Turma da Faculdade - Parte 1

Cheguei à casa de praia do Pedro às onze da manhã, depois de uma estrada cheia de curvas e um calor que grudava a camisa nas costas.


A casa era um espetáculo: janelas brancas, gramado com campinho de futebol, piscina, churrasqueira e três quartos que prometiam abrigar toda a bagunça do nosso grupo. De dentro vinham risadas e vozes altas, o som de quem já estava no clima de fim de ano.


Desci do carro com as pernas ainda bambas da viagem. Pedro logo apareceu na porta. Alto, cabelo castanho-claro bagunçado e olhos verdes que pareciam brilhar mais na praia, ele me deu um abraço de quebrar costela e um tapa nas costas.


— Caramba, Felipe, achei que você ia amarelar! — disse, rindo, enquanto pegava uma das minhas malas.


— Eu, furar? Nunca. Só o trânsito que me segurou — retruquei, devolvendo o sorriso e sentindo o peso da viagem sair dos ombros.


Entrei atrás dele e a casa me engoliu com sua energia. Sofia, a namorada do Pedro, veio logo me cumprimentar. Baixinha, loira, olhos azuis que faiscavam e um sorriso que fazia qualquer um se sentir bem-vindo, ela me abraçou forte e deixou um beijo rápido no meu rosto.


— Que bom que você chegou! Esse lugar é incrível, você vai pirar — disse, apontando para a sala com entusiasmo quase infantil.


Eu sorri e concordei, mas meus olhos escaparam para o vestidinho leve e justo que desenhava cada curva do corpo dela. Pedro era meu amigo desde antes da faculdade, então eu sempre respeitei Sofia. Mas não o suficiente para nunca ter batido uma punheta imaginando aquele rabo empinado enquanto ela gemia meu nome.


A sala era enorme, com sofás que pareciam gritar conforto e uma mesa de jantar que podia abrigar um exército. Na cozinha aberta, Mia e Priscila mexiam em panelas e tábuas de corte.


Mia, 23 anos, pele clara, cabelo moreno curto e corpo magro, me lançou um “Oi, Felipe” rápido antes de voltar aos legumes. Priscila, também de 23, era o oposto: uma cavalona de peitos siliconados, bunda esculpida por horas de academia, cabelos loiros e olhos azuis. Usava um short jeans que era quase um crime. Ela parou o que fazia e me deu um sorriso torto.


— Chegou bem na hora, hein? Mas já aviso: depois você lava a louça — disse, com uma piscadinha.

— Combinado. Sou especialista nisso — respondi, entrando no jogo enquanto tentava não fixar o olhar na forma como ela se inclinava sobre a bancada.


No sofá, Rodrigo, o ficante da Priscila, conversava com Jéssica e Luísa. Ele era grande, 1,90 m, musculoso, com um charme que eu tinha que admitir que funcionava. Me cumprimentou com um aperto de mão firme.


— E aí, como foi a estrada? — perguntou.

— Um saco, mas sobrevivi. Esse lugar compensa tudo — falei, deixando o peso da viagem escorrer dos ombros.


Jéssica, 22 anos, ruiva natural com sardas no rosto, tinha um corpo que não pedia licença: peitos médios e bunda empinada e redondinha. Ela já tinha sido alvo de várias punhetas minhas, e o olhar tímido dela me dizia que sabia disso.


Luísa, a mais velha da turma, com uns 40 anos bem vividos e recém divorciada, me mediu de cima a baixo com olhos verdes que pareciam saber demais. Eu já tinha ouvido falar dela nas festas da faculdade. Desviei o olhar, mas o arrepio subiu pela espinha.


Na varanda, Clara e Fernanda fumavam e cochichavam. Fernanda, 32 anos, nossa ex-professora do primeiro semestre, morena de cabelo liso e uma bunda que eu já tinha imaginado em mil cenários, me viu e levantou a mão num aceno preguiçoso. Clara, 31 anos, carioca, morena de sol, com marquinhas de biquíni, diversas tatuagens — inclusive uma no meio dos peitos — cachos tingidos de azul, seios que enchiam o top e um piercing no mamilo marcando o tecido, riu de algo que Fernanda disse.


