No final de semana que se seguiu, Camila estava bem fogosa. Transamos em vários momentos durante o dia e a noite, com um boquete mais delicioso que o outro. Na maioria das vezes, ela me pedia para comer seu cuzinho e, claro, eu não poderia negar aquele pedido, já que raramente isso acontecia.
Apesar dos ciúmes quando lembrava que ela ficou cara a cara com o pau de Pedro na casa dele e depois desfilou peladinha para o professor — mesmo sem terem transado —, o resultado dessa aventura dela me rendeu bons momentos com Camila no final de semana.
Como toda segunda-feira, Camila acorda às sete da manhã, toma um belo banho, se arruma e veste o uniforme da empresa em que trabalha. Filha de pequenos agricultores, ela sempre precisou trabalhar fora para ter seu próprio dinheiro e, por vezes, auxiliar em casa.
Aos dezesseis anos, ainda no ensino médio, auxiliava a mãe nas feiras da cidade vendendo a produção que a família plantava. Com o tempo, teve a necessidade de trabalhar fora, justamente para ter seu próprio dinheiro e eventualmente ajudar mais em casa.
Aos dezoito anos, depois de fazer alguns cursos, conseguiu emprego em uma loja de roupas como estagiária. Com o decorrer dos anos e muito esforço, hoje ela gerencia a loja — uma loja apenas para moda feminina.
Apesar de ser gerente, o salário não é dos grandes, mas sempre tinha uma comissão ou outra que auxiliava no orçamento. Quando fiquei desempregado, foi com o salário dela que sobrevivemos enquanto eu fazia alguns bicos e me virava na faculdade.
Comigo voltando a trabalhar e logo depois me formando, consegui o emprego que tenho atualmente. No tempo de desempregado, contraí algumas dívidas com o banco, pois precisei pegar empréstimos além das parcelas do carro e da documentação, que acabaram sendo deixadas para trás, virando uma bola de neve.
Como o foco era a sobrevivência e pagar a faculdade, Camila foi e ainda é uma parceira maravilhosa. Com paciência, sempre conseguimos dar um jeito.
Depois que comecei a trabalhar como engenheiro, as coisas melhoraram. Conseguimos negociar algumas dívidas e outras, aos poucos, também foram quitadas. Ainda falta muito, mas pelo menos não passamos mais tanta dificuldade, o que dá espaço para alguns mimos ou jantares, principalmente quando conseguimos fazer grana extra.
Enquanto Camila trabalhava, eu estava no meu escritório lembrando do final de semana incrível, de como tinha sido maravilhoso e cheio de tesão, e de como isso tinha deixado minha esposa ainda mais intensa em relação ao sexo. O fato de ela sentir tesão em Pedro e estar com intenção de dar para ele começou a não pesar tanto no meu coração, pois eu sabia que quanto mais ela colocasse a “Camila Puta” para fora, mais eu me beneficiaria com tudo aquilo.
Durante o trabalho, sou surpreendido com a notificação do WhatsApp de Camila no meu notebook. Era Pedro mandando um bom dia.
Camila:
— Oie... Bom dia! Como está? Tenho novidades.
Pedro:
— Estou muito bem e você? Sério? Que novidades?
Camila:
— Estou muito bem!
— Então, eu conversei com o Ricardo sobre as coisas que aconteceram. Ele compreendeu tudo, percebeu que foi um acidente e que as coisas se desencadearam.
— Eu confesso que fiquei surpresa, pois sei os ciúmes que ele sente, mas como ele mesmo disse, se fosse com outras pessoas ele provavelmente surtaria.
— Mas como é com a gente, que somos amigos desde sempre, ele entendeu que não teve intenção de maldade e que só aconteceu. E além disso, o Ricardo deixou eu fazer as fotos e os vídeos.
Pedro:
— Caraca, Camila, estou muito feliz!
— Eu estava quase indo contar as coisas para ele porque não estava me aguentando. Sentia culpa de certa forma, mas que bom que ele levou numa boa.
