Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 2

Depois que a obra em nossa casa terminou, decidimos fazer uma viagem e chamamos alguns amigos para dividirmos a casa que alugamos na praia.


Fomos eu, Fabrício, um casal de amigos e Hugo, um moreno muito gato, amigo do meu marido. Marcamos de irmos todos juntos em um carro só, e fomos no do Hugo, pois era maior e mais espaçoso. No dia marcado, seguimos nossa viagem: uma viagem muito tranquila e divertida. Chegamos à casa onde ficaríamos. Cada um foi para seu quarto. Eu e Fabrício ficamos em um quarto ótimo, com banheira e tudo mais.


Como chegamos à noite, resolvemos fazer um churrasco e ficar em casa mesmo. Os homens foram ao mercado, e eu e a Sheila ficamos fazendo as comidas e ajeitando tudo. Eles voltaram, acenderam a churrasqueira e começaram a beber. Como eu bebo pouco, apenas tomava um copinho ou outro. Percebi na hora que meu marido já estava bêbado e com muito sono. Ele disse que ia se deitar para dar uma cochilada. Nós ficamos mais um bom tempo conversando, e Hugo sempre vinha com uns papinhos atravessados para o meu lado. Eu sempre me esquivava para evitar que alguém pensasse alguma coisa. Depois de um tempo, fui me deitar e comecei a acariciar meu marido, mas ele estava muito bêbado e nada rolou.


Pela manhã, me levantei cedo e fui direto para a cozinha preparar um café. Na hora que passei em frente ao quarto que Hugo estava, a porta estava aberta, e ele dormia completamente pelado, com o seu pauzão gigante à mostra. Fiquei um tempinho olhando e puxei a porta para ninguém ver. Preparei o café, e todos se levantaram, inclusive Hugo. Tomamos nosso café e fomos para a praia. Coloquei um biquíni minúsculo que mal tampava minha buceta. Eu e Fabrício fomos na frente, e logo depois eles se juntaram a nós. Meu marido e seu amigo não saíam da água, enquanto eu e Sheila ficamos tomando sol. Hugo nos fez companhia e não tirava os olhos da minha bundona. Ele deu uma apertada no pauzão dele, se levantou, deu mais uma ajeitada no pau e foi para a água com aquele pauzão duro. Eu apenas pensei comigo: o que aquele pau não faria com uma buceta como a minha...


Decidi ir na água também e fiquei com meu marido, brincando de jogar água um no outro. Certa hora, fui jogar água, me desequilibrei e tomei um cachote daqueles. Hugo rapidamente me levantou pela cintura e deu uma encostada com seu pauzão na minha bunda. Olhei pra ele, agradeci e saí da água. Chamei o Fabrício para irmos embora. Chegamos em casa, fui tomar um banho e meu marido veio junto. Começamos a nos beijar e comecei a chupar o pau dele. Não demorou e ele gozou na minha garganta. Me levantei e mostrei minha buceta encharcada pra ele. Ele se desculpou e saiu com seu pau mole. Não teve jeito: tive que me masturbar. E me masturbei pensando no Hugo, no pauzão dele me fodendo gostoso. Gozei muito gostoso.


À noite, fizemos um churrasco de novo e ficamos todos sentados em uma mesa, conversando. Hugo me tocou de leve na coxa e me mostrou seu pauzão completamente duro na sunga. Falei para meu marido que ia me deitar. E, na hora que eu fui me levantar, dei uma apertada no pauzão do Hugo por cima da sunga e saí rebolando minha bundona.


Tomei um banho e me deitei. Eu estava deitada só de calcinha quando alguém bateu na porta. Coloquei uma camisa do meu marido e fui atender. Era Hugo. Ele tirou o pau pra fora, me mostrou e falou:

— Olha como você me deixou, Daiane.


Puxei ele rápido para dentro do quarto e perguntei se ele estava ficando louco. Ele respondeu que estava louco pra chupar minha buceta. Ele terminou de abaixar a sunga e pediu pra eu dar uma chupada no pauzão dele. Abri a porta e empurrei ele pra fora do quarto. Escutei os passos dele indo embora.


