Amanda é uma mulher com curvas que o tempo só aprimorou. Tem cabelos ondulados caem em ondas suaves até meio das costas, olhos castanhos, peitos médios/grandes, uma bela bunda, que sempre olhei quando estava com roupa de academia ou de vestido que quando andava sua raba “mastigava” o tecido.
Desde que Jorge, o pai de Isabel, saiu de casa quando a menina tinha apenas quatro anos, Amanda não se envolveu em relacionamentos sérios. Pelo que Isabel me contou em confidências, sua mãe optou por aventuras casuais, buscando prazer sem amarras. "Ela merece, depois de me criar sozinha", Isabel dizia, com um tom de admiração. Eu concordava, mas nunca pensei que isso se entrelaçaria com a minha vida.
No inicio, após alguns meses de namoro, a confiança cresceu, e eu comecei a frequentar a casa delas com mais naturalidade. Levava meu notebook para trabalhar e estudar e o videogame para relaxar nas noites em que dormia por lá. Os anos se passaram, e em 2025, um fato mudou tudo: uma brincadeira “inocente” escalou para algo irresistivelmente proibido.
Certo dia, era uma sexta-feira, fui dormir na casa de Isabel, como de costume. Ela teria que trabalhar no sábado, então eu ficava ajudando Amanda com os afazeres domésticos – uma rotina que nos aproximava de forma sutil. Amanda sempre usa vestidos longos ou até os joelho. São tecidos leves, de seda ou algodão fino, que se moldam ao corpo com facilidade, especialmente quando ela se movimenta. Ao abaixar para pegar algo na geladeira ou esticar para alcançar uma prateleira, o vestido inevitavelmente se prendia entre as nádegas generosas, delineando curvas que eu tentava ignorar. Eu olhava, sim, mas nunca comentava. Até aquele sábado.
Amanda estava na cozinha, cozinhando e lavando louças, enquanto eu varria e passava pano no chão em outros cômodos da casa. O aroma de feijão temperado preenchia o ar, misturado ao som de uma playlist de samba tocando baixinho no som. Perguntei, com um tom leve de brincadeira:
– Amanda, está com fome?
– Ainda não. Por quê?
– Porque parece que tem alguém aí com fome, já está até mordendo o pano do vestido. Haha.
– Que isso, Arthur! Vá à merda, seu safado.
Ela riu, puxando o tecido preso entre as nádegas com um gesto casual. Continuamos os afazeres, conversando sobre trivialidades – a lembrança que trazia cada música tocada, a música preenchia os silêncios confortáveis.
Mais tarde, após o almoço, ela se deitou na rede da varanda, balançando preguiçosamente, e eu liguei o videogame na sala, mergulhando em uma partida de futebol. Quando ela se levantou, o vestido estava novamente preso, revelando o contorno voluptuoso de sua bunda. Não resisti:
– Já está com fome querendo sobremesa? Haha.
Ela me olhou com um sorriso malicioso, inclinando a cabeça.
– Siiim… Queria uma sobremesa, um picolé ou duas bolas de sorvete com cobertura…
– Hmmm... Então minha sogra quer chupar um pouco… Vamos esperar aquele rapaz que passa vendendo…
– Ah, pode ser… Pensei em outro tipo de picolé, mas esse serve.
– Eita, sogrinha… Você está é com safadeza…
– Quem começou foi você… Dizendo que meu bichinho está com fome. Haha.
– Rapaz…
Fiquei sem reação, o rosto quente, enquanto ela sorria na cozinha, bebendo água e voltava para a rede. Meu pau deu um leve pulsar na calça, traidor, mas eu ignorei, focando no jogo.
Os dias passaram, e as brincadeiras continuaram em momentos oportunos. Toda vez que o vestido dela se prendia – e isso acontecia com frequência, como se o tecido conspirasse contra nós – eu soltava uma piada, e ela respondia com algo cada vez mais provocativo. Era como um jogo que nos aproximava sem que percebêssemos.
