Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 12

As semanas seguintes ao sábado na casa de Pedro foram um intensas. O site “Branquinha Casada” começou a ganhar tração de forma silenciosa e perigosa. Os vídeos da piscina já acumulavam centenas de visualizações, alguns comentários explícitos aparecendo logo nas primeiras horas. Camila estava radiante. Andava pela casa com um brilho diferente nos olhos, trocando de lingerie várias vezes ao dia “só pra treinar poses”, dizia com um sorrisinho inocente que já não me enganava mais.


Eu oscilava entre um orgulho doentio, um tesão constante e um ciúme que, paradoxalmente, tinha se tornado quase doce — viciante como uma droga que eu já não queria largar.


Na faculdade de Direito, a mudança nela foi ainda mais visível. A Camila que antes usava roupas recatadas e discretas agora chegava às aulas de saias cada vez mais curtas, blusas justas que marcavam os seios e saltos que faziam sua bunda empinada balançar no corredor com um ritmo hipnótico. O tal professor Rafael notava cada detalhe. Eu via nos relatos dela à noite: olhares prolongados durante a aula, mensagens no WhatsApp cheias de duplo sentido, elogios velados que carregavam intenções claras.


No começo eu perguntava nervoso, o estômago revirando. Depois passei a pedir detalhes, a voz saindo rouca enquanto meu pau endurecia só de ouvir como o professor comentava suas coxas e a “evolução interessante de aluna comportada para algo bem mais… livre”.


Numa terça-feira à noite, cheguei do trabalho e a encontrei no sofá da sala, ainda vestida com a roupa da faculdade. A saia jeans clara curta que mal cobria a polpa da bunda. A blusinha preta colada ao corpo, sem sutiã, deixava os bicos marcando o tecido fino de forma descarada. Ela segurava o celular, sorrindo daquele jeito manhoso que eu já conhecia bem.


— Amor… aconteceu hoje — disse ela, mordendo o lábio inferior.


Senti o estômago dar um nó imediato. Sentei ao lado dela, o coração já acelerado.


— Camila Camila... Desembucha... Sem pular nada.


Camila respirou fundo, os seios subindo e descendo sob a blusa fina, e começou a narrar com aquela voz baixa e excitada que usava quando o tesão ainda estava fresco na memória:
— Depois da aula, o Professor Rafael me chamou para conversar sobre a nota do trabalho e fomos até o estacionamento. Estava quase vazio. Ele disse que minha nota foi boa, mas precisaria de uma nota melhor… que ai depender de mim.


Ela pausou, olhando nos meus olhos com uma mistura de excitação e predação.


— Ele abriu a porta de trás do SUV dele e mandou eu entrar. Eu entrei. Ele sentou do meu lado, não na frente. Janelas estavam fechadas, ligou o ar-condicionado e o carro ficou frio rapidinho.


— E aí? — perguntei, a garganta seca.


A mão dela deslizou pela minha coxa, subindo devagar.


— Ele elogiou minha saia. Disse que desde o dia que eu tirei a calcinha pra ele na prova, não conseguia parar de pensar na minha bucetinha. Colocou a mão na minha perna e subiu… devagar. Quando chegou na calcinha, ele riu baixinho. Eu estava encharcada, amor. Molhada demais.


Camila continuou, descrevendo cada segundo com detalhes quase cinematográficos.


— Ele puxou a calcinha para o lado e passou dois dedos na buceta. Subindo e descendo pelos lábios dela. Eu gemia dentro do carro. Ele me chamava “putinha casada safada”, dizendo que sabia que eu andava dando pra outros além do marido. Ele enfiou os dedos dentro e enquanto os dedos entravam e saíam ritmados, ele abriu o zíper e tirou o pau.


— Pau dele é grande, grosso, pardo com a cabeça rosada. Me ajeitei no banco de trás e comecei a chupar.


Camila contou como era difícil abrir a boca o suficiente, como o pau dele esticava seus lábios ao limite e batia no fundo da garganta, fazendo seus olhos lacrimejarem. Rafael segurava o cabelo dela com firmeza e empurrava devagar, gemendo que ela chupava melhor que muitas alunas dele.


— Ele me virou de quatro no banco de trás. Levantou minha saia, puxou mais um pouco a calcinha pro lado e enfiou. Ai, amor… que sensação gostosa pra caralho. Esticou minha buceta inteira. Começou a meter forte, batendo bem fundo, segurando minha cintura com as duas mãos. O carro balançava. Eu tentava abafar os gemidos, mordendo o braço, mas não conseguia.


Ela descreveu o barulho molhado dos tapas de pele contra pele, o suor dele pingando nas costas dela, as palavras sujas que ele soltava entre as estocadas:
— “Essa buceta de casada tá viciada em pau alheio, né? Seu marido sabe que você virou uma vadia agora?”


