Tive um orgasmo tão forte que cheguei a perder as forças. Maria beijava minhas costas e minha bunda, fazendo carinho por todo o meu corpo.
Depois de alguns minutos, fui voltando ao normal, mas continuei deitada na cama. Foi então que consegui ouvir, ao fundo, o som do carro do Mateus chegando. Eu conhecia muito bem o som do carro dele e tinha certeza de que era ele.
Pulei da cama, peguei uns biquínis e puxei Maria para o banheiro. Nos lavamos rapidamente e começamos a nos arrumar.
Quando estávamos nos arrumando juntas no banheiro, ele entrou no chalé e me chamou. Respondi que estava no banheiro com Maria.
Quando saímos do banheiro, deixei subentendido que ela estava me ajudando a amarrar o biquíni, pois ele já sabia que Maria era lésbica e talvez pudesse achar estranho eu trancada com ela dentro do banheiro.
Ele nem se importou. Nos viu de biquíni e falou:
— Opa, pegar uma praia? Eu vou junto.
Pegou uma sunga e correu para o banheiro para se trocar.
Fui com Maria para o lado de fora do chalé e lá desabafei:
— Caramba, se eu não conhecesse o som do carro dele, tinha dado merda, viu...
Maria começou a rir do quase flagra que quase aconteceu.
Mateus saiu do chalé, pegamos cadeiras e toalhas na recepção e fomos a pé para a praia. Lá, fiquei pegando sol com os dois e conversando.
Em certo momento, Maria se levantou, me puxou e entregou o celular para Mateus, pedindo para ele tirar algumas fotos nossas. Fizemos várias posições engraçadas enquanto ele fotografava.
Ficamos quase duas horas na praia e depois voltamos para a pousada.
Entramos no chalé e Mateus falou:
— Eu vou na recepção perguntar se tem algum restaurante bom pra gente almoçar e ver se vai ter alguma atração hoje à noite na cidade ou algum barzinho.
Assim que Mateus fechou a porta, eu e Maria nos olhamos. Eu já sabia o que aquele olhar dela significava e sussurrei:
— Nãaao... Ele vai voltar logo.
Ela não quis saber. Me puxou para dentro do banheiro e disse:
— Relaxa, a gente só tá tomando banho juntas. Aliás, qual amiga nunca viu a outra nua?
Nisso ela tinha razão, mas o fato de ela ser lésbica mudava tudo, e Mateus poderia ficar bravo se nos visse tomando banho juntas.
Ela ligou o chuveiro e começamos a nos beijar debaixo da água. Ela me jogou contra o box e começou a me tocar gostoso.
Estávamos numa pegação louca no chuveiro quando Mateus entrou no quarto. Mesmo assim, não paramos. Eu me segurei para não gemer.
Desliguei o chuveiro, preocupada com a reação dele quando saíssemos. Mas Maria teve uma ideia genial: pegou nossos biquínis, lavou-os no chuveiro e sussurrou:
— Veste o teu biquíni que eu visto o meu. Assim ele vai achar que a gente tava tomando banho de biquíni.
Saímos do banheiro enroladas em toalhas. Assim que saí, fiz questão de tirar a toalha para que ele visse que eu estava com o biquíni por baixo, depois me cobri novamente. Ele foi para o banheiro tomar banho.
Saímos para almoçar e, quando voltamos, fomos todos dormir, pois estávamos cansados da viagem e do sol. Dormi com Mateus na cama e Maria colocou sua rede do lado de fora do chalé.
Acordei quase às 16h30. Mateus já estava acordado, mexendo no celular. Quando me viu acordar, falou:
— Oi, meu amor. Ei, vamos dar uma volta na praia? Tem um local que dá pra ver o pôr do sol e é bem romântico...
Percebi a indireta dele querendo ficar a sós e aceitei.
Como já estava próximo do pôr do sol, me arrumei bem rápido, vesti um biquíni e, quando saí do chalé, Maria já estava acordada mexendo no celular.
Falei para ela que iríamos dar uma volta na praia. Ela respeitou nosso momento e disse, olhando-me de um jeito sacana:
— Tá bem, se divirtam, pombinhos...
Chegamos na praia, pegamos a esquerda e andamos com o mar à nossa direita, de mãos dadas, conversando. Fomos nos distanciando das pessoas até a praia ficar quase vazia.
Chegamos a um local deserto. Perguntei se era ali e ele apontou para umas pedras à frente:
— É bem ali.
— Vai andando na frente, o melhor lugar é ali — disse ele.