Cerca de três semanas depois, em uma sexta, Isabel estava no trabalho a noite, e fui direto para casa dela, ficando sozinho com minha sogra. Amanda preparava o jantar e cortava umas linguiças, e eu a ajudava cortando legumes e lavando louças. O vestido dela, um azul-claro de seda, grudou novamente ao se abaixar para pegar uma panela. Ri baixinho.
– Olha o faminto aí de novo, mordendo o pano. Só a senhora pegar na linguiça que ele logo abocanhou o vestido hahaha
Ela se endireitou, virando-se para mim com as mãos na cintura, os seios fartos se movendo levemente sob o tecido.
– Você adora isso, né, Arthur? Sempre notando.
– É inevitável, sogrinha. Esse vestido é traiçoeiro.
– Ou talvez você seja o traiçoeiro, olhando pra bunda da mãe da sua namorada.
Seu tom era serio, mas com uma faísca brincalhona nos olhos. Engoli em seco, sentindo o ar ficar mais denso. Conversamos sobre o dia dela – ela trabalhava como costureira freelance, costurando em casa mesmo – e sobre como Isabel estava estressada com o trabalho. "Ela precisa relaxar mais", Amanda dizia, e eu concordava, pensando em como eu a fazia gemer à noite.
No sábado, Isabel foi para a faculdade cedo, e eu fiquei com Amanda limpando o quintal. O sol batia quente, e o vestido dela, molhado de suor em alguns pontos, colava na pele. Quando ela se curvou para varrer folhas e areia, o tecido se alojou perfeitamente entre as nádegas redondas e firmes. Meu pau endurecia incontrolavelmente.
– Ah… Fome eterna, hein? – provoquei, voz rouca.
Ela se virou devagar, olhou o volume que de formava em minha bermuda.
– Parece que não sou só eu com fome. Olha só isso…
Ela apontou, rindo. Meu coração acelerou.
– Que isso, sogrinha. Por que ele ver a senhora com fome e quer ajudar.
– Ah, é seu puto? E o que você vai fazer sobre isso?
O ar parou. Nos olhamos por um longo segundo, e então ela se aproximou, sem palavras, ela roçou a mão no meu peito, descendo até a bermuda. Meu pau latejava.
Sua mão apertou meu pau por cima do tecido, e eu gemi baixinho. Era errado, proibido, mas excitante pra caralho.
Ela saiu de perto, caminhado para deixar as sacolas de lixo na área da casa.
A manhã seguiu normal até após o almoço. Tomei banho, Amanda foi logo em seguida, almoçamos juntos e depois resolvi tirar um cochilo, peguei um colchão de solteiro que não era usado, e coloquei no chão da sala. Minha sogra foi cochilar na rede dentro do quarto dela.
Peguei no sono, acordei num susto por voltar de 14h. Ao acordar, percebi que estava de pau duro, e fazia uma marca bem saliente na bermuda dryfit e eu ainda estava sem cueca. Então pensei, olhei procurando minha sogra e percebi que ela ainda estava no quarto. Resolvi puxar uma das perna da bermuda e deixar o pau a mostra. Eu me punhetava levemente, para o pau não amolecer e esperei minha sogra sair do quarto.
Meu coração batia acelerado com aquilo.
Quando escuto o barulho dentro do quarto, me ajeito no colchão para fingir ainda dormir, encolho um dar perna para o pau sair com mais facilidade e deixo uma parte dele para fora. A porta do quarto abre, ela vem caminhando e para do lado ao meu lado.
Sinto ela sentar no colchão e passar as unhas no meu pau. Passas os dedos, e logo o segura e começa a punhetar lentamente. Eu me “acordo” e logo ponho a mão nos peitos dela.
– Ain Arthur… teu pau é lindo! Grosso, cheio de veias…
– Gostou sogra?… Devia chupar um pouco!…
– Genro genro… Mas, já estamos todo errado mesmo, né?!
