Turma da Faculdade - Parte 4

A casa parecia um carnaval. Cordões de luzes piscando nas paredes, o funk misturado com sertanejo explodindo na caixa de som, o cheiro de caipirinha, churrasco e suor tomando o quintal. Era 31 de dezembro, e a galera estava a mil, dançando, rindo, brindando com copos descartáveis transbordando de bebida. O chão estava pegajoso de tanta caipirinha derramada.


Eu estava nas nuvens, o corpo ainda quente das conquistas da semana — amassos com Jéssica na garagem, chupada de Luisa no banheiro, sexo com Julia no carro, Priscila atrás da casa, Clara no beco. Cinco gatas, cada uma mais gostosa que a outra, e meu pau estava meia bomba só de lembrar. Mas hoje eu queria mais. A virada do Ano Novo prometia, e eu estava de olho em Jéssica. Aqueles beijos na garagem me faziam acreditar que, se insistisse um pouco, rolava de novo, aproveitando que o namorado dela não estava por perto.


A piscina brilhava sob as luzes coloridas, o reflexo dançando na água, e o quintal estava lotado, o calor grudando a camisa na pele.


Sofia, de vestido branco curtinho, dançava com Pedro. A bunda pequena balançando, o cabelo loiro solto enquanto ele ria, a barba cheia brilhando de suor, já meio bêbado.


Priscila, turbinada e bronzeada, estava colada no Rodrigo. O biquíni preto marcava sob a blusa fina, mas ela me lançou um olhar safado que fez meu pau pulsar. Eu ainda não sabia se Rodrigo curtia o chifre ou se era só papo dela, mas não ia ser eu a perguntar.


Mia, de top vermelho e short jeans, jogava conversa fora com Julia. O corpo atlético brilhando, os olhos castanhos afiados enquanto ria.


Luisa, com uma blusa decotada que deixava os peitos pesados quase pulando, estava descaradamente me encarando. O sorrisinho prometendo problemas, o perfume doce dela me alcançando mesmo de longe.


Clara e Fernanda estavam perto da churrasqueira. Clara com o cabelo azul solto, a regata branca justa destacando as tatuagens e o piercing no mamilo. Fernanda de vestido leve, a bunda redonda me fazendo lembrar do chuveiro, os olhos castanhos brilhando com algo que parecia um convite.


E Jéssica, a ruiva com sardas, estava sentada numa cadeira. O vestido verde abraçando a cintura fina, tomando uma caipirinha, os olhos castanhos me evitando. Mas eu sabia que ela estava pensando no beijo da garagem.


Peguei uma cerveja gelada no cooler, ajeitando o short pra esconder o pau que já pulsava, e fui pro ataque. Jéssica estava sozinha agora, o copo quase vazio, o olhar perdido na galera dançando, o cabelo ruivo solto caindo sobre os ombros. Sentei na cadeira ao lado, o joelho roçando o dela de leve, o calor da pele dela me deixando mais ligado.


— Tá curtindo a festa, ruiva? — perguntei, com um sorrisinho, tomando um gole da cerveja. O líquido gelado descendo enquanto eu a encarava.


Ela corou, ajeitando o cabelo. As sardas ficaram mais visíveis sob a luz colorida, mas me olhou, os lábios entreabertos, um brilho nos olhos que me deu esperança.


— Tô, mas tá um caos — disse, a voz suave, o copo girando nas mãos. — E tu, não cansa de ser o rei da festa?

— Rei? Eu? — falei, rindo, inclinando-me mais perto, o ombro roçando o dela. — Tô só aqui, tentando roubar um minutinho com a mina mais gata da noite.


Ela riu, o rosto ficando vermelho, mas não se afastou. O corpo relaxou contra o meu toque.


— Tu é muito cara de pau, Felipe — disse, sorrindo. Os olhos castanhos brilhavam com algo que não era só timidez. — Não tem vergonha não?

