Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

NOTA DO AUTOR


Este conto não é de minha autoria. O autor original é desconhecido, mas encontrei este relato no blog do Vaqueiro.


Estou repostando a história com total crédito ao criador, mantendo fielmente os personagens, enredo e essência do texto. Apenas realizei correções ortográficas, gramaticais e sutis ajustes para melhorar a fluidez e a leitura.


Espero que apreciem a leitura tanto quanto eu!


=======


A história que vou narrar aconteceu envolvendo meu amigo Roberto, Mônica (sua esposa) e eu. Mônica era uma loira deslumbrante de 29 anos, cerca de 1,62 m de altura e cerca de 65kg. Tinha seios pequenos a médios, uma cinturinha incrivelmente fina que contrastava com coxas grossas e torneadas, e uma boceta linda enxadinha, carnuda como o capô de um Fusca, com pelinhos loiros naturais aparados em formato de moicano. Mas o que realmente hipnotizava qualquer homem era sua bunda: redonda, empinada, firme e perfeita. Por causa do formato e do tamanho, ela só usava calcinhas fio-dental, que mal cobriam o essencial e realçavam ainda mais suas curvas generosas.


Mônica vivia brigando com Roberto por causa da fama de garanhão que ele próprio cultivava. Foi em uma dessas brigas intensas que ela decidiu tomar uma atitude. Roberto estava desempregado desde pouco depois do casamento, e como era totalmente contra a ideia de a esposa trabalhar, ela resolveu que, se ele não arrumasse um emprego, ela mesma iria atrás. Eu ajudava no que podia, enviando para ele todas as vagas que encontrava na internet, mas o mercado estava difícil.


Foi então que surgiu uma oportunidade em Manaus. Roberto me pediu para enviar seu currículo. Na mesma semana, ele foi contatado para uma entrevista. Mônica não gostou da ideia de se mudar para tão longe, mas, como era a única chance concreta, eles concordaram em tentar. Não seria tão complicado recomeçar: o casamento tinha menos de um ano.


Depois de vários telefonemas acertando detalhes, a empresa decidiu fazer um período de experiência com Roberto. Havia apenas um problema: ele teria que ir sozinho inicialmente. Só após a efetivação é que a empresa arcaria com a mudança de Mônica. Meio contrariada, ela acabou concordando — não havia outra opção.


No dia em que levei Roberto ao aeroporto, ele me pediu, com ar sério:

— Cara, toma conta da Mônica pra mim enquanto eu estiver fora. Ajuda ela no que for preciso, tá?

— Pode deixar, respondi imediatamente. Éramos amigos de muitos anos, e eu não hesitaria em ajudar.


De volta para casa, fiquei três dias sem contato com ela. No quarto dia, decidi fazer uma visita para ver como estava. Quando cheguei ao portão, encontrei-a chegando da feira, carregada de sacolas. Não pude evitar notar o visual: Mônica usava uma calça de lycra branca extremamente justa, que marcava uma micro calcinha enfiada fundo na bunda e deixava evidente o volume inchado de sua boceta. Um top fino, sem sutiã, realçava os seios com os bicos sutilmente marcados. O calor a deixava suada e ainda mais sexy.


— Entra! — disse ela, sorrindo. — Toma uma cerveja comigo.


Claro que não recusei. Ajudei com as sacolas e não conseguia tirar os olhos daquela bunda maravilhosa balançando enquanto ela guardava as compras.


Como estava suada da caminhada, Mônica falou:

— Fica à vontade. Vou tomar uma ducha rápida pra tirar essa roupa apertada e me refrescar.


Quando voltou, estava ainda mais provocante: um top fino sem sutiã, com os bicos dos seios evidentes, e uma minissaia curta que deixava quase toda a extensão de suas coxas grossas à mostra. Ficamos na sala batendo papo, bebendo cervejas geladas. A conversa fluiu naturalmente para temas abertos — como sempre entre nós, inclusive sexo, sem qualquer constrangimento.


Foi então que ela começou a desabafar:

— Roberto anda tão distante… Não me procura mais na cama. Estou preocupada e muito carente. Você sabe como eu sou… adoro um bom pau e não consigo ficar muito tempo sem.


Aquela confissão me deixou visivelmente excitado. Eu sabia das escapadas de Roberto, mas deixar uma mulher como Mônica na saudade parecia um desperdício absurdo. Enquanto conversávamos, eu fantasiava com ela na cama. Roberto já havia me confidenciado que Mônica não recusava nada: era fogosa, entregava-se por completo e adorava variar posições e práticas.


