Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 4

No outro dia, quando acordei, passavam várias coisas na minha cabeça. O Gui me deixou cheia de vontade, com um tesão enorme por aquele pauzão duro e jovem. Eu sabia que, se ele tivesse uma chance sozinho comigo, ele ia me foder, ia gozar litros na minha boca e na minha bucetinha apertada.


Minha relação com Thaís continuava a mesma coisa. Eu só estava evitando ao máximo ir à casa dela. Thaís me confessou que estava com desconfiança de que Marcelo estava traindo ela. Ela me pediu para ajudar, armou um plano e me explicou como seria.


— Amiga, o Marcelo te ama e parece ser fiel a você — falei.

— Amiga, preciso de um favor seu. Eu preciso pegar o Marcelo no flagra — disse Thaís.

— Claro, amiga. Pode falar.

— Então, amiga, sabe aquele pub que a gente frequenta?

— Sei, amiga.

— Vou chamar ele pra ir lá, e vou inventar uma desculpa que tenho que ir embora, e você fica com ele. Na hora que ele sair sozinho, você me liga.

— Ain, amiga, será que vai dar certo?


Eu já tava com frio na barriga só de pensar em ficar sozinha com Marcelo. Não ia prestar.


— Vai sim, amiga. Não vai ter erro.

— Tá bom, amiga. Vou te ajudar.


Os dias passaram, e no dia marcado peguei meu carro e fui até o pub. Cheguei e Thaís e Marcelo já estavam lá. Cumprimentei eles, e começamos a beber e bater papo. Logo Thaís disse que queria ir embora.


— Amor, quero ir embora. Tô morrendo de dor de cabeça — disse Thaís.

— Poxa, amor, vamos ficar mais um pouco. Aqui tá super legal. Acabamos de chegar — disse Marcelo.

— Você volta e fica aqui com a Dai.

— Vou ficar em casa, amor. Não vou te deixar sozinha se sentindo mal.

— É sério, amor. Pode voltar. Confio em você.

— Thaís, se quiser a gente marca outro dia. Melhor todos irmos embora — falei.

— Não, amiga. O Marcelo vai voltar e te fazer companhia.

— Tá bom, amor. Então vamos, Daiane. Já volto.


Thaís deu uma piscadinha de olho pra mim, e eles foram.


Não demorou e Marcelo voltou, e já veio olhando com aquela cara de safado pra mim.


— Estranho a Thaís querer ir embora assim do nada, né, Daiane? — disse Marcelo.

— Às vezes ela tava com muita dor.

— Mas vamos deixar ela pra lá. Quer beber o quê?

— Quero uma taça de vinho.

— Boa escolha. Vou pedir duas.


Marcelo chamou o garçom, que nos trouxe duas taças de vinho. O papo com ele tava ótimo, o vinho estava uma delícia, e o fogo na buceta estava grande.


— Sabe, Dai, sempre penso naquela madrugada. Como foi gostoso — disse Marcelo.

— Confesso, Marcelo, foi uma delícia mesmo, mas ficou naquele dia. E é melhor assim.

— Pô, Dai, se foi tão bom, por que a gente não repete a dose? Hoje é o dia perfeito. Estamos sozinhos. Não vamos ter outra chance.

— Você é muito safado, e sua mulher como fica? Não, Marcelo. Não vai rolar.

— Qual é, Daiane? Só dessa vez. Vamos.

— Não, Marcelo.

— Vamos dar uma volta. Vamos conversar em outro lugar.

— Outro lugar onde?

— Vamos dar uma volta de carro. Você vai no seu até sua casa, e depois vamos no meu. O que você acha?

— Tá bom, pode ser, mas não vai tentar nada. Só vamos conversar.

— Claro. Pode confiar.


Marcelo então pagou a conta e saímos. Peguei meu carro, dirigi até minha casa, e depois entrei no dele. Fomos conversando, e ele me levou até o alto da cidade, onde quase não tinha movimento. Saímos do carro e sentamos num banco.


— Então, Daiane, vamos falar sobre o que? — disse Marcelo.

— Você me trouxe aqui. Você começa.

— Daiane, te trouxe aqui porque queria ficar a sós com você, conversar e te fazer um pedido.

— Olha lá o que vai pedir, Marcelo.

— Dai, você sabe que eu e Thaís não estamos bem. Nossa vida sexual quase não existe mais. E tem uma coisa que eu e Thaís sempre fazíamos, que era sair e dar uns amassos, beijar bastante.

— Fala o que você quer, Marcelo.

— Então, Dai, queria saber se você me ajuda com isso. Só uns beijos e nada mais.

— Ain, Marcelo, não sei. Tenho medo de um dia a Thaís descobrir e nossa amizade acabar.

