— Cara, tem certeza que tá tudo ok? — perguntou Pedro.
— Sim, mano. Ver ela de biquíni é a mesma coisa que ver de calcinha — respondi.
— Tá bom, cara, mano... Só que tu sabe, né... — disse Pedro.
— Relaxa, mano, eu sei que tu tá gostando. Fica tranquilo que eu entendo. Imagina se a gente não ia ver uma guria de biquíni e não ia ficar excitado — falei.
— Beleza então, cara — concordou Pedro.
Eu sabia que era normal que Pedro ficasse excitado, ainda mais em pensar que daqui a poucos instantes iríamos ver minha namorada de calcinha e sutiã.
Fiquei imaginando quais calcinhas ela tinha comprado; ela gostava de calcinhas bem bonitas, dizia que sua bunda era bonita, então tinha que valorizar.
Thaís saiu do banheiro.
Estava vestindo um sutiã com bojo, branco estampado com florzinhas vermelhas. Usava uma calcinha que não era nem um pouco comportada, mas não chegava a ser fio dental. A calcinha tinha a mesma estampa do sutiã, branca com flores vermelhas. O fato da calcinha não ser fio dental não impedia muita coisa; a calcinha não cobria nem um terço da bunda dela, pois sua bunda grande transformava praticamente toda calcinha em fio dental.
Assim que Thaís saiu, Pedro arregalou os olhos e ficou com sua mão por cima da bermuda, tentando esconder o volume.
— O que acharam? Essa é mais santinha, né? — perguntou Thaís, rindo.
— Acho melhor não envolver santos nisso, não tem nada de "puro" na minha mente agora — respondi.
Thaís riu.
— O que achou, Pedro? — indagou Thaís.
Thaís praticamente nem me deixava falar muito, só ouvia o que eu dizia e não perguntava mais nada para mim; se dirigia diretamente para Pedro.
— Essa tá bem linda. É aquele tipo de calcinha e sutiã para impressionar o namorado em casa. João, sortudo! — elogiou Pedro.
Todos rimos.
— Bobo! — disse Thaís.
Thaís se virou para o espelho do quarto e fazia várias poses. Apertava seus peitos no sutiã, fazia pose com a bunda empinada.
Pedro estava vidrado. Percebi que, na verdade, ele não estava tentando esconder o volume. Meu melhor amigo estava dando umas apertadas em seu pau enquanto olhava minha namorada de calcinha.
Eu vi aquilo; automaticamente olhei para ela, vi que ela estava muito gostosa, arrumando sua calcinha na bunda, deixando de vez em quando um labiozinho para fora. A cena me excitou demais; só de imaginar minha namorada se exibindo para ele, minha mente rodava de tesão.
— Hora da próxima! — anunciou Thaís.
Thaís foi para o banheiro, rebolando sua bunda enquanto andava até a porta.
— João, tu é muito sortudo, cara. Quem dera eu ter uma namorada assim — disse Pedro.
— Valeu, cara. Achas ela gostosa? — perguntei.
Eu estava fora de mim, queria colocar cada vez mais lenha na fogueira.
— Porra, tu ainda pergunta? Ela é muito gata! — exclamou Pedro.
— Nem viste nada! Cara, tá muito calor aqui — falei.
Falei isso enquanto tirava minha regata, fiquei apenas de bermuda. A bermuda jeans denunciava meu pau duro.
Antes que Thaís saísse do banheiro, fiquei pensando que era estranho ela comprar aquele tipo de calcinha e sutiã. Ainda que ela ficasse muito gostosa neles, ela não costumava usar lingerie assim; ela usava calcinhas muito mais provocativas. “Talvez ela esteja com vergonha do Pedro”, pensei.
Eu estava enganado.
Thaís saiu do banheiro com um sutiã rendado vermelho, e com uma calcinha fio dental vermelha lisa, com as laterais em renda.
