Levantei, esticando os braços, e fui pra cozinha. Sofia estava lá, de pijama curto, mexendo numa cafeteira. O shortinho marcava a bunda pequena e firme.
— Bom dia, dorminhoco — disse ela, sorrindo enquanto servia café. — Sobrou pra você dormir no sofá, né?
— Pois é, o quarto tava parecendo uma serraria — brinquei, pegando uma caneca. — Tô pensando em pedir um quarto só pra mim.
— E pelo jeito teve bons sonhos né — disse ela, sorrindo de forma sacana enquanto olhava em direção ao meu pau marcando na bermuda.
Eu ri sem graça e sentei na mesa, tentando não reparar muito no jeito que ela se movia. Aos poucos, a galera começou a aparecer. Pedro veio atrás de Sofia, dando um beijo no pescoço dela que me fez desviar o olhar.
Rodrigo e Marcio surgiram, com cara de ressaca, e Marcio já começou a contar uma piada idiota que fez todo mundo rir. Mia entrou, de legging e top, o corpo atlético brilhando com o suor de uma corrida matinal. Jéssica apareceu logo depois, de short jeans e camiseta larga. Ela me deu um “Bom dia” rápido, mas evitou meu olhar. Luisa entrou por último, com uma blusa leve que deixava os peitos grandes quase à mostra. Ela me lançou um olhar que dizia que nossa história no banheiro não tinha acabado.
Clara e Fernanda foram as próximas a chegar, as duas com cara de quem não dormiram muito. Clara usava uma camiseta larga, mas o piercing no mamilo ainda marcava o tecido. Fernanda estava de short de corrida, a bunda redonda quase me hipnotizando.
O café da manhã foi uma bagunça de conversas, risadas e planos pro dia. A galera decidiu voltar pra praia, mas eu estava mais interessado nos olhares que cruzavam a mesa. Julia entrou por último, de óculos escuros e cara de quem não queria conversa. Quando nossos olhos se encontraram, ela deu um sorrisinho discreto que me fez lembrar do carro.
— Tô pensando em ficar aqui hoje, cuidar da casa — disse Luisa, esticando os braços e fazendo os peitos balançarem de propósito. — Alguém quer me fazer companhia?
Ela olhou direto pra mim. Marcio abriu a boca pra responder, mas Clara cortou:
— Relaxa, Luisa, a casa não vai fugir. Vem com a gente pra praia, vai ser mais divertido.
Enquanto a galera se organizava pra sair, fui pegar uma toalha no quarto. Na volta, passei pela mesa e vi um bilhete dobrado embaixo da minha caneca de café. Abri rápido, escondendo do resto do grupo. A letra era caprichada, e a mensagem curta: “Hoje à noite, na piscina, depois que todos dormirem. Não conta pra ninguém.”
Meu coração disparou. Guardei o bilhete no bolso, o tesão misturado com a curiosidade me deixando elétrico. Aquela semana estava só começando, e eu mal podia esperar pra descobrir o que vinha a seguir.
O sol tava castigando às dez da manhã, o ar pesado de calor e o cheiro de protetor solar pairando na praia lotada. Famílias gritavam, crianças corriam, e o som das ondas se misturava com risadas e funk vindo de caixas de som.
Nosso grupo tinha armado acampamento num canto apertado, com coolers transbordando de cerveja e cadeiras jogadas numa roda desleixada. Eu tava esparramado na minha cadeira, óculos escuros escondendo os olhos enquanto devorava as meninas de biquíni.
Sofia, baixinha e loira, ria com Pedro, o biquíni azul molhado grudado nos peitos pequenos, o shortinho deixando as coxas branquinhas à mostra. Priscila, bronzeada e turbinada, tava estirada numa toalha, o biquíni preto quase sumindo na bunda empinada. Mia, atlética, cabelo curto brilhando de suor, jogava vôlei com Julia, o top verde mal segurando os peitos que balançavam a cada pulo. Jéssica tomava uma cerveja, o biquíni verde destacando a cintura fina e a bunda redonda que eu já tinha apertado na garagem.
Clara e Fernanda, grudadas como sempre, passavam protetor uma na outra, os dedos da Clara demorando na coxa da Fernanda. Fernanda fazia uma cara de quem estava se segurando para atacar Clara ali mesmo. E Luisa, sob um guarda-sol, exibia o biquíni vermelho que esticava contra os peitos pesados, me lançando um olhar que dizia que nosso lance no banheiro não tava esquecido.
Ajeitei o short, sentindo o pau endurecer na sunga. O bilhete do café da manhã tava no bolso, me torturando. Passei a manhã tentando decifrar quem escreveu, mas cada olhar das meninas só me deixava mais perdido. Levantei, ajeitando a sunga, e fui pra água pra esfriar a cabeça.
O mar tava morno, as ondas quebrando em espuma branca. Entrei até a cintura, a água escondendo a ereção. Tava quase relaxando quando Luisa surgiu, nadando com graça, as curvas cortando a água. Parou perto, o cabelo molhado colado no rosto, os olhos verdes brilhando com malícia.
— Cansou da areia, Felipe? — perguntou, a voz rouca, se aproximando até o ombro dela roçar no meu.