— Vergonha? Com uma ruiva dessas? — retruquei, a mão roçando a cintura dela, sentindo a curva sob o vestido. — Tô é com sorte de tu tá me dando bola.


Ela riu de novo, o som leve me deixando com o pau mais duro. Quando a música mudou pra um funk pesado, puxei ela pra dançar.


— Vem, só uma dança — falei, levantando e pegando na mão dela, puxando com cuidado.

— Só uma, hein — disse ela, mas foi. O corpo colado no meu enquanto dançávamos, a bunda redonda roçando meu pau, que endurecia rápido.


O álcool estava ajudando, e ela rebolava devagar, o vestido subindo um pouco, mostrando as coxas branquinhas. Virei ela de frente, os olhos dela nos meus, o calor do corpo dela me envolvendo. Eu sabia que estava cedendo. Puxei ela pra varanda, onde a luz era mais fraca. Beijei-a, um beijo quente. A língua dela tímida no começo, mas logo faminta, as mãos subindo pro meu peito, as unhas arranhando leve. Meu pau estava duro, pulsando contra o short, e eu apertei a bunda dela, a carne macia sob o vestido, o calor da buceta dela tão perto que eu quase gemi alto.


— Felipe, a gente não pode... — sussurrou ela, ofegante, os lábios inchados, mas não parou. A língua voltou pra minha boca, o corpo colado no meu.

— Só um pouquinho, ruiva — murmurei, mordendo o lábio dela. A mão subiu pela coxa, os dedos roçando a calcinha, sentindo o tecido molhado, quando um grito de Pedro cortou o clima.

— Felipe, cadê tu, cara? Tô precisando de reforço na churrasqueira! — berrou ele, a voz alta, vindo do quintal.


Jéssica se afastou, corada, ajeitando o vestido com as mãos trêmulas, o rosto vermelho como as sardas.


— Vai lá — disse, a voz baixa, mas com um sorrisinho que dizia que isso não tinha acabado. Os olhos brilhavam com tesão.


Eu xinguei mentalmente, o pau duro doendo, a cabeça zonza de caipirinha e frustração. Voltei pro quintal, tentando parecer normal, ajeitando o short pra esconder a ereção. Mas Luisa estava me esperando, como um lobo na espreita. Ela se aproximou, o decote da blusa quase explodindo, os peitos balançando enquanto caminhava. O perfume doce me envolveu, os olhos verdes brilhando com malícia.


— Tô te vendo, garanhão — disse, a voz rouca. A mão roçou meu braço na frente de todo mundo, sem nenhum pudor. — Tá fugindo de mim, é?

— Luisa, tu tá bêbada pra caralho — falei, rindo, tentando desviar, mas o toque dela, quente e firme, fez meu pau pulsar mais forte.

— Bêbada, mas com tesão — sussurrou, tão perto que senti o hálito de caipirinha. A mão desceu pro meu quadril, quase pegando o pau. — Vem comigo, Felipe. Vai ser rapidinho, como da outra vez.


A galera estava distraída, dançando, brindando, mas eu vi Mia olhando de canto de olho, e o Rodrigo estava por perto, rindo com Marcio. Isso era arriscado pra caralho, mas o tesão falou mais alto. Segui ela, o coração disparado, o pau duro implorando por alívio. Ela entrou no banheiro me puxando e trancou a porta, me empurrou contra a pia e me beijou. A língua invadiu minha boca, os dentes morderam meu lábio, as mãos abriram meu short com pressa.


— Tu me deve uma gozada, Felipe — disse, a voz rouca. A mão agarrou meu pau duro, esfregando com força, os dedos apertando a cabeça enquanto ela mordia meu pescoço.


Eu gemi, o tesão me dominando. Minhas mãos subiram pros peitos dela, apertando os mamilos duros sob a blusa, o corpo dela colado no meu. Ela se ajoelhou, a boca já roçando meu pau, a língua lambendo a cabeça, quando alguém bateu na porta com força. O som ecoou como um trovão.