E Camila respondia entre gemidos entrecortados:
— Sabe… ele gosta… adora quando eu conto tudo pra ele…


Rafael meteu por uns quinze minutos, mudando de posição. Colocou ela sentada no colo dele, de frente, e a fez quicar enquanto chupava e mordia os bicos dos peitos. No final, tirou o pau e gozou bastante na boca dela. Camila engoliu quase tudo, deixando um pouco escorrer pelo queixo, “como uma boa Branquinha Casada”, segundo as palavras dela.


Quando terminou de contar, o silêncio na sala ficou denso, carregado. Meu pau latejava dentro da calça, mas havia um nó apertado na garganta.
— Você fez sem me avisar… sem eu estar lá... sem eu filmar.


Falei baixo, a voz rouca. Camila se aproximou imediatamente, montou no meu colo e segurou meu rosto com as duas mãos. Seus olhos brilhavam com tesão, mas também com uma sombra de preocupação genuína.


— Amor… eu sei, foi impulsivo e errado. Eu tava com muito tesão durante a aula inteira. Ele me provocou o tempo todo com aqueles olhares. Quando vi, já estava no banco de trás do carro dele. Eu sei que combinamos de você estar presente ou pelo menos saber antes… mas eu não consegui parar. Desculpa.


Ela beijou minha boca devagar, quase com carinho, depois sussurrou contra meus lábios:
— Foi gostoso. Muito gostoso. O pau dele me esticou de um jeito diferente. Mas sabe o que eu pensei o tempo inteiro? “Queria que o Ricardo estivesse aqui filmando… ou pelo menos ouvindo ao vivo, enquanto dirige”. Eu sou viciada nisso agora. Em sentir outro pau, sim… mas principalmente em saber que você vai ficar louco de tesão e ciúme quando eu contar.


O ciúme apertou meu peito com força, quase doendo fisicamente. Mas junto veio aquela onda quente, inescapável, que já se tornara familiar. Meu pau pulsava contra a buceta dela por cima da calcinha fina.


— Eu fiquei com ciúme pra caralho, Camila. Você deu pra ele sozinha… no estacionamento da faculdade. Qualquer um podia ter visto.


— Ninguém viu — respondeu ela, rebolando devagar no meu colo, a voz macia. — Mas confesso que a possibilidade me deixou ainda mais molhada. Estou cada dia mais safada. Penso em pau o dia inteiro. No seu, no do Pedro… agora no do professor também. Mas eu te amo. Te amo muito. Você é meu marido, meu gostoso favorito, o cara que me deixa viver isso.


Ela sorriu safada e deslizou a mão para dentro do meu short, apertando meu pau com firmeza.


— Me conta a verdade… você tá com raiva ou tá com tesão agora?


Fechei os olhos por um segundo. O desconforto ainda queimava, mas já estava se transformando em outra coisa.


— Os dois. Tô puto que você fez escondido… mas tô louco pra ouvir todos os detalhes de novo enquanto eu te fodo.


Camila riu baixinho, tiramos nossa roupa com urgência e montou em mim no sofá. Desceu devagar, engolindo meu pau na buceta ainda sensível da foda anterior. Enquanto cavalgava num ritmo lento e profundo, ela continuou contando mais detalhes: como o professor elogiou a bunda dela, como disse que queria comer ela no banheiro da faculdade um dia, como prometeu aumentar a nota se ela fosse “dando pra ele direitinho” até o fim do semestre.


Eu segurava aquela bunda grande e macia com força, sentindo ela subir e descer, o calor molhado me envolvendo. O tesão foi vencendo o ciúme aos poucos. Gozei dentro dela com força, a mente cheia de imagens vívidas: minha esposa branquinha, de saia curta, sendo comida pelo professor no banco de trás do carro enquanto tentava abafar os gemidos.


Depois, deitados no sofá, suados e ainda abraçados, ela beijou meu peito e falou mais sério:
— Amor, eu não quero fazer mais nada sem você saber ou participar. Mas… tô viciada mesmo. Quero mais. Quero sentir paus diferentes, quero gravar, quero que você assista ou pelo menos ouça tudo depois. Essa nova Camila… ela precisa disso pra se sentir viva. Você ainda me quer assim?


Apertei ela contra mim, sentindo o cheiro dela misturado ao suor.


— Quero. Estou com medo, tô com ciúme pra caralho… mas quero. Só não esconde mais as coisas grandes de mim, tá?


— Prometo... "Branquinha Casada" só fica completa com o marido dela assistindo ou sabendo... Me apoiando, claro.


Naquela noite dormimos grudados, o corpo dela colado ao meu. Eu fiquei com a cabeça cheia de imagens do professor metendo na minha esposa, e ela, eu sabia, já estava pensando no próximo passo.


O vício dela só aumentava. E o meu, inevitavelmente, crescia junto.


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 12

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 12

Codigo do conto:
261163

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/05/2026

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