Meu marido não demorou e veio para o quarto. Parecia até que ele sabia que tinha outro homem querendo me comer. Nessa noite, ele me fodeu gostoso, me fez gozar e beber seu leite. Dormi saciada aquela noite.


No outro dia, pela manhã, arrumamos tudo e fomos embora. Hugo quase não falou na viagem. Chegamos em nossa cidade, ele nos deixou em nossa casa e foi embora, mal se despediu.


Eu sou louca para fazer sexo a três e fui falar com meu marido. Falei pra ele para chamarmos uma acompanhante. Ele topou na hora. Fiquei toda animada e cheia de tesão. Fodemos muito mais uma vez. E, no outro dia, eu comentei com ele de chamarmos um casal. Ele negou e me xingou de todas as formas, e terminou nosso casamento. Falou que, se eu queria dar pra outro homem, que eu podia dar à vontade, mas não casada com ele. Saí de casa e fui pra casa da minha mãe. Minha mãe me deu apoio na separação e ficou do meu lado o tempo todo.


Depois de um tempo, eu já estava mais animada e saindo mais. Arrumei um bom emprego e aluguei um AP pra mim. Um dia, eu voltando do trabalho por volta das 19 horas, um carro parou do meu lado e abriu o vidro. Era Hugo me oferecendo uma carona. Aceitei. Ele foi em direção à minha casa e, chegando, ele parou o carro e ficamos conversando. E eu chamei ele para entrar e tomar alguma coisa. Eu sabia que não teria volta: Hugo iria me comer.


Entramos. Eu servi um suco pra ele e fui tomar um banho. Falei pra ele me esperar que eu não ia demorar. Coloquei um short de ginástica cravado na bunda e uma blusinha sem sutiã, e voltei para a sala. Na hora que ele me viu, olhou pra mim e disse:

— Uau, Daiane! Você tá melhor ainda.


Ficamos conversando, e ele lembrou da praia e me pediu desculpas. Ele disse que já estava um tempo sem transar e que, na hora que eu apertei seu pau por cima da sunga, ele ficou louco e cheio de tesão por mim. Ele falou que bateu três punhetas pra mim naquele dia. Nossa conversa já estava bem quente, e eu fiz um pedido pra ele: se ele deixaria eu ver o pauzão dele de novo. Eu tinha amado o pau dele.


Rapidamente, ele se levantou e tirou o pauzão dele de dentro da cueca e falou pra mim:

— Chupa minha piroca, sua gostosa!


Eu ajoelhei e chupei aquele pauzudo gostoso. Eu só conseguia engolir até a metade do pauzão do Hugo. Ele me levantou, me deixou peladinha, me deu um banho de língua e deu um trato especial na minha buceta carente de pica. Comecei a gemer alto e gozei na boca do Hugo. O safado não parou de chupar e me fez gozar de novo. Fiquei de quatro e empinei bem minha bundona para aquele pauzudo safado. Ele começou a meter devagar. Ele começou a tentar enfiar o pauzão dele todo na minha buceta, só que o pau dele era muito grande e não cabia todo na minha buceta. Ele socava forte na minha buceta. Eu gemia e pedia pra ele meter mais. Ele batia na minha bundona e continuava metendo sem parar. E começou a falar que o Fabrício era um otário mesmo de não querer fazer um grupal. Ele não sabe o que é bom, a mulher gostosa que ele tava perdendo. Não resisti e gozei no pau do Hugo. Ele tirou o pau de dentro da minha buceta e gozou na minha bundona e nas minhas costas. Ele me virou, me deitou na cama e veio por cima, voltou a meter na minha buceta. O safado do Hugo fodia muitooo. Eu já estava com a buceta ardendo de dar pra ele e falei baixinho no ouvido dele:

— Come meu cuzinho, seu safado!