Quando eu entrava na sala, chegaram os últimos do grupo. Julia, 23 anos, jogadora de vôlei, alta, corpo atlético, cabelo castanho preso num rabo de cavalo. Trocamos uns beijos no começo da faculdade, mas nunca fomos além. Marcio, 25 anos, gordinho e animado, me cumprimentou com um soco no ombro.


Guardei minhas coisas no quarto que ia dividir com Rodrigo e Marcio, uma bagunça de mochilas e colchões que gritava “férias”. Voltei pra cozinha pra ajudar e Mia me mandou pegar cervejas na geladeira. Enquanto abria a porta, dei uma olhada nela de lado — a blusa decotada deixava os seios à mostra. Eu estava há meses sem transar e qualquer estímulo me deixava de pau duro, pelo menos meia bomba.


— O que achou da casa? — perguntou Priscila, me puxando de volta com aquele tom provocador.

— Melhor do que eu esperava. E a praia a quinze minutos? Perfeito — respondi, tentando não fixar o olhar na forma como ela se inclinava sobre a bancada.


O almoço rolou solto, com todo mundo rindo e falando alto. Depois, ficamos em volta da piscina com cervejas na mão. Sofia e Pedro se agarravam num canto, apaixonados como sempre. Rodrigo e Priscila trocavam provocações, mas eu sentia os olhos dela em mim de vez em quando. Mia ria com Jéssica, Luisa me encarava de longe com um sorriso que prometia confusão, e Clara e Fernanda se tocavam de leve, como se ninguém notasse. Eu notei. E minha mente estava a mil.


Quando a tarde chegou, resolvemos ir pra praia. Foi um desfile de biquínis que me deixou doido. Pegamos coolers com cerveja e fomos andando. A praia estava lotada por volta das duas da tarde. O sol escaldava e o mar brilhava.


— Caramba, tá parecendo show de graça — comentei, olhando a multidão enquanto ajeitava os óculos escuros.

— Pois é, esquecemos metade das cadeiras na casa — disse Pedro, coçando a nuca. — Alguém precisa voltar pra buscar.

— Eu vou — ofereci.

— Te ajudo — disse Jéssica, aparecendo do nada com um sorriso tímido. A ruiva com sardas usava um biquíni verde que destacava a cintura fina e a bunda redonda. Meu pau deu um pulo no short só de olhar.


A caminhada de volta foi leve. Jéssica falava sobre a faculdade e ria de histórias do último semestre. Eu respondia no automático, mas meus olhos não saíam do jeito que ela rebolava, o biquíni marcando cada curva.


Chegamos na casa e entramos na garagem escura.


— Onde tão as cadeiras? — perguntou ela.

— Acho que ali no canto — apontei.


Enquanto ela se abaixava pra pegar uma cadeira, me aproximei, roçando de leve o braço nela. Ela não recuou.


— Tá precisando de ajuda? — perguntei, me inclinando mais perto.

— Tô de boa — disse ela, mas não se afastou.


Peguei uma cadeira e encostei nela de propósito, meus dedos roçando sua cintura. O ar ficou mais quente, mais pesado.


— Você é perigosa, sabia? — murmurei, largando a cadeira e me aproximando até nossos corpos quase se tocarem.


Ela mordeu o lábio. Eu não aguentei. Puxei ela pela cintura e a beijei, um beijo quente, com gosto de protetor solar e cerveja. Ela correspondeu, as mãos no meu peito, a língua dançando com a minha. Minha mão desceu pra bunda dela, apertando firme.


Mas ela parou, ofegante, empurrando meu peito com força.


— Não, Felipe, isso tá errado — disse, os olhos arregalados. — Eu tenho namorado. Não posso fazer isso.

— Desculpa, me empolguei — falei, levantando as mãos.

— Vamos voltar. Eles vão estranhar a demora — disse ela, a voz tremendo um pouco.


Na volta, o grupo estava espalhado na areia.


— Demoraram, hein? — gritou Rodrigo, com um sorriso malicioso.

— As cadeiras tavam enterradas na bagunça da garagem — expliquei. — Tive que cavar.


O resto da tarde foi cerveja, vôlei e eu tentando não olhar demais pras meninas de biquíni. Meu pau, que tinha dado uma trégua, voltou a pulsar.


Por volta das cinco, o sol começou a baixar e voltamos pra casa. O churrasco já estava rolando no quintal. Peguei uma caipirinha e me joguei num canto, observando.