— Só uns beijos. Te juro.


Marcelo disse isso e me deu um beijo. Recuei e neguei.


— Marcelo, para. Melhor não.

Ele veio e me beijou de novo. O beijo dele é uma delícia. Eu me entregava naquele beijo. Marcelo passava as mãos nas minhas coxas e tentava enfiar a mão dentro da minha saia. Eu sempre tirava a mão dele. A pegação tava ficando quente. Nisso, meu celular toca. Era Thaís. Demorei pra atender. Falei com Marcelo pra ficar quieto, me afastei dele um pouco e atendi.


— Oi, Thaís — falei.

— E aí, amiga? Novidade?

— Nada ainda, amiga. Ele só tá bebendo.

— Você tá onde? Tá sem música.

— Éeh... Eu tô com um boy, amiga. Vim dar uns beijos.

— Não demora aí, amiga. Volta pra lá. Aquele safado deve tá doido pra meter. Já tem uns dias que a gente não transa.

— Já tô voltando, amiga. Beijos.


Voltei para perto do Marcelo, com o pensamento naquele saco cheio de porra, doido pra jorrar pra fora. Sentei ao lado dele e falei:


— Marcelo, melhor a gente ir. Estamos indo muito longe, e o seu... Seu... Pau já tá muito duro.

— Dai, vamos ficar só mais um pouquinho. A gente vai. E meu pau não vai abaixar se eu não gozar, hahaha.

— Então ele não vai abaixar, porque não posso fazer nada.

— Dai, vamos continuar dentro do carro. Lá é melhor e não tem ninguém passando.

— Tá bom. Vamos, mas só beijar. E já vamos embora.

— Só beijar.


Entramos no carro. Ele reclinou o banco traseiro e pediu pra eu deitar em cima dele. Ia ser melhor por causa do espaço. Subi em cima dele e falei:


— Marcelo, só um pouco. E sem tocar na minha bunda.

— Tá bom, Daiane. Agora vem. Deixa eu te beijar.


Voltamos a nos beijar intensamente. O pau dele tava forçando na minha coxa, de tão duro que estava. Ele então, com um movimento, levantou minha saia até a cintura e deu um tapa na minha bundona negra. Tentei abaixar minha saia, mas foi em vão. Ele apertava minha bunda com vontade. O tesão já tava enorme. Ele então colocou minha calcinha de lado e dedilhava meu cuzinho apertado, apertava minha bunda, dava tapas. Eu gemia instintivamente. Eu já tava cheia de tesão. Ele então abriu a calça, tirou aquele pauzão pra fora, e começou a sarrar o pau no meio das minhas coxas. A gente se beijava enquanto ele fodia minhas coxas. A cabeça do pau do Marcelo pincelava minha bucetinha. Eu gemia como uma puta que me tornei. Ele tirou minha blusinha, deixou meus peitões soltinhos. Ele começou a chupar meus peitos, até estalava de tanta vontade que ele chupava. Tirei a camisa e a calça dele, deixei ele peladinho pra mim, e eu fiquei com saia na cintura e a calcinha de lado.


— Caralho, que bunda gostosa! Deixa eu foder sua bucetinha, Daiane — disse Marcelo.

— Aaiin, que tesão gostoso! Deixo, cachorro. Você tem camisinha?

— Não tenho, Daiane. Sou casado, lembra?

— Meu remédio acabou esses dias. Se você gozar dentro, posso engravidar.

— Eu tiro na hora de gozar. Juro.

— Então mete, safado! Fode minha bucetinha!


Dei uma levantada e fui sentando bem devagar. Senti aquela rola deliciosa entrando na minha buceta. Eu sentava até metade, sentava devagar. Eu sabia que Marcelo poderia encher minha buceta a qualquer momento. O tesão tava grande entre a gente. Marcelo me batia, me xingava. Eu gemia e sentava naquele pauzão delicioso, cavalgava igual uma puta. Nisso, meu celular toca de novo. Era Thaís. Não atendi a primeira ligação dela. Não demorou, ela ligou de novo. Fiz sinal para Marcelo ficar quieto e atendi:

— Alô, alô, Daiane? Alô, amiga — disse Thaís.

— ... Oi, Thaís... Pode falar.

— E aí, amiga? Alguma coisa?

— Nada, amiga. Ele já até foi. Agora tô com um boy dentro do meu carro.

— Nooossa, amiga! Me desculpa, então. Ele já deve tá chegando aqui. Beijos, amiga.

— Beijos, amiga.


