Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 1

NOTA DO AUTOR

Este conto não é de minha autoria. O autor original é Daiane Mulata


Estou repostando a história com total crédito ao criador, mantendo fielmente os personagens, enredo e essência do texto. Eu já havia postado este conto no perfil, mas realizei novas correções ortográficas, gramaticais e alguns ajustes no texto para melhorar a fluidez e a leitura. Outra mudança que realizei é no título, a autora original havia postado várias partes/capítulos com títulos diferentes, então optei por deixar tudo com o mesmo título e diminui o número de parte/capítulos e aumentando o texto.


Uso esses “reposts” de boas histórias como treino para minha própria escrita, enquanto desenvolvo minha série original.


Espero que apreciem a leitura tanto quanto eu!


=======


Chamo-me Daiane, tenho 34 anos, sou uma mulata rabuda, com peitos pequenos/médios, que chama atenção por onde passo. Sempre fui assim… uma mulher de tesão insaciável, daqueles que não se controlam fácil.


Fui casada com Fabrício por alguns anos. Ele é um homem maravilhoso, carinhoso, dedicado… mas na cama deixava muito a desejar. Não tinha fôlego, não tinha iniciativa e, principalmente, não tinha pau nem disposição para dar conta de mim. Quanto mais eu queria, menos ele conseguia acompanhar.


Tentei me controlar. Juro que tentei. Mas o fogo que eu carrego no corpo é maior que eu. Acabei traindo, me entregando, e a nossa relação foi desgastando até terminarmos separados.


Hoje, olhando para trás, não me arrependo de nada. Esta é a minha história, desde o começo… quando ainda era casada e lutava contra aquilo que eu realmente sou: uma esposa bucetuda e rabuda insaciável.


Tudo começou com uma obra em nossa casa. Ligamos para o Sr. João, ele é pedreiro e uma amiga minha me indicou. Ele veio na data marcada e combinamos tudo sobre a obra e a forma de pagamento. Ele me disse que seu irmão trabalharia com ele e que seu irmão não era de muita conversa.


Na segunda-feira, eles chegaram às 7h da manhã para trabalhar. Eu e meu marido levantamos às seis para, quando eles chegassem, já estarmos esperando por eles. Eles começaram o trabalho, e às 8h meu marido saiu para o trabalho, ficando apenas eu em casa. Fui na obra servir o café para eles e reparei que o irmão do Sr. João era bem mais novo que ele: um belo rapaz, forte e grande. Deixei o café e voltei para dentro. Só escutei uma voz falando:

— Caralho, que bunda!


Fingi não ouvir e voltei para dentro. De dentro da minha casa, eu ouvi o Sr. João falar com seu irmão para ter mais respeito. Eles estavam precisando do trabalho e que, se não, poderiam perder o serviço.


Fui tomar um banho e me arrumei toda para sair. Voltei na obra e avisei que estava saindo e que logo voltaria.


Notei que Iago não tirava os olhos da minha buceta. Fui até o centro da cidade e retornei depois das 17h, e eles já tinham ido embora. No outro dia, eles chegaram no mesmo horário. Eu e meu marido tínhamos acordado há algum tempo e estávamos em um amasso delicioso quando escutamos os dois chegando. Meu marido se vestiu e foi falar com eles. Eu continuei deitada, com a buceta toda babada, fiquei na esperança de fazer amor aquela manhã, mas foi por água abaixo. Quando meu marido chegou e falou que já estava saindo para o trabalho, me levantei, tomei um banho, coloquei um vestido curto e soltinho, preparei o café deles e levei para eles.


Quando Iago me viu, ele deu uma apertada no pau por cima da calça e me encarou. Fiquei sem jeito e voltei para dentro de casa. A imagem dele apertando o pau dele, que parecia ser bem grande, não saía da minha cabeça. Pensei em contar tudo para meu marido, só que na mesma hora não queria problemas, pois meu marido é muito ciumento. Nesse dia, fiquei o dia todo dentro de casa. À tarde, no horário em que eles vão embora, eles vieram e se despediram. Sr. João saiu primeiro, e logo depois veio Iago com uma cara de safado. Virou pra mim e disse:

— Dona Daiane, o Sr. Fabrício é um cara de sorte. A senhora é perfeita.


Agradeci com um sorriso e eles saíram.