Luisa apareceu do nada, com um biquíni vermelho que mal segurava os peitos grandes e uma saia leve que deixava as coxas à mostra.


— Tô te vendo, Felipe — disse, sentando do meu lado, o joelho roçando o meu. — Tá caçando o quê?

— Só curtindo a vibe — respondi.


Depois de mais algumas caipirinhas, precisei mijar. Subi pro banheiro do segundo andar. Quando saí, Luisa estava lá, bloqueando a porta. Entrou sem dizer nada, trancando a porta atrás de si. O biquíni vermelho ainda estava lá, mas a saia tinha sumido. Ela me empurrou contra a pia.


— Luisa, que porra é essa? — perguntei.

— Para de frescura, Felipe — disse ela, puxando meu pescoço e me beijando com força.


A língua dela invadiu minha boca. Eu cedi, agarrando sua cintura. Minha mão subiu, arrancando a parte de cima do biquíni. Os peitos dela pularam livres, grandes e macios. Chupei um, depois o outro, mordendo de leve enquanto ela gemia baixo.


— Isso, seu puto — murmurou, a mão já dentro do meu short, agarrando meu pau duro.


Empurrei a cabeça dela pra baixo. Ela ajoelhou, puxou meu short e engoliu meu pau, a boca quente e molhada trabalhando com vontade.


— Porra, Luísa, vou te foder agora — falei, puxando ela pra cima.

— Camisinha, Felipe — disse ela, parando tudo.

— Merda, não trouxe.

— Sem chance, então — disse, se afastando. — Nada sem proteção.

— Vai, Luísa, só dessa vez — implorei.

— Outra hora, garanhão. Anda prevenido da próxima — respondeu, ajeitando o biquíni e abrindo a porta. — E não, não vou te chupar até gozar. Já demoramos demais.


Ela saiu, me deixando ali, de pau na mão, frustrado pra caralho.


Fiquei uns minutos respirando fundo antes de voltar pro quintal. A galera ainda estava lá fora, mas o clima começava a desacelerar. Fui pro quarto, onde Rodrigo e Marcio já roncavam. Não consegui dormir com o calor e o barulho. Levantei pra pegar uma cerveja na sala.


Ao passar pelo corredor, vi uma luz acesa por baixo da porta do quarto de Clara e Fernanda. Meu coração disparou. Fui em silêncio até o lado de fora da casa, com a desculpa de tomar ar, mas na real querendo tentar espiar o que aquelas duas deusas faziam acordadas tão tarde.


Saí pro quintal com a cerveja na mão, o coração ainda disparado pela luz acesa no quarto de Clara e Fernanda. A noite estava quente, o ar carregado de sal e o som das ondas ao longe.


Eu queria espiar, ver o que aquelas duas estavam fazendo, mas antes de chegar na janela dos fundos, quase tropecei em Julia, que estava sentada num banco de madeira, mexendo no celular, a tela iluminando seu rosto.


— Porra, Julia, que susto! — falei, parando de repente, a cerveja quase derramando.


Ela levantou os olhos, surpresa, mas deu um sorriso fraco. Alta, corpo atlético de quem joga vôlei, cabelo castanho preso num rabo de cavalo, usava um shortinho e uma regata que marcava os seios firmes. Meu pau, que já estava meio acordado, deu um leve pulo.


— Desculpa, não te vi — disse ela, a voz meio distante. — Tô aqui tentando... sei lá, respirar.

— Difícil dormir com dois tratores roncando no meu quarto — brinquei, apontando pro lado da casa onde Rodrigo e Marcio estavam desmaiados. — E tu, o que tá fazendo aqui fora?


Ela suspirou, olhando pro celular antes de responder.

— Também não tô conseguindo dormir. Tá foda — disse, a voz carregada de algo que não era só cansaço.


Sentei do lado dela, mantendo uma distância segura, mas perto o suficiente pra sentir o calor do corpo dela. Dei um gole na cerveja, tentando parecer casual.

— Desculpa me meter, mas tá tudo bem? Parece que tá conversando com alguém aí — falei, apontando pro celular que ela não largava.


Ela hesitou, os olhos fixos na tela, antes de soltar outro suspiro.

— Não, não tá nada bem — admitiu, finalmente me olhando. — Meu namorado disse que não vinha porque ia ficar com a família, mas uma amiga da facul viu ele com outra mina num bar em São Paulo. Tô aqui tentando entender essa merda.