— Ou está planejando matar nós dois, não é mesmo?
Camila:
— Kkkkk... verdade, mas acho que ele não vai matar a gente não.
— E vamos agilizar esse trabalho nosso com as fotos e os vídeos.
— Você tem alguma ideia de como podemos fazer?
Pedro:
— Eu vou falar com o Ricardo depois, afinal somos amigos, né? Tenho que conversar com ele também. Sobre as fotos/vídeos, fazemos naquele mesmo esquema das primeiras fotos.
— É o que eu geralmente faço. Ou é no meu carro, ou lá em casa, ou em algum lugar sem muita produção, sabe? Coisa simples mesmo. O importante no meu nicho é lugares fora do comum.
Camila:
— Entendi. Então não vai ser uma superprodução, algo mais caseiro mesmo, em locais diferentes às vezes.
— Mas eu vou precisar da sua ajuda para ter ideias ou até mesmo fazer as fotos. Eu falei pro Ricardo que você me ajudaria e ele topou.
— Mas claro, esse seu pauzão tem que ficar bem longe da minha buceta!!! kkk...
Pedro:
— Kkkkk... prometo me comportar e não comer a esposa do meu amigo!!! kkk...
Os dois ficaram conversando um pouco sobre coisas que não tinham a ver com as fotos que queriam fazer, apenas uma conversa entre amigos sobre a vida.
Até que recebo uma mensagem de Pedro:
— Bom dia, man!!! Firmeza?
— Cara, eu tô falando contigo agora, mas a vontade era de dizer desde o início. Mas eu fiquei com vergonha.
— Não era nem medo da sua reação, pois eu te conheço e sei que entenderia o que aconteceu. Saiba que eu não planejei nada disso, apenas aconteceu.
— E que eu e a Camila somos só amigos e não aconteceu nada de mais entre nós dois.
Eu:
— Fala seu filha da puta, tô bem sim.
— Cara, eu e a Camila conversamos. Bicho, eu fiquei com ciúmes e você sabe que eu sou ciumento em relação a ela, mas como ela foi honesta sobre tudo o que aconteceu e as vontades dela, eu aceitei esse processo todo.
— Como você mesmo disse, somos amigos, né irmão? E não é de ontem isso, faz anos, e sempre tivemos muita intimidade entre nós três, até demais em algumas situações.
— Então o que aconteceu recentemente foi um acidente e que levou a tudo isso.
— E se for para outro homem ver minha esposa nua, que seja meu melhor amigo. Eu confio nela, sei que aquela bucetinha vai ser só minha!!! kkk...
Pedro:
— Fico feliz, mano, que está tudo bem. E pode ter certeza que não vai acontecer nada entre eu e a Camila.
— A buceta dela vai ser só sua kkkk...
— E eu queria falar contigo: hoje à noite posso levar ela lá em casa? Vai ser após o intervalo da faculdade?
— Eu estou sem aula no último horário e acho que ela vai estar também. Daí queria agilizar um conteúdo com ela. Pode ser?
Ler aquilo fez meu coração acelerar. Eu sabia que, se ela fosse para a casa dele, alguma coisa rolaria. Mesmo sabendo que ela não daria a buceta para ele nesse momento, pois a intenção de Camila era um ménage entre nós três primeiro. Não posso negar que o ciúme apareceu, mas o que eu falaria? Afinal, Camila já tinha mostrado que estava disposta a seguir em frente com tudo isso. E o pior — ou o melhor —, eu estava gostando.
Então eu disse:
— É bom mesmo aquela buceta permanecer só minha, senão eu arranco seu pinto fora.
— E quanto a hoje à noite, mano, fala com ela. Se ela topa, por mim tudo bem.
Pedro:
— Tá bom, mano. Ela vai continuar virgem do jeito que sempre foi desde que casou com você kkk...
Eu:
— Filha da puta kkkk...
Nos despedimos e logo ouço a notificação no WhatsApp de Camila.
Pedro:
— Olha eu aqui de novo. Em casa, eu falei com o Ricardo. Ele fez questão de falar sobre manter sua castidade kkk.