Fui me equilibrando nas pedras.
— Cuidado para não cair.
— Você também.
— Pronto, é aqui. Vem.
Ele parou ao lado de uma pedra. Quando me aproximei, me beijou com força e já baixou a sunga, deixando o pau duro pra fora.
Tirou meu sutiã e eu fiquei muito excitada com a atitude inesperada. A ideia de transar em público me deixava com tesão.
Ele me virou, me deixou apoiada em uma pedra, passou a mão na minha bunda enquanto eu rebolava para ele. Empurrou minha calcinha para o lado, abriu minha bunda e falou:
— Vou comer esse cuzinho hoje...
Senti saliva batendo na minha bunda. Fiquei um pouco receosa, pois fazia tempo que não fazíamos anal, mas todo aquele fogo e o cenário da praia me deixaram muito excitada. Abri a bunda para ele.
Senti ele enfiando devagar o pau no meu cuzinho, entrando aos poucos até o fim.
Começou a dar estocadas lentas para meu cu se acostumar. Já tinha esquecido como era delicioso fazer anal.
Ele tirou o pau, se ajoelhou e colocou o rosto na minha bunda para ver. Continuei abrindo para ele. Logo voltou a enfiar.
Segurou meus braços e começou a meter com mais força, falando palavras sujas. Eu gemia alto, sem me importar se alguém passasse, completamente louca de tesão.
Foi então que, no meio do sexo, Mateus falou algo que me arrepiou inteira:
— Tá gostando, safada?
— Tô sim, amor.
— É? Tá tão gostoso como transar com a Maria?
— Que??
Senti meu corpo arrepiar, mas de pavor. Como assim? Como ele sabia?
O pior é que ele não parou de meter e eu mal conseguia me concentrar, sendo fodida tão gostoso.
— Do que você tá falando?
Ele continuou, e eu tremia a cada palavra:
— Vai se fazer de desentendida pra mim? Eu comecei a suspeitar há algum tempo, mas fiquei mais em dúvida pela tua insistência em chamá-la pra vir também... Então fingi ir ao mercado, comprei tudo na pousada e fiquei escondido na janela do chalé. Vi tudo... Vi o quanto você é safada transando com outra mulher. Mas relaxa, eu não fiquei com raiva. Pelo contrário, me deixou com tesão ver vocês duas. Hoje eu vou participar da festinha de vocês e vou comer as duas!
Fiquei em pânico e tentei argumentar:
— Mas amor...
— Cala a boca!! Você que começou com isso, agora aguenta! Hoje eu vou comer vocês duas e você vai me ajudar, sua vagabunda safada! Agora fala que eu vou comer vocês duas. Fala!!
— Você vai comer nós duas! Aiin...
— Vocês duas quem? Fala o nome, vagabunda.
— Eu e a Maria! Você vai comer eu e a Maria! Aiiin...
— Hmmmm... Agora sim.
Só eu falar isso e ele começou a gozar muito dentro do meu cuzinho. Quando tirou o pau, senti a porra escorrendo.
Quando terminamos, fiquei com muita vergonha. Mal consegui me vestir com ele do meu lado.
Ele percebeu, sentou em uma pedra e me chamou para conversar. Eu estava com os olhos cheios d’água, quase chorando.
— Amor, se acalme. Eu não tô chateado com você. Normalmente qualquer homem ficaria puto com a traição, mas como foi com uma mulher, sinceramente não fiquei. Pelo contrário, senti tesão em te ver com ela, pois me imaginei junto...
Confesso que a ideia dele comer outra mulher me deu raiva e ciúmes, mesmo sendo a Maria, mas eu não estava em posição de reclamar.
Ele continuou:
— Então é isso. Eu quero participar dessa putaria de vocês e hoje a gente vai transar com ela.
Fiquei sem ação:
— Amor, não é assim que funciona...
Ele me interrompeu:
— Geovana, você me traiu, então não venha com essa. Eu vou participar e você vai fazer isso acontecer.
— Não, Mateus. Você entendeu errado. Maria é lésbica e não sei se ela toparia. Não podemos decidir isso sem ela...
— Não se preocupe. Relaxa que eu tenho tudo esquematizado e você vai fazer tudo que eu mandar.
Confesso que não estava muito à vontade, mas vê-lo tão dominante e autoritário me deixou bem excitada.
Voltamos para a pousada e, no caminho, ele me contou o plano detalhado e o que eu deveria fazer.
Chegamos, nos arrumamos e saímos para um barzinho. Ficamos de 20h30 até quase meia-noite.