Ele me colocou de ladinho e começou a enfiar aquele pauzão no meu cu. Arregaçou meu cuzinho, e eu rebolava aquele pauzão que nem puta. Ele aumentou as bombadas no meu cuzinho e gozou, encheu meu cuzinho de porra. Gozei junto com ele, sentindo sua porra escorrer pela minha bunda. Fomos tomar um banho juntinhos, voltamos para a cama e fodemos de novo.


Hugo me arregaçou toda, mas fiquei muito realizada e doida pra ele me foder de novo.


Depois daquela noite com Hugo, as coisas em casa pioraram de vez. Fabrício não conseguia mais me olhar da mesma forma. As brigas se tornaram constantes. Ele me chamava de vadia, de puta, dizia que eu tinha mudado. Eu tentava explicar que só queria apimentar nossa relação, mas ele não aceitava. Duas semanas depois da viagem, ele me pediu o divórcio. Não brigamos por bens nem nada — eu só peguei minhas roupas e fui embora.


Saí de casa destruída, mas também aliviada. Finalmente estava livre...


Depois que me separei do Fabrício, passei uns meses bem conturbados. Fui morar na casa da minha mãe por um tempo, saí com alguns carinhas aqui e ali, mas nada sério. Meu corpo ainda estava acostumado com o sexo frequente que tive com Iago e Hugo, então o tesão acumulado estava me consumindo.


Foi nesse período que minha vida profissional melhorou bastante. Consegui uma boa promoção no trabalho e fiz uma grande amiga: a Thaís. Eu e Thaís nos damos muito bem, temos vários segredos, a gente conversa de tudo, e conversamos muito sobre sexo, inclusive das minhas puladas de cerca com Iago, à época que eu era casada com Fabrício. Ela me contou um caso dela com o irmão do marido dela: ela deu o cu para o cunhado dela quando estava grávida do primeiro filho deles. Ela disse que o tesão estava à flor da pele, e seu marido não estava dando conta e não gostava de sexo anal.


Eu sempre saía com eles: festas, pra comer, até em viagens já fui com eles. E eu sempre notava que ele era bem safado com ela, e ela sempre brigava com ele, falando pra ele parar com essas coisas. Em uma dessas viagens, tive que dormir no mesmo quarto que eles. Dormi no chão, ao lado da cama que eles estavam. De madrugada, acordei com uns sussurros, mas fingi que estava dormindo. Marcelo pedia pra meter na buceta dela, e ela não deixava, falava que o pau dele era muito grande e ela se daria de ficar com a buceta queimando depois que eles faziam sexo. Ele então pediu um boquete, que ela também recusou, e ainda disse que não gosta de chupar. Ele então virou para o lado e tentou dormir. Depois de uns 10 minutos, ouvi ele levantar e sair do quarto. Ele não voltou mais naquela noite. Fiquei pensando: ela sempre falava que ele não procurava ela, e na verdade é ela que não aguenta o pauzão dele.


Minha amiga tinha o pauzão dentro de casa e não usava. Eu, que adoro dar a buceta para um pauzudo, não tinha ninguém para me comer, mas eu não ia ter nada com o marido da minha melhor amiga.


Eles sempre me chamam para sair. Fomos em uma festa, e fiquei reparando os dois. Ele sempre sarrava nela, apertava a bunda dela, e ela brigava. E ele já tava inquieto. E, depois de um tempinho, Thaís me chamou para ir embora e disse pra eu dormir na casa dela. Eu falei que não tinha levado pijama, que era melhor eu ir pra casa e eles aproveitariam o restante da noite. Ela vira e fala que não ia rolar nada, que eu podia ir tranquila e que me emprestaria um pijama dela. Concordei e seguimos para a casa deles.