Em meu pensamento, eu queria acabar com aquela ousadia do Iago, mas, ao mesmo tempo, era bom receber elogios de um garoto lindo e jovem.


À noite, me produzi toda: fiz uma chapinha, pintei minhas unhas, depilei minha buceta e meu cuzinho apertado, coloquei uma calcinha minúscula que separava os grandes lábios da minha xota carnuda. Esperei meu marido chegar, doida para ele me possuir e me foder, pois eu já estava toda babada. Fabrício chegou e me viu na sala, toda linda. Ele me deu apenas um beijo e foi para o banho. Quando ele saiu, foi direto para o quarto. Fui atrás dele na esperança de ser bem comida. Minha buceta piscava de tesão. Me deitei ao lado do meu marido, fazendo carinho nele. Quando coloquei a mão no pau dele, não acreditei: estava mole. Na mesma hora, me levantei e fui para a sala assistir TV. Dormi no sofá mesmo, morrendo de tesão.


No outro dia, os pedreiros chegaram cedo como sempre. Meu marido se levantou e foi ao encontro deles. Eu permaneci deitada no sofá, apenas com uma camisola que mal tampava minha bundona. Meu marido se arrumou e saiu para o trabalho. Mal falei com ele. Me levantei e fui em direção ao meu quarto. Chegando no quarto, me deparo com a janela aberta. O burro do meu marido saiu e não me avisou, e Iago estava bem de frente e me comeu com os olhos. Deu um sorrisinho safado. Fechei a janela rápido e me troquei. Só que, ao invés de colocar uma roupa decente, coloquei um short curtinho e uma blusinha branca sem sutiã. Preparei o café e levei para eles. Iago parecia não acreditar no que estava vendo. Sr. João, sempre com respeito, me disse que precisaria ir à cidade comprar umas coisas para a obra que estavam faltando e logo retornaria, mas que seu irmão ia ficar adiantando o serviço.


Voltei para dentro. Passaram-se 10 minutos. Iago me chamou e perguntou se poderia me fazer uma pergunta. Eu disse que sim.


— A senhora não usa calcinha, não?


Fiquei puta da vida com a ousadia daquele moleque, mas resolvi atiçá-lo. Falei que todas são minúsculas e dei uma risadinha. Ele me rebateu:

— Daria qualquer coisa pra ver como minha bunda fica com essas calcinhas.


Falei pra ele sair e disse que eu jamais faria isso.


Ele saiu e fiquei com aquilo na cabeça: um garoto de 20 anos querendo me comer. À noite, tentei dar mais uma vez para meu marido, mas ele não me queria.


Fiquei chateada mais uma vez e me masturbei pensando em Iago. Pensei em dar minha buceta pra ele, mas eu não queria trair meu marido; não seria certo com tudo que vivemos juntos.


Os dias foram passando e eu e Iago fomos ficando mais amigos. Um dia, no meio de uma conversa, falei com ele:

— O Fabrício não me procura mais como antes. Não sei mais o que fazer. Eu amo meu marido, não penso em trair ele, só quero que nossa vida volte a ser como era antes.


Iago brincou e disse:

— Boquete não é traição, é só uma forma de aliviar o tesão.


Respondi na hora:

— Nem pensar, Iago.


À noite, mais uma vez meu marido não quis foder minha buceta. No outro dia, logo cedo, Sr. João liga e diz que não poderia vir trabalhar; apenas seu irmão iria naquele dia. Iago chegou às sete em ponto. Meu marido saiu para o trabalho e ficamos só nós dois. Batemos muito papo e eu fiz uma besteira enorme. Falei para o Iago que estava doida pra dar e meu marido não queria me comer. Iago fez uma cara de safado e respondeu:

— Quem me dera ter uma chance dessa.


E eu apenas ri. Nesse dia, Iago almoçou comigo e me senti bem com ele. E falei no impulso com ele:

— Iago, tenho uma proposta pra te fazer. Eu deixo você ver minha bunda com uma de minhas calcinhas e você deixa eu chupar seu pau enquanto me masturbo. Eu preciso acabar com esse tesão. Você aceita?


