— Deixa eu te chupar, Dai. Você também tá querendo — disse Gui.

— Não, Gui. Para de insistir. Eu quero, mas não devo.

— Ninguém vai saber, Dai. Deixa, vai.

— Não, Gui. Isso é um caminho sem volta. Goza no meu short. Vamos acabar com isso.


Fechei a porta de novo, e ele começou a falar meu nome, punhetando aquele pauzão. Eu também me masturbava freneticamente. Estava uma delícia. A vontade de abrir aquela porta e chupar o pauzão do Gui estava grande. Minha bucetinha já estava ensopada. Eu estava louca pra dar para o Gui, e falei com ele:

— Goza, seu pauzudo safado!


Gui gemia, me chamava de puta, me xingava. Eu gemendo que nem uma verdadeira puta que eu sou do lado de fora. Gui soltou um urro alto e gozou falando meu nome.


— Aaaaaah! Toma, sua puta! Sua mulata safada! Toma minha porra, sua vagabunda! — gritou Gui.

— Isso, safado! Goza no meu shortinho, seu filho da puta pauzudo!


Eu também gozei forte, gemendo alto.


— Aaaiiiiin, que delícia! Aaaiinn, minha bucetinha! Que vontade de dar! Aaaaaah!

— Entra aqui, sua mulata gostosa! Vou te dar uma surra de pica! — disse Gui.

— Quer me comer, né, seu puto pauzudo?


Abri a porta e entrei. Já fui beijando o Gui, mordia a boca gostosa daquele safado. Me ajoelhei e comecei a chupar o pauzão daquele safado. O pau do Gui começou a ficar duro na minha boca. Eu engolia, apertava a bunda do Gui. Ele puxava meu cabelo, me fazendo engolir todo aquele pauzão. Que boquete delicioso que eu fazia naquele pauzão. Só que fomos interrompidos pela campainha. Me levantei rápido e escutei Thaís me chamando. Tomei um susto, vesti o short todo cheio da porra do Gui, dei um beijo nele, dei um sorrisinho safado e falei com ele:

— Espero que tenha aproveitado, safado. Não vai ter de novo.


Desci correndo. A porra do Gui estava por toda minha buceta raspadinha. Fui rápido até a porta.


— Oi, amiga! — falei.

— Desculpa te acordar, Daiane. Vim buscar o Guilherme. Marcelo tá furioso no carro — disse Thaís.

— Ele tá tomando banho, amiga. Vou avisar que você tá aqui. Amiga, tenta acalmar o Marcelo. Ele já tá bem.


Peguei a camisa do Gui no sofá. Ele já estava saindo do banheiro, vestido, graças a Deus, rs. Entreguei a camisa pra ele. Ele se vestiu e disse:

— Daiane, vamos marcar uma outra vez. Vamos terminar o que começamos.

— Sem chances, Gui. Eu só te ajudei a gozar. Não vai rolar mais, rsrs.

— E o boquete, Daiane? Você chupou meu pau com bastante gosto, sem eu te forçar a nada.

— Foi um erro, Gui. Não vai mais acontecer. O tesão falou mais alto. E agora vai, que sua mãe tá esperando.

— Daiane, você ainda vai ser minha. Eu ainda vou foder sua buceta.

— Não vai, Gui. Você vai ver, rsrs. Agora vai, garoto, anda.


Chegamos na sala. Ele calçou seus tênis e foi embora com Thaís e Marcelo.


Fechei a porta e passei a mão na minha buceta: estava com muita porra do Gui. Fui tomar banho. Não resisti: me masturbei pensando naquele pauzão na minha boca, aquela cabeçona indo na minha garganta, toda aquela porra na minha buceta. Gozei muito gostoso. Meu cuzinho piscava com vontade de ser fodido. Minha cabeça estava um turbilhão de pensamentos. Eu teria que evitar ao máximo ir na casa da Thaís. Ou então um ia me comer, ou até mesmo os dois. Como todos sabem, sou louca pra fazer grupal, sentir meu cuzinho e minha buceta preenchidos ao mesmo tempo. Mas eu não poderia fazer isso com o marido e o filho de Thaís. Não seria justo. Eu já tinha dado para Marcelo. Será que Gui também vai foder minha buceta?...


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 3

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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 3

Codigo do conto:
264162

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

Quant.de Votos:
2

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5