Convidei Thaís para vir no sábado para minha casa e irmos os três na praia. A sexta passou tranquila. Pedro e eu jogamos e conversamos sobre como foi a semana. Até que Pedro tocou em um assunto diferente.
— Como tá a Thaís? — perguntou Pedro.
— Tá tranquila, doida pra vir amanhã pegar uma praia — respondi.
— Massa, vai ser legal amanhã.
— Sim — falei.
— Gosto quando ela vem — disse Pedro.
Até aí estava ok, até que adentramos no assunto "sexo", assunto comum para dois adolescentes, mas naquela noite o teor era diferente.
— Cara, com todo respeito, a Thaís transa bem? — perguntou Pedro.
Achei uma pergunta estranha, mas respondi tranquilamente.
— Sim, mano, ela é bem boa.
E era ela mesmo.
Tinha cabelos castanhos claro – recém-pintados –. Era magra, tinha uma barrinha linda, não era chapada. Tinha um sorriso bonito, um rosto arredondado bem branquinho, leves sardas. Tinha peitinhos durinhos que enchiam uma mão, não eram tão grandes. Tinha uma bunda gostosinha de dar inveja em todas as meninas da escola e fazia babar todos os marmanjos. Ela era o estilo princesinha, gostava de rosa e laços enfeitados.
— Cara, tenho muita curiosidade em saber como é transar com uma mina — disse Pedro.
Na hora, não tinha juntado os pontos do que ele estava falando.
— É muito bom, cara — respondi.
— Eu imagino. A Thaís tem cara mesmo de que transa bem.
Eu fiquei com uma pitada de ciúmes, mas não falei nada.
A noite passou sem muito comentário.
Na manhã seguinte, acordamos, tomamos café, banho e esperamos a Thaís chegar para irmos à praia.
Thaís chegou de carro com sua mãe e já logo foi entrando na minha casa.
— Oi, amor! Oi, Pedro! — disse Thaís.
Thaís veio e me deu um selinho, foi até Pedro e deu um beijo no rosto.
Thaís estava com short jeans azul pequeno, dando para ver a barra da calcinha do seu biquíni. Na parte de cima, apenas vestia o sutiã do biquíni. Era um sutiã cortininha preto básico que deixava sua barriga à mostra. Sua barriga era branquinha, seus peitinhos redondinhos estavam apertados no sutiã. Aquele short deixava seu quadril bem evidente e um pedacinho da poupa da bunda para fora.
Já logo fomos para a praia. Eu de bermuda toda preta e Pedro de bermuda vermelha com listras brancas. Um pedaço do elástico da cueca de Pedro mostrava a marca Calvin Klein. Chegando lá, montamos as cadeiras e o guarda-sol. A praia estava vazia e o mar calmo, o que nos agradava muito. Ficamos conversando no caminho sobre a escola, o que queríamos fazer no fim de semana, assuntos normais.
Quando terminamos de montar as coisas, Thaís tirou o short; para isso, empinou sua bunda e, com as pernas retas, abaixou o short, deixando sua bunda maravilhosa à mostra. A calcinha do biquíni era preta e fio dental. Aquela cena estava maravilhosa, até que vi que Pedro também estava olhando, e com uma cara bem safada.
Fomos correndo para a água, mergulhamos, conversamos, brincamos.
Em dado momento, brincamos de bobinho.
Pedro foi o primeiro bobinho. Foi fácil para ele; ele jogava vôlei em um time juvenil. Depois, eu fui; com certa dificuldade, peguei a bola da Thaís.
Thaís era a próxima. Enquanto tentava pular para pegar a bola, seus peitinhos durinhos davam leves balançadas no sutiã, e sua bundinha com a calcinha fio dental ficava para fora da água. Com um descuido de Pedro (obviamente estava secando minha namorada), ela conseguiu pegar a bola dele.
Era a vez de Pedro ser o bobinho. Pedro, que jogava vôlei perfeitamente bem, estava com dificuldade demais para pegar a bola; estranhei tudo aquilo.