Desliguei o celular e aumentei as sentadas. Marcelo começou a gemer, pedindo pra eu sentar devagar. Ele já tava quase gozando. Dei uma sentada forte e minha buceta engoliu a rola dele todinha, e ele falou:

— Aaah, caralho! Vou gozar! Ooooh!


Me levantei rápido e saí de cima dele. Ele gozou em cima da barriga dele igual um cavalo. Saiu muita porra. Eu olhava a porra saindo e ele gemendo, aquele homem gostoso deitado, gozando. Que delícia.


— Aaaaaaah! Ooooooh, que delícia, Daiane! Agora vem cá e limpa minha rola, sua vadia! — disse Marcelo.


Eu adorava ser tratada como puta, e ajoelhei no meio das pernas dele, e chupei aquele pau todo gozado. Limpei todinho com a minha língua. O safado me fazia engolir o pauzão dele todinho. Eu babava naquele pau, siriricava minha buceta com força. Eu precisava gozar. Tava com muito tesão. Marcelo tirou o pau da minha boca e me deitou. Me deu um banho de língua com aquela boca maravilhosa. Minha buceta raspadinha latejava de tesão. Eu já não segurava os gemidos, gemia alto, pedindo pra ele chupar minha buceta. Que tesão que eu tava. Ele me colocou de quatro e continuou chupando minha buceta ensopada. Ele enfiou um dedo no meu cuzinho, e empinei minha bunda. Ele entendeu o recado e enfiou mais um dedo. Eu pedi baixinho:

— Mete...


Marcelo se levantou, enfiou o pau na minha buceta. Eu saí e falei com ele:


— Fode meu cuzinho!

— Caralho! Não acredito que você vai me dar bunda!


Ele pegou a baba da minha buceta e passou no meu cu, e no pau dele, e começou a enfiar. Eu gritava de dor. O pau do Marcelo é muito grande, tava me rasgando toda. Ele segurou firme nas ancas da minha bunda e aumentou as metidas no meu cuzinho apertado.


— Aaaiin, meu cu! Aaaain, meu cuzinho! Tá me rasgando! Aiiinn! — gemi.

— Geme, puta! Toma pau no seu cu apertado! Toma, vagabunda! — disse Marcelo.

— Devagar, Marcelo! Tá doendo! Aaaaiiin, meu cuzinho!

— Devagar o caralho! Você é puta! Você aguenta!


As socadas no meu cuzinho só aumentavam. Marcelo parecia que ia entrar em mim de tão forte que ele metia no meu cu. Comecei uma siririca na minha buceta ensopada. Eu gemia e pedia pra ele foder, e tocava minha buceta. Não aguentei muito tempo e falei:

— Fode meu cu, safado! Fode que eu vou gozar! Aaiin! Fode, vai!

— Goza, vagabunda! Goza dando o cuzinho! Goza, puta!

— Aaaiinn, eu vou gozar! Aaaiin! Aaaiinnn! Aaaiin, tô gozando! Fode meu cu, FDP!


E eu gozei espirrando pela buceta e sujei o saco dele todo com minha gozada. Ele aumentou as estocadas e gozou no meu cu.


— Caralho, que delícia de cu! Toma meu leite, sua puta! Que tesão você gozando assim, pqp! — disse Marcelo.

— Nossa, Marcelo, que delícia de foda! Acho que vou querer mais.

— Vai ter mais, sua puta! Esse cuzinho é uma delícia, pqp!

— Safado! Gostou de foder meu cu, né? Agora se veste. Vamos embora.


Nós nos vestimos. Marcelo me deixou em casa. Nos beijamos dentro do carro, e ele me perguntou:

— Quando vai ser a próxima, gostosa?

— Assim que a gente tiver uma chance. Pode deixar que eu vou dar um jeito. Agora vai lá e fala com a Thaís que eu saí com um carinha.


Demos mais um beijo muito gostoso, e eu desci do carro e entrei em casa.


Marcelo e eu nos tornamos amantes. Quase todos os dias ele passava na minha casa e fodia minha buceta e meu cuzinho. Marcelo sabia como me foder e manter nossa traição em sigilo.


Thaís, minha “amiga”, não desconfiava que eu era amante de seu marido, mas desconfiava que Marcelo estava a traindo.


Marcelo estava na minha casa, e depois de mais uma foda deliciosa, estávamos comendo e conversando.


— Dai, tô gostando cada vez mais de você — disse Marcelo.

— Eu também estou, mas não quero que Thaís descubra o que estamos fazendo.

— Já pensei várias vezes em me separar e ficar com você.

— Não, Marcelo. Isso não. Thaís ama você. Nunca iria me perdoar se vocês se separassem.

— Tudo bem. Vamos continuar como estamos, então.