Seu corpo ficava maravilhoso naquela lingerie. Seus peitinhos ficavam avantajados e sua bunda ficava um tesão com aquele fio dental. Sua bucetinha ficava aparecendo um pouquinho, e seu lábio quase ficava para fora, pois era bem pequenininha. Seu cabelo preto e olhos cor de mel destacavam seu rosto brilhante e sua carinha de safada.
Pedro tomou a frente antes de todo mundo.
— Caramba, Thaís, assim você me quebra — disse Pedro. (Eu e Thaís rimos.)
— Gostou, Pedro? Eu adoro vermelho — perguntou Thaís.
— Eu também, e gosto ainda mais depois de hoje — respondeu Pedro.
Rimos bastante. Thaís sempre se curvando para exibir hora seu decote, hora sua bunda.
— Pedro, já que estás mais perto... — disse Thaís. (O espelho ficava mais perto do computador, onde Pedro estava.) — Não consegui fechar o sutiã todo, termina de fechar para mim?
“Safada gostosa, exibindo seu corpinho para meu melhor amigo”, pensei.
— Claro! — respondeu Pedro.
Pedro praticamente pulou da cadeira, foi atrás dela e começou a arrumar o fecho do sutiã vermelho rendado. Conseguia ver da cama que o volume do Pedro era impossível de não perceber; com certeza Thaís já tinha notado. O volume da bermuda dele dava leves arrastadas na bunda dela.
Quando dei por mim, o sutiã da Thaís abriu. Ela segurou pela frente para que ele não caísse.
— Desculpa! Escapou o dedo — disse Pedro.
Thaís se assustou e logo depois riu.
— Não sei não, acho que é porque querias ver um pouco mais, hein? — provocou Thaís.
— Não, não! Juro! — defendeu-se Pedro.
— Mas e isso na tua bermuda? Hein? — insistiu Thaís.
Thaís virou para Pedro ainda segurando o sutiã.
Aquela cena me excitou muito. Minha namorada quase sem sutiã e só de calcinha na frente do meu melhor amigo.
— Desculpa, não consegui evitar — admitiu Pedro.
Pedro sentou. Seu volume apontava para cima. Thaís ainda não tinha arrumado seu sutiã.
— Safado, querendo ver mais ainda, hein? — falei, rindo.
— Amor, acho que ele gostou bastante — continuei.
— Tô vendo — disse Thaís.
Fui até o lado de Pedro e sentei em um pufe que tem ao lado do computador.
— Gostei, mas desculpa mesmo — pediu Pedro.
— Calma. Se quisesse ver meu peito era só pedir. Não sei se eu mostraria, mas era só pedir — disse Thaís, rindo.
— Ah, eu quero ver. Ele não tem coragem de pedir, mas eu peço! — falei.
— Seu safado. Na frente do teu melhor amigo? — retrucou Thaís.
— Ele já te viu de calcinha e sutiã. O que é ver só de calcinha? — argumentei.
Thaís riu. Ela sentou na cama na nossa frente e terminou de tirar o sutiã, roubando suspiros de nós dois.
Seus peitinhos eram perfeitos, com leve marquinha por conta do sol da praia, bem branquinhos e mamilos rosinhas. Seu biquinho do peito estava duro, sinal de que ela estava gostando. Ela sentou com a perna um pouco aberta, deixando eu e Pedro com uma visão maravilhosa de sua calcinha por cima de sua bucetinha.
— Nossa, que peitinho perfeito — elogiou Pedro.
— Gostou? Era isso que querias ver, né? — provocou Thaís.
— O João que me desculpe, mas eu tava doido para ver — confessou Pedro. (Eu ri.)
— Não tem ciúme, né, amor? — perguntou Thaís.
— Relaxa, amor, não é como se fosse traição — respondi.
Thaís se aproximou e ficou de pé na nossa frente.
