Minha Amiga Lésbica - Parte 1

NOTA DO AUTOR

Este texto não é de minha autoria. Desconheço o autor/autora original.

Estou repostando a história com total crédito ao criador, mantendo fielmente os personagens, enredo e essência do texto. Realizei apenas correções ortográficas, gramaticais e alguns ajustes para melhorar a fluidez e a leitura.

Uso esses “reposts” de boas histórias como treino para minha própria escrita, enquanto desenvolvo minha série original.

Espero que apreciem a leitura tanto quanto eu!

=======


Me chamo Geovana, tenho 26 anos, sou magrinha. Apesar de não frequentar academia, sempre cuidei da alimentação, mesmo com minhas limitações financeiras.


Não cursei faculdade e, por causa disso, enfrentei vários conflitos familiares. Saí de casa ainda cedo e comecei a trabalhar para me sustentar. Hoje trabalho em um comércio de atacado, registrando os códigos de barra dos produtos. Passo o expediente inteiro em uma sala ampla, digitando e passando o laser nos códigos. Meu horário é flexível: alguns dias pela manhã e tarde, outros à tarde e noite.


Com o salário modesto, nunca consegui pagar um aluguel sozinha. Sempre dividi apartamento com outras garotas, geralmente meninas que vinham do interior para trabalhar ou estudar. Eu sempre convidava para dividir as despesas.


Há alguns meses, as duas que moravam comigo foram embora: uma foi viver com o noivo e a outra mudou de emprego. Precisei me mudar para uma kitnet que cabia no meu orçamento. Mesmo equilibrando as contas, decidi anunciar o quarto no Airbnb para ajudar nas despesas.


Foi quando Maria me procurou. Ela precisava de algo na região porque ficava perto da empresa onde trabalhava e tinha fácil acesso ao ponto de ônibus. A kitnet fica na avenida que liga à BR, com terminal, shopping e faculdades por perto — a localização era ideal.


Nos encontramos pessoalmente e nos demos muito bem desde o primeiro instante. Ela se mudou. O espaço é pequeno: um quarto, sala, banheiro e cozinha com área de serviço. Organizamos o quarto para caber as duas camas. Eu tinha uma de casal e ela teve de trazer uma de solteiro. Ficou apertado, mas conseguimos nos ajeitar.


Com o passar das semanas, Maria e eu fomos nos conhecendo melhor. Ela era bem extrovertida, adorava beber tanto quanto eu, mas percebi que era muito mais intensa nas saídas, pelas histórias animadas que contava.


Numa sexta-feira, eu completava dez meses de namoro com Mateus. À noite ele veio me buscar para jantarmos e comemorarmos a data de um jeito especial.


Mateus era um homem incrível. Nos conhecemos em um barzinho, trocamos beijos intensos e deliciosos. Passei meu número e, no dia seguinte, já estávamos conversando. Logo começamos a namorar. Ele é formado em engenharia mecânica e tem uma boa situação financeira, mas nunca me apoiei nisso. Sempre preferi trabalhar e bancar minhas próprias coisas.


Jantamos, bebemos, conversamos bastante e fizemos planos. No fim da noite, uma onda de desejo me invadiu. Eu queria sentir o corpo dele contra o meu, o calor da pele, o ritmo dele dentro de mim. Maria havia avisado que sairia com as amigas e voltaria tarde. Aproveitei a oportunidade e apressei Mateus para irmos logo para casa.


Quando chegamos, porém, Maria estava na sala, bebendo e assistindo televisão.


Senti uma pontada de frustração, mas o desejo em sentir ele dentro de mim queimava e era mais forte. Entrei com Mateus no quarto e falei baixinho:

— Maria, vou ficar um pouco no quarto com o Mateus...

— Eu sei, amiga… Relaxa, não vou atrapalhar não… — respondeu ela, com um sorriso malicioso e uma risada leve.


