Minha Amiga Lésbica - Parte 3

Acordei no outro dia com muita dor de cabeça, com uma sensação estranha do sonho que tive e com alguns flashes da noite anterior. Senti o peso de um braço em cima de mim e, quando olhei para o lado, vi Maria dormindo nua comigo. Na hora, lembrei de tudo!


Arregalei os olhos do susto e senti um aperto no peito ao recordar toda a merda que fiz na noite anterior. Lembrava de vários flashes, mas recordava perfeitamente do que havia acontecido em casa e da transa que tive com ela.


Lembrava do quanto aquela nova experiência havia sido gostosa, mas sabia que foi muito errado. Além de Maria ser minha colega de quarto, que dividia o aluguel comigo, eu namorava e havia traído meu namorado.


Não sabia como iria conversar com Maria. Na verdade, estava com muita vergonha e sem saber o que dizer. Comecei a me mexer devagar para não acordá-la. Só queria sair dali sem precisar ter aquela conversa.


Porém, quando me mexi um pouco, ela acordou. Ao abrir os olhos e me ver deitada nua com ela na cama, abriu um sorriso e me deu bom dia com uma expressão de pura satisfação.


Fiquei muito sem jeito. Querendo mostrar que não estava nem um pouco satisfeita com o ocorrido, me sentei enrolada no lençol e disse que precisava conversar com ela.


Ela se sentou também e já falou:

— Vish...


Mostrei que não estava para brincadeira e respondi:

— É, Maria. Vish mesmo.


Antes que eu pudesse continuar, ela falou:

— Olha, não precisa falar nada. Eu já sei o que você vai dizer: que o que a gente fez foi errado, que não era pra ter acontecido, que você estava bêbada etc, etc, etc... Eu entendo, tá bem?


Fiquei mais aliviada, pois ela tirou as palavras da minha boca. Balancei a cabeça confirmando e me levantei, dizendo que iria tomar banho. Maria se levantou junto, toda animada, sem transparecer qualquer chateação, e falou que iria preparar algo para a gente comer antes de ir trabalhar, pois já eram 10h.


Após o banho, fui para o quarto enquanto Maria foi ao banheiro tomar o dela.


Vesti uma camisa vermelha de manga azul, por cima um casaquinho cinza, uma calça legging e uma sapatilha. Fui para a cozinha e comecei a preparar um almoço rápido para nós.


Depois de alguns minutos, Maria saiu do banheiro, se arrumou e logo chegou na cozinha para me ajudar.


Eu estava muito envergonhada pelo que havia acontecido e fiquei calada com Maria ao meu lado. Ela, por outro lado, conversava normalmente, puxando outros assuntos para quebrar o gelo. Eu respondia curta e grossa, sem conseguir olhar nos olhos dela.


Foi então que, no meio da conversa, ela fez uma piada e me deu um tapa na bunda, como a gente sempre brincava uma com a outra.


Porém, dessa vez eu não estava nem um pouco no clima. Adverti:

— Olha, Maria, desculpe, mas acho melhor você parar com essas brincadeiras. Eu não gostei do que rolou ontem e não quero que isso se repita. Foi só aquela vez porque eu estava bêbada. Nunca mais vai acontecer.


Posso ter sido dura nas palavras, mas era preciso para impor limites e deixar claro minha decisão.


Porém, o efeito que eu esperava não aconteceu. Pelo contrário, ela me olhou com uma cara ruim e respondeu:

— Peraí, Geovana! Não venha colocar a culpa em cima de mim não! Você também quis tanto quanto eu. E, pra ser bem sincera, você curtiu bastante!


Não esperava aquela atitude agressiva dela. Ao ouvir que eu havia gostado, me veio um flash do orgasmo que tive com ela e senti um leve arrepio de tesão na espinha. Fiquei um pouco sem ação, mas logo falei em tom mais alto:


— Olha, Maria, eu sei disso, mas você sabe que eu namoro, estava bêbada e você se aproveitou do meu estado vulnerável...


Eu ia continuar, mas de repente ela veio pra cima, segurou minhas mãos e me jogou de frente contra a parede.


Deu um tapa forte na minha bunda e, com a mesma mão, desceu minha calça leg e enfiou a mão entre minhas pernas.


— Eu sei que você curtiu muito ontem e ainda quer. Só tá querendo se fazer de difícil...