— Ei, quem tá aí? Tô precisando mijar! — gritou Pedro, a voz embolada, claramente bêbado pra caralho.


Luisa parou, xingando baixo, o rosto vermelho de raiva. Eu ajeitei o short às pressas, o coração na boca, o pau ainda duro doendo.


— Já vai, cara! — falei, tentando soar normal. A voz tremia enquanto Luisa se levantava, ajeitando a blusa. O sorrisinho safado voltou.


Ela abriu a porta e saímos juntos. Pedro nos olhou com cara de confuso, os olhos vidrados de tanto álcool, a barba molhada de cerveja. Ele resmungou algo incompreensível, cambaleando pro banheiro. Luisa piscou pra mim, sussurrando:
— Outra hora, garanhão. Isso não acabou.


Eu respirei fundo, o alívio misturado com a paranoia de quase ser pego. O pau ainda meio duro enquanto voltava pro quintal. A festa estava um caos, o álcool deixando todo mundo solto. Sofia dançava com Mia, as duas rindo alto, as coxas de Mia brilhando sob o short jeans. Priscila e Rodrigo estavam num canto. Ela me olhou por cima do ombro dele, o sorrisinho secreto me fazendo engolir seco. Julia contava uma história pra Marcio, que ria alto. Eu percebi Fernanda me encarando de longe, os olhos castanhos brilhando enquanto dançava com Clara. Ela sorriu, um flerte sutil, a bunda balançando no vestido leve, mas eu não arrisquei. Não na frente de todo mundo.


Clara, por outro lado, não tinha freio. Mais tarde, enquanto eu pegava uma cerveja na cozinha, o gelo derretendo no cooler, ela apareceu, sozinha. O cabelo bagunçado, a regata branca colada ao corpo pelo suor, o piercing marcando o tecido. O sotaque carioca dela me pegou desprevenido, como sempre.


— Tá se divertindo, meu bem? — perguntou, a voz rouca. A mão roçou meu braço, o toque quente me deixando com o pau meia-bomba.

— Tô tentando — falei, rindo. A cerveja gelada na mão, mas o olhar dela, verde e safado, fez meu coração disparar. — E tu, tá tramando o quê?


Ela se aproximou, o corpo tão perto que senti o calor, o perfume misturado com o suor da dança, e sussurrou, a boca quase roçando minha orelha:


— Quando todos forem dormir, a porta do nosso quarto vai tá fechada, mas sem o trinco. Entra sem fazer barulho e sem que os outros vejam.


Ela ainda deu uma passada de mão em cima do meu pau que endureceu na hora. O coração disparado, a cabeça girando com a promessa. Ela piscou, o sorrisinho safado dizendo tudo, e voltou pra festa, a bunda balançando na saia curta, me deixando com o tesão explodindo.


Um ménage com Clara e Fernanda? Depois do sexo com Clara no carro, eu sabia que isso ia ser insano.


A contagem regressiva veio rápido. A galera gritando “Dez, nove, oito...” enquanto fogos explodiam no céu, o barulho ecoando pela praia. Eu estava com uma caipirinha na mão, o corpo elétrico, os olhos pulando entre Jéssica, que me lançou um olhar tímido, e Clara, que dançava com Fernanda. As duas trocavam sorrisos que me deixavam louco. Quando deu meia-noite, todo mundo se abraçou, brindou, copos batendo, cerveja voando, e o caos tomou conta, com mais dança, mais bebida. O quintal virou uma pista de dança improvisada.


Mas aos poucos, a galera foi capotando. Pedro e Sofia subiram pro quarto, ele cambaleando, ela rindo enquanto o arrastava. Rodrigo e Priscila sumiram, o que me fez lembrar da bunda dela quicando no meu pau. Mia e Julia estavam desmaiadas no sofá, copos vazios nas mãos. Luisa ainda rondava, mas estava tão bêbada que mal ficava de pé, tropeçando enquanto tentava dançar com Marcio. Eu esperei, o coração na boca, a caipirinha esquecida na mão, até a casa ficar silenciosa, só o eco da música desligada e os roncos distantes.