A porta do quarto nunca fechava direito por causa da maçaneta quebrada. Apenas encostei e coloquei o saquinho de crochê com areia para segurá-la. Quando me virei, Mateus já estava completamente nu, deitado na cama, com a mão deslizando devagar pelo pau endurecendo. A visão me deixou ainda mais molhada.


Tirei a roupa devagar, ficando só de calcinha e sutiã, e subi na cama. Fui direto para o pau dele. Ele segurou meu cabelo com firmeza e me olhou com aquele ar safado que eu adorava, enquanto eu envolvia seu pau com os lábios. Depois desci para as bolas, lambendo e chupando com vontade, enquanto ele se tocava e me observava.


Tirei o restante da lingerie. Mateus me posicionou de pernas abertas, veio por cima e deslizou para dentro de mim com facilidade. Eu estava encharcada. Com o volume alto da TV na sala, não me contive: gemidos altos escapavam da minha garganta a cada estocada.


Ele me virou de quatro, agarrou meus quadris e me penetrou com força, puxando meu cabelo. O som molhado dos nossos corpos se chocando enchia o quarto. Cada investida fazia meu corpo tremer. Era a primeira vez que eu transava sabendo que alguém poderia ouvir tudo, e essa ideia me excitava de um jeito inexplicável.


Mateus deitou na cama e ordenou com a voz rouca:

— Vem, senta.


Subi nele rapidamente e comecei a cavalgar com desejo, rebolando no ritmo que ele empurrava de baixo. Sentia suas bolas batendo contra mim a cada descida. O prazer era intenso.


Depois ele me colocou de lado, levantou minha perna direita e continuou penetrando fundo enquanto eu esfregava meu clitóris. Foi então que, pela posição, fiquei de frente para a porta. Notei uma fresta fina de luz e uma sombra sutil se movendo na parte de baixo.


Meu coração acelerou. Maria estava ali, espiando.


Por um instante senti vergonha, mas o desejo era tão forte que continuei. Na verdade, saber que ela nos observava fazia meu corpo reagir ainda mais intensamente. Eu empinava a bunda, gemia mais alto e gozava com mais facilidade.

Quando Mateus avisou que estava perto de gozar, desci da cama e me ajoelhei propositalmente perto da porta. Ele se aproximou, punhetando rápido. Chupei suas bolas enquanto ele se masturbava. Logo ele afastou meu rosto e gozou forte, jatos quentes acertando meu rosto e boca. Finalizei chupando-o devagar, limpando os últimos vestígios.


Quando terminamos, olhei para a porta. A sombra havia desaparecido.


Depois que Mateus foi embora, tomei um banho longo e me deitei. Clara logo apareceu no quarto. Conversamos um pouco e ela tocou no assunto com tom brincalhão:

— Eita, que a noite foi boa pra você, hein?! — gargalhou.


Fiquei um pouco sem graça, mas resolvi entrar na brincadeira e ri junto.


No dia seguinte, enquanto tomava banho para ir trabalhar, Maria entrou no banheiro sem aviso, abriu a cortina do box de uma vez. Tomei um susto enorme e fiquei paralisada, tentando cobrir os seios com os braços e cruzar as pernas. Puxei a toalha rapidamente.


Ela pediu, sem cerimônia:

— Posso tomar banho junto? Estou super atrasada.


Sem graça, mas sem saber como negar, aceitei. Fiquei quase o tempo todo de costas, sentindo o rosto queimar de vergonha enquanto via o corpo dela nu pelo canto do olho.


Os dias seguintes revelaram mais do jeito peculiar da Maria. Em uma conversa, descobri que ela já tivera relacionamentos com mulheres e, pelo que observei, nunca mencionava homens. Entendi que ela era lésbica. Não tinha preconceito algum, mas morando só com ela e somando os últimos acontecimentos, fiquei um pouco desconfiada. Depois de pensar, decidi deixar a paranoia de lado.


