Minha Amiga Lésbica - Parte 2

Acordei por volta das 7h30. Maria e Fátima conversavam animadamente na cozinha. Levantei-me, ainda sonolenta, e fui falar com elas. Maria logo brincou, com um sorriso malicioso:

— Dormiu bem ou acordou com algum barulho?...


As duas se entreolharam e caíram na risada.


Fiquei sem graça, com receio de que elas tivessem percebido que eu assisti tudo na noite anterior. Forcei uma risada e fui tomar banho para me arrumar para o trabalho.


Com o tempo de convivência, Maria foi ficando cada vez mais à vontade comigo. Começou a andar pela casa com roupas cada vez mais curtas, muitas vezes só de blusa e calcinha, ou apenas de sutiã e calcinha, circulando naturalmente pelos cômodos. Ela não se importava com nada. Mesmo assim, sempre respeitava quando Mateus vinha me visitar.


No início, eu me sentia um pouco incomodada por ela ser lésbica e morarmos só nós duas. Com o passar dos dias, aquilo foi se normalizando. Tanto que eu também comecei a andar pela casa só de calcinha e top, principalmente por causa do calor.


Nossa amizade foi se fortalecendo e logo surgiram brincadeiras mais ousadas. Maria começou a dar tapinhas na minha bunda. No começo achei estranho, mas logo entrei na brincadeira e retribuía. Com o tempo, os tapas foram ficando mais fortes, com apertões mais firmes e demorados. Confesso que aquilo começou a me provocar um leve arrepio de excitação.


Certa noite, cheguei do trabalho e Maria havia comprado vários engradados de cerveja. Começamos a beber enquanto assistíamos a um filme e conversávamos. Depois de quase duas horas, já tínhamos virado umas quinze cervejas e estávamos bem alteradas.


Não lembro exatamente como, mas o papo foi ficando mais íntimo. Entramos no assunto de sexo. Comecei a perguntar sobre a vida dela com homens e se ela sempre preferiu mulheres, trocando confidências. Em determinado momento, curiosa, perguntei como era o sexo entre mulheres, se era realmente bom, como funcionava o oral e outros detalhes.


Ela riu das minhas perguntas diretas e curiosas.


— Seu namorado não faz oral em você?

— Faz, mas não muito...

— Oxe… Por quê?

— Na verdade, o oral dele é meio ruim. Mas ele penetra muito bem.


Quando falei isso, ela deu um sorriso diferente, deu um longo gole na cerveja e, ao colocar o copo na mesa, de repente puxou minhas pernas e as abriu.


Assustei-me com o movimento inesperado. Ela me olhou e disse, em tom de brincadeira:— Pois agora vou te mostrar como é um oral de uma lésbica...


Passou a mão por cima da minha calça, pressionando de leve, depois encostou o rosto entre minhas pernas e mexeu a boca de forma exagerada, zoando como se estivesse fazendo um oral desajeitado.


Logo depois ela se levantou e caímos na gargalhada. Mesmo sabendo que era brincadeira, senti um calor subir pelo corpo e uma tensão diferente pairar no ar.


Continuamos bebendo e falando de intimidades. Ela me contou mais sobre sua vida sexual e deitou no sofá enquanto eu permanecia sentada, ouvindo atentamente. Em certo momento, Maria encostou os pés em mim. Logo os dois pés repousavam no meu colo. Comecei a fazer uma massagem sem maldade, até que ela comentou:

— Sabe, uma vez fiquei com uma menina que adorava beijar meus pés, tu acredita?


Com os pés dela no meu colo, resolvi retribuir a brincadeira anterior.


— Tipo assim? — perguntei, puxando um pé até minha boca e depositando beijos suaves.


No início ela riu, mas meus beijos foram ficando mais intensos, mais molhados, quase como chupadas. Maria parou de rir e me olhou com um sorriso que lentamente se transformou em mordidas no lábio inferior. Ela estava gostando.


Ela deslizava o pé pelo meu rosto e eu chupava seus dedos, olhando para ela com ar safado. Depois baixou os pés, soltamos uma risada, mas o clima entre nós havia mudado. Havia uma clara tensão sexual no ar. Como estava bastante bêbada, deixei as coisas seguirem seu curso.


Peguei mais cervejas e fomos para o quarto. A conversa evoluiu para o tema de masturbação. Ela falava como era bom transar com mulheres, pois elas sabiam exatamente onde e como tocar. Fiquei curiosa e perguntei o que tinha de diferente, já que achava que era algo simples e lógico.


Maria, que estava deitada, sentou-se na cama e disse:

— Tá ok! Vou te mostrar como eu faço pra você ver como é tocar uma mulher de verdade.

— Como assim? Aqui? Agora? — perguntei, com os olhos arregalados.


Ela colocou o copo no chão e insistiu:

— É! Anda, deixa de bobagem. Não é nada demais. E vou até te ajudar, relaxa...


A forma como ela falou me fez sentir uma boba por hesitar. Um pouco receosa, acabei concordando:

— Tá… Tá bem então...


Ela puxou a cadeira de rodinhas, colocou de frente para o espelho do quarto e falou:— Vem, baixa a roupa e senta no meu colo pra eu te mostrar...
Hesitei, envergonhada.


— Olha, Maria… Não sei não… Não sei se é uma boa ideia...


Mesmo sentindo excitação, estava desconfortável. Ela riu e insistiu:

— Anda, mulher. Deixa disso. Não vou fazer nada demais, só te mostrar e pronto.


Respirei fundo, baixei a calça, fiquei só de camisa e calcinha e me sentei no colo dela. Assim que me acomodei, Maria puxou minhas pernas, abrindo-as bem. Meu corpo inclinou para trás, ficando deitado sobre o dela.