Peguei uma cerveja no cooler, fingindo casualidade, e fui pro corredor onde ficava o quarto de Clara e Fernanda.


A porta estava fechada, como Clara disse, mas empurrei devagar, e ela cedeu, sem trinco. Entrei, fechando atrás de mim com cuidado. O coração disparado, o pau já duro de antecipação, pulsando contra a sunga. A luz era fraca, uma luminária no canto jogando sombras suaves, mas dava pra ver tudo. Clara e Fernanda estavam na cama, de lingerie branca, os corpos entrelaçados, se beijando com fome. As línguas dançando, as mãos passeando pelas curvas. Clara, com suas tatuagens brilhando na penumbra, chupava o pescoço de Fernanda, os dentes arranhando a pele morena, enquanto Fernanda gemia baixo, os sons contidos. A bunda redonda marcada pela calcinha rendada, as coxas grossas reluzindo.


Eu fiquei parado, o pau pulsando, a respiração acelerada, sem saber o que fazer. Era como entrar num filme pornô, mas real. O cheiro de perfume e sexo enchendo o quarto. Clara me viu e sorriu, safada, levantando da cama com graça. A lingerie contrastava com sua pele morena e destacava ainda mais suas curvas, o piercing no mamilo marcando o tecido. O sotaque carioca dela me envolveu como uma rede.


— Chegou na hora, meu bem — disse, a voz rouca. Puxou meu rosto pra um beijo, a boca quente, a língua faminta, o gosto de caipirinha misturado com o dela.


Ela me levou pra cama, as mãos no meu peito, desabotoando minha camisa com dedos rápidos, enquanto Fernanda me olhava. Os olhos castanhos hesitantes, mas brilhando com um desejo que me deixou louco.


Clara sentou no colo dela, beijando-a de novo, a língua lambendo os lábios de Fernanda, e me puxou pra perto, a mão no meu pescoço.


— Relaxa, amor, ele é cuidadoso — disse Clara, a voz suave, antes de me beijar outra vez. A mão desceu pro meu short, esfregando o pau duro por cima do tecido.


Eu estava nervoso, o álcool e a situação me deixando zonzo. O coração batendo tão forte que parecia que ia explodir. Mas o tesão falava mais alto. Clara me empurrou pra cama, tirando minha camisa, os dedos arranhando meu peito, enquanto Fernanda me olhava, mordendo o lábio. Os peitos fartos subiam com a respiração pesada. Clara pegou a mão dela e colocou no meu peito, incentivando. Os dedos dela tremiam de leve.


— Beija ele, vai — disse Clara, a voz um sussurro. Fernanda se inclinou, hesitante. O beijo tímido no começo, os lábios macios, quase recuando, mas logo quente. A língua dela dançou com a minha, os gemidos baixos me deixando louco.


Clara se juntou e rolou um beijo triplo. Nossas línguas se misturando, o calor dos corpos me envolvendo, o gosto delas — caipirinha, suor, tesão — me deixando zonzo.


Meu pau estava duro como pedra, pulsando contra a sunga. Clara tirou meu short, a mão esfregando o cacete, os dedos apertando a cabeça enquanto beijava Fernanda. Os gemidos delas abafados contra a boca uma da outra. Eu estava cauteloso, sabendo que Fernanda não transava com homens há anos, e queria que ela curtisse tanto quanto eu.


— Vai devagar, meu bem — disse Clara, tirando a lingerie de Fernanda. A calcinha rendada deslizou pelas coxas, revelando os peitos fartos, os mamilos duros, a buceta melada brilhando na luz fraca.