Minha amiga pegou o pijama e me entregou, e disse pra usar o banheiro do quarto deles, porque o outro estava com problemas. Concordei e fui tomar um banho. Tomei um banho caprichado, coloquei o pijama sem calcinha e sutiã, só que tinha um grande problema: o pijama ficou muito apertado em mim. Thaís é bem mais magra que eu, então minha bunda ficou quase toda de fora e cravada na minha buceta. Saí do banheiro e o quarto estava vazio. Fui correndo pra sala, para ninguém me ver vestida com aquele pijama todo apertado. Quando eu passo pelo corredor e ia entrar na sala, dou de frente com o Marcelo só de toalha. Fiquei impressionada com Marcelo sem camisa. Minha buceta piscou na hora. A única coisa que ele disse foi:

— Uau, Daiane!


Fui em direção à sala e me deitei, e logo me cobri. Fiquei mexendo no celular, e minha amiga veio me dar boa noite. E pedi a ela outro pijama, porque esse estava muito curto. Ela disse pra eu parar de bobeira, que eu já era da família.


Demorei a dormir. Quando comecei a dormir, escutei passos. Fingi que estava dormindo. Os passos pararam exatamente atrás de mim. Senti o edredom que estava sendo levemente puxado para baixo, o que deixou minha bundona toda exposta, com aquele shortinho de pijama todo enfiado na minha bunda sem calcinha. Senti uma mão me tocando de leve. Em certo momento, senti um aperto mais forte na minha bunda. Eu estava com medo de alguém chegar e pegar no flagra Marcelo apertando minha bunda. Eu queria acabar com aquela audácia, mas meu lado safada não deixava. Até que ele ousou mais e tocou minha buceta por cima do short. Não resisti e gemi baixinho. Marcelo se assustou e saiu.


Coloquei minha mão na minha buceta e senti o pior: eu estava completamente molhada. Tentei dormir, mas foi em vão. Bati uma siririca pensando no Marcelo, gozei gostoso e molhei o short da minha amiga.


No outro dia, me levantei mais cedo e me troquei na sala mesmo, e fui embora. Assim que cheguei na minha casa, vejo uma mensagem da Thaís, me chamando de safada e que eu tinha molhado todo o short dela. A mensagem veio seguida de um “kkkk”. Fiquei mais aliviada. Disse pra ela que fiquei de papo com um rapaz no WhatsApp. Ela acreditou e me chamou de safada de novo.


Mais tarde, ela me liga e me chama pra comer alguma coisa na casa deles, e me chamou para dormir de novo, só que dessa vez levei meu pijama.


Na hora marcada, cheguei na casa deles. Marcelo mal falou comigo, e nem me olhava nos olhos. Tudo estava muito bom. Eu e minha amiga batemos bastante papo, e mais tarde fomos dormir. O banheiro já estava arrumado, e isso me deixou mais aliviada; não ia precisar ficar andando pela casa de pijama. Tomei um bom banho, coloquei meu pijama e uma calcinha minúscula, e fui me deitar. Me cobri como das outras vezes, só que estava muito quente, então resolvi cobrir só as pernas. Peguei no sono rapidamente, só que não demorou e senti uma mão na minha bunda de novo. Só que dessa vez ele foi mais ousado: abaixou meu shortinho levemente, colocou minha calcinha de lado e passou o dedo na minha buceta e depois no meu cuzinho. Ele voltou para minha buceta de novo e começou a passar o dedo nela. Estava uma delícia, e eu já estava ficando molhada. E resolvi atiçar ele: dei uma mexida que o dedo dele entrou quase todo na minha buceta, e fingi que estava acordando àquela hora. E ele se assustou e tentou sair rápido, mas eu chamei ele. Chamei ele de safado, sem-vergonha, que eu era amiga da esposa dele. Ele só me pedia desculpas e me disse que agiu por impulso, que o tesão falou mais alto, e me mostrou o volume no short, enorme. Fiquei doida de tesão, mas me mantive firme e começamos a conversar. Eu falei por que ele não procura a mulher pra fazer sexo. Ele disse que sempre procura, mas que ela nunca quer, e ele não gosta de ficar se masturbando, e que precisava gozar. Falei pra ele insistir com a Thaís, pelo menos um boquete pra ele aliviar o tesão. Ele falou que já tentou e ela não quer nada de sexo.