Ela me entregou o celular e mandou eu filmar para ver depois. Tensa, comecei a gravar. Maria puxou minha calcinha para o lado e começou a me tocar com os dedos habilidosos.


Com a boca colada no meu ouvido, ela ia sussurrando cada movimento enquanto apertava meus seios. Eu tentava manter o celular firme, mas era difícil. Minha cabeça caiu para trás e comecei a gemer baixinho. Os dedos dela eram precisos, experientes. Ela falava safadezas no meu ouvido e eu gemia cada vez mais alto, sentindo o prazer crescer rapidamente.


Quando o orgasmo veio, foi intenso. Esqueci completamente o celular e gozei com força, esguichando contra o espelho. Continuei tremendo no colo dela, tendo vários espasmos seguidos. Ela conseguiu me fazer gozar várias vezes.


Exausta e envergonhada, deitei a cabeça no ombro dela. Maria, com tom sacana e divertido, sussurrou:

— E aí, falei que era gostoso… Hahaha!


Levantei-me com o corpo ainda trêmulo e sensível. Ela percebeu meu constrangimento e rapidamente mudou de assunto para algo leve, me ajudando a relaxar.


Lavei a bagunça que fiz no espelho, me arrumei e fomos dormir. Deitei na minha cama, ela na dela. Naquela noite, fiquei muito tempo acordada, relembrando cada segundo e me segurando para não puxar conversa sobre o que havia acontecido.


No dia seguinte, quando cheguei do trabalho, Maria já estava arrumada para sair e me convidou para ir junto. Disse que ia encontrar uma turma do trabalho dela para beber. Embora não estivesse muito animada, a vontade de relaxar falou mais alto. Tomei banho, me arrumei rápido e saímos.


Chegamos em um bar que mais parecia uma boate, com luzes baixas e um DJ prestes a começar. Os amigos de Maria estavam do lado de fora. Ela me apresentou e nos juntamos a eles. Bebemos e conversamos por quase duas horas. Quando a música começou a tocar dentro do bar, resolvemos entrar e pegar uma mesa.


Ao me levantar, já senti o efeito da bebida. Dentro do bar, algumas pessoas foram dançar e fiquei na mesa com Maria. Percebi que ela também estava bem alterada. Tocava minha coxa, passava a mão no meu ombro e me abraçava mais que o normal. Retribuía os toques sem pensar muito.


Uma amiga dela brincou dizendo que parecíamos um casal. Maria, para zoar, respondeu:
— É, a gente se pega direto, né não, gostosa?


Virei para ela, vi o sorriso e entrei na brincadeira:
— Claro que sim, minha tesuda!


Maria passou um pouco do ponto. Aproximou o rosto do meu e disse:
— Vem cá pra eu te dar um beijo de amooor...


Colocou a língua para fora de forma exagerada. Eu fiz o mesmo. Nossas línguas se encostaram e, de repente, ela começou a chupar minha língua de um jeito mais intenso e quente.


Rimos com o pessoal, mas senti um calor subir pelo corpo com aquele contato.


Não demorou muito e Maria me chamou para dançar. Começamos a dançar uma de frente para a outra. Aos poucos, fomos nos aproximando até ficarmos coladas. O clima esquentou e, sem planejar, começamos a nos beijar de verdade.


No meio do beijo, ela puxou minha camiseta para o lado, expondo um dos meus seios, e começou a apertá-lo. Eu estava tão envolvida que nem me importei que estava à mostra. Uma amiga dela gritou:
— ORRA!!!!


Paramos o beijo, eu ajeitei a roupa rapidamente e caímos na risada. Fiquei tensa, mas extremamente excitada.


Ficamos mais um tempo no bar até que resolvemos ir embora. Voltamos de carro com uma amiga dela. Quando chegamos em casa e ficamos sozinhas, o clima ficou carregado pelo que havia acontecido na boate. Eu ainda estava bastante bêbada e excitada.


Maria falou, com a voz arrastada:
— Ai, Geovana… tô muito tonta...


Eu respondi que estava igual. Então ela sugeriu, tirando a roupa ali mesmo:
— Vem tomar banho comigo, assim eu te seguro pra não cair e você me segura. Hahaha!


Entrei no banheiro com ela. Estava envergonhada, mas a bebida ajudava. Brincamos jogando água uma na outra, e fui perdendo a vergonha. Ela pegou o sabonete e começou a passar no meu corpo, colando-se a mim.


Nossos olhares se encontraram, sérios e carregados. Começamos a nos beijar com desejo, abraçando e roçando os corpos molhados.


Desligamos o chuveiro e, ainda molhadas, fomos para o quarto. Deitamos na cama e continuamos nos beijando e nos tocando. Logo ela mudou de posição, cruzou as pernas com as minhas e, pela primeira vez, senti a boceta quente e molhada de outra mulher encostando na minha.


Maria segurava minha bunda, puxando-me mais contra ela. Eu rebolava instintivamente, esfregando-me nela. Era uma sensação estranha, nova e extremamente prazerosa. Meu corpo tremia, meus olhos reviravam. Ela me olhava e via o quanto eu estava gostando.


Não demorou muito e gozamos juntas, com força. Ficamos na mesma posição, respirando pesadamente, corpos suados e colados. Na minha cabeça tudo girava — a bebida, o que havia acontecido, a loucura daquela noite. Aos poucos, um alívio profundo tomou conta de mim. Minhas pálpebras foram ficando pesadas e, sem perceber, adormeci.


Continua…


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Sussurro Proibido

Foto 1 do Conto erotico: Minha Amiga Lésbica - Parte 2

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Ficha do conto

Foto Perfil sussurroproibido
sussurroproibido

Nome do conto:
Minha Amiga Lésbica - Parte 2

Codigo do conto:
262032

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
14/05/2026

Quant.de Votos:
2

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