— Falei pra ele não se preocupar que você continuaria virgem do jeito que sempre foi desde que casou com ele kkk.
Camila:
— Nossa, Pedro, como você é filho da puta kkkkk.
— Para de zoar ele desse jeito. E para você ficar sabendo, o pau dele e o seu não é muito diferente não, viu.
Pedro:
— Tô zuando ele só, Camila. Não é muito diferente, é? Que bom pra você, né kkk...
Camila:
— Ele não é tão grande como o seu, mas tem um tamanho bom e uma grossura ótima e me faz muito feliz aqueles 18cm de pica grossa!!!
Eu fiquei feliz por minha esposa gostar da minha rola, mas não precisava falar sobre o tamanho, ainda mais que a de Pedro era bem maior e mais grossa que a minha.
Pedro:
— Uma mulher apaixonada está certa. Tem que valorizar a rola do marido mesmo kkk...
— Eu falei com o Ricardo sobre você ir lá em casa hoje no intervalo da faculdade. Eu queria fazer um conteúdo lá na piscina de casa. O que acha?
Camila demora um pouco para responder e logo diz:
— Ah, pode ser sim. Hoje a última aula é um porre e eu estou tranquila em relação às faltas. Só não podemos fazer isso sempre, né.
— E se o Ricardo concordou, então está tudo bem. Podemos sim.
— Eu preciso levar alguma coisa?
Pedro:
— Não, não.
— Pode ir vestida normal como você sempre vai e usa uma lingerie bonita. Só isso.
Camila:
— Tá ok! Então agora preciso trabalhar.
— Beijos.
Os dois pararam de se falar. Fiquei ansioso em saber que minha esposa estaria na casa de Pedro para fotos ou até mesmo vídeos sensuais. Fiquei feliz pelo pedido dele. Saber o que estava acontecendo deixou o sentimento mais tranquilo sobre a situação.
Durante a tarde, logo após o almoço, Camila falou comigo sobre isso e eu disse que já estava sabendo e que tudo bem. Ela então mandou vários corações nas mensagens e falou que me amava e que eu poderia ter certeza que seria recompensado por ser um marido incrível para ela.
E era com o foco na recompensa que eu estava aceitando toda essa situação.
Eu chegaria em casa do trabalho às vinte horas. Camila e Pedro chegariam na casa dele às vinte e uma, e sabe lá que horas sairiam. Eu estava ansioso, mas não queria interromper nada nem estragar alguma coisa em relação aos planos de Camila. Mas também não queria ficar no escuro.
Pedro era estudante de Contabilidade. Trabalhava como vendedor em uma loja de carros na cidade. Solteiro, nunca foi de namorar sério, mas tinha várias parcerias durante a vida. Com o dinheiro que ganhava, pagava uma boa casa e ainda mantinha um bom carro.
Como foi sempre de festa, alguns acontecimentos na vida de Pedro o fizeram precisar fazer uma cópia da chave da casa dele para mim, caso eu precisasse resgatá-lo de alguma encrenca ou coma alcoólico (numa situação mais extrema).
Eu estava em meu escritório e segurava aquelas chaves na mão, pensando se devia ir à casa de Pedro e olhar o que faziam, como da última vez, escondido. Tinha até traçado um plano em minha mente e todos os esconderijos possíveis para poder assistir de camarote o que fariam na piscina.
Inquieto, saio do trabalho no horário e sigo viagem para minha cidade. No caminho, não sei em que momento, mas assim que chego na cidade, paro em um posto de gasolina, como um lanche e decido que iria sim espiar Camila e Pedro.
Após comer, saio do posto de gasolina rumo à casa de Pedro. Deixo o carro estacionado uma rua antes e caminho até a casa dele, levando minha mochila com o notebook.
Abro o portão e logo estou dentro da casa de Pedro. Ligo o notebook e abro o WhatsApp de Camila para ver se tinha alguma conversa.