– Chupa vai, sogrinha!…
Ela inclinou-se e começou engolindo a cabeça do meu pau e foi descendo com maestria, chupando devagar, a boca quente envolvendo cada centímetro. Eu gemia, segurando seus seios, mexia meu quadril como que fodendo sua boca levemente.
– Chupa, sogrinha… Engole todo.
– Que piroca gostosa…
Puxei-a para mim, beijando-a. Sua boca era macia, a língua dançando com a minha em um ritmo faminto. Minhas mãos desceram para sua bunda, apertando as carnes macias, sentindo o vestido se amassar.
Mandei ela deitar no colchão. Tirei seu vestido devagar, revelando o corpo nu por baixo – sem calcinha. Seus seios eram lindos, com mamilos eretos, a boceta depilada, inchada de desejo, com lábios úmidos.
– Que boceta linda! – murmurei, ajoelhando-me entre suas pernas.
– Me chupa, gerno safado.
Obedeci, mergulhando a língua na sua boceta quente, lambendo o clitóris inchado enquanto ela gemia, as mãos nos meus cabelos. Seu gosto era salgado, os sucos escorrendo pelo meu queixo. Ela rebolava, pressionando contra minha boca, os gemidos ecoando pela casa vazia.
– Isso… Lambe essa boceta faminta… Ah, gerno cachorro…
Meu pau doía de tão duro. Levantei-me, tirando a bermuda, revelando minha rola pulsando, a cabeça brilhante de pré-gozo. Amanda lambeu os lábios.
– Que rola maravilhosa, soca ela em mim, vai!…
Me coloquei entre as pernas dela, esfreguei a cabeça do pau na entrada da boceta, sentindo-a escorregadia.
– Mete, Arthur. Fode sua sogra…
Empurrei devagar, sentindo as paredes quentes se abrindo para mim. Ela era apertada e gemia alto a cada centímetro. Comecei a bombar, forte e ritmado, as bolas batendo contra seu cuzinho. Seus seios balançavam, e eu os apertava, beliscando os mamilos.
– Ah, que pau grosso… Me arromba, vai… Mais fundo!
Mudei de posição, deitando-a de lado, uma perna erguida, penetrando fundo enquanto beijava seu pescoço. Seu corpo suado colava no meu, os gemidos se misturando aos sons molhados da foda. Ela gozou primeiro, a boceta contraindo ao redor da minha rola, gritando meu nome.
– Gozando… Porra, Arthur… Continua vai!...
Não parei, virando-a de frente, pernas sobre meus ombros. Fodia com força, vendo sua boceta engolir meu pau inteiro, os lábios esticados. Meu suor pingava nos seus seios.
– Vou gozar, sogrinha… Quer onde?
– Dentro… Enche minha boceta de porra!
Explodi, jatos quentes inundando-a, gemendo rouco enquanto ela arranhava minhas costas. Caímos exaustos, ofegantes.
Isso foi só o começo.
Depois daquela primeira foda na sala, virou rotina. Ganhei uma copia da chave, toda sexta-feira à noite, quando Isabel estava no trabalho, eu ia para casa dela, Amanda ia até o quarto de Isabel, quando chegava do trabalho, e me chamava para ir ao seu quarto.
Eu entrava já com a rola dura só de pensar no que vinha pela frente. Às vezes era na cozinha com ela de debruçada na pia, vestido levantado até a cintura, eu metendo gostoso enquanto ela mordia o pano do vestido pra não gemer tão alto. Sempre eu gozava dentro da sogra olhando dentro dos olhos dela, puxando seus cabelos, dando tapas em sua bunda ou no rosto.
Estávamos sem controle, tudo aquilo estava gostoso demais. Quero deixar claro que nesse período nunca deixa de dar assistência à Isabel, sempre fodemos gostoso do jeito que ela queria, pedia e eu sempre obedecia. Sempre dei conta dela, nunca deixei faltar nada nesse sentido, mas claro que comer sua mãe foi única “pulada de cerca” que dei e a melhor.
