Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 13

Os dias seguintes à transa com o Professor Rafael foram de muita conversa em casa. Eu ainda sentia aquele aperto no peito quando lembrava que Camila tinha sido comida no carro da faculdade sem ele estar presente ou filmando. Mas o tesão sempre vencia. À noite, enquanto transávamos, ela contava os detalhes novamente e eu metia mais forte, misturando ciúme com excitação.


Camila estava cada dia mais confiante. Na faculdade, usava saias curtas, blusas decotadas e andava com a cabeça erguida. O Rafael continuava mandando mensagens discretas, elogiando o corpo dela e cobrando “provas práticas” para manter a nota alta. Ela respondia com fotos provocantes, mas sempre me mostrava antes.


Enquanto isso, as conversas com Pedro pelo WhatsApp não paravam. Quase todos os dias rolava troca de nudes. Pedro mandava foto do pau duro com legenda “Saudade dessa bucetinha casada”, e Camila respondia com fotos dela de lingerie nova ou vídeos curtos rebolando sem calcinha ou sentando no meu pau.


Pedro:
— Branquinha, quando vamos gravar mais conteúdo? Tô louco pra meter nesse teu cu de novo. Dessa vez quero gravar tudo em 4K.

Camila:
— Hahaha safado… Meu empresário (meu marido) tá organizando a agenda. Que tal sábado que vem? Quero fazer um vídeo na piscina de novo, mas dessa vez com plug no cu enquanto você (ou vocês) me fode.

Pedro:
— Caralho… tô babando aqui. Manda foto dessa bunda agora pra eu me masturbar pensando em você.


Camila mandava, ria e me mostrava as mensagens. Eu sentia o ciúme habitual, mas também ficava excitado vendo como ela estava entregue ao novo estilo de vida.


Uma noite, depois do jantar, Camila sentou no meu colo no sofá, ainda vestindo apenas uma camisola fina que mal cobria as coxas grossas. Seus peitos grandes pressionavam contra meu peito.


— Amor… preciso te falar uma coisa séria — disse ela, olhando nos meus olhos. — Lembra do Carlos? Aquele meu colega de faculdade que vive dando em cima de mim desde o primeiro semestre?


Eu lembrava bem. Ela já tinha confessado que achava ele muito gato e que imaginava dar pra ele.


— Lembro. O grandão da sua turma, né? — respondi, já sentindo o estômago revirar.


Camila mordeu o lábio, safada.


— Ele mesmo… tá insistindo bastante ultimamente. Me chamou pra dupla várias vezes. Ontem, depois da aula, ele disse “Camila, eu sei que você é casada, mas eu tô louco para ficar contigo. Só uma chancezinha.” Eu fiquei molhada na hora, amor. Não neguei, apenas disse para ele se controlar, quem sabe um dia não rola. Ele dei um sorriso e me abraçou, roçando o pau em mim.


Ela fez uma pausa, acariciando meu peito.


— Posso foder com o Carlos? Gravo pra você ver depois. Quero sentir se o pau é tudo isso mesmo… mas só se você autorizar.


Fiquei em silêncio por alguns segundos. O ciúme veio forte, quase sufocante. Carlos era da faculdade dela, alguém que via ela quase todo dia. Era mais próximo que Pedro. Mas meu pau endureceu contra a coxa dela.


— Camila… você tá indo longe demais. Primeiro Pedro, esse tudo bem pois tivemos "vantagens", depois o professor no carro sem eu estar lá, esse já foi um vacilo seu, agora o Carlos… Eu tô com medo de você se perder nisso tudo...


Ela me beijou com carinho, depois falou com voz doce, mas firme:


— Não vou me perder, amor. Eu te amo mais que tudo. Mas essas mudanças na nossa rotina, foi demais. Estou viciada em sexo agora. Preciso levar pau direto, preciso da adrenalina, preciso que você saiba e fique louco de tesão comigo. Mas eu só consigo curtir de verdade se você estiver comigo nisso.


Respirei fundo. O desconforto ainda estava lá, mas o tesão era maior.


— Tá bom. Pode com o Carlos. Mas com cautela, Camila. Nada de fazer escondido de mim. Quero saber o dia, o horário, local, e quero os vídeos. Se possível, quero ver ao vivo um dia. E usa camisinha, por favor.