Marcelo se vestiu, nos beijamos e ele saiu em direção à sua casa, foi embora para Thaís, sua esposa.


No fim de semana seguinte, Thaís me ligou. Era um sábado de manhã. Ela me chamou pra ir para o sítio de seus pais, que ficava em outra cidade. Pensei um pouco e aceitei. Arrumiei minha mala, peguei meu carro e fui até a casa deles. Parei e Gui veio até a porta me receber.


— Oi, Dai! Que bom que você vai. Vai ser bem legal. Entra, minha mãe tá lá dentro — disse Gui.

— Oi, Gui. Vai sim. Vai ser bem divertido.


Entrei. Gui fechou a porta e veio atrás de mim. Eu sentia que ele tava me olhando. Eu vestia um vestidinho florido e uma de minhas calcinhas minúsculas. E minha bunda, como é grande, engolia ela toda, e minha bunda ficava soltinha. Cada passo, ela balançava como eu rebolava. Gui não resistiu e soltou baixinho: “Que delícia”. Olhei pra trás e perguntei:

— Disse alguma coisa, Gui?

— Não, Dai. Pensei alto. Não é nada, rsrs.

— Ah, sim. Achei que tivesse escutado alguma coisa, rsrs.


Gui apenas riu sem graça. Thaís veio ao meu encontro, juntamente com Marcelo, que me cumprimentou apenas com a cabeça, e Thaís me abraçou toda feliz por ter aceitado seu convite.


— Que bom que você vai, amiga! — disse Thaís.

— Somos amigas, Thaís. Vamos nos divertir.

— Lá tem muitos lugares legais, Dai.

— Doida pra conhecer todos.


Marcelo achou melhor irmos todos no mesmo carro. Seria melhor e íamos economizar mais.


Arrumamos tudo no carro e fomos em direção ao sítio. Marcelo e Thaís foram na frente, e Gui e eu fomos no banco de trás. Gui não parava de encarar minhas coxas. Eu, percebendo, fiz um sinal pra ele parar. Ele ficou mais comportado, e a viagem seguiu tranquila. Depois de mais ou menos duas horas de viagem, chegamos ao sítio. O lugar era lindo e calmo.


Entramos na casa, e os pais de Thaís vieram nos recepcionar. Nos cumprimentamos, conversamos um pouco. Eles eram muito agradáveis. Thaís então foi me mostrar onde eu iria dormir.


— Dai, aqui é o quarto que você vai ficar. O meu é logo aqui do lado — disse Thaís.

— Obrigada, amiga. Tá ótimo esse quarto.

— Guilherme vai dormir na sala com meu irmão.

— Tá bem, amiga. A noite vai ter alguma coisa?

— Amiga, acho que o Marcelo comprou carne.

— Legal. Bom que a gente vai se interagindo.


Ajeitei minhas coisas, e como estava muito calor, resolvi tomar um banho e colocar uma roupa mais fresca. Peguei uma calça minha de florzinhas, dessas soltinha, e cropped, que realça bem meus peitões, e minha barriguinha fica de fora. Tomei banho e me vesti, e fui em direção ao pessoal. Todos me olharam com cara de espanto (modéstia à parte, eu tava muito gostosa). Marcelo parecia um leão faminto me olhando. Me sentei perto de Thaís e ficamos bebendo e conversando. As horas foram passando, a bebida subindo, e Gui colocou uns funks legais pra se dançar. Eu dançava bem tranquila até então. Nisso, Flávio, irmão de Thaís, veio até mim e começou me xavecar. O safado era bom de papo, além de ser muito bonito. Olhei para o Marcelo, que estava com cara de bravo, olhando pra nós dois conversando.


Flávio começou a dançar comigo e dava umas sarradas na minha bunda. Ele não parecia ser bem dotado, mas tava com o pau bem duro. Não vou negar: meu lado puta já tava falando mais alto. Flávio me pegou pela mão e me levou para os fundos da casa, e começamos a nos beijar. Um amasso bem gostoso. Ele apertava minha bunda com gosto. Peguei o pau dele por cima da bermuda que ele vestia. Não era enorme, mas tinha um bom tamanho. Ele abaixou minha blusa e mamou meus peitões. Abaixei a bermuda dele e comecei a bater uma punheta pra ele. A gente se beijava. Tava uma delícia aquele amasso que a gente dava. Me ajoelhei e comecei a mamar o pau de Flávio. Ele se contorcia de tesão. Eu mamava forte. Eu já siriricava minha buceta com vontade de dar. Olhei para o rosto dele: ele já estava com os olhos fechados.


— Flávio, quero meter. Vamos pra algum lugar — falei.

— Daiane, continua chupando, sua vagabunda. Depois a gente vai.