— Meu Deus, não queria comentar, mas o pau de vocês vai explodir — disse Thaís, rindo. — É injusto que eu mostre algo e vocês fiquem aí sem mostrar nada.
— Eita, tá bem safadinha, hein? — falei.
Comecei a desabotoar minha bermuda, já não estava nem aí para a razão. Só queria que minha namorada putinha visse o quanto eu tava com tesão por ela. E queria ver também o quanto Pedro queria comer ela.
Coloquei meu pau para fora. Estava duro feito pedra.
Pedro tirou sua bermuda, ficando só com sua cueca branca Calvin Klein, que ficava muito bonita em sua pele negra.
Apenas abaixou sua cueca e seu pau pulou para fora; devia entre 17/19 cm, e era um pouco mais grosso que o meu. Também estava duro feito pedra.
— Eita, que grandão, Pedro! O João que não me escute, mas adoro pele escura com cueca branca! — exclamou Thaís.
Eu e Pedro pegamos cada um no seu pau e começamos uma punheta leve.
— Amor, tá adorando tudo isso, né? — perguntou Thaís.
— Claro! — respondi.
Pedro e eu estávamos praticamente batendo punheta para minha namorada com seus peitinhos de fora e com sua calcinha fio dental vermelha.
— Nossa, eu nunca fiquei com um garoto negro. Dá até uma curiosidade — confessou Thaís.
— É? Pena que tá comprometida — disse Pedro. Rimos.
— Amor, quem sabe podes só provar, não seria traição se só pegasse nele — sugeri.
— Aí, amor, eu quero pra saber como é — respondeu Thaís.
Thaís pegou na piroca do Pedro. Começou um movimento leve para baixo e para cima. Pedro olhava a cena com os olhos brilhando. Seu pau pulsava na mão da minha namorada.
Estava masturbando bem devagar meu pau, que estava muito duro. A cena de ver meu melhor amigo sentado ao meu lado, com seu pau grande e negro (ele realmente é bem dotado; mesmo se fosse adulto, seu pau já seria grande. Imagina minha namorada, uma branquinha com uma carinha de safada, usando uma calcinha fio dental, com seus peitinhos para fora, enquanto estava com o pau de Pedro na mão.
Minha mente girava de tesão. Eu já não estava nem aí, só queria curtir o momento. Eu sabia que isso poderia dar uma abalada no nosso namoro, sabia que nunca mais seria o mesmo, mas eu me confortava imaginando “Calma, não é traição, eu tô aqui e ela só tá tocando a mão”.
Mas minha mente pedia mais, pedia muito mais.
— Nossa, Pedro, ele tá muito duro, e tá pulsando na minha mão — disse Thaís.
— Nossa, Thaís, isso tá muito bom — respondeu Pedro.
— Ele é tão grande e grosso, deve ter machucado as meninas que já transasse — provocou Thaís.
Pedro não respondeu. Ele ainda era virgem e acredito ter ficado com vergonha. Até que me lembrei que minha namorada também sabia que Pedro era virgem; eu já tinha contado a ela. Acho que ela estava fazendo um joguinho.
Thaís começou a fazer uma leve massagem no pau de Pedro, enquanto ela soltava leves gemidinhos. Pedro respirava forte e levantava a cabeça para o teto.
— Obrigado, amor, eu sempre fui curiosa — disse Thaís.
— Relaxa, amor, não é traição, né? Além disso, sei que o Pedro te acha muito gostosa, então seria cruel com ele depois de te ver só de calcinha — falei.
Thaís olhava o tempo todo para Pedro, hora para seu pau, hora para seu rosto, que fazia feições claras de tesão.
Thaís olhava com carinha de putinha.
— Então tu me acha gostosa, é? — perguntou Thaís.
— Acho — falou Pedro, meio tímido.
— Então eu vou provar uma nova lingerie, e essa daqui irá fazer vocês escalarem a parede — disse Thaís.