Quando Thaís tentou jogar a bola, Pedro se desequilibrou e caiu por cima dela, colando seu corpo no dela. Eu percebi que tinha sido de propósito, pois ele ficou alguns segundos grudado nela. Ela ria inocentemente, imaginei eu. Mas fiquei com um certo ciúme novamente.
Quando estava perto do horário de ir para casa, não tínhamos almoçado nem comido nada além do café da manhã; pegamos as coisas e fomos para casa. Durante o jogo, Pedro caiu em cima da Thaís algumas vezes; ela sempre ria. Eu ficava com ciúme, mas queria ver até onde isso ia — até porque, por mais que não gostasse de admitir, estava um pouco excitado com a situação.
Chegando em casa, Thaís foi tomar banho primeiro, e eu coloquei uma pizza pronta para assar. Eu tinha um banheiro no meu quarto, então Thaís foi usar ele para tomar banho; Pedro foi atrás para pegar sua roupa e ir para o outro banheiro da casa.
Quando havia terminado de colocar a pizza, fui até meu quarto e tive uma surpresa.
Thaís, na inocência, deixou a porta do banheiro entreaberta. Encontrei Pedro dando uma espiada por entre a fresta. Deu para ver minha namorada tirando o short e ensaboando sua bunda gostosa com seu fio dental preto para cima. Pedro apenas olhava com a boca levemente aberta. Eu então decidi fingir que não vi, e anunciei minha chegada.
— E aí, pegou tudo, Pedro? — perguntei.
Pedro se assustou e fingiu que não era nada. Foi até sua mochila e pegou uma muda de roupa.
— Sim, sim! — disse Pedro.
Pedro saiu envergonhado do quarto e foi até o outro banheiro.
Pensei comigo mesmo: “Será que ele tem tanto tesão assim nela?” “Ela é bem gostosa, mas ele não iria olhar assim sempre, né? Ele iria me respeitar.”
Balancei a cabeça para fazer o pensamento ir embora, e fui até o banheiro do quarto dos meus pais para tomar banho.
Tomei meu banho pensando sobre o que havia acontecido. Vi um dos meus melhores amigos "cair" em cima do corpinho gostoso da minha namorada, enquanto ela estava só de biquíni, e depois vi ele espiando ela no banheiro, enquanto ela tirava seu short e deixava sua bunda empinada, além das várias olhadas que ele deu durante a praia. "Não, mesmo que ele tenha olhado, é só isso. Um olhar", pensei.
Com esse pensamento de confiança em meu amigo, terminei meu banho e me permiti até sentir um certo tesão pela situação; afinal, minha namorada era bem gostosinha sim. Com aquele pensamento, meu pau queria levantar. Mas terminei o banho antes que ele pudesse ficar 100% duro.
Fui até meu quarto, de bermuda jeans e uma regata branca. Chego lá e vejo Pedro sentado no computador, com uma bermuda de moletom e sem camisa. Minha namorada estava com uma blusinha de alcinha preta e uma sainha de tecido estampada com flores. Ela estava sentada na minha cama. Estavam conversando e rindo um pouco.
— E aí, qual o papo? — perguntei.
— Nada, só estávamos conversando sobre a escola do Pedro, e das meninas que ele acha bonitas — disse Thaís. (Thaís riu e Pedro soltou uma risada tímida.)
Achei aquilo normal, conversa normal de adolescentes.
— Ah, é, fala da Giovanna, Pedro — falei, rindo.
Pedro jogou uma almofada em mim e começou a rir.
— Ah, já vi que tem coisa para falar sobre ela. Conta! — pediu Thaís.
— Nada demais, eu acho que gosto dela — confessou Pedro.
— E ela é bonita? — perguntou Thaís.
— Ah, ela é bem bonita — respondeu Pedro.
Todos rimos.
— Conta mais! — insistiu Thaís.
— Ah, ela é inteligente, é um pouco baixinha, tem um corpo legal... — disse Pedro.
— O que é um corpo legal? — Thaís riu.
— Ah, ela tem um quadril bonito — explicou Pedro.