Ele concordou na hora. Falei pra ele que eu iria tomar um banho e que ele tomasse também no outro banheiro. Eu fui para o meu e ele para o banheiro dos fundos. Me preparei como na primeira noite para meu marido. Voltei e ele já estava me esperando só de cueca, com um volume gigante. Perguntei pra ele:

— Quer ver minha bunda primeiro?


E ele me pediu pra ficar só de calcinha. Tirei minha camisola e meu peitão ficou todo à mostra. Eu estava com uma calcinha minúscula vermelha. Ele se levantou e disse:

— Vem chupar meu pau, sua mulata gostosa!


Me ajoelhei e abaixei a cueca dele. Seu pauzão saltou pra fora. Chupei como uma puta aquele pauzudo. Ele gemia e eu me masturbando como louca. Gozei duas vezes chupando o pauzão do Iago. Ele me avisou que ia gozar, tirou o pau da minha boca e deu uma leitada na minha cara e nos peitos. Aumentei a siririca e gozei, gozei muito que até pingava no chão. Iago implorou pra me comer, mas eu disse pra ele que minha buceta pertence ao meu marido.


O pau do safado ainda estava duro. Tive que chupar aquele pau gostoso mais uma vez e ele encheu minha boca de porra. Engoli o máximo que eu consegui. Me levantei e fui direto para o banheiro me lavar. Iago me seguiu e me pediu mais uma vez pra comer minha buceta. Falei que não, mas se ele quisesse, poderia tomar um banho comigo e eu deixaria ele bater uma punheta e gozar na minha bunda...


Eu e Iago começamos a tomar banho juntos. Ficamos nos beijando, ele alisando minha bunda, acariciando minha buceta que já estava encharcada, e eu punhetando seu pauzão, que toda hora cutucava meu grelinho. Tentei me abaixar para chupar aquele pauzão gostoso, e ele me segurou e disse:

— Agora é minha vez de chupar essa buceta.


Fiz uma voz mole negando, mas ele não me deu ouvidos e começou a chupar minha bucetinha carente de pica. Ele chupava, mordia, lambia. Iago estava me deixando louca com aquela língua gostosa. Ele me virou de costas e chupou meu cuzinho apertado, dava tapas e mordidas na minha bunda. Eu comecei a rebolar minha bundona na cara dele, e ele chupava ainda mais meu cuzinho. E ele me virou de frente de novo e começou a chupar meu grelinho. Não resisti e gozei na boca do Iago.


Gozei tanto que quase caí. Iago me segurou e se levantou, começou a me beijar e me pedindo pra comer minha buceta. Eu tava quase dando, mas resisti o máximo que eu consegui e falei que minha buceta ele não ia colocar aquele pauzão, porque eu tinha medo do meu marido perceber. Ele falou que ia meter devagar, que só ia enfiar até a metade na minha bucetinha. Eu continuava negando e me abaixei e comecei a chupar o pau dele, doida pra ele encher minha boca de porra de novo. Ele implorando pra me comer. Quanto mais eu negava, mais minha buceta piscava de vontade de dar pra ele. Eu continuava chupando o pau dele, e ele não gozava. Me levantei e falei com ele:

— Vou deixar você passar a cabeça do seu pau na entrada da minha buceta e você goza na minha bunda, mas sem meter, por favor.


Saímos do banheiro e fomos para a sala. Subi no sofá, fiquei de quatro e empinei minha bundona para o Iago. Na hora que ele deu a primeira passada com a cabeça daquele pauzão na minha buceta, eu quase gozei. E fiz uma loucura enorme. Perguntei pra ele se tinha camisinha. Ele nem respondeu e rapidamente pegou uma camisinha em sua carteira. Eu mesma coloquei com a boca; quase que não cabia naquele pauzão todo. E falei pra ele:

— Vou deixar você matar sua vontade só dessa vez.


E empinei minha bunda pra ele. Ele já foi enfiando aquele pauzão na minha buceta. Ele metia devagar, tirava o pau da minha buceta, deu um tapão na minha bunda e meteu de novo. Ele começou a bombar forte na minha buceta, e os tapas na minha bunda só aumentavam. Eu estava quase gozando e comecei a dar bundada nele. E gozei muuuito gostoso. Eu nunca tinha gozado tão gostoso assim. Ele continuava fodendo minha buceta. Falei pra ele se deitar no sofá. Fui por cima dele e comecei a sentar naquele pau gostoso. Eu quicava com vontade; o pau dele ia fundo na minha buceta. Aumentei o ritmo da sentada que eu dava e gozei de novo. Eu senti quando a camisinha estourou, mas estava muito gostoso pra eu parar. Ele me avisou que ia gozar, e eu falei com ele:

— Goza dentro, safado! Enche minha buceta de porra!