Em determinado momento, ela me perguntou diretamente:

— Você sabe de algum caso dele por aí?


Neguei, mas não fui muito convincente. Meu pau já estava duro e eu pensava com a cabeça de baixo. Acho que fiquei vermelho. Então ela mudou o tom:

— E o que você acha do meu corpo?


Não havia mais como fugir. A amizade de anos, a liberdade que tínhamos e as cervejas me deixaram explícito:

— Mônica, você tem um corpo maravilhoso. Todo homem que te vê deseja te foder. E sim, já dediquei muitas punhetas a você ao longo dos anos.


Ela ficou sem graça por um segundo, mas abriu um sorriso malicioso. Sabia que eu a desejava desde a época em que era solteira, mas nunca havia tentado nada por respeito ao amigo. Então me surpreendeu:

— Eu também te acho um tesãozinho…


Olhou nos meus olhos e disse:

— Preciso que você me faça um favor. Você seria capaz de guardar um segredo?


Antes que eu respondesse, ela disparou:

— Quero ver o que você faz comigo na cama. Quero que me possua. Já estou subindo pelas paredes.


E me agarrou.


Tirei seu top e comecei a chupar seus seios, que já estavam duros de tesão. Revezava entre um e outro, mordiscando os bicos com vontade, arrancando gemidos dela. Tirei a minissaia e vi a tanguinha branca minúscula, que mal cobria a boceta inchada. Atrás, era apenas um fio dental perdido no rego da bunda perfeita. Levei-a para o quarto, deitei-a na cama e mergulhei a boca em sua boceta. Enfiei a língua fundo, chupei seu grelinho intumescido com fome. Mônica urrava de prazer:


— Vai, me chupa! Me faz gozar gostoso… Isso, me vira do avesso! Me fode com essa língua gostosa! Faz o que meu marido não consegue… me faz gozar muito!


Ela segurava minha cabeça, puxando-a contra sua gruta molhada, como se quisesse me enfiar inteiro. A cada orgasmo, seu corpo estremecia violentamente e ela pedia mais.


Depois, pediu para chupar meu pau. Fiquei em pé ao lado da cama. Ela me masturbou devagar, depois enfiou o máximo que conseguia na boca quente, alternando chupadas intensas com lambidas na cabeça. Dez minutos daquele boquete celestial e eu não aguentava mais. Queria foder aquela buceta tão sonhada.


Deitei-a novamente, abri suas pernas e passei a cabeça grossa do meu pau pelos lábios encharcados. Ela rebolava o quadril, desesperada:

— Vai, enfia! Mete! Mete tudo! Me rasga… Eu quero me acabar nesse cacete gostoso!


Encaixei e empurrei devagar, sentindo suas carnes quentes se abrindo. Quando meu saco encostou em sua bunda, ela cruzou as pernas nas minhas costas e começou a rebolar. Em poucos segundos, já gemia alto:

— Vou gozar!


Controlava os movimentos, puxando-me para dentro até o fundo. Seu corpo estremeceu num orgasmo intenso.


Senti as contrações quentes ao redor do meu pau. Assim que ela relaxou, comecei um vai e vem lento, que logo virou estocadas mais firmes. Ela rebolava e pedia:

— Vai, mete! Goza na minha buceta… Quero sentir toda a sua porra na minha xaninha!


Acelerei e inundei sua gruta com jatos quentes no exato momento em que ela gozava novamente. Ficamos conectados, meu pau amolecendo dentro dela, enquanto nosso gozo escorria.


Fomos tomar banho. Ensaboei seu corpo, demorando-me na bunda perfeita, com aqueles pelinhos loiros molhados. Foi ali que rolou o primeiro beijo quente, línguas se enroscando. Virei-a de costas, mãos apoiadas na parede, e penetrei entre suas pernas. Ela arrebitou a bunda e falou com voz safada:

— Vai, come meu cuzinho. Goza nessa bunda que você sempre desejou e vive comendo com os olhos.


Forcei a cabeça na entrada apertada. Ela gemia:

— Vai devagar… Enfia mais… Enfia tudo! Quero esse pau todinho dentro de mim!


Enquanto estocava fundo em seu cu, acariciava seu clitóris. Ela se contorcia, gemendo cada vez mais alto, até gozar com força. As contrações me fizeram encher seu cuzinho de porra quente.