— Nossa, não é assim que tu descreve ela para mim — falei. (Eu e Thaís rimos.)
— Ah, quer que eu fale o que? Que ela é gostosa e tem bundão? — rebateu Pedro.
Todos rimos bastante com isso.
— Tá, ainda quero saber o que é um bundão — disse Thaís.
— Ah, sei lá, uma bunda bonita, bem redonda. Tipo a sua, sabe — respondeu Pedro.
Thaís riu bastante. Eu ri um pouco, mas Pedro estava com um sorriso malicioso e envergonhado.
Thaís levantou e deu uma voltinha, deixando sua saia dar uma balanceada.
— Olha, eu não sabia que eu tinha uma bunda bonita. O João já me falou, mas agora se o Pedro diz também, né? — falou Thaís, rindo.
— Tens mesmo, ainda mais com aquele biquíni de hoje, era bem fininho, né? — comentei.
Eu e Thaís rimos. Pedro soltou uma risada envergonhada e virou para o outro lado, fingindo não olhar para as coxas grossas da Thaís.
— Amor! Falando nisso, eu comprei vários biquínis novos, vou pegar para mostrar a vocês — anunciou Thaís.
Thaís pegou sua mochila e tirou duas sacolas. De dentro de uma sacola, ela tirou 3 conjuntos de biquínis. A outra deixou do lado da mochila.
— Olha só, amor! Comprei um azul, um branco e um vermelho. Nem consegui provar na loja, posso provar aqui, amor? — perguntou Thaís.
— Claro, amor — respondi.
Thaís foi para o meu banheiro com os conjuntos. Eu e Pedro aguardamos alguns minutos conversando sobre o jogo e depois Thaís voltou, vestindo o biquíni azul.
Não imaginava que ela ia mostrar na frente de Pedro os biquínis.
O biquíni azul era mais comportado do que o preto que ela havia usado na praia. A parte de cima era um top, cobrindo bem seus peitos, e a parte de baixo não chegava a ser um fio dental, e tinha uma cortininha para disfarçar. Mas dava para ver seu lindo corpo. Meu pau automaticamente tinha começado a ficar duro. Ela se olhava no espelho e dava voltas.
— Ficou bom, né? O que achou, amor? — perguntou Thaís.
— Ficou ótimo, amor! — elogiei.
— O que achou, Pedro? — indagou Thaís.
A pergunta de Thaís me despertou um certo ciúme e curiosidade; o que será que Pedro iria falar.
Pedro não havia tirado o olho de Thaís desde que ela saiu do banheiro com o biquíni. Olhando dos pés à cabeça.
— Ficou bem bonito — disse Pedro.
— Acho que os outros ficarão melhores — comentou Thaís.
Thaís voltou ao banheiro e depois de dois minutos, voltou com o conjunto branco. Ele era do mesmo tamanho do preto da praia, só mudava a cor. Dava para ver bem sua bunda grande, redonda e durinha. Seus peitinhos estavam maravilhosos naquele biquíni e a calcinha fazia uma leve entrada em sua bucetinha.
— O que acharam? — perguntou Thaís.
— Esse realmente é mais bonito do que o azul — opinou Pedro.
— É bem bonito, amor, ficou maravilhosa — elogiei.
Thaís se olhava no espelho e, enquanto isso, Pedro encarava sua bunda. Eu fui olhar para a bermuda dele e vi que seu pau estava duro, pois havia um volume grande. Fiquei com ciúmes, mas não falei nada, pois quem poderia culpar? Minha namorada era muito gostosa e eu também estava com o pau duro de olhar ela naquele biquíni.
— Ficou bom, né? — disse Thaís.
Thaís falava isso enquanto desentalava a calcinha do biquíni para o lado com apenas um dedo, deixando um pouco de sua bunda e um labiozinho de sua buceta à mostra. Pedro fingiu olhar para o lado, mas era perceptível que ele estava amando o show.
Thaís virou para a nossa frente e começou a ajeitar os peitos no sutiã.