Certo dia, cheguei do trabalho exausta e estressada. Maria estava com uma amiga chamada Fátima. Elas perceberam meu cansaço e me convidaram para sair, tomar algo leve e relaxar a cabeça. Aceitei.


Fomos a um barzinho perto da praça. Bebemos, conversamos e ri bastante. Fátima era uma pessoa adorável. Quando dei por mim, já eram quase uma da manhã e estávamos todas alegrinhas com a bebida.


Voltamos a pé. As ruas ainda tinham movimento. Ao chegarmos, Fatima ia chamar um Uber, mas Maria insistiu:


— Nãooo, amiga. Dorme aqui. Não vou deixar você quase bêbada ir sozinha pra casa. Pode dormir aqui, né, Gê?


— Com certeza! Fica à vontade — respondi prontamente.


Enquanto eu preparava um lanche na cozinha e lavava louça, ouvi estalos de beijos vindos da sala. Olhei discretamente: elas estavam se beijando com intensidade, as mãos passeando pelos corpos. A noite claramente esquentaria para elas.


Tomei banho, mandei mensagem para Mateus e, ao voltar, Maria arrumava a cama de solteiro para as duas.


— Ela vai dormir aqui comigo. Você não se importa com a gente, né? — perguntou.

— Claro que não — respondi, deitando na minha cama.


Tentei dormir, mas ouvia os sussurros delas:


— Para… ela está aqui do lado… vai ouvir…

— Deixa… ela não se importa, já disse…


Não consegui ignorar. Fiquei observando disfarçadamente. Os beijos eram profundos, molhados e cheios de desejo. A pegação foi ficando mais quente.


De repente, Maria virou o rosto e me flagrou olhando.


— Quer um pouquinho também, Geovana? — perguntou, com um sorriso provocante.


Eu ri, completamente sem graça, e me enrolei mais na coberta.


Elas foram para a sala por um tempo, mas depois voltaram. Deitaram na cama. Ficou um silêncio, mas logo ouvi uma música tocando suave e baixa. Maria havia ligado o notebook. Eu continuei enrolada e quieta.


O quarto estava escuro, iluminado apenas pela tela do notebook e pela luz amarelada do poste da rua que entrava pelas frestas da janela.


Depois de alguns minutos, começo a ouvir respirações fortes e ofegantes, gemidos contidos. Não aguentei, a curiosidade era grande demais. Fui lentamente ficando de bruços, e virei o pescoço e abri os olhos bem devagar para ver o que estava acontecendo.


Maria havia montado em Fátima, rebolando devagar, esfregando sua boceta contra a dela. Comecei a ficar excitada. Sem conseguir resistir, deslizei a mão por baixo do lençol e comecei a me tocar devagar, sentindo minha boceta molhada.


Meus dedos deslizavam em círculos lentos no clitóris enquanto eu observava os corpos delas se movendo juntos, os gemidos baixos e contidos. Quanto mais elas se entregavam, mais rápido meus dedos se moviam mais freneticamente. Quando elas gemeram mais alto e gozaram juntas, tremendo, eu também alcancei um orgasmo intenso, mordendo o lábio para não fazer barulho, sentindo calor do tesão percorrerem meu corpo.


Maria e Fátima se abraçaram, respirando fundo, ainda recuperando o fôlego. Eu permaneci imóvel debaixo da coberta, sentindo as últimas contrações de prazer e o coração disparado, tentando processar tudo o que havia acontecido. Eu não sou lésbica, nunca tive nenhuma experiencia com uma mulher, mas não sei porque eu estava tão excitada assistindo as duas fodendo, intenso daquele jeito.


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Minha Amiga Lésbica - Parte 1

Foto 2 do Conto erotico: Minha Amiga Lésbica - Parte 1

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Comentários


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zzl5cf Comentou em 14/05/2026

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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Minha Amiga Lésbica - Parte 1

Codigo do conto:
262024

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/05/2026

Quant.de Votos:
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