Eu chupei os peitos dela, a língua rodando nos mamilos com cuidado, mordendo de leve enquanto ela gemia baixo. Os sons contidos, o corpo tremendo de prazer. Clara lambia o pescoço dela, os dentes arranhando a pele, as mãos descendo pra buceta, esfregando o clitóris com dedos ágeis. O som molhado ecoava baixo no quarto. Fernanda se contorcia, as mãos no meu cabelo, os gemidos abafados contra a mão, o rosto corado de tesão.


— Isso, Fê, faz ela gozar — sussurrou Clara, chupando os peitos de Fernanda. A língua traçava os mamilos, os gemidos dela ecoando baixo, quase inaudíveis.


Desci, beijando a barriga morena, a pele quente sob meus lábios, até chegar na buceta. Lambi os lábios com calma, a língua traçando círculos lentos no clitóris. O gosto doce e salgado me deixou louco.


Ela tremia, as coxas apertando minha cabeça, os gemidos abafados contra a mão, o corpo arqueando enquanto eu sugava com cuidado, sentindo o calor apertado. Clara esfregava os próprios peitos, a lingerie já no chão, a buceta brilhando enquanto se tocava. Os olhos verdes fixos em nós.


— Tô quase... — murmurou Fernanda, a voz rouca. O corpo convulsionou enquanto gozava, a buceta pulsando na minha língua. Um gemido baixo escapou, contido, mas cheio de prazer.


Clara sorriu, safada, e me puxou pra cima, tirando minha sunga. O pau saltou, duro e pesado. Ela encapou com uma camisinha, os dedos ágeis, e deitou Fernanda na cama, as pernas abertas, a buceta ainda brilhando do gozo.


— Agora, meu bem — disse Clara.


Mas eu estava nervoso. O álcool e a pressão me atrapalhando, o coração disparado com a ideia de não foder tudo com Fernanda.


— Vai com calma, ela tá querendo — sussurrou Clara, beijando meu pescoço. A mão guiou meu pau pra entrada da buceta de Fernanda.


Meti devagar, o calor apertado me fazendo gemer baixo. O som abafado enquanto eu segurava o ritmo, cauteloso. Os olhos dela nos meus, cheios de prazer, mas com um toque de medo. Clara esfregava o clitóris dela, beijando-a, a língua dançando na boca de Fernanda. Ela gozou de novo, os gemidos contidos, o corpo tremendo, as coxas apertando minha cintura. Eu metia leve, sentindo cada pulsar da buceta, mas não conseguia gozar. O nervosismo, o álcool e a camisinha me segurando. O pau duro, mas o clímax fora de alcance.


— Você ainda não gozou, né, meu gostoso? Deixa comigo — disse Clara, o sotaque carioca puro veneno. Puxou a camisinha com um sorriso safado e caiu de boca no meu pau.


Ela chupava com fome, a língua rodando na cabeça, lambendo as veias. A boca quente engolia até a garganta, saliva escorrendo pelo queixo, pingando na cama. Me olhava o tempo todo, os olhos verdes brilhando, o piercing reluzindo enquanto sugava com força. O som molhado me deixava louco. Eu gemi baixo, as mãos no cabelo azul dela, o prazer subindo rápido, o corpo tremendo. Gozei com força, jatos quentes na boca dela, que engoliu tudo, lambendo os lábios com um sorrisinho. A porra brilhava no canto da boca.


Clara se inclinou pra Fernanda, beijando-a. A língua dela lambendo a porra, e as duas se beijaram com fome. Os corpos se esfregando na cama, as mãos passeando pelas curvas, gemidos baixos ecoando no quarto.


Eu fiquei olhando, o pau amolecendo, o corpo exausto, percebendo que minha “função” ali tinha acabado. Era como se eu fosse um brinquedo, só que de carne e osso dessa vez para elas. Elas estavam perdidas uma na outra. Clara chupando os peitos de Fernanda, as mãos na buceta dela, os gemidos abafados, os corpos brilhando de suor. Eu fiquei ali olhando mais alguns instantes, levantei devagar, ajeitando o short, o coração ainda disparado, e saí do quarto sem fazer barulho, fechando a porta com cuidado. O corredor escuro me engoliu.


