— Caramba, que susto. Se a mãe pegasse a gente ainda acordado a essa hora, ia ser um rolo — falei. Já era umas 2h.
— Sim, ela ia ficar brava — disse Pedro, rindo.
No fundo, sabíamos que tínhamos corrido para a cama não porque minha mãe brigaria pelo horário, mas porque não queríamos que ela nos pegasse de cueca vendo um vídeo pornô.
Ficamos conversando sobre o vídeo, falando sobre as garotas bonitas, mas isso não importa para o conto. Até que falamos dos caras do vídeo.
— Cara, você viu o tamanho do pau dos caras? — perguntei.
— Vi, eram muito grandes, né? — respondeu Pedro.
— Muito mesmo, coitadas das meninas — falei. (Rimos.)
Eu percebi que, ao falar do pau deles, Pedro ficou um pouco nervoso, como se quisesse falar sobre o assunto mais abertamente, mas tinha vergonha.
Pedro estava deitado, com sua cueca branca à mostra, sem qualquer cobertor em cima de seu corpo bonito. Ele estava deitado de lado, com uma mão apoiando a cabeça e uma perna levantada, dando pra ver todo o seu corpo. Ele ainda estava com o pau meio duro, então ainda dava pra ver seu volume pela cueca branca. Suas pernas eram realmente bonitas, levemente musculosas, e então percebi que seus braços eram levemente musculosos - claro, dentro da proporção de um adolescente da nossa idade.
Aquela cena me deixava bem excitado; meu pau estava a mil, eu estava com muita vontade de abrir aquela cueca e chupar ele. Eu estava deitado de lado também, só que com o cobertor por cima do meu corpo. Decidi tirar o cobertor e fiquei na mesma posição que ele, deixando meu volume bem à mostra na minha cueca preta com vermelho.
Pedro deu uma engolida seca e fingiu desviar o olhar, mas eu conseguia ver que ele estava manjando meu pau na cueca.
Aquele joguinho estava me matando de tesão; meu pau chegava a ficar levemente dormente de tão duro. Ele pulsava com tanta força que devia aparecer pela cueca, porque Pedro chegou a comentar.
— Eita, ainda tá lembrando do vídeo? — disse Pedro. Percebi que o pau dele começou a ficar mais duro.
— Ah, sim! — respondi.
— Aquele vídeo é bom mesmo, principalmente dos dois caras comendo aquela loirinha — falou Pedro.
Pedro colocou a mão em seu pau por cima da cueca e deu uma apertada. Nesse ponto, eu já tava doido pra ir em sua cama e beijar ele; estava ficando doido.
— Sim, muito! — comentei.
Eu estava com tanto tesão que não conseguiria mais aguentar; precisava gozar. Perdi um pouco da postura e precisei dar um jeito.
— Mano, vou no banheiro rapidão — falei.
— Beleza — disse Pedro.
Levantei com meu pau duro marcando muito na cueca; Pedro definitivamente percebeu. Antes de entrar no meu banheiro (que fica no meu quarto), dei uma última olhada em Pedro para fixar aquela imagem em minha cabeça.
Entrei no banheiro e me apoiei na parede. Parei alguns segundos para assimilar aquilo, pois era tudo muito novo para mim. Eu nunca tinha me relacionado com um garoto antes; apenas já tinha olhado alguns amigos meus do colégio sem camisa, com suas bordas da cueca aparecendo, e aquilo já me deixava com bastante tesão. Mas ver o Pedro somente de cueca, com seu pau duro, tocando minha cueca enquanto acariciava seu volume, era demais para mim; meu corpo não aguentaria, eu chegava a tremer de tesão.
Coloquei meu pau para fora da cueca; ele não era exatamente bem-dotado, era grande, não muito maior que o meu, porem era mais grosso, devia ter entre 17/19cm, era com algumas veias aparentes, levemente curvado para a esquerda, com a cabeça meio roxa e rosa e pulsava.