Ele deu três esguichadas dentro da minha buceta. Eu não acreditei quando ele continuou metendo. Ele tirou seu pau de dentro, arrancou o resto da camisinha, me ajoelhou bem de frente àquele pauzão e começou a bater com o pau na minha cara. Fiquei com o rosto todo vermelho de tanto tomar coça de pau na cara. Ele deu mais uma gozada na minha cara. Finalmente, o pau dele ficou mole. Nós levantamos e fomos tomar um banho juntos. Parecíamos namorados: nos beijamos, ficamos agarrados dentro do banheiro. Acabamos nosso banho, nos vestimos e ele foi embora.


No outro dia, meu marido estava de folga. Tivemos que agir como se nada tivesse acontecido, para o Sr. João e meu marido não desconfiarem de nada.


Eu tentava não ir na obra, evitava ficar perto do Iago, porque eu sabia que, se ele me pedisse de novo, eu ia dar pra ele. A vida seguia como antes: meu marido pouco me procurava e, quando procurava, gozava rapidinho, e eu sempre acabava me masturbando pra saciar meu tesão.


Um dia, acordei cedo, me levantei, tomei um banho e aproveitei que meu marido ia trabalhar e fui ao centro da cidade comprar umas coisas. Na volta, enquanto eu aguardava o Uber para me levar para casa, vi uma loja de sex shop do outro lado da rua. Fui até a loja por curiosidade e fiquei olhando as coisas. E vi um pênis de borracha, bem grande por sinal. Não resisti e comprei. Saí da loja, e o carro logo chegou. Fui para minha casa louca para brincar com meu novo brinquedinho. Cheguei em casa, fui direto para meu quarto e logo entrei para meu banheiro. Fiquei peladinha, liguei o chuveiro, tirei o pênis da embalagem, lavei ele bem e comecei a enfiar ele na minha buceta. Estava uma delícia. Eu gemia muito e gemia alto. Quando senti o orgasmo vindo, gozei muito gostoso. Minha buceta precisava de um pau de verdade: grande, quente e pulsante. Não ia ter como eu resistir mais. Iago ia foder minha buceta de novo. Eu estava doida pra dar. Depilei minha buceta todinha, terminei meu banho e fui até a obra ver como estava indo tudo. Na hora que cheguei, Sr. João me olhou com uma cara de espanto, e Iago com um sorrisinho safado. Percebi que eles tinham ouvido os meus gemidos. Voltei para dentro com muita vergonha do Sr. João. Iago veio até mim na cozinha e perguntou:

— Gozou gostoso? Lá de fora, a gente escutou os gemidos.


Ele tirou o pau pra fora e estava duríssimo. E falou que não tinha como ele trabalhar dessa forma. Perguntei pra ele onde estava o irmão dele. Ele disse que tinha ido buscar uns canos numa loja aqui perto. Não resisti àquele pauzão na minha frente e chupei aquele safado. Dessa vez, eu só tentava engolir o pau dele o máximo que eu conseguia. Sabia que ele ia gozar rápido, e nós tínhamos que ser rápidos, porque o irmão dele já ia voltar. Ele deu um gemido e soltou uma leitada na minha garganta, e mais três jatos fortes de porra dentro da minha boca. Bebi o leitinho do Iago e já corri para o banheiro. E gozei numa siririca deliciosa.


Logo depois, escutei o barulho do portão: Sr. João tinha voltado. No final do dia, Sr. João disse que só poderia vir depois do meio-dia, pois teria um médico cedo, mas que seu irmão viria na parte da manhã e ia adiantando o serviço. Quando ele disse isso, me deu um frio na barriga. Sabia que ficar sozinha com o Iago não ia prestar. Assim que meu marido chegou do trabalho, pedi a ele para ficar comigo na parte da manhã no outro dia, porque o Sr. João não viria na parte da manhã; só Iago viria cedo. E que seria bom ele estar comigo em casa, para os vizinhos não ficarem comentando. Meu marido disse que não poderia, pois tinha muito trabalho no outro dia. Respondi a ele com um simples:

— Ok!