Ela olhou para eu e Pedro e viu que estávamos de olhos arregalados e sem desviar o olhar, apenas olhando e ficando claramente excitados. Thaís riu.
— Meninos, não vão ficar animados demais, hein? — alertou Thaís.
Pedro logo virou o rosto para mim, fingindo não entender.
— Difícil, né, estando gostosa assim — comentei. Thaís riu mais ainda.
— Ah, é, vocês gostam? Esperem para ver o vermelho — disse Thaís.
Thaís falou isso enquanto agarrava seus peitos e balançava, claramente se exibindo.
Thaís voltou para o banheiro.
— Caraca, ela tá atenta — falei. Pedro só riu.
— Não finge que não gostou, ela é bem gostosa, né? — perguntei.
— Ah, cara, ela é tua namorada... Mas ela é bem bonita, né? — admitiu Pedro.
Thaís voltou com o biquíni vermelho. O destaque desse biquíni era o tamanho; ele conseguia ser menor do que o branco e o preto, que já eram pequenos. Sua bunda ficava toda à mostra, apenas com um pedacinho da calcinha vermelha no início da bunda. Seus peitos ficavam apertados no sutiã e sua bucetinha mal cabia na calcinha.
— Esse eu comprei para ir na praia só com o João, mas já que estou provando, vou aproveitar, né. O que acharam? — perguntou Thaís.
Thaís fazia várias poses, empinava sua bunda, apertava seus peitinhos e levantava a cintura da calcinha, deixando um labiozinho rosado de sua pepequinha à mostra.
— Eita, tá bem safada, hein? — falei, rindo.
Pedro não falou nada.
Thaís foi até Pedro, colocou uma mão em seu ombro e inclinou, deixando uma visão privilegiada de seus peitinhos quase à mostra. Virou e empinou sua bunda. Visivelmente nos provocando.
— E aí, Pedro, fiz bem em não mostrar só pro João? — provocou Thaís. Pedro estava visivelmente nervoso e excitado; via da minha cama seu volume pulsar.
— Caramba, Thaís, você tá muito bonita — elogiou Pedro.
— Só bonita? — insistiu Thaís. Pedro engoliu seco.
— É a palavra mais leve e respeitosa que eu tenho na mente — disse Pedro.
Thaís riu. Se aproximou e ficou de pé na frente dele.
— Ué, diz! Qual as outras palavras? — pediu Thaís.
Aquela cena me fez ficar muito excitado; ver minha namorada se exibindo para meu melhor amigo despertou um desejo que eu não sabia que tinha. Meu pau estava explodindo, quase rasgando a cueca.
— Ah... — Pedro relutou. — Gostosa, safada... — completou, rindo. Thaís riu.
— Sabia! Esse volume na sua calça não te deixa mentir — apontou Thaís.
Pedro automaticamente se arrumou na cadeira, tentando esconder.
Thaís se afastou e voltou para o espelho, cada vez mais provocante.
Thaís parou por um segundo e virou para mim.
— Amor, já que eu já tô aqui de biquíni, na outra sacola tem umas calcinhas e sutiãs que eu pude comprar, já que fui sozinha sem minha mãe — disse Thaís, rindo. — Posso provar também?
Eu sabia que Thaís gostava de calcinhas provocantes, aquelas bem entaladas na bunda ou então aquelas bem santinhas, e fazia teatrinho de ninfetinha. Então eu sabia o que esperar, mas meu tesão falou mais alto.
— Claro, amor! — respondi.
Thaís pegou a sacola e foi saltitante até o banheiro.
— Tem certeza? — perguntou Pedro.
— Ah, mano, ela já tá de biquíni mesmo, o que mais falta mostrar? É, além disso, somos homens, não precisa esconder o pau duro, cara — falei.
O que eu não sabia é que ainda tinha muito a mostrar.
Continua…
Gostou? Não deixe de votar e comentar!
Sussurro Proibido


Com essa gostosa fudia vc e ela
Que delícia de conto, este showzinho de putinho é muito excitante,quero ver a sequencia