Mas apenas o necessário entre eles a respeito da carona. Olhava para o relógio: ainda faltariam vinte minutos para chegarem aproximadamente. Ficava ansioso nesse meio tempo, até pensando em desistir, mas logo ouço o portão de Pedro abrindo. Então rapidamente coloco meu notebook na mochila, visto nas costas e vou até meu esconderijo próximo à piscina.
Assim que chegam, Camila e Pedro vão até a piscina. Pedro entra em casa logo em seguida para buscar alguma coisa. Camila fica sentada na cadeira com o celular na mão e logo o meu celular vibra no bolso. Era uma mensagem dela.
Camila:
— Oie amor, já chegamos aqui na casa do Pedro. Tá bom? Acho que vou chegar mais tarde que o normal.
Eu:
— Oi, meu amor, estou em casa já. Tudo bem, não tem problema.
— Divirta-se.
Camila:
— Amor, obrigada. Sabe aquele dia que conversamos sobre eu sentir tesão na rola de Pedro?
— E ter vontade de chupar ela?
Eu:
— Sim amor, eu lembro muito bem disso. É algo que não dá para esquecer, né?
— Mas por que está me falando isso? Quer dar para ele?
Camila:
— Amor, eu quero dar para ele, sim... mas prometemos que não vai acontecer sem ser com você junto.
— Mas hoje eu gostaria de chupar a rola dele, se tudo bem para você.
Como se fosse algo natural, ela me pergunta isso. Mas fico feliz antes de qualquer coisa que ela se preocupe comigo e peça permissão. Não sei se ela obedeceria se eu falasse não, mas para não contrariar, digo que tudo bem.
Camila me manda várias carinhas de amor e um “te amo”. Ali escondido, olho para a carinha dela de feliz, como se fosse uma criança com um presente novo. Confesso que meu coração estava a mil e meu ciúme também, mas estava disposto a passar por isso.
Pedro volta para a área da piscina com uma câmera nas mãos, um pano rosa que eu já identifico como a balaclava e uma garrafa de vinho. Quando chega, pergunta para Camila se ela queria pedir um lanche. Ela diz que sim e, após fazerem o pedido, Pedro pede para ela ficar mais à vontade.
Entendendo o pedido, Camila se levanta e tira a roupa que vestia — o que incluía uma saia e uma blusinha com um decote pequeno, nada muito chamativo, a não ser pela meia-calça que ela estava usando. Geralmente Camila não usava, era raro. Então fico curioso para saber o que era. Quando ela começa a se despir, revela uma lingerie bem sexy e sensual: uma cinta-liga preta, dando um contraste perfeito em sua pele branquinha.
Pedro a elogiava e ela, toda vermelha, sorria para ele. Depois de se despir, Camila volta a se sentar na cadeira próximo à piscina. Pedro então pega a câmera e entrega a balaclava para Camila, que pela cara que fez não queria usar, mas mesmo assim a coloca na cabeça.
Então Pedro começa a dirigir as cenas, pedindo para Camila ficar nas posições para as fotos serem feitas. Camila abusava das poses sensuais, cada uma mais gostosa que a outra. Só de olhá-la ali, sendo fotografada, meu pau já estava em ponto de bala.
Pedro sempre a tratando como uma princesa, elogiando sempre, arrancando sorrisos bobos de Camila e tudo aquilo regado a taças de vinho. Mas Camila sabia exatamente o que estava fazendo. Ela era a loba e Pedro o carneirinho. Mesmo sem o efeito do álcool, Camila já estava bem soltinha e à vontade. Ela queria estar ali, ela queria se exibir para Pedro.
E pelo olhar e conhecendo a esposa que eu tenho, aquele olhar era de tesão.
Enquanto fazem as fotos, ouço uma buzina no portão da casa de Pedro. E claro, já podia imaginar que seria o delivery que haviam pedido.
Pedro, com uma cara sacana, diz:
— Quer fazer a noite de alguém feliz hoje?
— Como assim, Pedro? O que você tem em mente?
— Por que você não vai lá assim buscar o lanche?