Terminamos o banho e fomos para a cama, nos acariciando. O telefone tocou — era Roberto. Deitei-me entre as pernas dela e enfiei a língua em sua buceta enquanto ele falava. Mônica tentou resistir, mas o tesão venceu. Quando ele perguntou o que ela estava fazendo, ela provocou:

— Estou deitada na cama, pelada, imaginando você chupando minha bucetinha…


Tudo o que eu fazia, ela narrava como se fosse ele. Aquilo nos deixou loucos. Chupei-a até ela explodir num orgasmo intenso na minha língua, gemendo no telefone. Roberto adorou e prometeu ligar à noite para mais uma sessão de sexo por telefone.


Ela riu depois:

— Você é louco… Mas eu adorei. Gozei deliciosamente.


Como eu ainda estava duro, ela subiu por cima, encaixou meu pau e desceu rebolando até o fundo. Cavalgou com vontade até gozarmos juntos. Passamos o resto da tarde exaustos, deitados na cama.


Já estava escuro quando fomos tomar outro banho. Sob o chuveiro, pedi novamente seu cuzinho. Ela virou com cara de safada:

— Achava que você não ia pedir…


Arrebitou a bunda. Penetrei devagar. Ela reclamou no início, mas logo gemia e gozava com meu pau todo enterrado.


Por volta das 21h, estávamos na cama assistindo TV quando Roberto ligou novamente. Ele quis “comê-la por telefone” e pediu que ela ficasse de quatro. Enquanto eu a fodia por trás com força, ela gemia e dava detalhes:

— Você está me comendo gostoso… Estou toda molhadinha sentindo seu pauzão dentro de mim…


Ela teve múltiplos orgasmos. Eu mal me segurava. Aquela dinâmica se repetiu durante muitas noites. Eu chegava do trabalho, ia direto para a casa dela, tomava banho e ficava nas preliminares esperando a ligação de Roberto. Foram três meses intensos de paixão proibida durante o estágio dele. Depois, ele foi efetivado e Mônica foi morar com ele em Manaus.


Hoje, de vez em quando, ela ainda me liga e confessa que, apesar de estar muito satisfeita com o marido na cama, sente saudades das nossas loucuras...


Gostou? Não deixe de votar e comentar!
Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

Foto 2 do Conto erotico: Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

Foto 3 do Conto erotico: Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

Foto 4 do Conto erotico: Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

Foto 5 do Conto erotico: Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook



Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Ultimos 30 Contos enviados pelo mesmo autor


266084 - Parte Única: Meu Amigo Flagrou Minha Namorada Siriricando - Categoria: Traição/Corno - Votos: 4
266023 - Parte Única: Carona ao Amigo do Meu Namorado Após a Festa - Categoria: Confissão - Votos: 8
264238 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 8 - Categoria: Cuckold - Votos: 12
264237 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 7 - Categoria: Cuckold - Votos: 7
264236 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 6 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
264235 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 5 - Categoria: Cuckold - Votos: 6
264234 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 4 - Categoria: Cuckold - Votos: 8
264229 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
264222 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 9
264209 - O Garoto Que Visitava Minha Casa e Minha Namorada – Parte 1 - Categoria: Cuckold - Votos: 12
264171 - Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 5 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 15
264170 - Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 4 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 12
264162 - Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 3 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 8
264160 - Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 2 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 9
264159 - Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 1 - Categoria: Traição/Corno - Votos: 16
263373 - A Ninfeta Trans do Trabalho – Parte 4 - Categoria: Heterosexual - Votos: 13
263226 - A Ninfeta Trans do Trabalho – Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 9
263212 - A Ninfeta Trans do Trabalho – Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 14
263205 - A Ninfeta Trans do Trabalho – Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 11
263150 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 7 - Categoria: Cuckold - Votos: 16
263149 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 6 - Categoria: Cuckold - Votos: 15
262733 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 5 - Categoria: Cuckold - Votos: 21
262423 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 4 - Categoria: Cuckold - Votos: 23
262402 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 3 - Categoria: Cuckold - Votos: 27
262389 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 2 - Categoria: Cuckold - Votos: 24
262363 - Minha Namorada e Meu Amigo Morando Juntos - Parte 1 - Categoria: Cuckold - Votos: 35
262235 - Minha Amiga Lésbica - Parte 4 - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
262234 - Minha Amiga Lésbica - Parte 3 - Categoria: Heterosexual - Votos: 5
262032 - Minha Amiga Lésbica - Parte 2 - Categoria: Heterosexual - Votos: 7
262024 - Minha Amiga Lésbica - Parte 1 - Categoria: Heterosexual - Votos: 8

Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Parte Única: A Bela Esposa do Meu Amigo de Infância

Codigo do conto:
266092

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
03/07/2026

Quant.de Votos:
3

Quant.de Fotos:
5