Espero que vocês curtam essa nova conclusão!
Chegando à sala, parei congelado na porta.
A Isa estava completamente nua, de quatro no sofá, com a bunda empinada. Meu tio Roberto, também nu, metia nela com força por trás, uma mão segurando seus cabelos como rédea e a puxando pela cintura. Ora puxa ora dava tapas na bunda branquinha da Isa, que já estava quase roxa na verdade de tanto apanhar. O barulho molhado dos corpos se chocando ecoava pela sala junto com os gemidos safados dela.
— Isso, sua putinha… toma essa rola grossa do tio — rosnava ele, dando um tapa forte na bunda dela. — Rebola pra mim, cadela.
— Ai, tio… me fode… me arromba toda! — gemia a Isa, empinando mais a bunda. — Sou sua putinha… sua sobrinha safada…
Após um momento paralisado sem saber qual reação tomar, apenas ouvindo e assistindo tudo aquilo.
Jamais imaginei que pudesse acontecer aquilo, muito menos imaginei que eu veria. Ainda mais de duas pessoas que confiei tanto. Meu sangue ferveu. Raiva, choque e uma excitação nunca sentida antes subiram ao mesmo tempo. Meu pau endureceu instantaneamente dentro da bermuda, latejando de forma quase dolorosa.
— Que porra é essa?! — explodi, entrando na sala.
Os dois viraram o rosto ao mesmo tempo. A Isa arregalou os olhos (fingindo cara de assustada), esboçou tentar se sair, mas meu tio apenas sorriu, safado, segurou firma ela pela cintura e sem tirar o ritmo das estocadas.
— Olha só quem acordou… — disse ele, ainda metendo fundo. — Quer ver como se fode de verdade uma mulher, Lucas?
— Ai tio, o Lucas.... ai, isso... para tio... o Luuuuu.... não para não. — disse ela, então olhou para minha direção — Lucas, desculpa, mas o pau do seu tio é uma delícia. Soca tio, não para, acaba com sua putinha vai... Vem cá… não fica bravo… — pediu ela, voz manhosa e cheia de tesão, mordendo o lábio, gemendo baixinho enquanto olhava pra mim.
— Não fique com essa cara de paisagem aí, Lucas. Você já tinha visto a gente transando hoje a tarde na cachoeira ou você realmente não percebeu aquilo?! — Enquanto ele falava, ele metia com mais força na minha Isa, que agora gemia sem medo que eu ouvisse e pedia cada vez mais e mais.
A raiva me consumiu. Ao mesmo tempo, eu não conseguia tirar os olhos da cena: o pau grosso do meu tio entrando e saindo daquela bucetinha rosada que eu achava que era só minha.
Resolvi, depois de desistir buscar entender aquele turbilhão de sentimentos, tirar a bermuda e a cueca. Meu pau pulou para fora, duro como pedra.
— Boa, é isso mesmo, meu Lucão!
— Sai daí — ordenei para o tio, voz rouca.
Ele deu uma risada baixa e saiu de dentro dela devagar, o pau brilhando com os líquidos da Isa. Sentei no sofá e puxei a Isa com força para cima de mim, fazendo ela sentar no meu colo de frente para o tio.
— Então você é putinha dele, é? — rosnei, enfiando meu pau nela de uma vez só, com raiva. — Agora vai ser putinha minha também.
A Isa soltou um gemido alto, cravando as unhas nos meus ombros.
— Ai, amor… assim… me fode com força!
Eu comecei a socar para cima com raiva, segurando sua cintura com força. Cada estocada era mais bruta que a anterior. Meu tio se aproximou, ajoelhou no sofá ao nosso lado e enfiou o pau na boca dela.
— Chupa, sobrinha. Mostra pro seu namorado como você mama bem.
A Isa babava no pau do tio enquanto eu a fodia com fúria. Os gemidos dela ficavam abafados pela rola grossa. Depois de alguns minutos, meu tio puxou ela e me olhou com um sorriso desafiador.
— Quer ver ela tomar duas rolas ao mesmo tempo?
Eu estava fora de mim de tesão e raiva. Concordei com a cabeça.
Eles me fizeram deitar no chão. A Isa sentou no meu pau de frente, rebolando devagar. Meu tio se posicionou atrás dela e começou a pressionar o pau contra o cuzinho dela.