Camila sorriu feliz, os olhos brilhando.


— Prometo, meu empresário safado. Vou gravar tudo pra você. Obrigada por me deixar viver isso.


Eles marcaram para a sexta-feira à tarde, em um motel discreto perto da faculdade. Camila foi de saia preta curta e uma blusa branca justa, sem sutiã. Mandou várias fotos para mim durante o dia.


No motel, o sexo foi intenso e longo.


Quando entraram no quarto, ele não perdeu tempo. Beijou Camila com fome, apertando aqueles peitos grandes por cima da blusa. Tirou a roupa dela, elogiando cada parte do corpo:


— Porra, Camila… você é ainda mais gostosa do que eu imaginava. Essa bunda… esses peitos… que mulherão.


Camila ficou só de calcinha fio-dental preta. Ajoelhou e puxou a calça dele. O pau de Carlos era comprido, com a cabeça rosada e bem desenhada. Ela começou a chupar com vontade, babando bastante, olhando para a câmera do celular que estava gravando em cima da mesinha.


— Tá gostoso, Carlos? — perguntou ela, lambendo a cabeça. — Meu marido vai ver tudo isso depois…


Carlos gemeu, segurando o cabelo dela:


— Caralho… seu marido é corno mesmo então? Que delícia.

— Sabe e você nem ouse de conversar com alguém sobre isso... Se não vai perder todas a outras oportunidade de me ter...

— Camila, no que depender de mim, não vou perder nunca isso.


Ele a colocou de quatro na cama. Puxou o fio da calcinha pro lado e enfiou o pau devagar na buceta dela. Camila gemeu alto quando sentiu ele abrindo espaço. Começou a meter com ritmo forte, batendo fundo, segurando na cintura dela. A bunda de Camila balançava a cada estocada, produzindo aquele barulho molhado característico.


— Mais forte… me fode como puta — pedia ela, gemendo.


Carlos acelerou, dando tapas na bunda. Depois virou ela de lado, levantou uma perna e meteu ainda mais fundo. Camila gozou pela primeira vez assim, tremendo inteira, apertando o lençol.


Eles mudaram várias posições. Ela cavalgou por cima, os peitos balançando enquanto quicava. Carlos, apertava os seios dela, chupava os bicos, mordendo de leve. No final, colocou ela de quatro novamente e meteu com tudo, anunciando que ia gozar.


— Tira a camisinha e pode gozar dentro… tô tomando remédio — disse Camila, olhando para a câmera. — Goza pra meu marido ver.


Carlos grunhiu e gozou bastante dentro dela, jatos quentes enchendo a buceta. Quando tirou o pau, o creampie escorreu devagar pela coxa branquinha de Camila. Ela virou para a câmera, abriu as pernas e mostrou o gozo escorrendo, sorrindo safada:


— Olha amor… o Carlos gozou todinho dentro da sua esposinha.


Depois do sexo, eles conversaram um pouco. Carlos confessou que já fantasiava com ela há muito tempo. Camila mandou trechos do vídeo para mim em tempo real, enquanto ainda estava no motel.


Quando chegou em casa à noite, Camila estava cansada, mas radiante. Tomou banho e me contou tudo nos mínimos detalhes, enquanto eu a abraçava
por trás.

— Foi muito gostoso, amor. O pau dele é uma delicia e ele sabe usar. Mas… nada se compara a voltar pra casa e te contar tudo. Eu te amo.


Sentei com ela na cama e assistimos juntos alguns trechos do vídeo. O ciúme veio forte ao ver outro homem gozando dentro da minha esposa, mas o tesão foi ainda mais forte. Acabamos transando com vontade, eu comendo ela enquanto o vídeo rolava ao fundo.


— Estamos entrando fundo nesse novo mundo, né?


Camila sorriu, beijando minha boca:
— Estamos. E eu quero continuar. Com você do meu lado, filmando, assistindo e me amando. Sou sua Branquinha Casada… mas agora sou puta pra alguns sortudos também.


Deitamos abraçados, suados e satisfeitos. A jornada que começou com nudes acidentais tinha nos transformado completamente. Havia ciúme, havia risco, mas também havia muito amor e um tesão que nunca tínhamos sentido antes.