Thaís deu mais umas duas massageadas no pau grande de Pedro e levantou. Pegou seu sutiã vermelho que estava na cama e entrou no banheiro.
— Cara, tu tem certeza que tá de boa com o que ela fez? — perguntou Pedro.
— Sim, mano, tranquilo. Pra ser sincero, eu tô bem excitado em ver ela assim — respondi.
— Cara, sempre tivemos muita franqueza um com o outro, sempre me falasse sem problemas sobre tua vida pessoal com a Thaís. Posso ser franco
também? — disse Pedro.
— Sim — respondi.
Falei mesmo já esperando o que viria. Só de ter pego ele espiando ela no banheiro, já sabia que ele tem desejo por ela.
— Cara, eu sempre achei ela muito gata. Mas sempre respeitei muito, tá ligado? Mas mano, ela é uma puta gostosa, cara. Que peito é aquele? E aquela bunda com a calcinha enfiada? E cara, teve um momento que... — Pedro hesitou.
— Diz, mano — incentivei.
— Teve um momento que apareceu um pouco da bucetinha dela. Bem pouquinho, sabe, só o ladinho do lábio. Tenho que te ser bem sincero, tu deixa? — continuou Pedro.
— Fala, tu é meu melhor amigo, confio em ti — falei.
— Eu tô com muito tesão nela! Se não fosse tua namorada, eu comeria ela todinha — confessou Pedro.
Ouvir Pedro falar aquilo era muito doido. Doido porque eu tinha ciúmes e tesão ao mesmo tempo. Ciúmes por ele imaginar minha namorada de uma forma sexual. Tesão por imaginar ele se pegando com ela.
— Eu tô com muita vontade de ficar com ela — completou Pedro.
Ficar, na época, era beijar e dar uns amassos no máximo.
Imaginei a cena e meu pau parecia ficar cada vez mais duro, chegava a ficar dormente.
— Relaxa, cara, eu sei que tens tesão nela. Mas também, que homem não teria? Ela é bem gostosa. E cá entre nós, é uma putinha na hora de dar a buceta — falei.
— Não fala isso, cara, eu tô morrendo de vontade de comer ela — disse Pedro.
— Eu sei, mano — respondi.
Thaís saiu do banheiro. Ela estava com um sutiã preto com bojo rendado. Uma calcinha preta fio dental, tão pequena quanto a vermelha, e uma espécie de saia preta de tecido transparente, borrachinha com flores. A saia era parte da lingerie; ela não cobria nem metade de sua bunda. Deixava a pontinha de sua calcinha aparecendo, além de ser transparente, então dava pra ver tudo de qualquer forma.
— E aí? Pulei logo pra mais bonita — anunciou Thaís.
— Nossa, Thaís, tá muito gostosa — elogiou Pedro.
— Tá mesmo, amor! — concordei.
Pedro estava se soltando, já batia uma punheta com um pouco mais de velocidade.
— Gostaram? Eu comprei ela depois de ver um vídeo de uma moça que faz striptease e lap dance — explicou Thaís.
— Ela parece perfeita pra isso — disse Pedro.
— Queria testar para ver se consigo fazer. Posso, amor? — pediu Thaís.
— Claro! — respondi.
Eu imaginei que ela viria até meu colo e tentaria sensualizar. Mas ela foi direto no colo de Pedro. Seu pau negro e grande agora estava em contato na bunda gostosa da minha namorada.
— Senta ali na cama, amor, vê se eu faço bem, será meu juiz — disse Thaís.
Eu fui sentar na cama e comecei a me masturbar.
Thaís começou de costas, roçando sua bundinha com a sainha e o fio dental preto no pau dele. Pedro parecia no céu. Ela esfregava a bunda em toda a extensão do pau dele, olhava para mim com uma cara de safada.
— Parece que tá gostoso, hein, Pedro? Amor, vamos ver se ele vai gostar de ti — falei.