— Relaxa, putinha… o tio vai te arrombar os dois buracos hoje.
A Isa gemeu alto quando ele começou a entrar devagar no cu. Eu sentia o pau dele roçando no meu através da parede fina. Era apertado, quente e absurdamente safado. Conseguimos fazer uma dupla penetração lenta no começo, depois mais rápida. A Isa gritava de prazer, o corpo tremendo entre nós dois.
— Ai, caralho… tô cheia… dois paus me fodendo… sou uma vadia… — gemia ela sem parar.
Mudamos de posição várias vezes. Eu fodi ela de quatro enquanto o tio metia na boca. Depois o tio deitou e ela sentou no pau dele de costas pra mim. Eu me aproximei e enfiei no cuzinho dela novamente, socando com força enquanto segurava seus cabelos.
A raiva ainda estava lá, mas agora se misturava com um tesão animal. Eu metia nela como se quisesse puni-la e marcá-la ao mesmo tempo.
Depois de quase uma hora de sexo intenso, meu tio foi o primeiro a gozar. Ele puxou o pau e jorrou uma carga grossa no rosto e nos peitos da Isa. Eu não aguentei mais. Virei ela de bruços no sofá, abri suas pernas e meti com tudo, socando fundo até gozar dentro dela, enchendo aquela bucetinha com porra quente.
Caímos os três exaustos no chão da sala, suados e ofegantes.
Algum tempo depois, o tio se levantou, deu um tapa na bunda da Isa e disse:
— Vocês dois têm muito o que conversar. Vou tomar um banho e deixar vocês sozinhos.
Ele saiu da sala rindo baixinho.
Isa e eu ficamos deitados no sofá, nus, o corpo dela ainda colado no meu. O silêncio durou alguns segundos até eu falar, a voz ainda rouca:
— Você me traiu desde a primeira noite… deixou ele te comer… deixou ele gozar dentro de você… e ainda me fez chupar aquela buceta cheia de porra dele.
A Isa baixou o olhar, mas não parecia arrependida. Parecia satisfeita.
— Desculpa, amor… eu não consegui resistir. Ele me dominou de um jeito que eu nunca senti. Mas eu ainda te amo.
— E ainda por cima contou tudo pra Sophie… detalhe por detalhe. Fez eu virar piada pra sua amiga.
— Eu sei… estava com tanto tesão... toda a loucura dessa situação... acabei contando tudo para ela. Desculpas, amor.
Eu segurei o queixo dela e fiz ela olhar nos meus olhos. Meu tom mudou.
— As coisas vão mudar a partir de agora, Isa. Eu não vou mais ser o otário dessa história. Você vai continuar sendo minha putinha… mas agora eu mando. Entendeu?
Ela sorriu, os olhos brilhando de tesão novamente.
— Entendi, amor…
— E outra coisa… — continuei, apertando mais o queixo dela. — Quero foder vocês duas juntas. Você e a Sophie. Quero as duas na minha cama, obedecendo tudo que eu mandar. Se você quer ser putinha, então vai ser putinha!
A Isa abriu um sorriso safado e passou a mão no meu peito.
— Pode deixar… eu convenço ela. Vou fazer o que você quiser.
Eu puxei ela pra perto e dei um beijo possessivo em sua boca.
— Boa garota!
Naquela noite, fui até a piscina tomar um banho gelado para refrescar e peguei umas cervejas do meu tio, e fiquei lá sozinho. Fiquei sentando pensando em todo ocorrido e algo dentro de mim mudou, para sempre. Eu não seria mais o namorado inocente e submisso. Agora eu era o novo macho da história.
Fiquei ali por muito tempo, já estava na sexta latinha. Por volta da 22h, quando a Isa chegou na piscina, com o cabelo todo bagunçado, rosto vermelho (devia ter pagado mais um boquete ao meu tio ou trepado mais uma vez com meu tio). Ela tinha uma cara de felicidade e falava comigo como se estivesse rindo, não era deboche, era apenas felicidade mesmo. Deitou com a cabeça no meu colo e ficamos nos encarando ali...
A fazenda do tio Roberto tinha acabado de me ensinar uma grande lição para minha vida.
Fim...
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