— Caralho, que babaca — falei, sincero, mas já sentindo uma pontada de oportunidade. — Quer desabafar? Tô aqui, e a cerveja tá gelada.


Ela riu, meio sem vontade, mas aceitou a lata que ofereci. Começou a falar, contando como o cara sempre dava desculpas, como ela estava desconfiada há semanas, como se sentia uma idiota por acreditar nele. Eu ouvia, tomando minha cerveja, deixando ela descarregar. De vez em quando, ela voltava pro celular, digitando respostas raivosas, e eu só observava, o desejo crescendo enquanto reparava nas coxas dela, na curva do pescoço, no jeito que ela mordia o lábio quando estava nervosa.


A conversa rolou por uns minutos, até que um silêncio caiu entre a gente. Foi aí que ouvi: gemidos abafados, vindos da direção do quarto de Clara e Fernanda. Eram suaves, quase engolidos pelo som das ondas, mas inconfundíveis. Meu pau endureceu na hora. Olhei pra Julia, que também tinha ouvido.


— Shhh, fica quieta — sussurrei, levantando e fazendo sinal pra ela me seguir. — Vem comigo.


Ela hesitou, mas guardou o celular no bolso e veio atrás de mim, os olhos brilhando de curiosidade. Demos a volta na casa em silêncio, pisando leve pra não fazer barulho. A janela do quarto de Clara e Fernanda estava entreaberta, a cortina fechada, mas com uma fresta pequena que deixava passar a luz e os sons. Chegamos perto, agachados, e eu senti o coração na garganta.


Os gemidos estavam mais claros agora, misturados com suspiros e o som de corpos se movendo. Não dava pra ver direito — só sombras se mexendo atrás da cortina —, mas era óbvio o que estava rolando. Clara e Fernanda estavam transando. O pensamento delas nuas, se esfregando, me deixou com o pau latejando no short. Olhei pra Julia, e ela estava com os olhos arregalados, a respiração pesada, claramente excitada.


Ela estava na minha frente, agachada, e a bunda dela, marcada pelo shortinho, roçou no meu pau duro. Eu não me mexi, e ela também não. O contato foi como um choque elétrico. Ficamos ali por alguns segundos que pareceram horas, a bunda dela roçando cada vez mais.


— Tenho uma ideia — sussurrei no ouvido dela, o hálito quente contra a pele. Peguei a mão dela e a puxei pra longe da janela, meu coração disparado. Entrei na casa correndo, peguei a chave do carro na minha mochila e saí com ela atrás de mim. Abri a porta do passageiro e fiz sinal pra ela entrar.


— O que a gente tá fazendo? — perguntou ela, mas já estava dentro, os olhos brilhando com uma mistura de nervosismo e desejo.


— Que tal você dar o troco no corno do seu namorado? — falei, entrando no banco do motorista e fechando a porta. — Vamos fazer ele se arrepender de não ter vindo e te deixar sofrendo.


Ela riu, meio incerta, mas se inclinou pra mim, e eu não perdi tempo. Puxei ela pro meu colo, as pernas dela abertas sobre as minhas, e a beijei com força. A boca dela era quente, a língua faminta, e eu agarrei a bunda dela com as duas mãos, apertando firme enquanto ela gemia contra meus lábios. Minha mão subiu por baixo da regata, encontrando os seios sem sutiã, os mamilos duros sob meus dedos. Ela puxou minha camiseta, as unhas arranhando meu peito, e eu senti o pau pulsar, preso no short.


Beijei o pescoço dela, descendo pros seios, chupando os mamilos enquanto ela gemia baixo, as mãos apertando meus braços. O banco da frente estava apertado, então pulei pro banco de trás, puxando ela comigo. Tirei a regata e o shortinho dela num movimento rápido, caindo de boca na buceta que já estava melada. Lambi com vontade, a língua explorando cada dobra, o sabor doce e quente dela me deixando louco. A buceta dela brilhava com minha saliva e a umidade dela.


Subi pra beijar a boca dela, deixando ela sentir o próprio gosto, enquanto meus dedos brincavam com o clitóris, mantendo o tesão dela nas alturas. Ela estava entregue. Ajeitei ela no banco, o pau roçando a entrada da buceta, pronto pra entrar, quando ela parou, ofegante.