Numa quinta-feira à noite, nós três jantando na cozinha. Isabel chegou cansada do trabalho, coque bagunçado, reclamando de algo que havia acontecido no trabalho.
– Mãe, vamos nesse final de semana, para aquela pousada que você ama com piscina, fondue, trilha… Vamos? Eu, você e o Arthur. Só nós três.
Amanda ergueu a sobrancelha, aquele olhar que só eu entendia. O pé dela já roçava minha canela por baixo da mesa.
– Claro, filha. Eu topo na hora. E você Arthur?
– Não perco por nada, sogrinha. Vamos sim, vou amanhã cedo levar o carro para uma revisão rápida, como é perto, ver só o básico mesmo.
Fiz a reserva na sexta, pela enquanto estava na oficina. Marcamos para o sábado seguinte. Saímos cedo, Isabel no banco do passageiro, Amanda atrás. Durante o caminho Isabel dormiu. Pelo retrovisor, Amanda sentada de pernas abertas com seu vestido curto e leve. Meu pau endureceu tanto que tive que ajeitar na bermuda. Isabel acordou, viu o volume e deu um beijinho no meu pescoço e apertou discretamente.
Chegamos às 9:30h. O lugar é um paraíso: chalés de madeira, piscina com borda infinita olhando o vale, cheiro de eucalipto no ar. Reservamos o chalé maior – dois quartos, um para Isabel e eu, outro para Amanda. Mas a gente já sabia que isso era só fachada.
Almoçamos, Isabel contava casos do trabalho, Amanda rindo, o decote do vestido abrindo a cada gargalhada, mamilos marcados. Eu mal conseguia engolir.
Depois do almoço Isabel anunciou:
– Vou deitar um pouquinho. Vocês vão pra piscina?
– Vou – Amanda respondeu, já se levantando. – Arthur, vem comigo?
– Daqui a pouco, vou no quarto com Isabel e já volto para lhe acompanhar na piscina.
– Ta certo, vão lá.
Subimos pro chalé. Assim que entramos no chalé, agarrei Isabel, nos beijamos fogosamente, e arrancamos a roupa um do outro, ela me empurrou na cama e começou a fazer um boquete com muita vontade.
– Shhh… slurp… glup… slurp…
– Isso minha gostosa, engole tudo, vai.
– Mete logo, vai… Antes que mãe apareça aqui.
Coloquei Isabel de quatro, e mete com força. Enquanto em metia em sua boceta, enfiava meu dedo dentro do seu cuzinho – ela ama isso. Ficamos nessa mesma posição até eu gozar. Terminamos Isabel foi direto pro banheiro e eu sai para encontrar sua mãe.
A piscina estava quase vazia – só um casal de idosos lendo no canto. A água morna, sol forte. Amanda entrou primeiro, vestido colando no corpo, marcando tudo. Tirei a camisa, fiquei de sunga preta, volume evidente.
Fomos pro lado mais fundo. Ela encostou na borda, de frente para área verde.
– Vem cá – sussurrou, puxando meu braço.
Eu baixei na água ficando com a cabeça para fora d’água, minhas mãos foram direto pra bunda dela por baixo. Apertei com força, dedos escorregando pro meio. Ela abriu as pernas.
– Isso… aperta essa bunda que você adora foder.
Puxei o tecido do biquino pro lado, achei a boceta lisinha, enfiei dois dedos de uma vez.
– Caralho, Amanda…
– É de pensar em você comendo minha filha agora lá no quarto, demorou porque estava fodendo a bocetinha dela, né, seu safado?!…
– Hahaha, está com ciúme sogrinha?
– Jamais… Só fiquei com tesão em pensar essa sua pirocona dentro da boceta dela, e dela dentro de mim lá em casa…
– Ahh, sogrinha, você está quero mais, né? Quer tentar foder de madrugada?
– Pode ser, mas acho arriscado demais, Isabel pode sentir sua falta na cama e vai direto no meu quarto. Ai fodeu tudo!