Voltamos de Uber. Maria estava bem bêbada, assim como eu. Mateus fingia beber, mas queria nos deixar alteradas.
No chalé, Mateus falou:
— Meninas, eu vou na pousada pegar mais lençóis e ligar pros meus pais, que lá o sinal é melhor. Aproveitem e tomem banho de vocês que, quando eu chegar, eu tomo o meu.
Assim que ele saiu, puxei Maria para o banheiro e comecei a beijá-la. Apesar de fazer parte do plano, eu realmente estava com tesão e com vontade de transar com ela de novo. A ideia de um trio agora me excitava.
Ela estranhou meu fogo:
— Eita... Tá louquinha mesmo, hein?
Fui tirando a roupa dela. Como combinado, Mateus já havia voltado sem fazer barulho e estava esperando na cama.
Quando eu tirava a roupa dela, Maria interrompeu o beijo e perguntou, sorrindo e mordendo os lábios:
— Pera... O que você acha da gente transar com o Mateus?
Aquela pergunta me surpreendeu, mas facilitou tudo. Sorri e respondi:
— Tá beeem! A gente pode tentar.
— Tá, mas vamos usar isso daqui — disse ela, entregando pedaços de renda rasgada da camisa. — Quando ele abrir a porta, ele vai ver a gente nua com isso no rosto.
Coloquei o pedaço verde e ela o preto, como vendas transparentes. Saímos do banheiro e fomos para a cama.
Ela abriu a porta e eu fiquei atrás. Assim que abriu, ela paralisou. Mateus estava deitado na cama, nu, segurando o pau duro e sorrindo.
Ela virou para mim e falou, rindo:
— Vocês são muito safados mesmo, hein?
Dei o primeiro passo, fui até Mateus. Maria veio junto. Subimos na cama e ficamos de joelhos na frente dele.
Puxei Maria e começamos a nos beijar enquanto ele assistia e se tocava. Desci e chupei os peitos dela. Logo ela caiu de boca no pau dele.
Enquanto ela chupava, eu beijava as laterais e chupava o saco. Ver outra mulher chupando o pau do meu namorado não me deu ciúmes. Pelo contrário, me deixou com muito tesão.
Trocamos de posição. Eu chupei o pau enquanto ela chupava as bolas.
Mateus mandou eu deitar, abriu minhas pernas. Maria deitou de lado com a cabeça na minha barriga. Enquanto ele me fodia, ela chupava o pau dele, sentindo meu gosto.
Ele alternava: metia em mim e tirava para ela chupar. Eu estava louca de tesão.
Mandou tirarmos as vendas. Ficamos de quatro e chupamos o pau juntas, nos beijando com ele no meio. Eu tocava a buceta e a bunda dela.
Depois ele deitou Maria de bruços com a cabeça em mim e começou a fodê-la. Enquanto ele a comia, ela chupava meus peitos e gemia para mim.
Fui mais para trás, abri as pernas e ela me chupou enquanto ele metia nela. Gozei rápido na boca dela, com Mateus pressionando a cabeça dela contra mim.
Em seguida, ele deitou e me puxou para sentar no pau. Maria ficou atrás, tocando meu corpo, mordendo minha orelha, me deixando ainda mais louca.
Saí de cima e Maria foi pegar a cinta com o pênis de borracha.
— Eitaaa, agora o negócio vai ficar sério... — riu Mateus.
Ela me colocou de quatro. Mateus puxou meu cabelo e enfiou o pau na minha boca enquanto Maria metia o brinquedo na minha buceta.
Eu recebia dos dois ao mesmo tempo. Mateus e Maria se beijaram enquanto me fodiam.
Mateus desceu, pegou o celular e começou a gravar. Maria me fodia de lado, depois de frente. Ele aproveitou e meteu nela por trás.
Na sequência, ele me colocou de quatro. Maria chupou o pau dele antes e depois passou a língua no meu cuzinho enquanto ele me comia.
Mateus avisou que ia gozar. Tirou e gozou bastante no meu cuzinho e buceta. Maria chupou o resto dele e ainda lambeu a porra que escorria de mim.
Depois desse dia na pousada, meu namoro com Mateus nunca mais foi o mesmo. Na verdade, a gente deixou de namorar de forma tradicional. Maria passou a fazer parte da nossa vida, não como namorada, mas como uma amiga colorida que quase sempre estava presente nas nossas transas e loucuras.
Isso me fez ver o mundo de uma nova perspectiva e sentir prazeres e emoções que eu nunca imaginei que sentiria.
Fim...
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