Camila dá uma risada sem graça para Pedro, mas aceita a proposta. Pedro então pega o dinheiro que estava na carteira e entrega para ela. Camila vai de balaclava e tudo para o portão. Pedro fica próximo olhando a cena. Eu dou um jeito de sair de onde eu estava e me aproximar mais do portão sem ser visto, dando a volta pela casa.
Consigo chegar no exato momento quando Camila abre o portão da garagem com o controle. O entregador estava ali parado aguardando. Quando vê, quase não acredita no que via.
Ela, de dentro do quintal, pede para ele entrar pois não conseguiria ir lá fora. Claro que ele compreende e, com a mochila nas costas, o entregador entra no portão para dentro.
O jovem rapaz olha como se estivesse hipnotizado para Camila. Ele ainda estava usando capacete, mas dava para ver os olhos de admiração e tesão para o corpo de Camila.
Ela sorria para ele enquanto ele, todo nervoso, tirava o lanche da bolsa e falava gaguejando o valor do lanche. Ela entregava o dinheiro para ele.
Pedro então fala em voz alta:
— Amor, dá uma voltinha para ele!!!
O rapaz olha assustado, mas não se importa muito com Pedro ali. Fica olhando para Camila, obediente, que dá uma voltinha lenta, mostrando sua bunda perfeita para o entregador.
O entregador olhava admirado e, em um movimento involuntário, aperta o pau por cima da calça, olhando para a bunda da Camila:
— Caramba, moça, que bunda linda e gostosa.
Pedro ia se aproximando ouvindo o rapaz e diz:
— Pode apertar, eu deixo, né amor?
Camila sorri, empina a bunda e, olhando para o rapaz, fala:
— Pode apertar, mas só apertar. Depois eu quero que você vá embora, ok?
O entregador não fala nada, apenas concorda com a cabeça e se aproxima de Camila, levando suas mãos na bunda dela, apertando e alisando. Camila ainda dá uma rebolada para provocá-lo e o deixa à vontade para apertar e alisar a bunda dela por um tempo. Logo se vira dizendo:
— Obrigada, moço, por trazer meu lanche. Agora pode ir, porque eu estou com fome.
Rindo, Camila se afasta e abre o portão para o entregador, que pega um cartão dele e, estendendo a mão, diz:
— Se precisar de entrega, eu faço entrega particular.
Tanto Pedro como Camila sorriem. Ela pega o cartão do moço, agradece e logo ele vai embora.
Nesse tempo, eu rapidamente volto para o meu esconderijo próximo da piscina e fico aguardando os dois. Camila já voltava sem a balaclava na cabeça e Pedro segurava o lanche. Os dois riam da situação e Camila fala:
— Puta que pariu, hein Pedro. Cada uma que você me arruma. Mas foi divertido ver o menino sem jeito kkk. Parece que ele é novinho, né? Gente do céu, se ele for menor vamos ir presos kkk...
Pedro ria da situação e se zoavam, como dois amigos que eram. Pedro diz:
— Achei que esse menino ia ter um ataque do coração quando você virou a bunda para ele e rebolou kkk.
— Nossa, eu queria ter visto a cara dele. Pena que eu estava de costas. Mas eu até que curti provocá-lo. Ele tem uma pegada gostosa, alisou meu bumbum bem gostosinho rs.
Pedro ria para ela e fala:
— Eu vi mesmo que você estava gostando da situação. Tu é muito safada, Camila. Se eu tivesse mandado você chupar ele, capaz de ter chupado, né?
— Olha, eu fiquei bem nervosa e ao mesmo tempo estava excitada com aquilo. Gosto dessas coisas perigosas. Então sim, se o meu “marido fake” tivesse mandado eu mamar o menino, acho que não me seguraria e mamaria sim.
— Caramba, acho que ia ser a cena mais gostosa que eu ia ver.
Camila dava um sorriso para ele e os dois continuam a conversar enquanto comiam o lanche. O tempo ia passando e o papo dos dois foi fluindo. Eram dois amigos ali. Eu já estava ficando cansado de estar escondido e nada acontecendo naquele tempo em que lanchavam e conversavam.