– Vai ser rápido, vamos? – sussurrei, mexendo mais intensidade meu dedo dentro da sua boceta.
– Tá certo, seu cachorro pauzudo!
À noite, depois do jantar, Isabel sentiu um enjoo, tomou um remédio e apagou. Fiquei deitado na cama, coração acelerado e pau duro.
23h47. Mensagem: “Porta encostada. Vem...”
Fui no banheiro, depois peguei uma água no frigobar e seguiu para o quarto onde estava minha sogra.
Entrei no quarto dela. Luz apagada, só o abajur. Amanda nua na cama, de bruços, bunda empinada, frasco de lubrificante na mesinha.
– Demorou – sussurrou.
– Enrolei um pouco antes de vir e conferir se a Isa tinha se mexido na cama. E você já está pronta pro abati, né putinha!
– Quero esse pirocão no meu cuzinho hoje, Arthur. Preparei todo para você!
– Num diga uma coisa dessa não que eu fico doido. Serio mesmo? E se você gemer, gritar?
– Vou fazer de tudo para ficar mordendo o travesseiro e não gritar. Não quero estragar tudo… haha
– Ótimo, então vamos né… Finalmente vou provar esse cuzinho que tanto chupei e dedilhei…
Fiquei pelado. Deitei por cima dela, beijando o pescoço, descendo pras costas. Abri as nádegas, lambi o cuzinho devagar, língua rodando aquele anelzinho...
– Isso… prepara sua sogra… me faz de puta…
Enfiei a língua fundo. Ela relaxou. Peguei o lubrificante, passei na cabeça do pau e no cuzinho. Apoiei devagar.
– Devagar… ain ain… que pomba grossa…ain. Não tira, continua!
A cabeça entrou. Ela mordeu o travesseiro. Fui enfiando centímetro por centímetro.
– Caralho, Amanda… que cuzinho espetacular…
Comecei a bombar devagar. Ela rebolava, empurrando pra trás, gemendo abafado.
– Me fode, Arthur… ain… me arromba… isso…
Segurei os quadris, empurrei até o talo, bolas batendo na boceta molhada. Ela enfiou a mão entre as pernas, esfregando o clitóris enquanto eu fodia seu cuzinho.
Mete de ladinho, depois ela sentando em cima rebolando, de quatro, até que anunciei que gozaria.
– Vou gozar… vou gozar no cu da minha sogra…
– Goza… enche meu cuzinho de porra quente…
Gozei com força, jatos grossos inundando aquele cu apertado. Ela gozou junto, corpo tremendo inteiro, gritinho abafado no travesseiro.
Caímos suados. Meu pau ainda dentro dela.
Passou uns minutos, voltei para Isabel que dormia
Domingo de manhã, café da manhã, Isabel feliz contando planos, já querendo marca a próxima vinda a pousada. Tudo estava perfeito!
Contudo, nada é para sempre né… E agora vou descrever como tudo foi por água abaixo.
Era um sábado, Isabel estava trabalhando, eu e Amanda em casa sozinhos, como era de costume. Trepamos pela manhã quando Isabel saiu, trepamos antes e depois do almoço, trepamos por volta das 16h12 – guardei bem esse horário.
Amanda está sentada no sofá, mexendo no celular, quando eu parei na frente dela, baixei o calção fazendo meu pau saltar duro, latejando. Ela logo engoliu até o talo num movimento só, olhos me devorando enquanto chupava com fome. A boca quente, língua rodando a cabeça, sugando o pré-gozo como se fosse o último dia da Terra.
– Porra, sogrinha… – gemi baixo, segurando aqueles seus cabelos.
Amanda acelerou, lábios esticados na minha rola. Segurei a cabeça dela e meti fundo, fodendo a boca dela.
– Se continuar assim vou gozar, deixa eu meter um pouco…
– Arthur, como tu consegui comer eu e minha filha direto. Que fogo é esse? Tu toma é viagra é?!