Thaís riu; Pedro pareceu nem ouvir, estava em êxtase. Ela virou de frente para ele, colocando seus peitinhos a centímetros de seu rosto.
— Dá um beijinho no meu sutiã — pediu Thaís.
Pedro beijou. E logo começou a subir sua boca, dando beijos no início do peito dela. Deu um beijo em seu pescoço e parou.
— Nossa, sabe o que fazer com a boca, hein? Beijas bem? — provocou Thaís.
— Ninguém nunca reclamou — respondeu Pedro.
Thaís pegou no pau de Pedro e começou a masturbar ele.
— Posso provar, amor, como eu disse, nunca fiquei com um menino negro? Só se tu deixar e não ficar mal com isso — pediu Thaís.
Ela me olhava com uma cara de puta safada, que queria dar sua buceta, que provavelmente já estava molhada.
— Tudo bem, amor, eu deixo — permiti.
Thaís virou o pescoço e começou a beijar Pedro de língua. A cena dela com o pau dele na mão, com uma lingerie extremamente safada enquanto beija ele, me deixava louco. Pedro colocou a mão na cintura dela e começou a fazer carinho por cima da saia na parte da bunda.
— Meu Deus, conseguiu me deixar animada — disse Thaís.
Thaís sentou no colo dele, deixando seu pau esfregando em sua calcinha fio dental, que não cobria quase nada de sua buceta. Ela esfregava para baixo e para cima.
— Que se foda. Porra, Thaís, tu é a guria mais gostosa que eu já vi, eu tô com vontade de te comer e gozar nessa bucetinha — soltou Pedro.
Nunca tinha ouvido Pedro falar assim; era visível que ele estava com muito tesão. Eu também estava; queria muito que ele fizesse isso para que eu possa assistir.
Thaís virou e olhou para mim.
— Amor, posso me soltar um pouquinho mais? — perguntou Thaís.
— Sim — respondi.
Eu já estava batendo uma punheta com vontade para aquela cena.
— Eu tô bem molhadinha, desde que vi esse pau nessa cueca branca eu tô com a minha buceta piscando — confessou Thaís.
— Deixa eu comer ela, deixa — pediu Pedro.
— Mas tem o João, eu sou namorada dele — disse Thaís.
— Ah, caralho. Mas eu tô com muito desejo em ti. Quero te fazer gozar — insistiu Pedro.
Pedro encostou por cima da calcinha da minha namorada e começou a masturbar ela por cima do seu fio dental.
— Ai, Pedro. É muito gostoso... — gemeu Thaís.
Thaís gemia feito uma ninfeta putinha.
Ela se levantou, tirou sua saia deixando à mostra sua calcinha preta. Era minúscula, e extremamente deliciosa. Ela sentou novamente, encaixando o pau dele bem encostado na sua calcinha e beijou ele.
Pedro, que já não estava nem um pouco tímido, pegou sua bunda com as duas mãos.
Thaís saía do beijo para gemer e voltava a beijar.
— Calma, eu tenho namorado, lembra? — disse Thaís.
— Amor, não tá tendo traição aqui, vocês não estão transando — falei.
Sim, aquilo era uma traição, mas eu queria muito que acontecesse.
— Amor, se importa se ele deitasse e você sentasse aqui? — pediu Thaís.
— Vem, amor — respondi.
Levantei e sentei na cadeira do computador; Pedro se deitou com seu pau apontando sempre para cima. Tirou sua cueca e ficou totalmente pelado. Thaís sentou em cima de seu pau e ficou esfregando sua bucetinha, que já tinha quase saído toda da calcinha, de tanto esfregar.
— Tá deixando meu pau melado com essa bucetinha — disse Pedro.
— Ela tá bem molhada — ofegou Thaís.
Thaís falava ofegante e não tirava a boca do beijo para falar.
— Amor, eu vou dar um passo a mais, ok? Depois te recompenso — avisou Thaís.
Continua…
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Sussurro Proibido