A noite estava bem quente. O local que eu havia escolhido era na edícula dos fundos, onde tinha um quarto de bagunças do Pedro e a janela dava para a piscina. Para ir embora eu precisaria necessariamente passar pelos dois. Então estava preso ali.
Para minha alegria, quase uma hora depois, os dois voltam a fazer as fotos, dessa vez com Camila sem a parte de cima da lingerie, com os seios à mostra.
Novamente em algumas posições, onde Pedro ficava cada vez mais próximo dela. Apesar da balaclava, dava para ver os olhos de Camila olhando com certo tesão pela situação que estava.
Pedro então coloca a câmera de lado e tira a roupa, ficando apenas de cueca — uma cueca boxer branca, justa, que marcava o volume que estava bem aparente, afinal, ele tirava fotos sensuais de uma deusa.
Camila, sem disfarçar, olha diretamente para o volume de Pedro. Ele, por sua vez, tem a ideia de fazer uma foto com ele sentado na cadeira de descanso e ela com a mão por cima do pau dele.
Claro que Camila aceita, sem nem reclamar. Então faz uma pose sensual: uma das mãos vai na rola de Pedro por cima da roupa e a outra coloca o dedo na boquinha, de forma bem sacana.
Pedro faz várias fotos e ela vai explorando o pau de Pedro, alisando ele, deixando ele mais duro que o normal, fazendo caras e bocas.
Pedro então segura a rola que já marcava a cueca perfeitamente, sem tirá-la, e a segura em pé, e diz:
— Cá, segura ela assim, pra cueca marcar bem? E colocar a boca próxima?
Camila diz que sim. De joelhos entre as pernas de Pedro, segura a rola dele ainda por baixo da cueca, colocando a boca próxima como se fosse chupá-lo. Pedro então tira a foto e Camila avança, tocando os lábios na rola de Pedro por cima da cueca dele.
Dá alguns beijinhos, faz como se fosse mordê-lo, e Pedro a fotografava. Daí Pedro diz:
— Posso filmar?
— Pode sim!!!
Pedro então começa a filmagem e Camila começa a brincar com a boca por cima da cueca de Pedro: chupando, mordiscando, dando beijinhos, apertando e masturbando ele. Dava para ver, de onde eu estava, aquela cueca branca toda molhada pela saliva de Camila e pré-gozo de Pedro.
Camila então puxa a cueca de Pedro, deixando a rola dele livre. Camila olhava encantada para a rola dele e a segura pela base, olha para Pedro, começa a lamber e a chupar as bolas dele.
Pedro continua a filmar, tentando achar o melhor ângulo, enquanto Camila nem se importava com a câmera. Ela chupava e lambia as bolas de Pedro, sem pressa, como se estivesse lambendo um pirulito. Camila vai com a boca das bolas e, lambia e chupando o pau de Pedro da base até a cabecinha.
Camila habilidosamente começa a mamá-lo. Pedro urrava e gemia com a boquinha de Camila nele. Ela fazia o máximo que conseguia para poder engolir todo o caralho dele, mamando e chupando.
Eu, lá dentro, olhando para aquela cena com meu pau completamente duro, era um boquete perfeito que Camila fazia. Pena que a balaclava cobria seu rostinho lindo.
Pedro então muda de posição, ficando em pé, e Camila se mantém de joelhos, chupando cada centímetro daquela rola, sugando fundo e forte, sem parar.
Pedro segura ela pela nuca e começa a fazer um vai e vem, fodendo a boquinha dela sem parar.
Camila, toda excitada, enquanto mamava, alisava a buceta com a mão. Pedro avisa que gozaria e pede para ela ficar de quatro no chão.
Camila, bem obediente, fica de quatro e empina. Pedro repousa o pau no meio da bunda de Camila. Ela sorri e rebolava. Então Pedro a provoca, leva a mão até sua bucetinha e começa a alisá-la. Camila, claro, gemia toda excitada. Já estava entregue ao tesão, não falava nada, apenas gemia, chamando Pedro de gostoso.