Dei umas acariciadas e meu tremor passou, mas o pau ainda pulsava. Fui mexendo nele devagar, quase que batendo uma. Fiquei imaginando Pedro com seu corpo gostoso naquela cueca branca. Imaginava ele deitado e colocando levemente sua cueca para baixo, deixando seu pau dentro da cueca e mostrando sua zona V depiladinha aparecendo. Logo depois, colocando seu pau para fora, dando leves carícias em sua cabeça enquanto olhava para mim sorrindo.
Minha imaginação voava; imaginava eu indo até ele, pegando seu pau com a mão e lambendo o corpo do pau até chegar à cabeça.
Abri os olhos e uma cena interrompeu minha imaginação. Vi que tinha uma cueca que não era minha no cesto do meu banheiro. Era a cueca que Pedro usava antes de tomar banho. Fui até o cesto e peguei a cueca. Era uma cueca azul, com listras brancas da marca Zorba também (lá já estava começando a descobrir meu fetiche por lingeries e roupas íntimas). Fiquei segurando a cueca por alguns segundos, imaginando se aquilo era certo ou errado. Mas me veio na cabeça a imaginação de Pedro usando aquela cueca azul. Meu pau começou a pulsar com mais força. Enquanto eu segurava a cueca com uma mão, peguei meu pau com a outra e comecei a me masturbar.
Estava com muito tesão; só de imaginar Pedro usando aquela cueca, já tinha vontade de voltar pro quarto e falar com ele sobre o assunto, e esperar que ele correspondesse para que pudéssemos ficar. (Mesmo com meu tesão indo a mil e eu estava querendo muito ter algo a mais, minha cabeça imaginava que o máximo que chegaríamos era “ficar”, ou seja, apenas nos beijarmos. Mas para um adolescente daquela idade, já era bastante.)
Continuei me masturbando por mais um minuto enquanto segurava com força a cueca do Pedro. Até que peguei sua cueca e passei pela minha barriga. Aquilo me deixava em êxtase. Peguei a cueca e fui arrastando levemente até chegar no meu pau. Passei a cueca pelo meu pau que estava prestes a gozar. Não iria aguentar mais alguns segundos. A frase me passava na cabeça repetidamente: “Estou me masturbando com a cueca azul do Pedro, que está bem ali no meu quarto de cueca branca”.
Aquilo me fez explodir em um orgasmo delicioso. Meu corpo tremia e eu fazia força para não gemer alto. Meu pau jorrou 3 jatos grandes de porra, pegando na minha barriga e no chão. Percebi que estava gemendo alto, então levei minha mão até a boca, mas tinha esquecido que estava com a cueca do Pedro na mão. Quando vi, estava com a cueca do Pedro colada no meu rosto, bem na minha boca.
Aquilo me fez jorrar mais 4 jatos de gozo. Um dos jatos pegou na cueca de Pedro.
Quando caí em mim, estava com a mão toda melada de gozo e vi que um jato tinha pegado na cueca azul listrada do Pedro. Quando vi aquilo, fiquei com um pouco de medo de alguém ver, mas fiquei com muito mais tesão. Eu tinha gozado na cueca do Pedro. Pena que ele não estava nela; eu adoraria gozar naquele volume grande dele.
Eu enrolei a cueca do Pedro e coloquei de volta no cesto.
Lavei minha mão e limpei meu gozo. Tinha gozado bem mais do que o normal; um adolescente que se masturba com frequência goza no máximo uns 3 jatos, e era o que eu gozava. Fazia tempo que não gozava daquele jeito.
Eu parei por alguns segundos encostado na parede, processando tudo aquilo. Pensava: “Não acredito que eu gozei na cueca do Pedro”.
Eu guardei meu pau, já limpo, e percebi que mesmo depois de ter gozado tanto, ele ainda estava um pouco duro.