“Mas que jeito maravilhoso de começar o ano”, pensei. O corpo exausto, o tesão ainda queimando, mas a cabeça leve de satisfação, as pernas pesadas enquanto caminhava. Fui pro quarto, onde Rodrigo e Marcio roncavam como tratores. O som ecoava nas paredes. Eu estava tão acabado dos últimos dias — cinco gatas, cada uma me levando ao limite — que nem os roncos me incomodaram. Deitei na cama, o corpo afundando no colchão, e capotei em segundos, sonhando com o que aquela semana insana tinha me dado.


Acordei com o sol batendo na cara e o barulho da casa já acordada. A cabeça latejava de tanta caipirinha, o quarto cheirando a suor e cerveja velha. Rodrigo não estava na cama, Marcio ainda roncava, as malas deles jogadas no canto. Levantei, o corpo dolorido, o pau meio duro com as memórias da noite — Jéssica na varanda, Luisa no banheiro, Clara e Fernanda na cama. Ajeitei o short e fui pra cozinha, onde Sofia estava limpando a bagunça, de short e camiseta, o cabelo loiro preso num coque frouxo.


— Bom dia, sobrevivente — disse ela, rindo, enquanto jogava copos descartáveis num saco de lixo. — Tô surpresa que tu tá de pé.

— Mal e mal — falei, pegando um copo d’água. A garganta seca. — Cadê a galera?

— Metade já tá de saída — disse ela, apontando pro quintal, onde Pedro estava arrumando o cooler. — Priscila e Ricardo vão visitar uns parentes dela numa praia aqui perto. Marcio disse ontem que vai pra capital, encontrar uns amigos. E Luisa pegou um ônibus pros pais dela, também na capital.


Eu assenti, tomando a água, a cabeça ainda zonza. Priscila saiu com Ricardo, o que me fez lembrar da bunda dela contra a árvore, o olhar safado dela prometendo mais. Não sabia se ela ia contar pro Rodrigo ou se o “chifre” era só papo, mas o segredo estava seguro comigo. Marcio, sempre animado, provavelmente estava planejando outra festa, e Luisa... bom, não comi ela, mas aquele sorrisinho dela ainda estava na minha cabeça.


— Beleza, e o resto? — perguntei, tentando parecer casual, mas pensando em Jéssica, Clara e Fernanda.

— Tô aqui, Jéssica tá na piscina, Mia foi correr na praia, e Clara e Fernanda tão lá fora, tomando sol — disse Sofia, rindo. — Relaxa, tu não vai ficar sozinho.


Eu ri, mas meu pau deu um pulo só de pensar nas três. Fui pro quintal, onde Pedro estava limpando a churrasqueira, o sol escaldando o gramado. Jéssica estava na piscina, de biquíni verde, a água escorrendo pelas sardas, o cabelo ruivo molhado. Ela me olhou, um sorrisinho tímido, e eu senti o tesão voltar, mas não forcei.


Clara e Fernanda estavam nas espreguiçadeiras, de biquíni, deitadas de bruços tomando sol. A pele brilhando de protetor, Clara com o cabelo solto, Fernanda com óculos escuros. As duas bundas redondas pra cima me lembravam a noite e já me deixavam de pau duro novamente. Clara conversava com Fernanda, aquele sotaque dela me deixava maluco. Ela me deu um olhar cúmplice, e Fernanda sorriu, mais sutil, mas com um brilho que me fez engolir seco.


O dia foi tranquilo, a casa mais vazia dando uma vibe diferente. Passamos a tarde na piscina, tomando cerveja, rindo de histórias da festa. Jéssica ficou por perto, mas mantinha distância, os olhos castanhos me evitando, o que só me fazia querer ela mais.