— Tô com tesão. Mete na minha buceta.

— Caralho, vou gozar.

— Segura, Flávio. Preciso ser comida.

— Toma, piranha! Bebe minha porra, cachorra boqueteira!


Flávio soltou uma leitada na minha garganta, e eu engoli tudo, mas fiquei puta da vida e cheia de tesão.


— Porra, Flávio! Por que você não avisou que ia gozar?

— Você gostou. Engoliu tudo, sua safada.

— Tô cheia de tesão. Tô com minha buceta pegando fogo. Me come, Flávio.

— Agora não. Vamos voltar pra festa, onde o pessoal tá.

— Você é um idiota. Não fala mais comigo.


Nos recompomos e voltamos pra junto do pessoal. Flávio todo sorridente e satisfeito, e eu cheia de tesão, puta da vida, olhando para Marcelo e Thaís dando um amasso. Não demorou, eles saíram. Disseram que iam dormir, mas sabia que iam meter. Marcelo é incansável na foda. Certeza que Thaís ia sofrer naquele pauzão, e eu ia ficar ouvindo na siririca, cheia de tesão. Flávio tentou se aproximar de mim de novo, mas cortei ele. Ele me chamou de puta boqueteira. Fiquei puta e fui pra cima dele. Fui contida por Gui e seu primo Juan. Entrei, fui para meu quarto e tranquei a porta. Chorei de raiva, enquanto escutava Thaís gemendo e Marcelo socando forte nela. Certo momento, escutei um urro alto e um tapa estalado. Marcelo estava gozando. Dei graças a Deus: eles iriam dormir. Engano meu. Escutei Marcelo aumentando as estocadas em Thaís, e ela que gozou dessa vez. Marcelo era um cavalo, literalmente. Me levantei e fui tomar banho pra dormir.


Do lado de fora, ainda rolava música alta e bebedeira. Liguei o chuveiro e relaxei. Tomei um bom banho demorado. Depois, vesti um pijama bem comportado que eu levei e fui me deitar.


Acordei bem cedo e fui tomar café. Dei de cara com o babaca do Flávio.

— Daiane, me desculpa por ontem. Eu tava bêbado — disse Flávio.

— Vai se foder, seu otário. Não fala comigo.

— Vamos conversar. Vamos dar uma volta e se resolver.


Em silêncio, peguei uma xícara e tomei café. Os pais de Thaís também vieram comer. Conversamos um pouco, e logo depois fui me trocar e arrumar minha mala. Eu iria embora. Não ia ficar no mesmo lugar que aquele imbecil.


Thaís acordou mais tarde, e eu já estava arrumada pra ir embora.


— Onde você vai, amiga? — disse Thaís.

— Thaís, vou embora. Não vou ficar no mesmo lugar que seu irmão. Ele me falou coisas horríveis ontem. Nem quero me lembrar.

— Aquele traste fez isso com você? Me desculpa, amiga. Por favor, fica?

— Amiga, te agradeço muito, mas não vou ficar mesmo. Fiquei com muita raiva dele.

— Como você vai embora?

— Amiga, se importa do Marcelo ou o Gui me levar?

— Claro que não, amiga. Vou chamar o Guilherme pra te levar.

— Tá bom, amiga. Obrigada.


Meus planos de foder com Marcelo foram por água abaixo, mas só de ficar longe de Flávio já me deixava aliviada.


Gui rapidamente se levantou e veio pra me levar, e Thaís me fez um pedido que me deixou com a buceta piscando.


— Amiga, você se importa do Guilherme dormir na sua casa hoje? Ele tem uma festa pra ir — disse Thaís.

— Claro, amiga. Pode dormir sim. Vou cuidar dele.

— Obrigada, amiga. Boa viagem.

— Tchau, amiga.

— Beijo, mãe. Amo você — disse Gui.


Seguimos viagem, e no caminho não conversamos sobre nada demais. Paramos pra almoçar, comemos, rimos, nos divertimos. Eu já até tinha esquecido o que tinha acontecido na noite anterior. Continuamos a viagem e chegamos na casa deles. Gui guardou o carro, e fomos no meu para minha casa.


Entramos, e falei com ele pra se ajeitar e dormir no sofá, como da outra vez. Ele então me confessou que não iria em festa, que queria vir embora, me fazer companhia, pois não tinha achado justo o que seu tio fez comigo. Agradeci e dei um abraço nele. Passei a tarde em meu quarto, arrumando umas coisas, e ele ficou na sala mexendo na internet. A noite chegou. Fui tomar banho e fui ver como ele estava, e avisei que ia tomar banho, e disse pra depois ele fazer o mesmo. Tomei meu banho e fui fazer alguma coisa pra comer. Estava na cozinha, e Gui chegou e disse que queria ver um filme.