Me recompus e voltei pro quarto. Abri a porta e fui andando em silêncio para a cama. Estava um misto de relaxado, tesão e culpado. Deitei na minha cama na mesma posição que estava antes. Vi que Pedro estava mexendo no celular e vi que seu pau estava bem duro dentro da cueca. Perguntei-me se ele também tinha se masturbado ou estava pensando em algo excitante para deixar seu pau duro.
Ele guardou o celular e virou para mim.
— E aí, mano, tudo certo? — perguntou Pedro.
Ele deve ter estranhado eu voltar para a cama em silêncio; eu raramente ficava em silêncio com ele, sempre fomos muito brincalhões um com o outro.
— Tudo sim, só tô cansado — respondi.
Eu ficava me perguntando se aquele final de semana não passaria de uma punheta. Mas eu estava errado, e a resposta viria a seguir.
— Porra, mano, me mostrou aqueles vídeos e agora meu pau não se aquieta — disse Pedro, rindo. Eu ri em seguida.
— Nem o meu, mano, tô com vontade de bater uma — falei, fingindo que já não tinha me masturbado, mas mesmo assim queria me masturbar mais, e meu pau ocultava minha mentira, pois estava novamente muito duro.
— Cara, bora ver uns vídeos no celular? Estava bem legal — propôs Pedro.
Fiquei surpreso com a proposta vinda dele; geralmente eu que tomava a frente. Fiquei animado.
— Vamos sim — concordei.
Colocamos um vídeo de dois caras comendo uma morena; um era branco e tinha um pau bem grande, e o outro era negro com o pau maior ainda. Ficamos olhando o vídeo um do lado do outro, sentados na minha cama. A morena revezava chupando o pau dos dois.
— O pau do negro é maior do que o do branco, bem fiel à realidade — disse Pedro, começando a rir, evidentemente tentando me zoar.
— Ah, tá, aposto que não condiz com a realidade não — retruquei, apontando para o volume dele.
Ele riu e deu uma apertada em seu volume.
— Aposto um anel lendário que o meu é maior — falou Pedro. (O anel lendário era do jogo online do computador.)
— Apostado — aceitei.
Eu nem perdi tempo, abaixei minha cueca e mostrei meu pau. Pedro ficou sem falar nada.
— Viu, ele é maior do que o teu — falei, mostrando meu pau duro, puxando para baixo fazendo ele voltar para cima por causa da ereção.
— Não sei não, acho que ele é grande sim, mas o meu de certeza é mais grosso — disse Pedro.
Pedro abaixou um pouco sua cueca branca e seu pau pulou para fora.
Quando vi, minha primeira vontade foi pegar ele e colocar na boca.
O pau de Pedro era realmente grande, um pouco maior do que o meu, nada que faça tanta diferença, mas era um pouco mais grosso mesmo. Sua cabeça já estava toda exposta e parecia estar duro feito pedra.
— Ganhei meu anel lendário — disse Pedro.
— Tenho vários, não vai fazer falta — respondi.
Nem tinha como discutir; ele era realmente um pouco maior.
Voltamos nossa atenção ao vídeo, mas dessa vez com o pau para fora e mexendo cada um no seu levemente; não chegava a ser uma punheta.
Eu olhava bastante para o pau dele; ver o pau grande e negro dele para fora daquela cueca branca era provavelmente a cena mais excitante que já tinha visto, batia de frente com a cena da minha namorada de calcinha e sutiã (o que me fazia ter quase certeza de que era bi).
Percebi que Pedro olhava de vez em quando para o meu pau também.
Fui surpreendido com uma pergunta do Pedro.
— Cara, a tua namorada já bateu uma pra ti? — perguntou Pedro.
— Já, algumas vezes — respondi.
— Como que é? Eu tenho muita vontade de saber como é receber uma punheta de alguém — disse Pedro.
Aquela era minha deixa, e eu não poderia perder a chance.
Depois que Pedro me fez aquela pergunta, eu tinha certeza de que aquela era minha chance de fazer o que eu queria (que, na época, eu nem sabia direito o que era).