Pedro, sem penetrar nela, começa a alisar a buceta dela agora com seu pau.
Camila rebolava e fazia de tudo para sentir mais e mais o caralho de Pedro esfregando na bucetinha dela.
— Ainnnn... seu filha da puta... hummmmm... assim eu não aguento, Pedro... hummm... que delícia.
Pedro, também movido pelo tesão, alisa aquela bunda perfeita de Camila e, com o dedo, começa a alisar o cuzinho dela, que Camila não oferece resistência alguma. Pedro começa a estimulá-lo, penetrando um dos dedos no cuzinho de Camila.
Eu olhava aquela cena bem excitante. Meu pau estava completamente duro e eu estava louco de tesão ao ver Camila toda entregue daquele jeito.
Camila então sai da posição que estava, pede para Pedro se sentar na cadeira de descanso novamente. Nesse momento, achei que ela sentaria na rola de Pedro e daria aquela bucetinha para ele.
Camila sobe no colo de Pedro e fica roçando com a buceta por cima da rola dele. Pedro chupa os seios de Camila com vontade e Camila gemia e rebolava forte sobre a rola de Pedro.
— Caralho, Camila, que tesão louco pra meter minha rola na sua buceta.
— Não! Hoje não. Mas eu adoraria sentar nessa rola.
Camila desce do colo de Pedro e volta a mamá-lo. Pedro, que já tinha dito que gozaria, não demora muito para começar a gozar. Goza de forma abundante. De onde eu estava, conseguia ver perfeitamente os jatos de porra dele lambuzando o rostinho e os seios de Camila. Claro, com a balaclava, mas não deixava de ser uma cena excitante.
Camila então se levanta, vai até a câmera que estava em um canto estratégico e desliga ela.
Tira a balaclava e volta a se ajoelhar no meio das pernas de Pedro, onde começa a lamber e a chupar a rola dele, ainda meia bomba, dessa vez olhando diretamente nos olhos dele, chupando e engolindo aquela rola, que começou a ficar dura novamente.
Camila olha com uma carinha sacana para a rola dura de Pedro e diz:
— Ainnn, se eu pudesse!!!
Pedro ri dela e ela para de mamá-lo e diz:
— Pedro, esta tarde preciso ir antes que eu faça alguma besteira aqui, coisa que não combinei com o Ricardo.
Pedro compreende bem e diz que ok. Então os dois levantam e entram em casa. Nesse momento eu saio do meu esconderijo e vou até o outro lado da casa, próximo ao portão.
Vejo Pedro sentado no sofá da sala, sem Camila, que depois de um tempo sai de banho tomado. Pedro então diz que vai tomar banho e Camila fica no sofá mexendo no celular.
Uma mensagem de texto chega para mim:
Camila:
— Amor, consegui. Foi difícil não dar para ele hoje, mas chupei ele bastante. Queria você aqui vendo tudinho o que fizemos.
Eu olho a mensagem, dou um sorriso e mando corações para ela e digo:
— Da próxima vez eu vou junto, amor, e fazemos aquela brincadeira que você quer fazer.
— Sério amor? Quero muito, isso você sabe. TE AMO.
Eu olhava ela e via ela feliz, com um sorriso satisfeito no rosto. Então eu ouço Pedro saindo do banheiro e saio da casa dele, indo para a minha logo em seguida.
Assim que encosto o carro, vou até o banheiro, tomo um banho rápido e deito na cama. Menos de dez minutos depois, Pedro a deixa na nossa porta. Camila vai até o quarto, toda cheirosa, me olhando e se deita ao meu lado. Eu sorrio para ela e ela, toda tímida, me beija cheia de tesão.
O beijo vai esquentando o clima e logo começamos a transar. Camila faz questão de passar mais tempo me chupando e depois vem por cima de mim, onde senta gostosinho em minha rola até gozarmos.
Continua…
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Sussurro Proibido