– hahaha… Sogrinha sou novo, rapaz, tenho muito pique ainda pela frente e sou seco, ainda bem que tenho vocês duas para matar essa minha secura por boceta.
– Depois então, mete logo, Isabel já já chega…
Ela virou de costas, empinou. Levantei o vestido, rola dura roçando a entrada. Empurrei devagar, sentindo ela se abrir, quente, molhada.
– Mete devagar… isso… assim…
Comecei a bombar, mãos na cintura. Ploc Ploc Ploc. Ela rebolava, bunda batendo no meu quadril. Aumentei o ritmo. Enfiei a mão por baixo, esfreguei o clitóris enquanto metia.
– Vou gozar… Arthur… não para…
Ela gozou tremendo, boceta apertando meu pau como um torno. Mordi as costas dela, segurei firme, metendo fundo.
Após alguns minutos naquela mesma posição, anunciei que gozaria.
– Dentro… goza dentro da sua sogra…
– Claro…
Gozei forte, jatos grossos enchendo ela, pau pulsando dentro daquela boceta gostosa. Deixei pau dentro amolecendo, fazendo um vai e vem lento, a gala vazando pingando no sofá. Fomos juntos aos banheiro e resolvi tomar banho. Amanda sentou no vaso para limpar a boceta. Quando ela terminou, cheguei ao lado dela e começamos a nos beijar. Chuveiro estava ligado, mas era pouco, suficiente para fazer barulho e não escutarmos que Isabel havia aberto o portão.
Isabel sempre chegou às 17h25, 17h35, mas não naquele sábado.
Isabel, entrou em casa, e sentou no sofá. Esse mesmo sofá sujo de gala. Ela ficou sentada ali, com o olhar “perdido”, incrédulo. Quando minha sogra saiu do banheiro, deu de cara com Isabel, sentada no sofá com os olhos cheios de lágrima.
– Cadê Arthur?
– Oh minha filha, desculpas! Me perdoa?!…
– Cadê Arthur? – Isabel falou aumentando o tom.
Eu saiu do banheiro, enrolado na toalha, coração batia acelerado – igual quando sofremos ou presenciamos um acidente e ficamos desesperado, foi assim que o meu ficou –, fui saindo do banheiro atrás de Amanda. Isabel se levantou. Na parede o relógio marcava 16h12.
– Essa aproximação de vocês, essa harmonia, os dois sempre brincando um com o outro, tudo isso era me fazendo de idiota. Minha mãe, logo você… O homem que coloquei dentro da minha casa não me respeitou, não teve nenhuma consideração… Deve está se sentido o fodão comendo a mãe e a filha, né?!
– Sei que você não irá me perdoar, vai me querer longe, eu não devia ter deixado isso acontecer, começou com uma “brincadeiras inocentes”, e virou tudo isso, minha filha.
– É lógico que vou querer você bem longe de mim. Vou morar com o pai ou com a tia Ana. Eu deveria contar tudo para todos e escancarar tudo isso. Dois covardes, isso é o que vocês são...
Eu só fiquei calado, fui até o quarto, juntei minhas coisas numa mochila e algumas sacolas. Isabel entra no quarto, ficou sentada na cama me olhando com um olhar decepção, magoa, raiva, nojo… Era mais que compreensível.
Isabel hoje está casada, tem duas filhas, seu marido é um amigo meu da época da escola. Amanda se mudou, hoje mora em um condomínio, vendeu a casa e deu parte do dinheiro para Isabel, e nesse apartamento eu estou sempre visitando e fodendo aquela boceta e cuzinho da minha ex-sogra e minha putinha sempre e com força. Acho que a Amandinha viciou no meu pau. Hahaha
Fim...!
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Huginn & Muninn Art
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NOTA DO AUTOR
Este conto é de minha autoria. Já havia postado antes, mas como fiz ajustes na história mudando de 2 partes para apenas 1 e criei um desfecho para o conto, tive que respostar para vocês. Espero que tenham apreciado a leitura.