O futuro seria quente. Muito quente.


EPÍLOGO


Dois meses se passaram desde aquela tarde quente no motel com o Carlos. O site “Branquinha Casada” já não era mais um projeto amador. Tínhamos comprado uma câmera melhor, luzes profissionais, um microfone lapela e até um tripé decente. O que começou com nudes acidentais enviados por engano agora era um pequeno negócio que trazia um dinheiro extra bem-vindo — e, principalmente, um tesão que nenhum de nós dois imaginava que pudesse ser tão constante.


Aquele sábado foi especial. Decidimos gravar os primeiros vídeos realmente “profissionais”. Alugamos uma casa com piscina privativa por um final de semana. Pedro topou participar como convidado principal, e eu, como sempre, seria o diretor, o cameraman e o marido corno oficial.


Camila acordou cedo, animada como uma criança no dia de Natal. Tomou um banho demorado, passou óleo corporal com cheiro de baunilha na pele branquinha e escolheu com cuidado o look do dia: um conjunto de lingerie vermelho sangue, sutiã que mal segurava os peitos, cinta-liga combinando e uma calcinha fio que desaparecia completamente entre as raba empinadas. Por cima, um robe curto de seda preta.


— Hoje eu quero que fique perfeito, amor. Quero que os seguidores sintam que estão realmente me vendo ser puta de verdade.


Chegamos na casa alugada por volta das 10h. Pedro já estava lá, de sunga, o corpo definido brilhando sob o sol. Cumprimentou Camila com um beijo longo e apertado na bunda, depois me deu um tapa nas costas:


— E aí, diretor? Pronto pra ver sua esposa virar estrela pornô de verdade?


Começamos suave. Primeiro, um vídeo solo de Camila na beira da piscina. Ela tirou o robe devagar, olhando direto para a câmera com aquele olhar safado que tinha aperfeiçoado nas últimas semanas. Fez poses sensuais, apertou os próprios peitos, desceu a mão até a calcinha e se masturbou devagar enquanto gemia meu nome e o de Pedro alternadamente.


Depois veio o momento quente.


Pedro entrou em cena. Beijou Camila com fome, tirou o sutiã e chupou aqueles bicos rosados até ela gemer alto. Eu circulava com a câmera, captando cada detalhe: a saliva brilhando nos peitos dela, as mãos grandes dele apertando a bunda, o contraste entre a pele branquinha dela e o corpo moreno dele.


Camila se ajoelhou no deck e fez um boquete caprichado, daqueles que deixam o pau babado e brilhando. Olhava para a câmera de vez em quando e falava:


— Tá gostando, amor? Tá gostando de ver sua esposinha mamando outro pau tão gostoso?


Em seguida, Pedro a fodeu de várias formas. Primeiro de quatro, com ela apoiada na espreguiçadeira, a bunda empinada recebendo estocadas fortes. Depois ele a pegou no colo, de frente, metendo enquanto ela quicava, os peitos balançando pesados. O plug anal que ela havia colocado mais cedo aparecia de vez em quando, brilhando.


O ponto alto foi quando ele a colocou de bruços na borda da piscina, com metade do corpo dentro da água. Pedro tirou o plug devagar e, com muito gel, começou a comer o cuzinho dela. Camila gemia alto, quase gritando de prazer:


— Ai, porra… tá entrando fundo hoje… filma direitinho, amor! Quero que todo mundo veja meu cu sendo arrombado!


Eu filmava de perto, o coração acelerado, o pau duro dentro da bermuda. O ciúme ainda existia — aquela pontada quente no peito quando via outro homem possuindo minha esposa de forma tão íntima —, mas agora ele era apenas combustível para um tesão absurdo.


No final, Pedro gozou bastante dentro do cu dela. Quando tirou o pau, o creampie anal escorreu devagar, misturando-se com a água da piscina. Camila virou para a câmera, abriu as nádegas com as duas mãos e mostrou tudo, sorrindo satisfeita:


— Olha o que o Pedro fez com sua Branquinha, amor… Gozei tanto que minhas pernas ainda estão tremendo.