— Dai, o que você acha de a gente ver um filme? — disse Gui.

— Claro, Gui. Boa ideia.

— Vou escolhendo, então, e te espero.

— Vou fazendo uma pipoca pra nós.


Eu estava vestida com um shortinho de malhar e camisetinha sem sutiã, bem à vontade. Fiz pipoca e fui ao encontro de Gui. Ele, que até então não tinha me provocado em nada, estava sem camisa e de bermuda, sentado no meu sofá todo despojado.


— E aí, Gui? Escolheu? — falei.

— Escolhi esse: 50 Tons de Cinza. Pode ser?

— Pode sim.


Minha barriga tinha gelado. Sabia que esse filme se passava muita cenas picantes. Me sentei perto dele e começamos a ver o filme, comíamos e víamos o filme, até que apareceu a primeira cena de sexo, e Gui fez um comentário.


— Dai, você gosta de apanhar na hora do sexo? — disse Gui.

— Menino, isso não é pergunta que se faça, mas assim não. Gosto de levar uns tapinhas, mas apanhar assim não.

— Me tira uma dúvida?

— Fala, mas olha lá, hein.

— Aquele dia aqui na sua casa, no seu banheiro, você ia dar pra mim?

— Gui, não devia fazer isso, mas provavelmente sim. Eu fiquei com vontade de dar pra você aquele dia, mas hoje já passou.

— Posso deitar minha cabeça na sua perna?

— Pode sim, mas só deitar. Não vai tentar nada, porque não vai rolar.


Gui deitou nas minhas coxas, com a cabeça colada na minha buceta. Empurrei a cabeça dele pra baixo, e continuamos vendo o filme. De vez em quando, Gui apertava o pauzão por cima da bermuda e olhava pra mim. Eu fingia que não estava vendo e que estava concentrada no filme.


— Dai, por que tá quente aqui embaixo? — disse Gui.

— Porque tá calor, menino. Vê o filme.

— Meu sonho é te chupar. Sentir como sua buceta é quente.

— Melhor a gente dormir. Te disse pra não começar com esses assuntos.


Me levantei, dei boa noite pra ele e fui dormir. Entrei, fechei a porta do quarto, mas não tranquei. Troquei de roupa, vesti apenas uma camisolinha que eu tenho. Me sinto uma puta vestindo ela. Tava cheia de tesão e comecei a tocar minha buceta, que, como disse o Gui, estava quente. Na verdade, fervendo de vontade, doida pra levar vara. Eu gemia baixinho, enfiava meus dedos na minha buceta gulosa por pica. Minha buceta babava. Fiquei de quatro e siriricava minha buceta. Eu já não controlava meus gemidos. Nisso, a porta se abre. Era Gui.


— Que se foda! Vou chupar essa buceta é hoje! — disse Gui.

— Não, Gui! Sai daqui. Só tô carente.

— Vou fazer gozar, sua rabuda gostosa.

— Ai, meu Deus! Então chupa, vai! Chupa minha bucetinha!


Gui caiu de boca na minha buceta e no meu cuzinho. Eu de quatro, toda empinada. Ele chupava com gosto minha buceta, enfiava a língua, enfiou um dedo no meu cuzinho. Ele me deitou na cama com as pernas abertas. Gui já tava pelado, com aquele pau enorme, duro como pedra. Ele continuou me dando um banho de língua. Eu gemia como puta. Ele então se deitou na cama e me colocou pra mamar aquela jeba enorme. Eu mamei como se fosse uma mamadeira cheia de leite. Paguei um boquete que aquele pauzão merecia. Chupei, engoli, mordi, chupei o saco dele. Ele fodeu minha boca. Que delícia aquele pau. Como tava gostando sentir a cabeçona daquele pauzão na minha garganta. Ele gemia, batia com pau na minha cara. Eu já tava com um tesão louco, então pedi o que Gui tanto sonhava e queria.


— Gui, fode minha buceta! Arregaça essa buceta, seu pauzudo safado! — falei.

— Não acredito que vou te foder, Dai!

— Vai, seu moleque safado! Me come!


Fiquei de quatro, com minha bundona toda empinada pra ele. Gui foi metendo na minha buceta. Eu instintivamente gozei no pau dele, tamanho era o meu tesão. Eu gritei alto na hora que gozei e empurrei minha bunda pra trás. Pauzão do Gui foi até o talo na minha buceta. Ele gemia e batia na minha bunda, me fodia com força.


— Mete, pauzudo! Vai! Arregaça essa buceta! Você não queria? Agora mete! Me fode, safado! — gemi.