— Camisinha, Felipe, eu não tomo remédio — disse, a voz tremendo de desejo.

— Merda, não trouxe — admiti, o tesão quase me matando. — Tô sem.


Ela hesitou, os olhos travados nos meus, antes de falar:
— Foda-se, vem no pelo. Só não goza dentro.


Eu não precisava de mais convite. Enfiei meu pau duro na buceta dela, que deslizou como manteiga. Ajeitei ela no meu colo. Ela desceu devagar, gemendo alto enquanto me engolia, o calor apertado me fazendo ver estrelas. Comecei a mexer os quadris, metendo fundo, as mãos na bunda dela guiando o ritmo. Ela cavalgava com vontade, os seios balançando na minha cara, e eu chupei um mamilo, mordendo de leve enquanto ela gemia mais alto.


— Porra, Julia, que delícia — murmurei, sentindo o prazer subir rápido.

— Mete, Felipe, mete forte — disse ela, as unhas cravadas nos meus ombros, o corpo se chocando contra o meu.


O carro balançava com nossos movimentos, os vidros embaçados pelo calor. Ela não tinha gozado ainda, e eu estava quase gozando quando avisei. Ela parou, ofegante, e desceu do meu colo, se abaixando entre meus joelhos. A boca dela envolveu meu pau, chupando com uma fome que me deixou louco. A língua dela dançava na cabeça, e eu segurei o cabelo dela, gemendo alto.


— Vou gozar, Julia — avisei, e ela chupou mais forte, até que explodi na boca dela, jatos quentes que ela engoliu sem hesitar, lambendo os lábios depois.


Mas antes que a gente pudesse respirar, ouvimos um barulho do lado de fora. Passos na grama, e a voz do Pedro:


— Felipe? Tô te procurando, cara.

— Merda — sussurrei, o coração disparado. — Se abaixa no banco e fica quieta. Eu resolvo.


Julia se encolheu no chão do carro, cobrindo o corpo com a regata. Eu ajeitei o short, tentando parecer normal, e abri a porta, saindo com a maior cara de paisagem que consegui.


— E aí, Pedro, que foi? — perguntei, fechando a porta atrás de mim.

— Ouvi uns barulhos aqui fora e fui ver se tava tudo certo. Aí vi que você não tava no quarto. A porta do seu quarto era a única aberta — disse ele, franzindo a testa, claramente desconfiado.

— Tô tentando dormir no carro, cara. O Rodrigo e o Marcio tão roncando que nem trator — falei, rindo pra disfarçar o nervosismo. — Vim aqui tomar um ar e acabei cochilando.


Ele me olhou por um segundo, como se tentasse decidir se acreditava. Depois deu de ombros.


— Beleza, então. Só não esquece de trancar o carro. Aqui pode ser perigoso nessa época do ano. Vamos entrar — disse, virando pra casa.


Entrei atrás dele, o coração ainda na garganta. Pedro foi pro quarto dele, onde Sofia provavelmente estava esperando, e eu me joguei no sofá da sala, o corpo exausto, mas a cabeça a mil. Uns minutos depois, Julia passou pela sala, toda sorrateira, o cabelo bagunçado e um sorriso malicioso no rosto. Ela piscou pra mim, fez um sinal de silêncio com o dedo nos lábios e mexeu os lábios de um modo que consegui ler:


— Você me deve uma gozada.


Deitei no sofá, tentando processar o dia. A imagem de Clara e Fernanda transando atrás da cortina ainda estava na minha cabeça, os gemidos abafados ecoando. Pensei nos amassos com Jéssica na garagem, o jeito que ela cedeu por um segundo antes de recuar. A chupada de Luisa no banheiro, me deixando de pau duro e sem alívio. E agora Julia, me fodendo no carro com uma raiva que era puro tesão. Meu pau começou a endurecer de novo, mas eu estava exausto demais. Fechei os olhos, pensando que aquele fim de ano prometia, e peguei no sono, sonhando com o que ainda estava por vir.


Continua…


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Sussurro Proibido


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NOTA DO AUTOR
O talentoso escritor por trás deste relato excitante é o “Just Sad”. Todos os contos de terceiros serão claramente identificados.


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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Turma da Faculdade - Parte 1

Codigo do conto:
261196

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
04/05/2026

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