Mia voltou da corrida, o corpo atlético brilhando, e se jogou na piscina, provocando todo mundo com respingos. Clara e Fernanda estavam grudadas, trocando toques que antes eram mais discretos na frente dos outros, mas agora já agiam como namoradas mesmo. Tentei não encarar, mas o ménage da noite passada estava fresco na memória.


À noite, Sofia teve a ideia de jogar truco, juntando a galera na varanda. A mesa foi montada com seis cadeiras, divididas em dois trios: eu, Pedro e Mia contra Sofia, Jéssica e Fernanda. Clara ficou de fora, alegando que não sabia jogar, e sentou numa cadeira ao lado, tomando cerveja. Os olhos verdes brilhavam enquanto observava, a regata marcando as curvas.


— Eu sou péssima com carta, melhor só olhar — disse Clara, rindo. O sotaque carioca fez meu pau pulsar. — Mas vou torcer pro time da Sofia, hein.

— Traíra — brincou Pedro, embaralhando as cartas. A barba cheia brilhava sob a luz da varanda.


O jogo começou animado, as cartas batendo na mesa, as provocações voando. Mia era competitiva, xingando quando perdia uma rodada, os olhos castanhos brilhando.


— Porra, Felipe, tu tá jogando ou sonhando? — disse ela, rindo. O pé roçou o meu sob a mesa, talvez sem querer, mas o toque me deixou com o pau meia-bomba.

— Tô jogando, mas tu tá me distraindo — retruquei, piscando. Ela riu, balançando a cabeça.


Jéssica estava mais quieta, mas quando nossas mãos se tocaram ao pegar as cartas, ela corou. O sorrisinho tímido voltou, me fazendo lembrar dos seus beijos. Fernanda jogava com calma, mas me olhou de canto, um flerte sutil que me deixou nervoso. Clara, de fora, jogava veneno.


— Cuidado, Fê, a Fernanda tá com cara de quem vai te roubar a rodada — disse, o tom provocador. O olhar dizia que ela estava pensando no quarto.

— Roubar é com ela — falei, rindo.


Sofia era a mais animada, gritando quando ganhava, provocando Pedro.


— Tu é péssimo, amor, ainda bem que a Jéssica tá carregando o time — disse, rindo, enquanto Pedro resmungava, já meio bêbado de novo.


O jogo rolou por horas, com cervejas esvaziando e risadas enchendo a varanda. Fernanda roçou o pé na minha perna sob a mesa, um toque leve, mas que me fez engolir seco. O tesão misturado com a paranoia de alguém perceber. Jéssica me olhou uma vez, os olhos castanhos brilhando, mas não disse nada. Eu sabia que ela estava lutando contra o que rolou. O jogo terminou com Sofia, Jéssica e Fernanda ganhando, e todo mundo riu. O clima leve, mas eu estava com o pau duro, a tensão sexual ainda queimando.


A galera dispersou. Pedro e Sofia indo pro quarto, Mia e Jéssica ficando na varanda, conversando baixo. Clara e Fernanda subiram juntas. Clara me deu um último olhar, o sorrisinho prometendo mais, mas eu estava exausto.


Voltei pro quarto, onde Rodrigo e Marcio já estavam fora. O quarto seria só meu essa noite. Deitei na cama, o corpo pesado, a cabeça girando com a semana insana. Cinco gatas — Jéssica, Luísa, Julia, Priscila, Clara, e agora Fernanda no ménage —, cada uma me levando ao limite, cada segredo guardado com cuidado.


O truco tinha sido uma pausa, um momento de leveza, mas o tesão ainda estava ali, misturado com a exaustão. Capotei em segundos, o corpo afundando no colchão, sonhando com o que aquela semana tinha me dado, um Ano Novo que eu nunca ia esquecer.


Continua…


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Sussurro Proibido


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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Turma da Faculdade - Parte 4

Codigo do conto:
261246

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/05/2026

Quant.de Votos:
1

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