— Cara, receber uma punheta de alguém é muito bom — falei.
— Cara, eu imagino, velho. Deve ser bom mesmo — respondeu Pedro.
Pedro estava acariciando levemente seu pau grande e grosso, para fora de sua cueca.
Ele abaixou mais um pouco ela, deixando à mostra suas bolas. Elas eram depiladas também e estavam grandes, provavelmente doidas para liberar muita porra. Ele estava começando a acariciar com mais vontade, quase que batendo uma.
Decidi dar uma de doido mesmo.
— Cara, um dia vamos no centro comprar umas cuecas, quero experimentar uma da Zorba. Elas são boas mesmo, né? — falei isso colocando a minha mão em sua cueca, deslizando devagar em direção ao seu pau.
— Cara, experimenta a minha agora, eu experimento a tua, nunca usei uma da Lupo — propôs Pedro.
Eu fiquei bem assustado, mas aceitei a proposta sem pensar e já logo levantei para trocarmos.
Nós nos levantamos e tirei minha cueca. Pedro tirou a dele; ver ele pelado me deixou com muito tesão, e ele também estava, pois seu pau estava muito duro e apontando para cima.
Vesti a cueca dele e ele vestiu a minha. Acariciei meu pau por cima da cueca dele; me dava muito tesão imaginar que o pau dele estava dentro daquela cueca. Falei que a cueca era mesmo macia e que iria comprar umas para mim.
— A tua também é bem macia — disse Pedro.
— Sim, por isso gosto tanto delas.
Eu falei isso e fiz uma loucura: levei minha mão até o volume dele e acariciei seu pau por cima da minha cueca vermelha que ele estava vestindo. Fiz sem nem pensar nas consequências. Meu pau estava explodindo.
— Sim, mas a minha não fica pra trás, é bem macia também, né? — respondeu Pedro.
Pedro pegou no meu volume. Eu sinceramente tive que me segurar para não pegar na mão dele e esfregar até que eu gozasse dentro da cueca branca dele. E ficamos alguns segundos assim, cada um passando a mão no volume do outro enquanto vestíamos um a cueca do outro.
Depois disso, sentamos e voltamos a ver o vídeo.
Não trocamos as cuecas; eu fiquei com a dele e ele ficou com a minha. Colocamos nossos paus para fora e começamos a bater punheta.
Me deu um lapso de coragem.
— Cara, se quiser saber como é receber uma punheta, não sei, né…— falei. Ele deu uma risada.
— Ah, cara, uma mão é uma mão, né? — disse Pedro.
Eu ri e fui em direção ao pau dele. Peguei aquela tora maravilhosa e comecei a masturbar. Ele era grande e muito duro. Fui masturbando ele por alguns segundos.
— Tá, mas aí eu fico sem nada? — perguntei, rindo.
Pedro pegou no meu pau, e com uma mão amiga permanecemos ali batendo um para o outro. Meu pau estava babando, então a mão dele deslizava fácil. A minha estava um pouco seca, então lambi minha mão e botei de novo no pau dele. Ele dava leves gemidos.
— Cara, isso é muito bom — disse Pedro.
Ele realmente estava gostando; seu pau pulsava na minha mão e ele revirava de leve os olhos. O meu pau nem se fala; babava muito, sem que ele tivesse dificuldade em bater uma para mim.
— Tá meio seco, lambe ou cospe nele pra ficar melhor — sugeriu Pedro.
Eu levei minha boca perto do pau dele e deixei escorrer um pouco de saliva. Definitivamente melhorou; deslizava muito e ele gemia mais alto. Eu gemia de leve também; ter a mão de Pedro no meu pau enquanto eu masturbava ele era maravilhoso. Estávamos os dois com muito tesão, um batendo uma para o outro.
O pau dele começou a ficar seco novamente - o meu babava cada vez mais.