Gravamos mais três vídeos naquele dia: um com dupla penetração leve, um creampie na buceta e cuzinho e um final mais romântico, só eu e ela transando depois que Pedro foi embora, selando o final de semana com amor de verdade.


À noite, já em casa, deitamos na cama exaustos. Camila encostou a cabeça no meu peito, traçando círculos com o dedo na minha barriga.


— Sabe o que eu mais gosto nisso tudo? Não é só o sexo. É poder viver essa safadeza toda… e voltar pra você. Saber que você tá aqui, me apoiando, filmando, gozando junto comigo. Eu me sinto mais viva, mais mulher, mais sua do que nunca.


Respirei fundo, sentindo o cheiro do shampoo dela misturado com o perfume de sexo que ainda pairava no ar.


— Eu também, Cah. No começo eu achava que não iria saber lidar com isso. Eu ia enlouquecer de ciúme. Hoje… continuo sentindo ciúme, sim. Mas ele virou parte do prazer. Ver você se entregar, ver outros homens te desejando tanto, e saber que no final você é minha… isso me deixa louco de um jeito que eu nunca senti antes.


Ela levantou o rosto e me beijou devagar, com carinho.


— Então vamos continuar? Sem pressa, sem forçar nada. Só quando der tesão e quando a gente estiver confortável. Eu quero ser sua puta de vez em quando… mas sempre sua esposa primeiro.


— Sempre — respondi, apertando ela contra mim. — Branquinha Casada pra eles… mas pra mim, você é tudo.


Nos meses seguintes, o canal cresceu bastante. Publicamos os vídeos com cuidado, editamos com qualidade e criamos uma conexão real com os seguidores. Alguns comentários eram pesados, outros carinhosos. Nós líamos juntos à noite, ríamos, nos excitávamos e, muitas vezes, acabávamos transando de novo.


A vida seguiu. Eu continuei meu trabalho, ela continuou na faculdade (agora com notas excelentes e um sorriso constante). O Professor Rafael e o Carlos ainda apareciam de vez em quando para “sessões extras”. Carlos até apareceu em nossa casa para se divertir, sempre com meu conhecimento e presença. Pedro virou amigo fixo do casal, devido meu horário de trabalho, ele quem fotografava Camila na minha ausência, mas sempre com seriedade e respeitando os limites.


Nós não sabemos até onde isso vai. Mas sabemos de uma coisa: o que começou com um erro de nudes acidentais nos trouxe para um novo mundo. Um mundo mais safado, mais intenso, mais honesto.


E, estranhamente, mais apaixonado...


Fim...


======

NOTA DO AUTOR


Olá, pessoal!
Primeiro, quero agradecer de coração a todos que acompanharam a jornada de "Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa" até o final.

Obrigado mesmo por cada leitura (mais de 8 mil leituras em cada parte. Pena que nem todos criam suas contas para poder votar), cada voto, cada comentário positivo e até por aqueles que ficaram apenas em silêncio, curtindo a história. Quero agradecer especialmente aos que comentaram. Seus feedbacks, incentivos e até as críticas construtivas me ajudaram. Fazem toda a diferença!

E para aqueles que não gostaram da história… Realmente não é um conto para todos os públicos. Essa temática (cuckold, corno manso, hotwife, esposa cada vez mais safada, humilhação, etc.) é bem específica e polariza bastante. Se você chegou até aqui e não curtiu, obrigado pela paciência e respeito. Espero que encontre outros contos no site que te agradem mais.

Um abraço e muito obrigado!

Sussurro Proibido!

Foto 1 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 13

Foto 2 do Conto erotico: Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 13

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Comentários


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endgoncorno Comentou em 04/05/2026

Obrigado vcs por me fazer ficar de pau duro e as vezes até me masturbar depois da leitura abraços espero mais conteúdo parabéns pelos contos perfeito e pela mulher muito especial e maravilhosamente gostosa

foto perfil usuario fernando1souza2

fernando1souza2 Comentou em 04/05/2026

É muito gostosa!




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Ficha do conto

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sussurroproibido

Nome do conto:
Nudes Acidental do Meu Amigo Para Minha Esposa - Parte 13

Codigo do conto:
261181

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
04/05/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
5