No outro dia, Iago chegou cedo, e às oito meu marido saiu para o trabalho. Me levantei, tomei um banho, passei um creme no meu corpo, coloquei minha camisola rosa curtíssima e fui até Iago. Ele me viu e já me puxou pra dentro de casa. Começou a me agarrar, me beijar, tirou minha camisola e me chupou inteira, dando um trato especial na minha buceta. Gozei na boca dele como uma puta. Na hora que eu abaixei a calça dele, vi aquele pauzão completamente depilado e muito cheiroso. Me deu mais tesão ainda: ele tinha se preparado pra mim. Iago raspou o saco, deixou lisinho, uma delícia. Babei aquele pau todo, chupei, chupei, chupava como puta, engolia ele todo, batia na minha cara e ele gemia. Me chamava de puta, piranha, deu uma surra de pau na minha cara. Ele fodia minha boca como se fosse minha buceta.


Me levantei e fomos para o meu quarto. Fizemos um 69 delicioso: ele chupou meu cuzinho apertado e minha buceta toda babada, e eu chupava aquele pauzão. Mudamos de posição: ele continuou deitado e eu montei nele. Cavalguei muito. Eu esmagava as bolas dele de tanto sentar naquele pauzão. Ele enchia minha bundona de tapa. Ele me tirou de cima daquele pau gostoso, me colocou deitada com as pernas abertas. Aí foi a vez dele esmagar minha buceta. Ele me fodia. Não resisti e gozei no pauzão do Iago. Ele não parava de meter, arranhei ele todo, eu mordia a boca dele quando ele me beijava, e ele me fodia loucamente. Pedi pra ele me foder de quatro. Arrebitei bem minha bunda pra ele. Ele foi metendo devagar na minha buceta. Eu já gemia alto com o pau dele enterrado em mim. Eu rebolava, e ele socava fundo na minha buceta. Não resisti e gozei de novo. Minha buceta já estava ardendo de tanto dar para o Iago.


Ele continuava socando fundo na minha buceta. Ele aumentou as bombadas na minha buceta e gozou, encheu minha buceta de porra. Na hora que ele gozou dentro da minha buceta, eu gozei de novo e comecei a apertar o pauzão dele com a minha buceta. Ficamos um tempo deitados juntinhos. Depois, tomamos um banho juntos. Metemos de novo: no chuveiro, ele arregaçou meu cuzinho apertado. Pela primeira vez na minha vida, eu gozei sendo fodida pelo cu. Foi uma delícia. Ele encheu meu cu de porra.


Depois do banho, Iago foi para a obra esperar seu irmão chegar. Eu me vesti, tive que ficar sem calcinha; minha buceta estava toda esfolada. Dormi a tarde toda. Acordei com meu marido me chamando.


Preparei o jantar para nós e fomos nos deitar. Meu marido começou a me acariciar. Eu não queria fazer amor com ele. Eu já tinha sido fodida a manhã quase toda. Mas tive que dar para meu marido para ele não desconfiar que outro homem estava me comendo. Fiquei de quatro para meu marido e, quando ele foi meter na minha buceta, ele percebeu que ela estava toda vermelha. Ele me perguntou por que estava assim. Engoli seco e respondi:

— Eu tinha me depilado e usei um hidratante que me deu alergia na buceta.


Ele acreditou e meteu na minha buceta. E meu marido estava com fome de buceta também: me fodeu por horas. Minha buceta ficou mais esfolada ainda, mas gozei no pau do meu marido, e ele gozou em cima da minha bundona. Dormimos realizados, e eu estava com minha buceta toda ardida. Fui fodida duas vezes no mesmo dia por dois homens diferentes, mas quem me saciou mesmo foi o Iago. Eu acho que estou virando uma tremenda de uma puta.


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 1

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Comentários


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saudades-69 Comentou em 10/06/2026

Essa mulher é igual a mineiro, da quieta que tezão! Votado

foto perfil usuario ffsafadao

ffsafadao Comentou em 10/06/2026

Que tesão de mulher




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Ficha do conto

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sussurroproibido

Nome do conto:
Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 1

Codigo do conto:
264159

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

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4

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