— Caralho, sua mulata gostosa! Sua buceta é muito quente! Vou acabar gozando!

— Segura essa gozada, seu puto! Você não disse que ia me dar uma surra de pica? Fode, vai! Me dá esse pau! Mete esse pauzão na minha buceta!

— Aaai, caralho! Devagar, Dai! Não tá dando pra segurar. Assim eu vou gozar!


Eu dava bundada no pau dele. Teve um momento que ele tirou pra não gozar. Deitei ele na cama e sentei naquele pauzão. Comecei sentando devagar, pra ele não gozar, e aos poucos fui aumentando a sentada, aumentando a quicada naquele pau duro. Eu quicava e meus peitões balançavam na cara dele. Ele gemia, parecia não acreditar que tava me comendo, que tava fodendo a amiga da mãe dele. Eu sentava, ele batia na minha bunda.


— Bate, vai, cachorro! Bate nessa bunda que todo mundo quer foder! — gemi.

— Aaiai! Oooh! Caralho, Daiane! Eu vou gozar!

— Vai gozar é o caralho! Segura, safado! Segura que foder muito esse pau!

— Não tá dando, Dai! Vou gozar! Aaaaaaaah, caralho! Tô gozando! Que buceta deliciosa! Aaaaaaah, meu Deus! Caraaalho!

— Caralho, Gui! Você encheu minha buceta, seu cachorro! E aí, gostou?

— Eu adorei! Quero mais! Vamos tomar banho.

— Vamos, Gui. Também vou querer mais desse pauzão.


Nós nos levantamos e fomos para o banheiro. Começamos a tomar banho e nos acariciar. Aquele pirocudo novinho, todo depilado, doido pra judiar da minha buceta. Aquele menino lindo, filho da minha melhor amiga, filho do meu amante, tinha acabado de me foder e já tava com a jeba dura de novo, cutucando meu bundão. Encostei ele na parede e comecei a rebolar no pau do Gui. Eu rebolava toda empinada, com minhas mãos no joelho. Em alguns momentos, olhava pra trás com cara de puta querendo vara. Ele me dava tapas, gemia, me xingava, segurava meu cabelo. Eu, como puta que sou, forçava minha bundona pra trás no pau dele. Parei de rebolar, me virei e começamos nos beijar. Um beijo quente, beijo molhado, aquele beijo gostoso. Eu punhetava o pauzão do Gui. Ele beijava meu pescoço, descia até meus peitos, chupava, mordia os biquinhos. Eu passava as mãos nos cabelos dele. O tesão aumentava cada vez mais.


— Gui, aai, safado! Dá leitinho pra sua puta! Deixa eu beber seu leite! — gemi.

— Chupa, vadia! Vou te dar minha porra, cachorra!

— Aaiin! Me xinga, vai, seu filho da puta pauzudo!

— Chupa, sua boqueteira vadia! Rabuda gostosa!

— Aaaiin! Isso! Bate com o pau na minha cara, vai, filho da puta! Aproveita, Gui! Judia de mim, cachorro!


Eu ajoelhada, mamando o pau do filho da minha melhor amiga. Eu tentava em vão engolir o pau dele todo. A cabeça do pau dele ia na minha garganta. Eu engasgava cada vez que batia na minha garganta. Ele gemia alto.


— Ooh, puta! Caraaalho, vadia! Meu tio acertou em falar. Como você é boqueteira, sua puta!

— Seu tio é um otário, mas ele encheu minha garganta de leite.

— Eu que vou encher sua boquinha, sua vadia! Você vai ficar viciada na minha rola!

— Vai, é? Quero ver, então! Me dá leite, vai, safado! Goza na minha boca!

— Chupa, puta! Sua mulata safada! Vadia! Vai, boqueteira! Mama, cachorra!

— Quero porra na garganta! Me dá, vai, seu pauzudo! Goza pra mim!


Gui já não estava aguentando. Eu já não chupava tanto mais, só fazia garganta profunda, engolia aquele pauzão quase todo. Minha buceta estava inchada de tão forte que eu siriricava ela. Gui, sem avisar, deu a primeira leitada na minha garganta. Um jato forte. No segundo jato, ele urrou alto. A gozada foi forte na minha boquinha de puta. Eu engoli a porra do Gui toda. Tirei o pau dele da minha boca pra conseguir engolir, sem desperdiçar nada. Ele me olhava com aquele rosto lindo, de quem teve a melhor gozada da vida. Eu sorrindo com cara de safada, olhei pra ele e perguntei:


— E aí? Já tinha gozado assim?

— Nunca, Dai! Que delícia! Nunca senti tanto tesão como hoje.