— Não é verdade.

— Não?


Eu não conseguia esconder a cara de tesão que estava sentindo. Não conseguia me livrar dela, pois estava totalmente entregue, e ela sabia disso.


Ela se abaixou atrás de mim, abriu bem minha bunda e senti a língua dela no meu cu...


Ela lambia e chupava meu cuzinho e eu não me aguentava de prazer! Com o rosto colado na parede, eu não conseguia nem me mexer, completamente entregue a ela.


Era a primeira vez que alguém chupava meu cuzinho, e ainda por cima uma mulher. Meu Deus, era uma delícia!


Tirei meu casaquinho cinza e subi a camisa enquanto Maria me lambia com vontade.


Já toda entregue, segurei a cabeça dela e forcei ainda mais contra minha bunda.


Ela parou de me chupar, se levantou e me puxou pela mão até o quarto. Eu estava com tanto tesão que fui com ela.


Chegamos em frente à cama. Ela tirou minha camisa e me jogou na cama. Tirou a própria roupa também, subiu na cama e veio de quatro na minha direção.


Abriu minhas pernas e eu deixei. Logo caiu de boca na minha buceta...


Era a primeira vez na vida que uma mulher fazia um oral em mim e era simplesmente incrível!


Eu me contorcia na cama de tanto prazer!


Ela chupava com muita vontade e parecia saber exatamente os pontos certos para me dar o máximo de prazer. Nunca recebi um oral tão gostoso em toda a minha vida!


Não demorou e eu já gozei muito na boca dela!!


Após gozar, fiquei deitada na cama, ainda gemendo e respirando forte, depois de um orgasmo muito intenso.


Maria veio devagar por cima de mim e começou a me beijar.


Depois de um tempo, senti o tesão crescendo novamente e a virei na cama. Fiquei por cima dela.


Começamos a nos beijar de novo, mas agora eu estava com muito fogo. Beijava e apertava seu corpo.


Desci devagar pelo seu corpo e, quando vi a buceta dela bem molhada, caí de boca com vontade!!


Era a primeira vez que eu chupava uma buceta e estava com um tesão do caralho! Maria segurava minha cabeça e me pressionava com força contra sua buceta enquanto gemia gostoso.


Ela estava louca enquanto eu chupava e logo gozou feito uma maluca, gemendo muito e se tremendo inteira.


Ela gozou muito na minha boca. Quando me soltou, subi até ela, nos beijamos mais uma vez e só depois deitei ao seu lado.


Não tinha mais volta. Estava concretizado e agora era de vez. O pior é que eu realmente gostava disso, gostava de transar com Maria. Era uma coisa totalmente nova e diferente na minha vida, um prazer indescritível.


Apesar de sentir certa culpa por ter feito de novo e traído mais uma vez o Mateus, dessa vez eu não conseguia mentir para mim mesma: eu estava gostando de tudo.


Me arrumei de novo, fiz um almoço rápido com Maria e fui para o trabalho. Durante o almoço, conversei pouco com ela. Puxava outros assuntos não relacionados a sexo e ela percebeu que eu não estava muito à vontade para falar sobre o que havia acontecido.


Amanhã seria sábado e Mateus me mandou uma mensagem quando eu estava no trabalho, me chamando para irmos à praia, dormir por lá e voltar no domingo.


Fiquei toda animada, pois amava praia. Só que, ao mesmo tempo, queria ficar perto da Maria. Não sei o que deu em mim e perguntei se ela poderia ir junto. Ele achou estranho e perguntou por que levar ela. Inventei que ela era muito legal comigo e, como era muito sozinha, seria bom levá-la para a praia.


Mesmo querendo um momento mais a sós comigo, Mateus aceitou levar Maria. Quando terminou meu turno, ele passou para me pegar no trabalho e fomos para o meu apartamento.


Lá, chamei Maria para ir à praia com a gente e ela aceitou toda animada.


Arrumamos nossas malas à noite e Mateus dormiu comigo naquela noite.


Por mais que eu estivesse excitada, não deu para fazer nada. Mateus estava cansado e queria dormir bem, porque amanhã iria dirigir. E, com ele ali, não dava para eu dar uma escapada com Maria.


No outro dia acordamos bem cedo e partimos viagem rumo à praia.