— Pera aí, vou fazer ele ficar mais molhado — falei.
Encostei levemente meus lábios na cabeça dele, fui abrindo e descendo devagar com bastante saliva na boca e seu pau foi entrando devagar na minha boca. Pedro gemeu alto e colocou sua outra mão na minha cabeça, forçando para baixo, me fazendo colocar metade de seu pau na minha boca. Ele batia para mim com mais velocidade.
Eu voltei minha boca até a cabeça e dei uma lambida, senti o gosto daquele pau gostoso. Aquilo tudo ia me fazer gozar, mas me segurei até o último segundo.
Tirei minha boca e olhei para ele, me perguntando se ele teria ficado bravo com aquilo.
— Caraca, mano, boquete é melhor que punheta. Estava pensando, já que não tem uma mulher gostosa aqui para chupar a gente, ao menos um chupa o outro, né? Não tens problema com isso, né? — perguntou Pedro, meio preocupado.
— Sim, mano, com certeza. Melhor que nada, né? — respondi.
Claro que eu tinha mentido. Eu estava doido pra ganhar um boquete dele.
Coloquei novamente minha boca no pau dele; estava viciado em chupar aquela rola gostosa. Desci mais algumas vezes e tentei colocar mais dentro da boca, mas era inexperiente e não consegui. Pedro gemia e falava baixinho “Nossa”, “que gostoso”.
Eu levantei minha cabeça e olhei para ele, como quem esperasse por algo, e ele sabia o que eu esperava.
Pedro abaixou devagar sua cabeça. Quando chegou perto do meu pau, ele colocou a língua pra fora e deu uma lambida; logo após a lambida, ele colocou minha cabeça na boca. A sensação era maravilhosa; eu já tinha recebido um boquete antes, mas nunca de um garoto. Ele lambia de leve minha cabeça com meu pau dentro da boca dele; estava maravilhoso. Eu gemia; meu pau pulsava dentro da boca dele.
— Caraca, Pedro, isso. Chupa bem gostoso — falei.
Não sei onde havia conseguido coragem para falar desse jeito enquanto ele me chupava, mas estava muito bom, e isso aparentemente não incomodou ele, pois ele continuou me chupando gostoso. Descia sua cabeça algumas vezes, colocando metade do meu pau na boca, e depois voltava a lamber a cabeça do meu pau. Enquanto ele me chupava, eu batia uma para ele.
Pedro tirou por um segundo meu pau de sua boca e falou:
— Cara, eu acho que vou gozar.
Logo depois de falar, colocou ele de volta na boca, parecendo não querer parar de me chupar.
Eu batia com vontade para ele, mas não queria que ele gozasse na minha mão, então tive uma ideia.
Pedi para ele levantar a cabeça, e abaixei minha cabeça para colocar seu pau na minha boca. Coloquei sua cabeça e já logo fui abaixando minha cabeça para tentar colocá-lo todo na boca. Pedro gemeu alto e se soltou também.
— Porra, João, acho que eu vou gozar, cara, tá muito bom — disse Pedro.
Continuei chupando e dessa vez fui alisando as bolas dele, revezando entre chupar o pau dele e bater com a cabeça do seu pau bem perto do meu lábio.
— Eu vou gozar, cara — avisou Pedro.
Eu não dei nenhum sinal de que ia levantar a cabeça. Abri minha boca e envolvi a cabeça grande do pau dele nos meus lábios enquanto eu batia uma punheta para ele. A todo momento, ele batia uma para mim.
— João, eu vou gozar — disse Pedro.
Pedro falou isso gemendo, com uma voz melosa e envergonhada, mas com tesão. Comecei a sentir seus jatos na minha boca; tentava engolir enquanto ele gozava e consegui um pouco, mas escorria um pouco pelo seu pau e pelos meus lábios.
Pedro gemia, contraía suas pernas e apertava meu pau com a mão.