— Rsrs, safado! Você tá me deixando louca, menino. Como pode? Você é muito novinho e sabe usar muito bem essa ferramenta que tem entre as pernas.

— Haha, você é um tesão, Dai!


Tomamos nosso banho juntinhos e fomos pra cama. Gui, dessa vez, me deu uma verdadeira surra de pica.


— Ai, meu cu, Gui! Ai, meu cuzinho! Mete devagar! — gemi.

— Chora na pica, cachorra! Te disse que ia te dar uma surra de pica, vadia!

— Aaaiin, meu cuzinho! Aaaiin! Goza, vai! Enche meu cuzinho de porra!


Eu chorava e gemia. Eu já tinha gozado duas vezes no pau do Gui. Ele metia incansavelmente no meu cuzinho, que nessa altura ardia de tanto ser comido. Minha bucetinha babava de tanto tesão nela. Gui anunciou seu gozo.


— Aaah! Vou gozar nesse cu apertado!


Eu apertei meu grelinho enquanto sentia meu cu ser enchido de porra quente, e gozei mais uma vez sentindo a gozada do Gui no meu cuzinho. Gui caiu deitado do meu lado. Também me deitei. Ele deu um tapa na minha bunda. Estávamos exaustos. O quarto exalava sexo. A porra do Gui saía do meu cuzinho, que se contraía da surra de pica que ele acabou de levar. Olhei para o relógio: eram 5:30 da manhã. Nós metemos a noite inteira. Caímos no sono.


Acordei antes de Gui. Tomei um bom banho, bem demorado. Meu cuzinho tava sensível e bem aberto. Minha bucetinha bem vermelha. Realmente, Gui tinha me dado uma surra de pica. Acabei meu banho e vesti apenas um roupão de seda. Fui fazer café. Gui se levantou, me abraçou por trás. Senti o pau duro dele me roçando, doido pra me foder de novo. Minha buceta queria mais do pau dele, mas achei melhor não meter. Eu estava exausta. Minha bucetinha esfolada de tanta pirocada que levou.


— Para, safado! Vamos comer, e depois você vai embora. Seus pais voltam hoje — falei.

— Ah, Dai! Deixa eu foder você de novo!

— Não, Gui. Tô toda ardida. Você acabou comigo, rs.

— Vou tomar banho, Dai. Já volto pra comer.


Comecei a tomar meu café, e logo depois fui me vestir. Vesti um shortinho com uma camisetinha sem sutiã. Gui já estava vestido também e comendo.


— Gui, vou te deixar em casa. Seus pais já devem estar chegando — falei.

— Tá bom, Dai. Quando vamos repetir a dose? Adorei nossa noite.

— Vamos ver, Gui. Quando a gente tiver uma chance, a gente faz de novo. Confesso que também adorei.

— Dai, paga um boquete rapidinho pra mim. Adorei ver você bebendo meu leite.

— Haha, safado! Promete que vai gozar rápido?

— Prometo.


Gui já abaixou seu short. Aquele pauzão saltou pra fora. Me ajoelhei entre as pernas dele e comecei a chupar. Ele segurava meu rabo de cavalo que eu estava usando, e eu babava naquele pau gostoso. Não demorou: ele forçou minha cabeça e segurou, fazendo a cabeça do pau dele ir na minha garganta, e gozou. Gozou gostoso, encheu minha garganta de porra. Eu, como puta que eu sou, engoli tudinho, e fui tirando o pau da minha boca bem devagar. Dei mais umas mamadas e me levantei. Ele deu um tapinha no meu rosto e um beijo demorado. Senti uma coisa estranha naquele beijo. Uma coisa boa de se sentir. Parecia que eu estava gostando do Gui, gostando do seu beijo. Será que eu estava me apaixonando?


Eu, uma mulher de 30 anos, me apaixonando por um menino com seus 18 anos recém completados, e filho da minha melhor amiga. Isso é loucura, mas poderia acontecer. Saí dos braços dele, olhei pra ele e disse pra ele pegar suas coisas.


Entramos no carro, e fui levar ele em casa. No carro, a gente se falou bastante, conversamos de várias coisas. Chegamos. Ele me deu um estalinho na boca, como se fossemos namorados, e saiu do carro.


Voltei pra minha casa e fiquei muito pensativa. Gui estava mexendo comigo. E se ele soubesse que o pai dele também me come? E se Marcelo descobrisse que seu filho me deu uma surra de pica? E Thaís, minha melhor amiga, como ela vai ficar nessa história?


Continua…


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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
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Nome do conto:
Sou Uma Esposa Rabuda e Insaciável – Parte 4

Codigo do conto:
264170

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
10/06/2026

Quant.de Votos:
4

Quant.de Fotos:
3