Eu falei que infelizmente não poderia ajudar, e que ia dormir mais na casa deles, porque o que ele estava fazendo era muito arriscado, e se a Thaís pegasse eles, daria um grande problema pra eles.


Ele disse que eu podia ficar tranquila, pois Thaís toma remédio para dormir e dorme a noite toda, e ele me pediu uma coisa inacreditável: ele queria foder minha buceta, só dessa vez, para ele aliviar o tesão. Ele não estava aguentando mais. Neguei na hora e disse que se ele insistisse eu ia falar tudo para Thaís. Ele me pediu um boquete então, mas uma vez neguei. Ele então colocou o pau pra fora e disse:

— Olha como eu estou. Não aguento mais.


Falei pra ele então bater uma punheta. Ele concordou e pediu pra eu mostrar minha buceta pra ele; ele gozaria mais rápido. Concordei com uma condição: que ele não me tocasse. Resolvi atiçar ele ainda mais: tirei meu short e fiquei de quatro na frente dele no sofá, com a calcinha de lado. Ele começou a tocar uma punheta naquele pauzão, e eu parada na frente dele. Minha buceta já tava toda babada. Ele então deu uma pincelada com a cabeça do pau na minha buceta. Gemi alto e saí da frente dele, e disse pra ele agora se virar sozinho, que eu não ia ajudar. Ele não cumpriu o combinado. Ele me pediu desculpas e me mostrou a cabeça do pau dele com o mel da minha buceta, e falou pra eu passar a mão pra sentir. Peguei na cabeça do pau dele, e realmente estava toda molhada da minha buceta. Falei pra ele se sentar no sofá. Me levantei, ajeitei minha calcinha, e sentei no colo dele. Comecei a rebolar, e ele implorando pra meter, e eu falando que não. Eu já tava louca de tesão, tava quase deixando ele meter, continuava rebolando e batendo na minha bunda. Parei e me levantei, olhei dentro dos olhos dele e falei:

— Marcelo, vou te ajudar, mas não quero que você toque nesse assunto nunca mais.


Me ajoelhei na frente dele e comecei a punhetar aquele pauzão. Ele pedindo pra eu chupar, falando que chupar não tem nada a ver, e eu aumentava a punheta naquele pauzão. Foi então que não resisti: ele pegou na minha cabeça e puxou na direção do pau dele. Eu só abri a boca e engoli o máximo que eu consegui. Comecei a pagar um boquete para o marido da minha melhor amiga. Eu chupava com gosto aquele pauzudo safado, engolia, lambia, mordia. Eu comecei a tocar na minha buceta. Tava uma delícia chupar o pau do Marcelo. Eu chupava, e ele não gozava. Peguei minha mão toda molhada de buceta e coloquei na boca do Marcelo. Ele começou a chupar meus dedos, pedindo pra me comer. Voltei a tocar minha buceta e chupando o pauzão dele.


Aumentei a siririca, tirei o pau dele da boca e comecei a gemer, falando que tava gozando. Não aguentei e caí sentada. Ele então se levantou e gozou em cima de mim. Gozou muito, me lambuzou toda, me deixou cheia de porra, e ainda me fez limpar o pau dele com a minha boca. Ele me olhou com cara de safado, se vestiu e foi para o quarto. Eu tava toda gozada. Peguei meu short e fui para o banheiro tomar um banho. Tomei um banho demorado e voltei para o sofá. Me deitei e fiquei pensando como seria daqui pra frente. Tinha certeza que não ia demorar: o Marcelo ia foder minha buceta. Eu tinha que resistir se quisesse manter minha amizade com Thaís.


Continua…


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Sussurro Proibido

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Comentários


foto perfil usuario saudades-69

saudades-69 Comentou em 10/06/2026

Eu metia no seu cuzinho, chupando seus seios e gozando gostoso! Humm




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Ficha do conto

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sussurroproibido

Nome do conto:
Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 2

Codigo do conto:
264160

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

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3

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