Chegamos na pousada, que ficava de frente para o mar, só que um pouco distante. A pousada era cercada de choupanas e chalés. Mateus havia reservado um chalé com apenas uma cama de casal, pois reservou antes de eu falar sobre Maria.


Não tinha problema, pois o pessoal da pousada nos deu uma rede e seria possível Maria dormir próxima à cama.


Entramos no chalé para conhecer. Era pequeno, mas tinha tudo que precisávamos: uma cama de casal, espaço para a rede da Maria e um banheiro de tamanho médio.


Mateus deixou suas coisas e falou que logo voltava. Iria aproveitar para ir à rua comprar algumas garrafas de 2 litros de água, comida e outras coisas, pois as da pousada eram caríssimas. Pediu para ficarmos ali descansando um pouco da viagem.


Ele saiu do chalé e ficamos só nós duas. Eu já pensei besteira, mas era muito arriscado e achei melhor não.


Mas logo que vimos o carro dele saindo da pousada, Maria veio pra cima de mim e começou a me beijar. Falei que não, que era melhor não arriscarmos, pois ele poderia voltar logo. Ela respondeu que não, que quando passamos pelo mercado estava lotado e com certeza ele iria demorar.


Ela tinha razão. Começou a me beijar e tirar minha roupa. Cedi totalmente e comecei a tirar a roupa dela também. Ela me jogou nua na cama e falou:

— Pera que eu tenho uma surpresinha...


Olhei para ela confusa. Ela foi até sua bolsa, abriu e meteu a mão dentro:

— Eu trouxe um brinquedinho pra deixar as coisas interessantes...


Tirou uma cinta com um pênis de borracha no meio.


Eu nunca tinha visto aquilo na vida e fiquei confusa, um pouco com medo, sem saber o que ela iria fazer com aquilo.


Perguntei:

— O que é isso??


Visivelmente confusa.


Ela riu e falou que eu já iria saber. Começou a vestir a cinta e, quando terminou, ficou como se tivesse um pau no lugar da vagina.


Só então entendi o que iria rolar. Ela passou lubrificante que trouxe na bolsa no pau de borracha e veio na minha direção com um sorriso sacana.


Subiu na cama chupando meu peito, depois veio me beijando de forma lenta e romântica.


Beijava e logo subiu minhas pernas sobre seus ombros, continuando a me beijar.


Ficamos nessa pegação quente e eu já fiquei muito molhada. Logo ela ficou de joelhos na minha frente e enfiou o pênis de borracha em mim.


Começou a meter como se fosse um homem e não demorou para meter com força na minha buceta.


Apertou meu pescoço enquanto metia com força e aquilo me dava muito prazer. Maria estava melhor que muitos homens com quem já transei...


Ela estava acabando comigo! Eu gemia muito no pau dela. Ela parecia uma máquina, não cansava, só metia e me deixava com mais tesão ainda.


Caralho, eu estava em chamas! Maria apertava meu pescoço e fazia daquela uma transa selvagem que me estava destruindo!!


Ela parou, me virou de quatro. Mal fiquei na posição e ela já enfiou o pênis em mim de novo.


Me fodia com força, apertava, comandava todo o sexo e me deixava mais louca do que já estava.


Apesar de não ser um pau de verdade, Maria sabia foder muito e era melhor que muitos caras com quem já transei.


Caralho!! Eu estava me acabando com ela!! Roçava no pênis de borracha enquanto Maria me olhava com cara de safada, me deixando ainda mais louca.


Não lembro da última vez que fiquei tão louca assim numa transa.


Gemia alto, com muito tesão, apertando os peitos dela enquanto sentava com força.


Então Maria me tirou de cima, me colocou de quatro, passou mais lubrificante e voltou a me foder.


Segurou minhas mãos atrás das costas e me fodeu com força.


Soltou minhas mãos e eu segurei com força na cama enquanto ela me fodia até eu gozar MUITO!


Deitei na cama morta, ainda segurando a fronha, sentindo o prazer do orgasmo intenso. Ela ficou me beijando e alisando minhas costas...


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Minha Amiga Lésbica - Parte 3

Foto 2 do Conto erotico: Minha Amiga Lésbica - Parte 3

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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
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Nome do conto:
Minha Amiga Lésbica - Parte 3

Codigo do conto:
262234

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
17/05/2026

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