Quando senti que sua porra parou de sair, senti a mão dele na minha cabeça abaixando minha cabeça, colocando seu pau dentro da minha boca. Ele forçou até o pau encostar na minha garganta; eu fiz força para não engasgar.
Pedro gemia e apertava meu pau, forçando minha cabeça pra baixo.
— Isso, desliza meu pau pela boca — pediu Pedro.
Eu obedecia, deslizando devagar seu pau nos meus lábios para dentro e para fora da minha boca.
Levantei minha cabeça e me recompus; ele continuava com meu pau na mão batendo para mim. Eu estava com minha mão em sua perna agora, por cima da cueca. Eu dava um “carinho” por cima da cueca em suas bolas.
— Caraca, tavas querendo gozar mesmo, hein? — falei, rindo.
— Porra, vi várias mulheres gostosas, desculpas. E... — falou Pedro, envergonhado — tu ainda me chupa assim, pô.
Ele colocou a “culpa” de ter gozado bastante nas mulheres, mas acho que ele estava com tesão em mim assim como eu estava nele.
Ele continuou batendo uma para mim.
— Boquete é bom pra caramba, cara — comentei.
— Sim, velho — concordou Pedro.
— Cara, eu acho que eu vou gozar agora — avisei.
Pedro começou a bater com mais velocidade, sabendo que eu ia gozar.
Ele abaixou sua cabeça e abocanhou meu pau com vontade, babando e fazendo barulho com os lábios. Passando a língua na cabeça e na extensão do meu pau com gosto. Admito que não aguentei, estourou e gozei.
Na hora que eu gozei, apenas gemi; ele tirou sua boca e meu gozo ia na altura do meu queixo, caindo tudo no colo dele que ainda estava com o pau de fora.
Eu soltei uns 4 jatos, pois já tinha gozado no banheiro.
Pedro me olhava gozar e continuava batendo até que eu soltasse a última gota.
— Tua porra caiu no meu pau, cara — disse Pedro, rindo.
— Viu, não quis ficar com ele na boca — respondi.
Eu peguei novamente seu pau, que estava levemente duro ainda, e masturbei, espalhando minha porra que havia caído nele por toda a extensão, da base até a cabeça, enquanto eu ria dele. Mas ver o pau dele todo melado com a minha porra era maravilhoso.
Nós fomos até o banheiro e nos limpamos.
Voltamos a deitar e ficamos conversando, tentando não tocar no fato de que havíamos acabado de chupar o pau um do outro.
Mas era inevitável.
— Cara, boquete é bom, né? Queria receber todo dia um — falei.
— Sim, cara! Olha, até tinha esquecido que tínhamos trocado de cueca, pode ficar com ela, eu fico com a tua mesmo — disse Pedro, rindo.
Não comentamos naquela noite novamente sobre isso; concordamos em ficar um com a cueca do outro.
Naquele final de semana, fizemos mais um boquete um no outro.
Meses se passaram desde aquele fim de semana que mudou tudo. Pedro e eu continuamos amigos como sempre, mas agora existia um segredo quente entre nós. De vez em quando, quando ele passava lá em casa, trocávamos olhares cúmplices, e em algumas noites, quando meus pais dormiam, repetíamos aquelas brincadeiras proibidas. Eu descobri que gostava tanto de chupar o pau dele quanto de vê-lo gemendo meu nome.
Com o tempo, comecei a namorar sério. Minha namorada se chamava Thais. Ela tinha a nossa idade. Tinha cabelos castanhos claro – recém-pintados –. Era magra, mas tinha uma barrinha linda, nada chapada. Tinha um sorriso bonito, um rosto arredondado bem branquinho, leves sardas. Tinha peitinhos durinhos que enchiam uma mão, não eram tão grandes. Tinha uma bunda gostosinha de dar inveja em todas as meninas da escola e fazia babar todos os marmanjos. Ela era o estilo princesinha, gostava de rosa e laços enfeitados.
Continua…
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Sussurro Proibido