— Tô só me refrescando — respondi, mantendo o tom leve, mas meu pau pulsava. — E tu, veio curtir a água ou tá tramando alguma coisa pra noite?
— Tramar? Eu? — disse, rindo, a mão brincando na água, quase roçando meu peito. — Quem sabe? Gosto de surpreender. E tu, tá planejando o quê pra hoje?
Ela devolveu a bola. Antes que eu pudesse cavar mais, uma onda veio e ela se desequilibrou, caindo contra mim. A mão dela “acidentalmente” roçou meu pau por baixo da água, os dedos demorando um segundo a mais. Meu cacete pulsou, e ela sorriu, safada.
— Nossa, Felipe, tá animado assim por quê? Sou eu te deixando assim? — sussurrou, os olhos brilhando.
— Tu não ajuda, né? Balançando essas curvas por aí — retruquei, sorrindo.
Ela deu uma gargalhada e nadou pra longe, a bunda redonda balançando na água. Fiquei na água, xingando a provocação dela, tentando me acalmar.
Uns minutos depois, Sofia e Mia vieram nadando. O cabelo loiro da Sofia tava colado na cabeça, o biquíni azul quase transparente de tão molhado. Mia, com o corpo tonificado brilhando de água, jogava espuma na Sofia.
— Felipe, tu vai virar siri se ficar aí tanto tempo — brincou Sofia, nadando pra perto.
— Melhor que virar churrasco na areia — respondi, rindo. — E vocês, cansaram de torrar?
— A Mia perdeu feio no vôlei — disse Sofia, com um sorrisinho.
— Mentira, eu tava carregando a Julia! — rebateu Mia, jogando água na Sofia.
Conversamos sobre besteiras. Eu roubava olhares pra Mia, o suor e a água escorrendo pela barriga chapada. Uma onda maior bateu e Mia deu um grito, se debatendo ao perder o pé. Agarrei a cintura dela na hora, puxando contra mim.
— Tá de boa? — perguntei, as mãos firmes nos quadris dela.
Ela se agarrou aos meus ombros, o rosto pertinho do meu.
— Tô, é que... não sei nadar direito — admitiu, meio envergonhada.
— Sério? Relaxa, eu te ajudo — falei. — Só se segura em mim, tá?
Mantive uma mão na cintura dela e deixei a outra descer, roçando a bunda firme. Ela não se afastou. Enquanto nos movíamos, o quadril dela esbarrou no meu pau, uma vez, depois outra.
— Tô te devendo uma, hein, herói — disse ela, com um sorrisinho, a voz mais suave.
— Quando quiser, eu salvo de novo — respondi, apertando a cintura dela.
Pedro chegou nadando logo depois.
— E aí, vão virar peixes ou o quê? — disse, passando o braço pela Sofia.
— Só tô dando uma aula de natação pra Mia — falei, soltando ela devagar.
Fiquei na água mais um pouco, depois voltei pra casa dizendo que ia passar na farmácia comprar algo pra dor de cabeça e ajudar a dormir. Na verdade, queria comprar camisinhas, só por garantia.
Quando cheguei de volta à casa, o churrasco tava pegando fogo, o cheiro de carne grelhada e carvão tomando o quintal. Falei que ia tirar o sal e a areia no chuveiro externo.
Enquanto a água fria escorria pelo meu corpo, ouvi outro chuveiro ligado. A curiosidade me venceu. O vitrô do banheiro do quarto de Clara e Fernanda estava entreaberto.
Clara e Fernanda estavam no chuveiro juntas. Fernanda de pé, a bunda redonda brilhando com a água. Clara estava ajoelhada, o rosto enfiado entre as coxas da Fernanda, chupando a buceta dela com movimentos lentos. Fernanda gemia baixo, as mãos agarrando o cabelo da Clara, a cabeça jogada pra trás.
Eu tava paralisado, o pau duro como pedra. Os olhos da Clara subiram de repente e, por um segundo, nossos olhares se cruzaram. Saí correndo, o coração na garganta, torcendo pra ela não ter me identificado.
Entrei no quarto, troquei de roupa e guardei a porra. Não ia desperdiçar uma gozada com o bilhete da piscina me esperando.
Voltei pro churrasco. Logo Clara e Fernanda chegaram e sentaram juntas. Os olhos da Clara encontraram os meus. Ela deu um sorrisinho safado e tomou um gole de cerveja, como se nada tivesse acontecido.
A noite foi se arrastando. As caipirinhas rolavam, a música misturava sertanejo e funk, e o pessoal dançava. Eu ficava de olho nas meninas, caçando pistas sobre o bilhete.
Lá pela meia-noite, zonzo de caipirinha, saí de fininho pra área da piscina. Sentei numa espreguiçadeira, tomando uma cerveja, o pau meio duro de expectativa.
Os minutos passavam e a casa ainda estava viva com risadas. Comecei a achar que o bilhete era zoeira.
Aí ouvi passos, leves mas firmes, vindo das sombras do quintal. Uma figura se aproximou, entrando na luz fraca perto da piscina.
No começo, não consegui ver quem era. Mas quando ela chegou mais perto, meu queixo caiu. Não acreditei em quem tava ali, e meu coração bateu tão forte que parecia que ia explodir.
Continua…
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